"A paciência é amarga, mas seu fruto é doce!"
Jean-Jacques Rousseau
Jornalismo com Opinião
Jean-Jacques Rousseau
No próximo dia 4 de junho, o PDT promoverá convenção para instalar o novo diretório de Natal. A sigla tem funcionado com comissão provisória.
O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), dirigente principal da sigla no estdo, afirma que, além de Natal, serão reestruturados outros diretórios do PDT no interior do Estado.
Saiba a seguir:
– Carlos Augusto diz, em almoço, que pode apoiar Larissa Rosado a prefeito;
– Rosalba admite dificuldade, mas aposta em superação de crise no Estado;
– Postulação de Chico Carlos a prefeito, de Mossoró, é ignorada por Carlos Augusto;
– Sandra Rosado e Carlos Augusto trocam "figurinhas", em meio a almoço em Tibau.
“As mudanças estão corretas, se não estão dispostos a trabalhar então por que foram para lá?”, reagiu o parlamentar do PMN.
O ex-secretário Manoel Pereira alegou problemas de saúde para deixar o cargo. Já Carlos Lira disse que estava deixando a presidência do Ipern por problemas de ordem pessoal.Do Blog de Oliveira Wanderley AQUI..
Foi ovacionado em evento na Câmara de Vereadores, por líderes como o deputado federal Henrique Alves (PMDB) e senador-ministro Garibaldi Filho (PMDB).
Na mudança do PCdoB para o peemedebismo, ele já saiu ganhando. Vai comandar a Funasa no Rio Grande do Norte, informa a imprensa seridoense.
Só falta combinar com o povo caicoense para ser prefeito.
É sua pretensão. Tem garantia de meios, no partido, para alcançar esse fim.
– E até agora nós não somos ouvidos.
O deputado estadual em questão sabe que Carlos é o verdadeiro articulador político do governo Rosalba Ciarlini (DEM).
Ele chegou no avião do Estado, ao lado da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM), outras autoridades e auxiliares do governo.
Participou de solenidade comemorativa dos 25 anos do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) e retornou a Natal.
Na viagem de vola, teve o médico e secretário estadual da Saúde, Domício Arruda, como interlocutor.
No dia 10 de maio, uma professora, Amanda Gurgel, falou em audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte meia dúzia de verdades que desenharam em parte o cenário da educação no País.
Às autoridades presentes restou o silêncio diante das palavras de uma brasileira angustiada.
A jornalista Dora Kramer, do jornal "O Estado de São Paulo", reproduz hoje o pronunciamento da professora.
Oferece-lhe oferece ainda maior dimensão nacional, como forma de apontar apenas um pouco da fragilidade do ensino público brasileiro.
Veja AQUI.
A professorinha de Natal (RN), sucesso no YouTube em protesto pela Educação, foi assunto esta semana até na reunião de pauta da ‘Playboy’.
Nota do Blog – Como eu exclamaria, nos meus tempos de banco escolar, na aurora de minha vida… "fessora!!!"
Isso é Brasil!
Tudo tem que terminar em sexo, bola e samba.
Bateu arrependimento por ter se transferido de Brasília para Natal.
Mudou de cargo, cidade, status e ganhou aborrecimento.
Está quase inútil na pasta.
Nas primeiras semanas, até que ainda apareciam alguns prefeitos, nomes influentes etc. para audiências. Depois, sumiram.
Pasmaceira em seu gabinete. Nem moscas.
Ainda está no cargo por fidelidade a quem o indicou: Agripino.
Mas a saudade do Planalto Central é incomensurável.
Nota do Blog – Houve costura para que o gabinete de Esdras Alves ficasse no mesmo prédio onde funciona a vice-governadoria. Só que o vice-governador Robinson Faria (PMN) disse "alto lá".
Vetou a ideia. Nâo estava a fim de dividir espaços e poder nessa coabitação física.
A paralisação, inicialmente, é por apenas três dias, a partir da próxima semana.
Reivindicam cumprimento de Plano de Cargos, Carreira, Salários.
Mobilização começou a se articular de forma mais incisiva nessa sexta-feira (20).
Os docentes estão em compasso de espera.
As conversas com o Estado não avançaram coisíssima nenhuma até o momento.
Durante solenidade à noite desta sexta-feira (20), no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) reservou alguns mimos para sua irmã, vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM). Nada é por acaso.
Enalteceu suas qualidades como técnica, seu vínculo com o hospital e lutas sociais.
Ruth representou a prefeita de direito de Mossoró, Fátima Rosado (DEM), que não esteve no evento, da mesma forma que seu marido, deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM).
Nos bastidores, um interlocutor privilegiado afirmava com serenidade, no curso da oratória da governadora: "Ruth é a candidata a prefeito".
Nota do Blog – Para ser candidata do governo à Prefeitura de Mossoró, a vice-prefeita precisa que a titular renuncie até abril do próximo ano
Com cenho visivelmente tenso, ela também não conseguiu disfarçar o mal-estar em entrevistas e discursos, fugindo ao seu estilo moderado.
O incidente ocorreu no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), que fazia festa para comemorar 25 anos de atividades. Ao mesmo tempo era entregue nova estrutura rodante para o Samu Regional.
"Eu não governo para servidores, governo para o povo", separou a governadora.
Em pronunciamento no interior do hospital, atenuou suas próprias palavras, elogiando o quadro de pessoal do HRTM como o maior patrimônio da instituição. Também deixou claro que via na mobilização uma postura extremista e que o governo não iria se inclinar para a ilegalidade, no sentido de atender ao funcionalismo em reivindicações salariais.
De novo passou a responsabilidade para a crise aos governos antecessores de Wilma de Faria (PSB) e Iberê Ferreira (PSB).
Nota do Blog – A governadora está visivelmente apreensiva. Vive algo novo em sua trajetória política, que é a convivência com movimentos reivindicatórios organizados e fortes, algo raríssimo ou inexistente em sua passagem por três vezes pela Prefeitura de Mossoró.
Bate na parede e volta. Rosna, estrebucha e anda em círculos.
As relações estão ficando esgarçadas, porque alguns interlocutores e a própria governadora vêm manifestando intolerância, derrapando no verbo e alimentando o confronto.
O bom senso precisa ser resgatado de parte a parte.
Chega de politicalha ou do uso de expedientes menores, que na província mossoroense costumam funcionar, em face do pleno aparelhamento da mídia, da inércia dos movimentos sociais e do poder quase onipotente da prefeitura.
No Estado, a partir de Natal, é diferente. O Estado não é a Prefeitura de Mossoró e o Rio Grande do Norte não é Mossoró.
Por que não montar uma espécie de "gabinete de crise"?
É um instrumento comum aqui e alhures, quando determinadas situações fogem à normalidade. Funciona com uma visão multidisciplinar, ordenada e voltada à eficiência, para superação do que aflige o poder público.
Crise no transporte aéreo, o Governo Lula instalou um gabinete de crise. Enchentes em Santa Catarina e Pernambuco, também.
Intempéries climáticas já exigiram a montagem de colegiados com capacidade de auxiliarem o executivo à tomada de posições, como casos citados acima. Em situações de instabilidade econômica e política, da mesma forma.
No Rio Grande do Norte, é visível que o secretário-chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes, apesar do seu preparo intelectual e denso conhecimento jurídico, perdeu o fôlego e a paciência.
Está antipatizado pela outra parte, que virou oponente. Não se negocia. Vocifera-se pura e simplesmente.
Que a governadora forme um gabinete de crise, com espírito desarmado, para negociar e apontar medidas saneadoras. A cada dia que passa, o buraco se aprofunda e os ânimos estarão mais exaltados.
O governo não está diante de uma crise qualquer. Portanto, não pode ter postura qualquer.
Benjamin Disraeli
Está em rota batida para se alargar, o que podemos chamar de "República de Mossoró" no Centro Administrativo do Estado, em Natal.
O Governo Rosalba Ciarlini (DEM) teve enorme dificuldade para montar sua equipe inicial. Agora está pior. Surgem as primeiras baixas e não existem peças de reposição.
Devido a crise que cresce em espiral, é ainda mais difícil convencer bons quadros a compor seu "time".
A saída é convocar velhos conhecidos, da "cozinha" do poder em Mossoró. Gente habituada a cumprir ordens. Só. No máximo, a ser útil, sem fazer questionamentos. São raros os nomes que escapam desse perfil.
O critério passa a ser baseado na urgência do preenchimento dos cargos, para parecer que não existe vácuo.
Está ruim? Pode piorar.
Muitos cargos comissionados, passados mais de quatro meses de administração, estão sem ocupantes.
No primeiro e segundo escalões, em menos de 24 horas, três titulares pediram o "boné".
O governismo é vítima de seu próprio modelo de formação, preservação e hierarquização de grupo, fermentado paroquialmente: em Mossoró.
O chamado "rosalbismo", representado pela governadora Rosalba Ciarlini, três vezes prefeita de Mossoró, nunca priorizou a montagem de quadros políticos e técnicos. Pra quê?
Autosuficiente, conduziu a municipalidade e colecionou vitórias político-eleitorais que a catapultaram para o governo estadual.
Agora fica a pergunta: é o bastante para gerir o Estado?
A mudança é radical. É como se mandássemos um "chofer" de Fusquinha ocupar o assento numa Scânia. A máquina é outra. A começar pelo número de pneus.
Mas sem dúvidas não é apostando no "quanto pior, melhor" – que saíremos desse buraco. Falo "sairemos", sim.
O caso não é apenas uma questão de governo, mas de Estado e do interesse coletivo. Se piorar, chegarmos ao nível da ingovernabilidade, com metástase de greves e a máquina pública parada, todos de algum modo serão afetados.
Lógico, também, que os "donos do poder" não podem ficar encastelados, autosuficientes, tentando vender a tese de que controlam a situação, debelam incêndio e que está tudo muito bem. Não está.
O governo está sem rumo, ao contrário do que pregam seus líderes.
Passa da hora de reavalizar o que foi feito ou o que deixou de ser feito e falar com mais franqueza aos administrados.
Antes de encontrar culpados, melhor localizar soluções.
Quanto aos incendiários, piromaníacos… eles sabem o que estão fazendo.
Apagar fogo, com querosene, não é recomendável – mesmo se estando na oposição.
Mais uma vez tenho um oficial de justiça à minha porta. A batida ao portão, com o punho cerrado e em sequência tonitruante, não me deixa dúvida. Pergunto só para conferir mesmo:
– Quem é?
– Sou eu, Carlos Santos. É Otacílio, oficial de justiça.
Nem precisava a declaração oficial.
O “toque” de Otacílio é personalíssimo.
Tomo a liberdade, para não atrasá-lo, de sair em trajes quase sumários, com meu físico de pintassilgo resfriado, pernas de talo de coentro à mostra.
Uso apenas uma toalha contornando a cintura, dorso “atlético” à exibição, como um gladiador apolíneo, espécie de deus grego do semi-árido.
Tenho essa naturalidade, em face da frequência com que os oficiais de justiça aportam aqui em meu muquifo, sempre trazendo citações e intimações da patota que está no poder e, que, não é do ramo.
Pelo menos do ramo de governar, que se diga.
Suas manoplas têm outras habilidades.
Bem, mas voltemos ao ponto central desta prosa.
Surpreendi-me. Nem intimação nem citação.
O amigo Otacílio, de manhã ainda cedo, pede desculpas pelo suposto incômodo. Quer apenas uma informação sobre outra pessoa a ser citada judicialmente. Oriento-lhe, ajudo-o. E, lógico, coloco-me sempre à disposição para esse ou outro fim ao meu alcance.
Como jurisdicionado, até cobro tratamento diferenciado, pois me considero o melhor por essas plagas, sem nunca me esconder ou colocar qualquer embaraço ao prosseguimento processual, desde a simples citação.
Dessa vez, na pressa não deu para oferecer pelo menos um copo com água ao Otacílio. Mais não posso. A geladeira parece um chafariz: só tem água.
Fica para uma próxima.
– Volte sempre – intimo ao me despedir.
Amanda Gurgel é uma militante nata. A professora de Língua Portuguesa que chamou a atenção do país inteiro depois que o seu discurso em uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado foi publicado no Youtube, já foi dirigente do Centro Acadêmico de Letras e do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
Logo nas primeiras assembléias do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte/RN) das quais participou, assumiu a postura de oposição e no ano passado se filiou ao Partido Socialista do Trabalhadores Unificado (PSTU).
Aos 29 anos, Amanda leva uma vida simples como a maioria dos professores do país: sai de casa às 5h50 e só retorna às 23h, pega três ônibus para chegar ao trabalho, estuda à noite, e tem pouco tempo e dinheiro para lazer.
Aos quatro anos perdeu os pais em um acidente de carro e foi morar no interior da Bahia com parentes. Voltou para Natal para cursar a faculdade de Letras na UFRN. Morou na residênciauniversitária e trabalhou durante todo o curso para se manter. Amanda é professora desde os 21 anos.
O primeiro trabalho foi no cursinho pré-vestibular do DCE, fase que ela descreve como a melhor da sua carreira. "Era um projeto social e é uma experiência diferente, o perfil dessas turmas é de pessoas realmente interessadas e que estão em um nível de leitura e escrita que você consegue desenvolver um bom trabalho".
Saiba mais AQUI.
Veja AQUI o vídeo que já teve, até o momento, quase 120 mil acessos, com pronunciamento da professora.
Nota do Blog – O pronunciamento de Amanda Gurgel ganha repercussão nacional, com entrevistas e reportagens em redes de TV, portais etc.
Ela também deverá ser entrevistada no próximo domingo pelo apresentador Fausto Silva, na Rede Globo de Televisão.
Por que tudo isso?
Comunicação fácil, leve, contundente, sem perder a ternura.
Uso de exemplificação elementar, mas emblemática, como a frase dos "três dígitos" do seu contra-cheque.
Sua fala está sendo exibida também no interior, em manifestações de professores, tanto em lugares fechados como em praça pública.
Bombou!
Quer os 13, todos que compõem a Casa, em sua casa de praia em Tibau (42km de Mossoró), neste final de semana.
Um almoço sem pauta política adiantada. Mas é certo que não se trata apenas de um rega-bofe.
Nota do Blog – Ouvi zunzunzum de governistas, insatisfeitos, com a generalização do convite.
Esperavam conversa diferenciada com a bancada que apoiou Rosalba Ciarlini (DEM) ao Governo do Estado, ano passado.
Conforme informação do Blog do Marcos Dantas, nesta sexta-feira (20), data do repasse para as Câmaras Municipais e prefeituras do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), 11 municípios têm bloqueio ao recebimento.
A "trava" é realizada pela Receita Federal.
A informação está disponível no portal do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI).
As prefeituras de Baia Formosa, Baraúna, Caiçara do Norte, Carnaubais, Jardim do Seridó, João Câmara, Natal. Patu, Porto do Mangue, Santo Antônio e Severiano Melo deveriam regulamentar a situação nas agências da Receita Federal.
Desde a sexta-feira (13) elas tiveram o FPM bloqueado.
A Band Natal sondou Paulo para retornar ao ar com programa policial, como fazia na TV Ponta Negra (afiliada do SBT).
A prefeita Micarla de Sousa (PV), conversou com ele no final de semana, para retornar à emissora.
Até o momento, Paulo não manifestou de público qual será seu destino.
Mas é certo que precisará retomar atividade profissional que o catapultou à vida política e sucesso eleitoral.


