Vereadores, lideranças comunitárias, cargos comissionados, secretários, gerentes. Todos estão intimados. Devem acompanhar a prefeita Fátima Rosado (DEM) durante procissão de logo mais em Mossoró.
Por instrução do prefeito de fato, agitador cultural Gustavo Rosado (PV), a mobilização dessa força-tarefa, espécie de "tropa de choque", começou ainda na madrugada deste domingo (13). Com razão.
A vaia uníssona que abalou a prefeita no adro da Catedral de Santa Luzia (veja matérias mais abaixo), não estava cogitada. Assustou-a. Desestabilizou-a.
Empanzinada de ansiolíticos, Fátima passou a temer outra exposição pública, mesmo que num acontecimento meramente religioso, como a procissão da padroeira de Mossoró. Daí a operação para blindá-la.
Serão acompanhantes permanentes, para que fique demonstrado o prestígio da prefeita. É o comum, liturgia do poder.
Ao mesmo tempo essa barreira servirá como pente-fino a eventuais assédios de pessoas que possam manifestar queixas ou cobranças à Fátima Rosado.

























