segunda-feira - 22/06/2009 - 19:24h

Prefeitura paga para “Pânico” ridicularizar Mossoró

Não sei se é para rir ou para chorar.

O programa "Pânico" da Rede TV transformou o "Cidade Junina" num cenário de horrores. Ridicularizou Mossoró e sua gente no domingo (21).

O programa, com transmissão em circuito nacional, aposta num humor escrachado.

Em Mossoró, os personagens Chrystian Pior e Lula Molusco superaram-se em desdém, preconceito e deboche. Amiudaram a festa.

Até aí tudo estaria dentro do "normal" da proposta do Pânico.

O diferencial é que a abordagem foi incentivada pelo próprio governo da prefeita-enfermeira Fátima Rosado (DEM) e seu mano, o "prefeito de fato" e agitador cultural Gustavo Rosado. 

A equipe do programa teve tratamento vip e cachê pago pela prefeitura. Tudo na medida para esculachar o próprio evento, realizado há 13 anos.

Parece surreal, mas verdadeiro.

Se você duvida, veja e ouça AQUI

Nota do Blog – Acho interessante o pânico, mas não me empolga. Prefiro o CQC da Rede Bandeirantes e o próprio Casseta e Planeta.

Em essência eles promovem o preconceito, fazem do achincalhe uma regra geral, além de serem apologistas – de forma subliminar – do "darwinismo social". É uma corrente de pensamento que prega a existência de raça superior.

O programa que focalizou Mossoró é isso: aqui embaixo somos todos "paraíbas", otários, feios e ridículos.

Só acho estranho não terem entrevistado a própria prefeita Fátima. Com sua riqueza vocabular e cultura da revista "Caras", logo viraria celebridade instantânea.

Agora quero ver se teremos movimento de protesto contra essa patota que coloca Mossoró em pânico. A do Palácio da Resistência, claro. Ela é a grande responsável por mais essa vergonha contra os mossoroenses.

Alguns alienados ensaiaram protesto contra a cantora Samira do Forró dos Plays, que cantou no Cidade Junina. Espalharam que tinha chamado a juventude local de idiota. Nada ficou provado contra a artista.

E agora? Esperam o quê?

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Categoria(s): Paulo de Tarso Fernandes
segunda-feira - 22/06/2009 - 18:52h

Internauta protesta contra “Reunião do Copão” com políticos

O internauta que se identifica apenas pelo prenome Eryclênyo, através deste Blog faz um protesto público: não quer blogueiros na companhia de "vermes políticos".

Ele refere-se à confraria "Reunião do Copão", organizada todas as sextas-feiras pelo blogueiro Erasmo Carlos, do Blog Tio Colorau (AQUI). Leia abaixo:  

Grande Carlos,

ALGO TAMBEM ESTÁ ME IMPRESSIONANDO.

Desculpe-me a sinceridade, mas como leitor assiduo dos blogs de Mossoró tenho ficado muito entristecido em ver, na tal reunião do "Copão" organizado por vocês, vermes politicos que já têm decepcionado nosso povo.

Me diga e diga também a todos os leitores, o porquê desse povo estar tirando foto com vocês, e por sinal todos felizes?

Qual o interesse de vocês blogueiros de andar com esse povo?

Tire minha dúvida, pois ando meio desanimado em frequentar esses blogs que eu tanto dava crédito e divulgava na cidade.

Ericlênyoericlenyo@hotmail.com

Nota do Blog – Muito boa e pertinente sua intervenção, webleitor. Além de ser um direito.

A Reunião do Copão é uma salutar e democrática roda de conversas sérias, além de ótimo ambiente para juntar coisa nenhuma com coisa alguma.

É um encontro de amigos e contrários; não a vejo como um sodalício (é o novo!) superior ou seita fechada.

Particularmente não compareci a nenhuma "sessão de fotos". Minha ausência não foi planejada. Se estivesse em uma dessas ocasiões, não me furtaria à pose.

Só não posso ser cínico ou hipócrita. Nem creio que blogueiros sejam melhores ou piores do que políticos, advogados, estudantes, médicos, engenheiros etc.

Esse dogmatismo, pelo menos eu não possuo.

Mas quem melhor pode se pronunciar sobre o tema é o Erasmo Carlos, criador e organizador da confraria.

Continue escrevendo.

Um abraço, saúde e paz.

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segunda-feira - 22/06/2009 - 18:47h

Pensando bem…

"O sofrimento é uma espécie de sacramento para quem o recebe sem ódio".

Louis Evely

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segunda-feira - 22/06/2009 - 18:40h

Agripino cobra clareza em atos do Senado

O senador José Agripino (DEM) defendeu, nesta segunda (22), a divulgação do relatório sobre os atos secretos para que fique claro que o  Senado não convive com a malandragem.

A descoberta dos atos secretos – medida usada para criar cargos ou aumentar salários sem conhecimento público – foi o estopim da mais recente crise na instituição. Entre 1995 e 2009, o Senado editou 623 atos secretos.

– Não dá para continuar debaixo de suspeições porque fica parecendo que a Casa convive com a malandragem. Defendo a apresentação clara, sem reservas, dos atos administrativos secretos, doe em quem doer – disse em plenário.

O primeiro-secretário do Senado, senador Heráclito Fortes (DEM), recém-operado de uma cirurgia para redução de estômago, deve apresentar o relatório sobre o assunto nesta terça (23).

* Com informação da Assessoria de Imprensa do próprio senador.

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segunda-feira - 22/06/2009 - 15:58h

Sexo, jogatina, dinheiro e algo mais no jogo do poder

Em pleno exercício do poder, o presidente Bill Clinton foi ainda mais super-exposto. Em tese, nada que pudesse comprometer o poderio econômico e bélico dos Estados Unidos. Em tese.

Apareceu à altura de sua cintura, a boca da estagiária Mônica Lewinski (AQUI). O escândalo quase o tira da Casa Branca.

Desse outro lado do hemisfério, o Brasil, os bastidores sempre foram pródigos em personagens influentes, mas sem cargos visíveis.

Tancredo Neves foi para o túmulo como presidente (sem nunca ter tomado posse), deixando além da viúva Risoleta, a figura de sua secretária particular, dona Antônia Gonçalves, com atuação além do gabinete. Discretíssima, ela era ouvida por Tancredo.

Dom Pedro I fez de sua vida uma grande esbórnia e nenhuma mulher na corte – casada ou solteira – estava a salvo de suas perversões. A mais notória foi a Marquesa de Santos, que ganhou título e posses graças às evoluções na alcova. A Coroa (nossos antepassados) pagava a conta.

Governador de São Paulo e regido pelo lema “Rouba mas faz”, Adhemar de Barros conservou até a morte uma amante coberta de muito dinheiro: Ana Benchimol Capriglione. Quando atendia um telefonema seu, ele tratava-a, disfarçadamente, por “doutor Rui”.

Todos em sua volta sabiam que era o nome de guerra da favorita do poderoso. Ela chegou a ser roubada (ou expropriada) em 1969 em 2,6 milhões de dólares, numa ação do grupo terrorista VAR Palmares no Rio de Janeiro. À polícia, Ana e seus familiares disseram que o cofre estaria vazio.

Era difícil explicar a origem de tanto dinheiro.

Avião e Potengi

O presidente Juscelino Kubitschek enfileirou amantes. Narra-se um episódio em que embarcou somente ele, uma mulher, piloto e co-piloto em aeronave presidencial para sobrevôo de Brasília, enquanto “dava uma”. Informalmente é relatado que o acidente (ou assassinato) que o vitimou nos anos 70, antecedeu encontro que teria com uma antiga concubina, em São Paulo.

No Rio Grande do Norte, um governador chegava a mandar avião do Estado pousar em Mossoró para levar mulher de sua preferência para visita ao Palácio do Potengi. Outro se encantou por uma interiorana, a ponto de fazer noitadas secretas à beira-mar em Ponta Negra.

Por pouco o mundo não desaba.

Existem ainda situações em que a cama não ligava poderoso e auxiliar: o principal era a grana. Eis a dupla titânica Collor de Mello e seu tesoureiro alagoano PC Farias.

Impeachment, milhões roubados do erário e mortes fazem parte da história ainda cheia de interrogações que envolvem Collor e PC. É dessa época também o namoro adúltero entre os ministros Bernardo Cabral (Justiça) e Zélia Cardoso de Mello (Economia).

Certas decisões foram tomadas em meio ao romance. A própria Zélia deixou escapar informações dessa envergadura, num livro chulo que escreveu.

Antônio Carlos Magalhães, velho cacique baiano já falecido, também tem das suas.

Corre na justiça uma ação para reconhecimento de paternidade e divisão de sua fortuna de bilhões, com um filho que teria produzido com a embaixatriz Lúcia Flecha de Lima (AQUI). A Grande Imprensa, com raras exceções, prefere abafar a baixaria de luxo.

Nos anos 90, tendo Itamar Franco como desafeto e prestes a assumir a presidência da República, ACM tentou derrubá-lo produzindo dossiê falso. Atribuia-lhe perfil de homossexual para tentar desmoralizá-lo.

No regime militar, também não faltaram peripécias da turma verde-oliva.

O presidente João Batista Figueiredo empregou uma antiga amante, Edine Macedo, na época em que ainda não tinha assumido o comando do país. Quando tudo veio à superfície, teve que enfrentar ação para pagamento de pensão alimentícia.

Carlos Lacerda

Nos intramuros do poder, às vezes também entra em jogo a questão da fidelidade canina: o segurança particular do presidente Getúlio Vargas, Gregório Fortunato, terminou condenado e preso (morreu no presídio Frei Caneca no Rio), por organizar atentado ao jornalista Carlos Lacerda. Estaria agindo isoladamente (?) em defesa do seu líder.

O próprio Lacerda, de bissexualidade embutida, fora vítima de uma armação do regime militar ao final de sua vida, em 1977. A versão corrente é de que o Serviço Nacional de Informação (SNI) gravara áudio comprometedor com o incendiário orador de larga cultura e impetuosidade.

Rasputin, a “eminência parda” (AQUI) na corte dos Romanov (Rússia), terminou assassinado por desafetos, que não gostavam de seu poderio. Ele era "o cara" no final do império dos czares.

Em se tratando de vida pessoal, não é só sexualidade e influência externa que pesam nos bastidores. Vícios como jogatina e bebedeira mexem com credibilidade. Se forem moderados e não influenciarem a vida pública, tudo bem.

Mas nem sempre foi assim com o beberrão Jânio Quadros (ex-presidente) e com o carismático Lula. Os dois têm em comum a afeição pelo copo. Vários exageros são listados, com reflexos na política no tempo de cada um.

Na mesa de jogo, dona Yolanda Silva (mulher do presidente-general Costa e Silva) tinha dívidas de baralho pagas pelo rico Paulo Maluf. Daí teria começado a carreira política e o verbo depreciativo "malufar".

Como se vê, a vida privada de figuras públicas tem tudo a ver com o interesse da sociedade. Talvez quem melhor resuma onde começa e termina a vida íntima do homem público, seja o consagrado jornalista Gilberto Dimenstein:

– A rigor é irrelevante saber se o ministro é homossexual, se o chanceler tem caso com suas secretárias ou se o presidente namora atrizes de televisão. A vida particular, entretanto, ganha importância caso o namoro do presidente com a atriz interfira na administração pública.

Em Mossoró, já tivemos político que passava dias em bordel, mas não era execrado pela opinião pública nem se ouvia falar que desviasse milhões para ajeitar a vida de alguma prostituta. Não envolvia vulva com emprego, mas é certo que gerava votos. Os tempos eram outros, de pleno machismo. 

Nos dias atuais, Mossoró não é exceção, se imaginando um “país” à parte – onde a coisa pública possa ser privatizada pelos inquilinos do Palácio da Resistência.

Quem pensa e age de forma diferente, apenas justifica o que este Blog diz há tempos: "A patota não é do ramo".

Foto: Acervo do Blog do Carlos Santos (Adhemar de Barros ao microfone, anos 50, São Paulo).

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segunda-feira - 22/06/2009 - 11:50h

Gustavo Rosado usa poder para distorcer caso

Diante da série de reportagens postada por este Blog à semana passada, sob o título “Caso Capitão 40” (veja cópias de documentos abaixo), é praticamente indefensável a situação do chefe de Gabinete da Prefeitura de Mossoró, agitador cultural Gustavo Rosado. Ele e seus acólitos sabem disso.

Os indícios revelam que houve manipulação de pessoas, gravações clandestinas e fraude para tentar incriminar adversários políticos durante a campanha municipal de 2008. Não significa dizer que os acusados pelo governismo sejam santos. Não são.

O parecer do Ministério Público Eleitoral, assinado pelo austero promotor Eduardo Medeiros, opinou pela “improcedência” da representação do grupo da prefeita-enfermeira Fátima Rosado (DEM), irmã de Gustavo, que é tido como “prefeito de fato”. Ele manda e desmanda.

O que terminou como “surpresa” nesse enredo foi o aparecimento da figura do jogador de baralho, sinuca e criador de galos Silvio Rebouças.

O Blog na série de reportagem apenas reproduziu o que está nos autos. Tudo coletado em depoimentos ao juiz Pedro Caldas, da 34ª Zona Eleitoral.

Diante de situação tão constrangedora, a estratégia do governismo é de fácil identificação: mistura silêncio em tom de confissão com tentativa de distorcer os fatos.

Impede que a imprensa sob seu controle repercuta o acontecimento e espalha a tese de que se trata de uma campanha homofóbica, em face de suposto relacionamento homoafetivo entre o todo-poderoso Gustavo e “Silvinho”. Quer tirar o foco do cerne da questão.

Preconceito

Sílvio, Silvinho ou “Sìlvio dos Galos” é citado na Justiça como operador de fraude para incriminar os adversários Lahyrinho Rosado (PSB) e Larissa Rosado (PSB). Sua relação com Gustavo é estreita e longeva, como é do notório conhecimento da sociedade. Mais claro, impossível.

Não pesa na abordagem nenhuma pecha preconceituosa. A vida de ambos, em separado, ou junta, interessa a eles.

Contudo os depoimentos de José Edílson Rodrigues, Magno Rocha de França e José Tarcílio Fernandes Vieira à Justiça incrimina Silvinho e logicamente o associa na trama a Gustavo. Interessante ainda, é que o trio foi levado a depor pelo próprio esquema da prefeita Fátima Rosado.

Diante do juiz eles entregaram o “ouro”.

A alcova é informação adicional, que reitera o vínculo. Se tratasse de um casal heterossexual, o detalhe teria igual relevância.

A história do poder está carregada de associações desse nível. Afetividade se mistura à ganância e gera situações desastrosas a algumas biografias, levando a tiracolo o erário.

No exemplo particular de Gustavo, ele é o “dono da bola” da ocasião, mas sem perfil para se prolongar além do mandato da irmã, como líder de grupo. Não possui história própria de relevo. É um paria dentro da própria família.

Gustavo passou sua existência abonado por mesada ou empregos públicos arranjados por parentes ilustres. Nunca foi aproveitado em empresas privadas de irmãos. Conheciam seu potencial.

O agitador cultural é líder de uma patota que tem a política como meio e não um fim. Logo se vê aí a fragilidade dessa facção. Tem trajetória curta. Não é do ramo.

Veja a seguir a continuidade dessa postagem, em que mostro como amor e poder sempre andaram juntos e às vezes causando enormes estragos.

Veja também ainda hoje:

– Justiça dá posição sobre "Caso Capitão 40";
– Prefeitura paga "Pânico" para ridicularizar Mossoró;
– Governo começa a cadastrar pessoal em "terceirizada";
– E muito mais.

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segunda-feira - 22/06/2009 - 10:40h

Blog mostra parecer e depoimentos do “Caso Capitão 40”

A série de reportagens denominada como "Caso Capitão 40", que este Blog postou entre quinta (18) e sexta (19), não nasceu de um espasmo.

Não é resultado de um delírio.

Foi extraída em primeira mão dos autos do processo em andamento na 34ª Zona Eleitoral de Mossoró, conduzida pelo juiz Pedro Caldas.

Um detalhe a mais: os documentos são públicos. Se qualquer outro meio de comunicação quiser usá-lo, é só requisitar.

Quem não divulgou ou repercutiu o caso certamente o fez por interesse editorial, financeiro ou político próprio.

Veja abaixo a íntegra de todos os documentos perscrutados pelo Blog.

Mesmo que muitos não queiram divulgar, o Blog faz questão de fazê-lo por zelo à própria história:

– Veja AQUI o parecer do promotor eleitoral Eduardo Medeiros;
– Veja AQUI o depoimento de José Edilson Rodigues (Romarinho);
– Veja AQUI o depoimento de Magno Rocha de França; 
– Veja AQUI o depoimento de José Tarcílio Vieira Fernandes.

Bom proveito. 

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domingo - 21/06/2009 - 19:32h

O que espera Fátima Rosado

Acusada de uso indevido da máquina pública na eleição do ano passado, a prefeita de Mossoró, Fafá Rosado, deve ser julgada nos próximos dias pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

E quem vai decidir o futuro de Fafá é Joaquim Barbosa, ministro linha-dura que não brinca com a lei.

"Com ele não existe nenhum tipo de conversinha ao pé do ouvido", disse hoje à imprensa do Distrito Federal o subprocurador da República Eugênio Aragão, um amigo antigo do mineiro de 54 anos que há algumas semanas lavou a alma de todos os brasileiros envergonhados pela atuação do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, ao peitar o amigo do peito de Daniel Dantas e mandar que ele saísse às ruas para sentir a revolta popular com as suas decisões vergonhosas.

Portanto, Paulo de Tarso e Felipe Cortez, advogados da prefeita mossoroense, têm razões de sobra para a preocupação que demonstram desde que o processo de Fafá caiu no colo de Barbosa.

* Do Blog Brasília, Urgente (AQUI).

Nota do Blog – É preciso cautela no trato desse assunto. Não se pode antecipar uma condenação ou vitória da prefeita, com antecedência. Pelo menos hoje.

É fato que o ministro Joaquim Barbosa segue a "linha dura", mas não vejo daqui – tão distante de Brasília, o caso como "favas contadas" contra a prefeita Fátima Rosado.

O plenário é quem decidirá.

O voto do ministro é na condição de relator. Pode influenciar os demais ou ser contestado em plenário.

Em primeira instância o juiz Francisco Seráphico fez uma sentença vista como irrepreensível no meio jurídico. Porém o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) a derrubou. Agora que venha o TSE.

A demanda refere-se à participação da prefeita numa inauguração em plena campanha, algo vedado pela legislação eleitoral, tendo como sanção a cassação do registro de candidatura.

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domingo - 21/06/2009 - 19:09h

Letra e Música – 57

Maria Bethânia é única.

Não bastasse irmã de Caetano Veloso, com voz inconfundível e interpretações personalíssimas, ele é ás em dar vida a letristas.

Guilherme Arantes não tem do que reclamar.

Brincar de Viver é uma letra harmoniosa, que ganha dimensão desmedida com Bethânia.

(…) Você verá que a emoção começa agora
Agora é brincar de viver
E não esquecer, ninguém é o centro do universo
Que assim é maior o prazer
.

Pra sua semana começar com bem-querer, eis minha sugestão.

Fique com Deus!

Veja a letra AQUI;
Veja o vídeo AQUI.

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Categoria(s): Letra e Música
domingo - 21/06/2009 - 18:45h

Governo Fátima Rosado acerta na segurança “junina”

Apesar de todas suas mazelas, distorções e armações o Mossoró Cidade Junina tem que ser saudado num aspecto: segurança interna da área do evento.

O serviço que mistura policiamento ostensivo com câmeras e força de segurança privada está a contento. Transmite a sensação de bem-estar.

Nos anos anteriores era um deus-nos-acuda.

Pontos para o governo da prefeita-enfermeira Fátima Rosado (DEM).

Não é sensato que critiquem o entorno da festa e a cidade como um todo, por assaltos além dessa área. Aì é uma questão do sistema de segurança como um todo, obrigação do Estado.

Com ou sem Cidade Junina, o Estado deixa o cidadão entregue à própria sorte.

No Cidade Junina, não. Repito: os comentários que recebo são quase eligiosos em sua totalidade.

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Categoria(s): Segurança Pública/Polícia
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domingo - 21/06/2009 - 10:09h

Caso Capitão 40 – V (Final)

Relação de Gustavo com “Silvinho” revela modelo de poder “Da Gente”

O “Caso Capitão 40”, que setores da imprensa assim definiram, tomou um rumo inesperado para seus operadores. O que tem sido dissecado na Justiça – e à sua margem – revela uma conspiração amadorística, que ao mesmo tempo serve de termômetro para se aquilatar o estágio putrefato da política mossoroense. Fede.

Mossoró está imersa num pântano. É o que goteja da cloaca do clã Rosado.

Em nome do poder a qualquer custo, alguns de seus principais atores sapateiam no submundo e produzem enredo próprio de ambientes moralmente insalubres. Nesse elenco, com presença quase onipotente e sem limites, quem reina é o agitador cultural Gustavo Rosado, síntese da mediocridade, ganância, despudor e psicopatia do Governo “Da Gente” (Deles). Um dândi mimado.

Depoimentos narrados na Justiça por três pessoas de origem simples (veja postagens mais abaixo), entre elas até um analfabeto, não deixam dúvidas quanto a relação promíscua financiada por Gustavo. A expensas do erário, que se diga.

Tudo e a qualquer preço para ficar no poder, onde é “prefeito de fato”, devido inapetência pro cargo da sua irmã sem bússola, Fátima Rosado (DEM). Essa parece inimputável, tamanho o alheamento quanto ao seu papel constitucional. Não vê, não ouve e não fala coisa com coisa.

Pela primeira vez, entretanto, surge das sombras um personagem que não é novo na vida de Gustavo e muito menos nos subterrâneos da prefeitura. Trata-se do jogador de baralho e sinuca, além de criador de galos de briga, Sílvio Rebouças.

Ele tem relação estreita com Gustavo desde tempos de vacas relativamente magras. Há mais de 25 anos os dois foram sócios numa butique, a "Tirania". Gustavo entrou com dinheiro e o sobrenome nobre. Ele… Falo? Falo: com sua juventude e esforço físico. Nada mais.

Com a ascensão política do braço familiar da prefeita-enfermeira Fátima Rosado, Gustavo trouxe atrás o próprio “Silvinho”. Na prefeitura, ele não tem cadeira de chefia formal. Aí seria demais. Não precisa. É “assessor sem cargo" de Gustavo, com poderes ilimitados, além de outras vantagens “empresariais”.

Entra-e-sai sem horários ou pauta definida. É “o cara”.

"Qualquer coisa"

Nos intramuros de sua existência, Silvinho jacta-se dessa influência e não tergiversa. Sua frase lapidar como filosofia de vida é esclarecedora: “Por dinheiro eu faço qualquer coisa”. Ninguém duvida disso na roda. De amigos, frise-se.  

Nos depoimentos do dia 8 passado ao juiz Pedro Caldas, da 34ª Zona Eleitoral, os depoentes José Edílson Rodrigues, Magno Rocha de França e José Tarcílio Fernandes Vieira expuseram as vísceras do governo regido por Gustavo. Eles foram usados, mas prestaram uma contribuição importante à sociedade sadia.

O trio trouxe aos refletores a figura nebulosa de Sílvio Rebouças. Os relatos deixam claro que a obsessão de Gustavo para continuar mandando não poupa nada ou ninguém. Mais: o envolvimento entre ambos é profundo.

O agitador cultural carrega o parceiro nas costas para cima e para baixo. Gustavo, hospedeiro; Silvinho, parasita. Dessa intimidade nasce a disposição para tarefas as mais esdrúxulas e insanas. “Qualquer coisa.”

No termo de oitiva (depoimento) de José Edílson Rodrigues, o “Romarinho”, ele deixa implícito que Silvio Rebouças não contrataria gravações clandestinas e fraudulentas por iniciativa isolada: “(…) Que já ouviu comentários que Sílvio Rebouças tem uma relação homoafetiva com Gustavo Rosado (…).”

José Tarcílio Fernandes Vieira também deu a pista ao entendimento do caso: “(…) Que não sabe dizer que Sílvio Rebouças e Gustavo Rosado têm um relacionamento homoafetivo; que já ouviu comentários, mas nunca presenciou nada nesse sentido”.

O mais escorregadio diante do juiz Pedro Caldas foi o depoente Magno Rocha de França: “(…) Que conhece Sílvio Rebouças como ‘Sílvio dos Galos’; que não sabe dizer se Sílvio Rebouças tem um relacionamento homoafetivo com a pessoa de Gustavo Rosado”.

Contudo o próprio Magno localizou ligação política de Silvinho com o grupo governista: “(…) Que Sílvio Rebouças trabalhou na campanha da Coligação Representante (Força do Povo).” Mais claro, impossível.

Tape as narinas.

Mossoró exala um odor insuportável e perigoso.

Foto: Acervo do Blog do Carlos Santos (De camisa branca está Silvinho e na frente, de boné e camisa verde, Chico Carlos – não citado nesta matéria, secretário municipal da Cidadania, espécie de lugar-tenente de Gustavo).

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domingo - 21/06/2009 - 09:07h

Carta aberta ao jornalista Carlos Santos

Prezado Carlos Santos,

Compreendo melhor agora, após ler “O que penso e sinto por Areia Branca” (AQUI), de sua autoria, o seu bem-querer por Areia Branca. 

Tive a oportunidade, recentemente, de manifestar-lhe meu agradecimento pelo seu olhar crítico sobre  o cotidiano areia-branquense, inclusive o político, possibilitando a todos,  um horizonte no acompanhamento dos fatos políticos, sociais e econômicos da cidade. 

Areia-branquense nato, mas residente em Natal, tenho recorrido a seu blog frequentemente, interessado em manter-me atualizado sobre a região, especialmente Areia Branca, nele encontrando a informação precisa, a crítica corajosa, sobretudo construtiva, como penso deva ser a imprensa livre e democrática que tanto desejamos e pela qual tanto lutamos, enquanto sociedade pensante.

Há muito, sentia falta de uma opinião crítica sobre o dia-a-dia areia-branquense, principalmente quanto aos atos e fatos políticos que determinam a qualidade de vida dos nossos conterrâneos. 

Foi quando li “A cruz de Sirineu e o futuro de Areia Branca” (AQUI), texto de sua autoria, de agosto de 2007. Na época, defendi que seu conteúdo merecia ser aposto nos quatro cantos da cidade para ser lido por todos os filhos da terra e pelos que gostam e tem afinidades por Areia Branca.

Sua leitura continua atualizadíssima e permita-me sugerir que o reproduza para os incapazes de conviver com a democracia, especialmente com a liberdade de expressão.

Na época, fui até repreendido por uma respeitosa senhora mossoroense, cujo nome a memória me falta, pelo fato de ter defendido o título areia-branquense para o autor, embora nem o conhecesse. É que penso que mais vale a obra edificada e sua significação que o título ou a placa de bronze de quem a construiu. 

Sabemos, não é fácil fazer jornalismo com isenção, diante das poderosas estruturas dos poderes municipais, estaduais e federais. Há um elevadíssimo preço a ser pago, por quem faz essa opção.

Não tenho dúvidas ser o seu caso assim como não tenho dúvidas ser esta uma classe de jornalista em extinção. 

As questionáveis práticas político-administrativas dos gestores nos últimos anos conseguiram deliberadamente desencadear um processo de extinção das posturas oposicionistas e isentas, nos três níveis de poder.

Nesse contexto, alguns cidadãos abandonam seus valores maiores da cidadania para prestarem-se à subserviência e a interesses pequenos de pseudo-poderosos, permitindo-se inclusive à abominável prática da intolerância ilusoriamente protegido por um covarde anonimato .

Os areia-branquenses de sua lista, natos em sua maioria, muitos dos quais tive e tenho o prazer e a honra da convivência, antes na infância, na juventude e agora, são autênticos representantes da terra e que muito a dignifica, mas Areia Branca é também especialmente dos que por justos e telúricos motivos, a adotam como seu porto seguro. 

Como formador de opinião, o que amigo jornalista faz com seus pertinentes e oportunos escritos sobre a cidade é oferecer a todos a oportunidade da reflexão e o debate sobre temas de elevado interesse dos que têm compromissos cívicos e cidadãos com o desenvolvimento econômico e social de nossa querida Areia Branca. Continue, pois, sendo muito bem vindo a Areia Branca.

O que todos lhe devemos é um especial agradecimento pela defesa intransigente do chão areia-branquense que, com toda justiça e por nobres motivações, também é seu.

Cordialmente,

Alcindo de Souzajosealcindodesouza@yahoo.com.br – (84) 3231-4988

Nota do Blog – Alcindo, o seu artigo enche-me de alegria. Confesso o cabotinismo, mas peço a compreensão dos demais webleitores. É-me necessário. Gosto mesmo de Areia Branca, com todas suas virtudes e defeitos, bacuraus e bicudos, verdes e encarnados.

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Categoria(s): Fred Mercury
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domingo - 21/06/2009 - 08:49h

Rodolfo Fernandes, o verdadeiro herói de Mossoró

Por Gutemberg Dias

O espetáculo “Chuva de Balas no País de Mossoró” que vem sendo exibido no Mossoró Cidade Junina e conta a saga da invasão de Virgulino Ferreira da Silva, o cangaceiro Lampião, me fez analisar que o verdadeiro herói de Mossoró se chama Coronel Rodolfo Fernandes.

Na época da invasão ou assalto do bando de Lampião a Mossoró o Coronel Rodolfo Fernandes era o prefeito. Na ocasião ele conseguiu arregimentar e, sobretudo, motivar uma grande quantidade de cidadãos e montar a defesa da cidade.

Sob seu comando, esse grupo ficou à espera do bando e na seqüência da luta conseguiu expulsar os invasores, tendo a principal batalha ocorrida na área circunvizinha à Capela de São Vicente e da casa do prefeito, hoje Palácio da Resistência.

Desde 2002, tenho o privilégio de assistir à peça, só que, nos anos anteriores, sempre me identificava mais com a figura do cangaceiro, que representava os oprimidos. Esse ano, no entanto, fiquei mais impressionado com a força e o poder de aglutinação do Coronel Rodolfo Fernandes e, de como a história contada exalta a figura do então prefeito.

Chamou-me a atenção, à luz de uma análise mais crítica, que a história contada e apresentada ao povo no resto do ano não é a mesma do espetáculo. Vocês podem me perguntar por que não, se essa é a grande história de Mossoró?

Veja bem, durante o interregno do espetáculo somos bombardeados com a figura do anti-herói, ou seja, quem é o dono da história não é o Coronel Rodolfo Fernandes, mas o cangaceiro Lampião.

Será que isso tem algum significado?

Será que querem encobrir, de alguma forma a figura do “Coroné”, como diziam à época?

Que grupo tem interesse no processo de ofuscamento da imagem da principal figura da resistência?

São perguntas que precisam de respostas. Visitando o memorial da resistência, observo que, na realidade, a resistência ficou em segundo plano, haja vista que as grandes estrelas são Lampião, Maria Bonita, que nem participou da invasão, e seu bando.

Os verdadeiros heróis da resistência e, principalmente, o grande mentor, o Fernandes valente que enfrentou até Lampião, foram relegados a um canto, para não dizer “cantinho”.

Os nossos heróis aparecem em fotos que, comparadas às do bando de Lampião, mais parecem 3 x 4. Levantei a questão com minha esposa e começamos a assinalar as homenagens feitas aos heróis e, principalmente, ao Coronel Rodolfo Fernandes.

Esse foi homenageado dando nome aos dois centros de poder político do município, a sede da prefeitura que se chama Palácio Rodolfo Fernandes, mas naturalmente e comumente chamado Palácio da Resistência e ao prédio que abriga a Câmara Municipal de Mossoró, que poucos sabem que homenageia o prefeito.

Não ficamos satisfeitos com as poucas homenagens e começamos a fazer um comparativo com uma figura que não tem tanto heroísmo para com o município, o senhor Jerônimo Rosado, que dá nome a rua, escola, praça, adutora, e outras obras mais, sem falar de sua prole. Ou seja, o verdadeiro herói da resistência, Coronel Rodolfo Fernandes, que deveria ser o grande homenageado foi proposital e deliberadamente ofuscado por seu opositor político, o quase sem expressão, à época, Jerônimo Rosado.

Se alguém quiser entender mais o porquê desse processo de ofuscamento pode buscar informação sobre a historia da invasão de Mossoró no endereço: (AQUI) ou conversar com aqueles que realmente são os verdadeiros estudiosos do cangaço.

Por fim, espero que os verdadeiros heróis da resistência sejam agraciados um dia com as homenagens devidas pelo povo de Mossoró e que os seus representantes, que com certeza não serão os que hoje dominam o cenário político da cidade, possam resgatar a verdadeira história da resistência ao bando de Lampião e aos mandantes da invasão.

Gutemberg Dias, geógrafo e Presidente do PCdoB em Mossoró.

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domingo - 21/06/2009 - 08:28h

O que mais impressiona é a passividade

O que é que nós temos hoje em Mossoró?

Vereadores exercendo o mandato, inclusive um presidindo a instituição, acusados de corrupção, respondendo a processos na Justiça, acusados de haverem roubado o erário. Mas essa situação é aceita como normal, como se não fosse real.

Temos uma prefeita, acusada de crimes eleitorias, ameaçada de cassação, à frente de uma "administração" eivada de escândalos financeiros, econômicos e morais.

Todos os dias surgem novos casos imorais e amorais. De causar vergonha, entristecimento.

Mas também, tudo parece ser normal. Estamos virando piada em municípios vizinhos e além fronteiras estaduais.

Hoje se diz que Lampião para ocupar Mossoró bastaria mandar o seu Menino de Ouro ter um caso com alguém da administração municipal, que a cidade se renderia. Jararaca, nem precisaria vir.

A esculhambação é total, geral e irrestrita e não é gradual. É vertiginosa. Mas repito: tudo parece normal. Moral. É moda! Até aonde vamos?

Ninguém reage a nada.

Setores importantes e capazes da imprensa estão visando apenas os seus interesses financeiros próprios, as custas de nossa dignidade . E o dinheiro é farto e fácil para os que silenciam.

A oposição se autoestabeleceu um limite. Vai até a determinada fronteira, não a cruza. Termina compactuando. Criticando o varejo, liberando o atacado.

O jornalista Carlos Santos publica hoje em seu blog textos de depoimentos prestados em Juízo que, nas mãos de Nelson Rodrigues, daria uma nova edição de Vestido de Noiva, sem mulheres no elenco, na parte romântica da historia.

Isso é uma vergonha. E o crime cometido, premeditado, executado, calunioso, grave. Vai ficar por isso mesmo?

Ninguém vai procurar saber como fulano enriqueceu de repente?

De onde veio o dinheiro?

Prédio Públicos usados para festins homericos e anômalos?

Se voce me perguntar: voce tem provas? Ah, se eu as tivesse.

Figuras surgidas do nada, sórdidas, asqueirosas, aves de rapina nascidas nos subeterraneos dessa administração labirintuosa e misteriosa, ficam a manejar por trás das cortinas do poder os mamulengos oficiais. Fantoches, bonecos.

Agora surge um tal Silvinho, galista, rei dos galos, que canta no terreiro da PMM. Ninguém sabe, ao certo quem é, não ocupa cargo nenhum.

É apenas suspeito de ter, há anos, uma relação homoafetiva com o chefe de gabinete da PMM, o que lhe dá o direito de fraudar gravações e mandar e desmandar.

Se ele tem esse relacionamento ou não, na boca do povo é, simplemente, mais um, porque esse chefe de gabinete é mais falado que rapariga nova, recém chegada em cidade pequena. Isso não seria da minha conta, nem da sua, se não misturassem o público com o privado, ou vice versa.

Mas a partir que um relacionamento moral ou amoral, limpo ou sujo, normal ou anormal, passa a influir na coisa pública, ele passa a ser de nosso domínio.

O que é seu voce dá a quem quiser e cada um, podendo, tem o direito de escolher o prato que vai comer. Mas com a coisa pública, não!!!

Isso chama-se moralidade, sinônimo de vergonha na cara. No dicionário das ruas.

* Do Blog do Thurbay Rodrigues (AQUI).

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domingo - 21/06/2009 - 08:11h

Presidente do DCE da Uern dá versão sobre carteiras

O atraso na entrega de carteiras estudantis, por parte do Diretório Acadêmico de Estudantes da Uern (DCE), Nestor Duarte, tem resposta da entidade. Do seu presidente.

Nestor Duarte dá sua versão sobre o caso publicado por este Blog (AQUI).

Veja abaixo:

Carlos Santos,

Sou Nestor Duarte, presidente do DCE/UERN;

Por gentileza peço que publique as informações relativas ao proceso de carteiras do DCE/UERN.

De fato tivemos alguns problemas de atraso de carteiras, uma vez que a algum tempo tem faltado nosso material para confecção das carteiras de identidades estudantis, de modo que informamos aos Estudantes um prazo maior para a entrega das CIES.|

Nesse meio tempo, nossa equipe centrou esforços na realização do IX Congresso dos Estudantes da UERN, evento de ordem político estudantilda UERN e, em virtude da grande demanda de solicitação de carteiras acumuladas, estamos trabalhando para entregá-las até terça-feira, dia 23/06.

Nesse momento estamos procurando a melhor solução para cumprir nosso papel enquanto representante dos quase doze mil estudantes da UERN.

Nestor Duarte – Presidente do DCE

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Categoria(s): Nelson Queiroz
domingo - 21/06/2009 - 08:04h

Gerais… Gerais… Gerais… Gerais

Ei, não vacile. Hoje é dia de vacinação contra a paralisia infantil. Dê uma demonstração de amor por sua criança e leve-a à cobertura vacinal. O atendimento nos vários postos espalhados pelo país alcança meninos (a) entre 0 e 4 anos de idade.

No próximo dia 27 (sábado), às 19h, o escritor-poeta Gilbamar Bezerra (ex-Banco do Brasil) estará em Mossoró para lançar o seu livro de trovas. Será na Livraria Siciliano do West Shopping. "O ataque de Lampião a Mossoró é o título".

Obrigado à leitura deste Blog à odontóloga Mariana Lopes (Mossoró), que aniversaria hoje; jornalista Julierme Torres (Mossoró) e um dos diretores do Correio da Tarde, João Gentil (Mossoró).

Foi de pleno êxito a programação dessa sexta (19), em Mossoró, em torno do desembargador do Tribunal Regional do Trabalho, José Rêgo Júnior. Recebeu título de professor honoris causa na Faculdade Mater Christi e em seguida participou de jantar de adesão bastante concorrido no Requinte Buffet. A vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM) representou o governo municipal e o presidente da Fundação José Augusto, Crispiniano Neto (PT), esteve em nome do governo estadual. Outras autoridades presitigiaram os eventos.

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sábado - 20/06/2009 - 11:32h

Mordomo de filha de Sarney é pago por Senado

Depois que José Sarney disse que a crise é do Senado e não dele, tudo ficou desobrigado de fazer sentido em Brasília. Apenas os fatos ainda se animam a manter viva a conspiração contra o vale-tudo semântico inaugurado por Sarney.

Deve-se aos repórteres Rosa Costa e Rodrigo Rangel a descoberta do penúltimo grão de sujeira escondido sob o tapete metafórico do Senado. A dupla informa que o contracheque do mordomo da casa que Roseana Sarney mantém em Brasília é pago pelo Senado.

Espécie de faz-tudo da filha do presidente do Senado, o mordomo ganha algo como R$ 12 mil por mês.

Chama-se Amaury de Jesus Machado. Atende pelo sugestivo apelido de “Secreta”. Nos últimos dez dias, esteve ao lado de Roseana em São Paulo.

Saiba mais AQUI.

Nota do Blog – Esse homem a quem Lula tratou como "trombadinha" em 1987, mas hoje o defende, não tem qualquer moral para continuar presidindo o Senado.

Mas continuará lá. E como presidente.

Pobre Brasil!

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sábado - 20/06/2009 - 11:20h

Pensando bem…

"Um homem sábio pode considerar a vida uma comédia, uma tragédia ou uma farsa e ainda assim gozá-la." 

Harry Emerson Fosdick

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sábado - 20/06/2009 - 11:18h

Pensando bem…

"Duvidar de tudo ou crer em tudo. São duas soluções igualmente cômodas, que nos dispensam, ambas, de refletir”. 

Henri Poincare

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sexta-feira - 19/06/2009 - 12:01h

Agitador tenta iludir de novo família de Dorian J. Freire

O agitador cultural e chefe de Gabinete da Prefeitura de Mossoró, Gustavo Rosado, fez uma visita "surpresa" a uma filha do jornalista falecido Dorian Jorge Freire. Foi à manhã de quinta (18).

Raissa, caçula de Dorian, ouviu Gustavo lamentar o "mal entendido" e reiterar interesse da prefeitura na biblioteca e na casa do jornalista. Em março ele tinha acertado verbalmente a compra dos dois patrimônios. Depois passou xexo.

Como a família reagiu ao calote, visto que a prefeitura não cumpriu o compromisso, Gustavo tentou remendar tudo. Disse à Raíssa que no próximo ano haveria a aquisição dos mais de 7 mil volumes de livros e da casa em questão.

Explicou que em 2009 não tinha "orçamento" para atendimento ao "gasto".

Claro que, com altivez, a caçula de Dorian deu a resposta devida – com elegância. Agradeceu e pediu a devolução dos livros.

Nota do Blog – Gustavo tentou tão-somente ludibriar mais uma vez a família de Dorian, que não merece tamanho ultraje.

No próximo ano tem campanha política e não sobra nada para ações ligadas realmente à cultura.

Leia AQUI o que o jornalista Luís Fausto, filho de Dorian, escreveu sobre essa celeuma.

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sexta-feira - 19/06/2009 - 11:05h

Descaso ameaça saúde do povo de Itaú

O Jornal de Fato produz uma reportagem lúcida e de alta importância social. É na capa de seu caderno “Estado”, nesta sexta (19).

Descaso em Itaú – Medicamentos vencidos são distribuídos” – dizem olho e manchete do periódico.

Refere-se ao Hospital Marcolino Bessa, administrado pela Prefeitura do Itaú, flagrado na quarta (17) com medicamentos vencidos, entre eles vários injetáveis.

Alguns poderiam até provocar seqüelas ou morte de pacientes – admite a Vigilância Sanitária.

Num país razoavelmente sério, o caso teria sérias conseqüências para os “responsáveis”.

Mas ainda estamos longe desse status de excelência.

Parabéns, Jornal de Fato.

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Categoria(s): Gilson Cardoso
sexta-feira - 19/06/2009 - 10:59h

I love, Samira!!!

Depois de envolvida numa polêmica besta há algumas semanas, a cantora Samira sobe ao palco do "Mossoró Cidade Junina" à noite de hoje. Estarei lá na turma do gargarejo.

Primeira fila, ó, ó!!

Vocalista da banda cearense Forró dos Play, Samira foi acusada de fazer comentários desabonadores contra Mossoró num show recente. Teria tratado a juventude por “idiota” etc.

Nada ficou provado contra a artista.

Esses alienados deveriam abrir os olhos para reais problemas do município, em vez de perderem tempo com tanta bobagem. Por que não protestam contra o roubo continuado do dinheiro público?

I Love, Samira!

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Categoria(s): Nelson Queiroz
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