sábado - 25/10/2008 - 13:52h

Laíre Rosado aposta em intimidação

Fui processado injustamente pelo ex-médico Laíre Rosado (DEM) o ano passado. Ele e a Casa de Saúde Dix-sept Rosado, que se diga.

Os dois, pessoa natural e física, jogaram ação por “danos morais” sob a fantasiosa tese de “perseguição”. Seriam minhas vítimas, argüiu a peça inicial.

Cada um solicitou uma ruma de dinheiro como indenização e em primeira instância foi sentenciada a pecúnia de R$ 2 mil. O que é muito, convenhamos.

O Judiciário enxergou apenas a contextualização do exposto canhestramente nos autos, sem entender que tudo não passava de manobra para me amedrontar. Intimidar.

Na verdade, a estratégia de Laíre era barrar no Blog o noticiário que naturalmente viria adiante, sobre suas peripécias no Congresso Nacional, utilizando a outorga popular para benefício do seu sistema político. Errou feio.

Mesmo este jornalista oferecendo o contraditório, publicando nota enviada pela Casa de Saúde Dix-sept Rosado em 2007, não foi poupado do processo.

Ele deveria acionar toda a imprensa nacional, como Folha de São Paulo, Rede Globo de Televisão, Jornal do Brasil, O Estado de São Paulo, Correio Braziliense etc.

O míster era me calar, pois saía mais em conta. Repito: errou feio.

* Retomo o tema em outras postagens a seguir. Aguarde. 

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sábado - 25/10/2008 - 13:49h

Legislação cavilosa garante boa vida de Laíre Rosado

A legislação processual brasileira é a maior garantia à impunidade do ex-médico Laíre Rosado (PSB). Trata-se de um labirinto à sobrevivência dos mais espertos.

Ninguém deve culpar a Justiça, entre magistrados e promotores, além de forças judiciais auxiliares, pela sobrevivência desse modelo.

Quem legisla são os políticos. Boa parte deles trabalha para garantir a existência dessa teia, ambiente salutar tambem a muitos de seus acólitos e familiares.

O Congresso Nacional não quer julgamento célere e que “todos sejam iguais perante a lei”. A elite política está acima de tudo. Eis a prioridade.

Princípios como “o devido processo legal” e “o amplo direito a defesa” são transformados em peças de retórica. Escondem uma premissa compulsória marginal: a “garantia perpétua da impunidade”.

A legislação vigente é cavilosa e dirigida. Mas nada é por acaso.

Não é por acaso também que Laíre Rosado esteja sempre dando boas gargalhadas, com uísque importado e bangolando mundo afora, além de empalmar aposentadorias que ultrapassam os R$ 17 mil/mês. Tudo está dando certo.

Ele tem direito, segundo a ideologia dominante.

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  • Art&C - PMM - Abril de 2026
sábado - 25/10/2008 - 13:40h

Laíre Rosado sintetiza tese da “banalidade do mal”

Toda vez que me deparo com o ex-médico Laíre Rosado (PSB) na TV falando sobre ética, saúde de qualidade, luta contra nepotismo etc, tenho náuseas. Quanto cinismo.

Laíre caracteriza bem a essência teórica da “banalidade do mal”, que fora levantada pela filósofa Hannah Arendt.  Ela alicerçou-a na interpretação do comportamento do criminoso nazista Adolf Eichmann.

Ele era circunspecto, intangível, mecânico. Julgado por seus crimes em Jerusalém (Israel), em 1961, não admitiu qualquer deslize contra o homem e a humanidade. Comandara mutilação e mortes de milhões de judeus, em plena Segunda Guerra, sem um pingo de sentimento de culpa. Era normal.

O mesmo comportamento era demonstrado pelo oficial nazista Klaus Barbie, preso já em idade temporã (1983). Cabelos fartos e vivamente embranquecidos, deixava escapar um sorriso frio em suas interlocuções. Riso do terror.

Na ocupação nazista na França, Barbie ficou conhecido como o “Carniceiro de Lyon”. Sempre dava boas gargalhadas diante da tortura e morte de suas vítimas. Muitas foram pessoalmente martirizadas por ele, num exercício sádico incomum.

Como um sujeito que recebeu a melhor educação formal, teve todo acesso possível à informação, ganhou de mãos beijadas o poder de fazer o bem, se transformou num quasímodo moral?

O caso do desvio de milhões da saúde é um crime hediondo. Muito pior do que o indivíduo entrar numa casa alheia para matar, estuprar e roubar. Ruindade no plural, no coletivo e sob a idéia da naturalidade, por se entender coberto pelo direito.

* Volto ao tema. Aguarde.

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sábado - 25/10/2008 - 13:15h

Pode processar à vontade

Processo? Não estou nem aí. Não tenho medo de processo, sobretudo vindo de origem tão mal-afamada como o ex-médico Laíre Rosado (PSB).

Pode mandar outros. Chame uma empilhadeira.

Sinto-me à vontade no ambiente judiciário – que me atrai. Que respeito.

Não fico desconfortável em encarar litigantes em audiências, sobretudo quando não possuem um pingo de decência e respeito pela vida humana, desprovidos de dignidade e incapazes de plasmarem a gratidão. Desconhecem o que seja solidariedade.

É risível a requisição de reparo por “dano moral”, derivada de quem não possui requisito mínimo à sua obtenção. Piada.

É como o sujeito cobrar judicialmente o recebimento de uma Pajero, sem nunca ter estacionado sequer um Fusca 66 em sua garagem.

Tenha santa paciencia.

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sábado - 25/10/2008 - 13:03h

Laíre Rosado prejudica a própria família

A imagem do ex-médico Laíre Rosado (PSB) há tempos que caiu em desgraça. Deixou de ser um vestal e prejudica até a própria família.

Em recente campanha eleitoral de sua filha, deputada estadual Larissa Rosado (PSB), ele foi vetado em palanques e programas em rádio e TV.

Pesquisas indicavam que Laíre traria prejuízos à postulação da filha a prefeito de Mossoró.

Lamentável, mas verdadeiro.

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sexta-feira - 24/10/2008 - 12:40h

Wilma tentará ajustar a “máquina” em reunião

A governadora Wilma de Faria (PSB) promoverá reunião com seu secretariado. Será na próxima semana. Data, local e horários da iniciativa ainda serão detalhados.

A idéia é fazer levantamento da segunda gestão até aqui, preparando as diretrizes para o período conclusivo.

Não ocorrendo maiores solavancos nos planos da governadora, ela deverá se desincompatibilizar do cargo em abril de 2010, para concorrer ao Senado. Tem um trabalhão pela frente, para fazer o governo fomentar sua postulação. 

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  • San Valle Rodape GIF
sexta-feira - 24/10/2008 - 12:30h

Robinson Faria reinventa conceito de “liderado” na política

"Ainda sou liderado de Wilma."

A sentença é do deputado estadual Robinson Faria (PMN), numa referência ao seu status político no organograma do wilmismo.

Tenho que reestudar os clássicos da Ciência Política. Desaprendi tudo.

O RN é um caso à parte, digno de ter um estudo específico quanto à sua classe política. O deputado Robinson está em posição antagônica à governadora Wilma e ainda assim é seu liderado.

Vá entender.

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sexta-feira - 24/10/2008 - 12:22h

“Zé Peixeiro” tem voto valorizadíssimo

Na prática, somente o debutante em política “Zé Peixeiro” (PMDB) não disputará a presidência da Câmara de Mossoró. “Eu não sou candidato”, ratifica sempre.

Sendo assim, o seu voto passa a ser o mais valorizado da Casa, a partir da tese de que todos são pré-candidatos (veja postagem abaixo).

Então, corram atrás do Zé.

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  • San Valle Rodape GIF
sexta-feira - 24/10/2008 - 12:20h

Idade a favor

Entre amigos, o vereador Chico da Prefeitura (DEM) sonha também com a presidência da Câmara de Mossoró. E tem uma arma quase “secreta”.

Prestes a iniciar seu sexto mandato consecutivo, Chico enxerga que os 13 vereadores eleitos são pré-candidatos ao cargo. Como cada um votará em si, ele seria eleito por ser o mais idoso entre seus pares. Garantiria o desempate favorável a si por esse critério, como estabelece o Regimento Interno.

É surreal, mas possível.

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sexta-feira - 24/10/2008 - 12:18h

Divisão de poder em Areia Branca é ainda insondável

O recém-reeleito prefeito de Areia Branca, Manoel Cunha Neto, o “Souza” (PP), faz segredo sobre a futura gestão. Não aponta qual sua essência.

É muito provável que ocorram consideráveis mudanças em nomes e até mesmo uma mini-reforma administrativa. Mas não é adiantado.

Vai ter peso nas eventuais modificações, a influência do vice-prefeito eleito Bruno Filho (PMDB), ex-prefeito em duas gestões, em que Souza fora seu vice. Resta saber se essa divisão obedecerá o critério adotado por Bruno nas suas administrações, em relação a Souza.

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sexta-feira - 24/10/2008 - 12:15h

Francisco José tenta apoios para o filho Júnior

O ex-deputado estadual Francisco José (PMN) entrou em campo, na defesa do nome de Júnior (PMN), para ser o futuro presidente da Câmara de Mossoró. Ele dispara contatos.

Francisco vislumbra possibilidade do herdeiro político, que chegará ao terceiro mandato consecutivo, ser dirigente da Casa no biênio 2009/2010.

A tarefa não é fácil.

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sexta-feira - 24/10/2008 - 12:13h

Difícil, muito difícil

Para o recém-eleito vereador mossoroense Genivan Vale (PR), “essa eleição é a mais difícil que já vi”.

Ele faz referência à futura escolha da Mesa Diretora da Câmara de Mossoró, no dia 1º de janeiro de 2009.

A confusão de vozes não revela favoritismo de ninguém e qualquer um dos 13 eleitos (quatro são de reeleitos) poderá ser o presidente da Casa. “Está difícil, muito difícil”, diagnostica.

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sexta-feira - 24/10/2008 - 12:04h

Capuche deve investir em mercado mossoroense

O poderoso grupo empresarial Capuche, do Natal, sonda o mercado mossoroense. Deverá investir na construção de condomínio vertical.

As primeiras investidas de representantes do grupo indicaram super-aquecimento nos preços, com muitos valores irreais aos olhos do comprador.

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quinta-feira - 23/10/2008 - 10:58h

Cláudia Regina representa Fafá Rosado

A vice-prefeita e vereadora eleita Cláudia Regina (DEM) representou a prefeita Fafá Rosado (DEM) em evento empresarial, à noite de hoje. Papel apenas protocolar.

Cláudia foi a voz do governo municipal na inauguração do Centro Empresarial Caiçara, no centro da cidade. 

Fafá Rosado (DEM) continua em viagem administrativa a Brasília. Terminou por delegar à Cláudia a missão de substitui-la na solenidade.

Os mais apressados podem identificar no gesto um sinal de apoio político à vereadora eleita, numa eventual disputa à presidência da Câmara Municipal. Não é bem assim.

Muita água ainda vai rolar até o dia 1o de janeiro, data da escolha do presidente.

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
quinta-feira - 23/10/2008 - 10:47h

Plano Diretor pode sofrer remendos

O Plano Diretor de Mossoró, aprovado pela atual legislatura da Câmara Municipal, tende a sofrer remendos. Interesses contrariados fazem a pressão.

Esse importante documento disciplinador da ocupação urbanística foi aprovado pela Casa sem a mínima discussão, num processo de endosso que beira o crime de lesa-Mossoró. Na prática, ocorreu transplante de projeto de outra cidade para o município, com os vereadores o aprovando de olhos vendados.

Contudo grupos empresariais que apostam na construção civil e outros menos influentes fazem lobby, para que ocorram certas alterações. Na verdade, a matéria é bem mais complexa e não pode ser vista de forma pontual e promíscua.

Os atuais vereadores, com raríssimas exceções, sequer conhecem o que chegaram a aprovar.

A nova câmara – a ser empossada em janeiro/2009 – tem obrigação de rever o documento.

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quinta-feira - 23/10/2008 - 10:42h

Romper pra quê?

Ninguém aposte num rompimento político da governadora Wilma de Faria (PSB) com os deputados João Maia (PR) e Robinson Faria (PMN). Pelo menos agora.

A governante precisa de ambos na Câmara Federal e Assembléia Legislativa, respectivamente. Também está em jogo, a base municipalista que pode sustentar seu projeto de eleição ao Senado em 2010.

Quanto aos dois parlamentares, ambos sonham com a Governadoria no mesmo período e possuem plena independência de ações. São autônomos, além de astutos na arte política.

Romper, nem pensar. Pelo menos agora.

 

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  • Art&C - PMM - Abril de 2026
quinta-feira - 23/10/2008 - 10:39h

Lavoisier Maia prepara sucessão

Com uma trajetória política significativa, o deputado estadual Lavoisier Maia (PSB) aos poucos prepara sua despedida da política. Está em seu último mandato.

Com um currículo em que aparecem passagens pela governadoria e Senado, Lavoisier chegou aos 80 anos com a expectativa de passar o “bastão” para o filho Lauro Maia (PSB). Seria seu sucessor.

Lauro tende a ser candidato a deputado estadual em 2006, substituindo-o. Já sua irmã Márcia Maia (PSB), atual deputada estadual, ensaia um salto à Câmara Federal.

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quinta-feira - 23/10/2008 - 10:37h

Justiça fará audiência sobre pedido de cassação

Será no próximo dia 29 (quarta), às 9h, no Fórum Municipal de Areia Branca, audiência de instrução sobre pedido de cassação da chapa recém eleita à prefeitura.

Mais lengalenga.

Como ocorreu nas últimas eleições municipais de Areia Branca, outra vez a questão eleitoral está transformada em peleja judicial.

O vice-prefeito eleito, médico Bruno Filho (PMDB), é acusado de ter feito atendimento profissional com fins eleitoreiros. Ministério Público e oposição a ele e ao prefeito reeleito Manoel Cunha Neto, o “Souza” (PP) apostam em cassação do diploma de ambos.

A matéria, em si, é controvertida.

Pela natureza de sua atividade laboral, Bruno não poderia se omitir à consulta médica. Estaria sujeito a sanções legais.

Noutro ângulo, os acusadores consideram que ocorrera clientelismo puro e simples, num escambo por voto.

Aguardemos, pois.

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quinta-feira - 23/10/2008 - 10:34h

“Estadão” destaca papel de Garibaldi Filho

Em seu editorial de hoje, o vetusto jornal paulistano "O Estado de São Paulo" encheu a "bola" do senador Garibaldi Filho (PMDB). Exalta seu papel como presidente da Casa, no combate ao nepotismo.

O titulo da matéria de fundo é "O Senado cumprirá a lei". Leia na íntegra abaixo:

Os observadores do cotidiano político nacional raramente têm motivos para transmitir à opinião pública uma imagem positiva dos protagonistas desse espetáculo em geral deplorável. Ainda mais quando o seu enredo gira em torno dos arranjos fabricados para promover os interesses rasteiros dos que entraram para o ofício exatamente para esse fim.

Por isso mesmo, quando um político age em desacordo com os desalentadores costumes de tantos dos seus pares, o acontecimento merece registro à altura do seu simbolismo e do que contém de incomum. O político, no caso, é senador Garibaldi Alves (PMDB-RN).

Pelo pouco que dele se esperava quando assumiu a presidência da Casa no ano passado, em lugar do notório Renan Calheiros, que renunciou para fugir a um processo de cassação por quebra de decoro, o seu desempenho parece dar suporte à teoria de que a função faz o homem. Ele começou marcando pontos por suas reiteradas críticas à passividade do Legislativo em face da desenvoltura com que o Planalto pauta a agenda parlamentar com as suas medidas provisórias – deixando o Congresso em estado de “extrema-unção”, chegou a dizer.

Depois, tratou de se dissociar das manobras para burlar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o nepotismo nos Três Poderes. Quando, por exemplo, o senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) sugeriu a criação de cotas para a contratação de parentes por parlamentares, a sua resposta foi desmoralizar a proposta – “três primos, dois tios…”, ridicularizou.

Mas topou com a obstinada resistência dos colegas a fornecer à Mesa a relação da parentela empregada, que deveria ser demitida. E se viu diante de uma interpretação da Súmula Vinculante nº 13 do STF, preparada pelo advogado-geral do Senado, Alberto Cascais, que ia ao encontro dos interesses dos parlamentares empregadores e que a Comissão Diretora da Casa cometeu a temeridade de acatar, além de prorrogar por oito dias o prazo dado pela Corte para que as demissões se consumassem.

Advertido de que poderia ser enquadrado em crime de responsabilidade por não cumprir a determinação do STF, mandou o advogado submeter o parecer à Procuradoria-Geral da República. “Se houver um engano, vamos reparar”, avisou.

O procurador-geral Antonio Fernando de Souza não esperou por isso. Encaminhou ao STF uma reclamação em que demonstra cabalmente que o ato da Comissão “afronta” a Justiça. De um lado, porque o Supremo vedou a nomeação de parentes até o terceiro grau e o Senado a proibiu só até o segundo. De outro lado, porque o Senado permitiu que ficassem nos cargos os servidores contratados antes da posse dos senadores seus parentes ou caso estes já tivessem se aposentado.

“Forte desde o início de nossa história política, o nepotismo é fruto da renitente e odiosa confusão entre as esferas pública e privada”, observou Fernando de Souza. Diante da irrefutável contestação oferecida pelo procurador, a reação de Garibaldi foi imediata – e incisiva. Substituiu o advogado-geral da Casa pelo consultor legislativo Luiz Fernando Bandeira de Melo, sem a preocupação de dourar a pílula.

“Ele não se mostrou à altura do desafio”, justificou em português claro. O “enunciado” de Cascais, é bom lembrar, resultou de uma consulta do senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA), cuja filha e uma cunhada haviam sido nomeadas em 1997, antes que ele assumisse o atual mandato.

Não se sabe se o advogado tinha conhecimento de que elas foram contratadas pelo próprio Cafeteira no seu mandato anterior, iniciado em 1991. O certo é o que o esperto senador omitiu o detalhe.

Garibaldi criou ainda uma comissão para fazer o levantamento completo dos familiares dos senadores que devem ser demitidos. (Até então, haviam sido afastados 45 parentes de parlamentares e 25 aparentados de ocupantes de cargos de chefia ou direção na estrutura administrativa da Casa, o que a súmula do STF também exige).

“Em 72 horas, e isso é improrrogável, a comissão fará tudo”, anunciou o senador. “Teremos toda a revisão dos casos já tratados e os novos que precisam ser acrescentados.” E arrematou com uma sentença singela que se ouve muito menos do que seria desejável da boca de autoridades brasileiras: “Faça-se justiça, cumpra-se a lei.”

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quinta-feira - 23/10/2008 - 10:26h

Pensando bem…

“O máximo de esperteza está em governar sem a força”.

Vouvernagues

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
quinta-feira - 23/10/2008 - 10:21h

Disputa no TJE mostra força de Deusdedith Maia

A ascensão ao Tribunal de Justiça do Estado (TJE) do juiz Amílcar Maia (veja postagem abaixo) não é por acaso. Tem forte influência externa.

O ex-desembargador Deusdedith Maia foi o principal eleitor de Amílcar, seu filho.

Mesmo diante de uma concorrência forte como do juiz da Fazenda Pública em Natal, Virgílio Pinheiro, Deusdedith articulou maioria consistente em favor de Amílcar.

Apesar de aposentado da magistratura há pouco menos de cinco anos, Deusdedith continua sendo muito ouvido. É, sem dúvidas, um dos homens mais influentes do RN nos últimos 30 anos. Sua voz pesou na escolha, visto que despontava um favoritismo para Virgílio nos intramuros do TJE.

Quanto ao doutor Virgílio, areia-branquense da gema, em outro momento alcançará uma vaga como desembargador no RN. Disso não tenho dúvidas.

Tem notório saber jurídico, é bem-articulado e praticamente sem arestas.

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quinta-feira - 23/10/2008 - 10:18h

Amílcar, o desembargador

O juiz Amílcar Maia vai substituir o desembargador Aécio Marinho no Tribunal de Justiça do Estado (TJE). Uma escolha significativa, ocorrida ontem.

O doutor Amílcar é um magistrado de largo conceito entre os judicantes e o meio forense como um todo. Atualmente é titular de uma das varas criminais da capital.

Ele teve passagem pela comarca de Mossoró e é filho de um ex-desembargador, Deusdedith Maia.

Os parabéns do Blog à ascensão.

* Saiba sobre os bastidores da escolha daqui há pouco.

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