No Jornal de Fato de hoje, por exemplo, página 3, o jornalista Neto Queiroz, editor do Correio da Tarde, repassa detalhes sobre projeto de reforma administrativa da gestão da prefeita Fafá Rosado (DEM). É quem passa oficialmente a notícia.
Ele foi assessor de imprensa da governante, em recente campanha eleitoral. Agora fala em caráter institucional – numa postura incomum bizarra – como se fora secretário, apesar de Skarlack ainda sê-lo de direito.
Nota do Blog – Carlos Skarlack fez por onde chegar a essa humilhação. Pedindo para sair, ficaria menos feio e iníquo.
De origem simples, transformou-se em secretário por esforço próprio e ligação com o empresário Tasso Rosado (irmão da prefeita), que o indicou para o cargo. Porém fez da pasta uma usina de escândalos (alguns impublicáveis).
Empavonou-se com o cargo, perseguiu por sadismo e vassalagem antigos colegas de profissão, além de promover privilégios que beiram à associação para o crime.
Tinha tudo para fazer do cargo um acontecimento de relevo biográfico. Perdeu a chance. Fica como acréscimo de prontuário, tão-só.
Será lembrado como neologismo, o verbo "skarlacktear". Sinônimo de "como não se deve ser secretário de Comunicação”.

























