Inexiste uma pessoa em quem os 12 partidos que amparam a postulação de Fafá – divididos em cinco coligações – possam confiar. A prefeita passou quase todo o período de gestão enclausurada em seu gabinete. Não diz coisa com coisa. É uma espécie de inocente útil.
Fora da "redoma" a que foi submetida, Fafá tem o irmão Gustavo Rosado (DEM) e o marido Leonardo da Vinci Nogueira (DEM). Os dois divergem com regularidade, mas sempre o mano leva a melhor.
Nesse vácuo de autoridade prospera a desconfiança e o poder arbitrário ou de favorecimento, determinado pelo agitador cultural Gustavo Rosado.
Por isso tem sido tão difícil convencer a militância à luta e à aglutinação em torno da candidatura de Fafá. Até aqui, todos são tratados como subprodutos.
O cenário não é pior, porque o grande cabo eleitoral do governismo é sua "oposição" familiar. Do outro lado falta de tudo um pouco, de recursos à credibilidade.
Como em qualquer condomínio, parece que falta um "síndico". O jeito é chamar Tim Maia (do além).

























