sexta-feira - 28/09/2018 - 23:58h

Pensando bem…

“As pessoas que me dizem que eu vou para o inferno e elas vão para o céu de certa forma deixam-me feliz de não estarmos indo para o mesmo lugar.”

Mark Twain

Categoria(s): Política

Comentários

  1. Inácio Augusto de Almeida diz:

    Fux derruba autorização para Lula dar entrevista da prisão
    Decisão do ministro vale até o julgamento do caso pelo plenário da Suprema Corte, que poderá referendar ou não seu posicionamento.
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    Acabou-se a muganga.
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
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    O PROBLEMA E QUE TODOS QUEREM UM DEUS SÓ PARA SI E SÓ EXISTE UM DEUS PARA TODOS.
    Inácio Augusto de Almeida

  2. FRANSUELDO VIEIRA DE ARAÚJO diz:

    O mavioso Jornalista da extrema direita, Sr. IGNÁCIO AUGUSTO DE”LOYOLA BRANDÃO” DA SILVA, claramente, precisa ser controlado VIDE seu Bolsonarismo à La Carte.

    Um elemento que se diz alfabetizado, bem informado, experiente, letrado e supostamente com reais condições de discernir entre o legal e o ilegal. Todavia, assim mesmo pugna recorrentemente por atos e intervenções a espelhar o aprofundamento do Estado de Exceção que estamos à vivenciar em nosso país, deveras precisa de controle, já que os familiares, (ME PARECE) ainda não atentaram para tão grave condição/situação de manifesta instabilidade psico-emocional e, por via de consequência a devida interdição do elemento.

    Nessa teia, oportuno ressaltar que grande parte dos BURRO NARIANOS, evidenciam estado de permanente atenção e cuidados, inclusive de parte daqueles que cuidam da segurança pública dos estados da federação Brasileira, vez que, muito embora compulsoriamente, muito familiares, sobretudo mulheres, foram e estão sendo obrigadas embarcar na aventura e eleitoral e canoa furada do golpismo latente travestido de campanha eleitoral tendo à frente a figura dantesca do BURRO NARO como cabeça de chapa, bem como figura do MOURÃO JUMENTO DE CARGA com suposto Cãoditato à Vice Presidente.

    Ora senhores, se assim não é verdade, não se constata e não verifica, o que dizer das palavras clara palavras pronunciadas pelo COMANDANTE/CAPITÃO EM CHEFE DA INSANIDADE EM MARCHA, quando o famoso pronuncia em alto e bom som em sua última entrevistas…VEJAMOS AS PALAVRAS PRONUNCIADAS PLEO SUPOSTO MITO:

    “Não posso falar pelos comandantes, mas não aceito resultado diferente da minha eleição“, disse Bolsonaro, quando questionado sobre como vê a repercussão do processo eleitoral deste ano entre os militares. Caso ele seja o eleito, por outro lado, garantiu que vai haver “zero risco à democracia“. A polarização política que acontece este momento no País, resumiu, é entre um “Bolsonaro democrata e um PT que é o caminho da venezuelização”.

    O capitão reformado do Exército também criticou a recusa, por parte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de aplicar o voto impresso em parte das urnas como forma de auditar o resultado do pleito. “É o grande problema que temos pela frente”, disse, acrescentando que tem desconfianças em relação a “parte” dos integrantes do TSE. “Não os ministros, mas de alguns profissionais dentro do TSE”, complementou.

    Em sua visão, continuou, o ex-presidente Lula apenas aceitou ser preso, em abril, porque o partido conta com um “plano B”, que é a fraude eleitoral nas eleições deste ano. “Não existe outra maneira de o PT ganhar se não for na fraude. O Fernando Haddad é um poste de Lula, está na cara que vai dar um indulto e colocá-lo em algum ministério.”

    Bolsonaro também criticou as pesquisas eleitorais. “Não acredito. Não é o que vejo na ruas, como me tratam nos aeroportos, nos eventos. Eu não vejo eleitor de Marina ou dos demais candidatos. Não sou nem só eu, mas quem está comigo que não vê.”

    Data Máxima Vênia, pra quem ainda contínua teleguiado por um nazifascista dessa estirpe, peço vênia, para, respeitosa e igualmente, transcrever artigo da REVISTA CARTA CAPITAL acerca da natureza do BURRO NARISMO e (ou) BOLSONARISMO com os ditos cujos gostam de pronunciar, vejamos:

    BOLSONARO NÃO CONTROLA MAIS O BOLSONARISMO
    por William Nozaki — publicado 24/09/2018 11h03
    O fenômeno virou metástase no interior do tecido social e não obedece ao comando do candidato

    olsonaro não controla mais o bolsonarismo
    Som e fúria

    O fenômeno Jair Bolsonaro deixou de ser uma questão meramente política e eleitoral para se converter em um problema social e sociológico. O bolsonarismo se enraizou e entrou em metástase no interior do tecido social brasileiro.

    Como se sabe, o eleitorado do capitão reformado é composto majoritariamente por homens, brancos, de classe média, com ensino superior e concentrado nas cidades grandes e médias e nas regiões de fronteira.

    Evidentemente, sua presença é sentida em outros estratos sociais, mas com menor intensidade. O perfil eleitoral de seus apoiadores, entretanto, é apenas um pequeno aperitivo do que agrega sua base de sustentação social.

    Leia também:
    Personalidades lançam abaixo-assinado pela democracia e contra Bolsonaro
    Celso Amorim: ‘Bolsonaro e Mourão são vozes minoritárias no Exército’

    O bolsonarismo conformou uma nova aliança de classes no Brasil, uma espécie de exército zumbi hidrofóbico originário de “walkmin dead” e que congrega, no mercado, setores do rentismo, do grande comércio varejista, do pequeno e médio produtor rural e de profissionais liberais ligados ao velho bacharelismo.

    No Congresso, parcela das bancadas do boi, da bala, da bíblia e dos nanicos que orbitam ao redor do “centrão”. No Estado, as baixas patentes da farda, da toga e do clero. Na sociedade, segmentos das igrejas neopentecostais, atletas de MMA/UFC, duplas e cantores sertanejos, apresentadores de programas de auditório, artistas e músicos ultrapassados, comediantes conservadores de stand up comedy e intelectuais de procedência duvidosa.

    Uma parcela desse contingente heterogêneo, a extrema-direita que representa seu sumo, partilha de uma visão de mundo obscurantista e marcada por traços como o ódio, a intolerância, o machismo, o racismo, a lgbtfobia, a xenofobia. Muitas vezes são criacionistas, moralistas, terraplanistas e monarquistas, rechaçam os direitos humanos e louvam a violência e a tortura.

    Não tem compromisso com a democracia ou com valores modernos. Substituem a noção de bem comum pela de ganhos privados. Sufocam o indivíduo moderno nas amarras da família tradicional e no lugar da igualdade de oportunidades retroagem em defesa da naturalização das desigualdades.

    São liberais cínicos, proclamam como princípio a não-intervenção do Estado na economia com a mesma desfaçatez que o faziam aqueles que foram contra a abolição da escravidão e contra a instituição do salário mínimo no País.

    O fenômeno não chega a ser propriamente inédito entre a fauna e a flora que compõe a cultura política brasileira. Chega mesmo a guardar alguma relação de parentesco com outras idiossincrasias nacionais como o udenismo, o janismo e até mesmo o malufismo, mas com novos componentes, claro, temperados pela presença da indústria cultural, das redes sociais digitais, do norte-americanismo, do militarismo civil e do fundamentalismo religioso.

    A maior inovação talvez esteja no risco de instabilidade permanente em que essa aliança pelo regresso coloca o País, pois, dado esse perfil, o bolsonarismo talvez não seja controlável nem pelo próprio Bolsonaro, como observamos nos últimos dias.

    Do ponto de vista econômico e político, Bolsonaro está circundado pelo investidor financeiro Paulo Guedes e pelo general de reserva Hamilton Mourão. O que deveria ser o lastro da moeda e das armas se mostrou, recentemente, um calcanhar de Aquiles.

    Do hospital, Jair Bolsonaro precisou conter declarações ultraliberais e antipopulares de Guedes que davam notícia da criação de novos impostos e novas alíquotas regressivas incidindo sobre os trabalhadores e desonerando as altas elites.

    E precisou barrar sanhas golpistas e reacionárias de Mourão em suas declarações preconceituosas sobre a “indolência” dos indíos, a “malandragem” dos negros, o “desajuste” das famílias monoparentais, a “mulambada” dos países emergentes, a possibilidade de “autogolpe” e a necessidade de uma Constituição que “prescinda do povo”.

    O som de Guedes e a fúria de Mourão vieram acompanhados de atitudes incendiárias de apoiadores de Bolsonaro nas redes sociais.

    As ofensas, ameaças e perseguições, reais e virtuais, contras as mulheres que organizaram o grupo e a campanha #EleNão é mais uma mostra de que a combinação de antipetismo, crise econômica, judicialização da política, instabilidade institucional e polarização ideológica criaram um ambiente de violência física, material e simbólica que não é mais governável nem mesmo por quem alimentou esse clima de conflagração e beligerância.

    Como se sabe, o grau de rejeição e outras fragilidades tornam uma vitória eleitoral de Bolsonaro improvável, mas não se trata de algo impossível, e como a história mostra não convém subestimar as iras fascistas.

    Desta forma, a se tomar como parâmetro o padrão de atuação das bases sociais, políticas e econômicas de Bolsonaro na campanha presidencial e a se imaginar hipoteticamente que o candidato vença, é muito provável que tenhamos ou um governo suficientemente forte, e autoritário, orientado para implementar um projeto que levará o País a um colapso social, ou um governo iminentemente fraco, e conservador, norteado pela sua própria auto-sobrevivência e que nos levará a mais um colapso institucional.

    Nos dois casos teremos um cenário de mais crises e instabilidades. Se o fascismo vencer, o Brasil escreverá “uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria”, pois Bolsonaro não controla o bolsonarismo.

    Por favor, se possível for , leiam e reflitam sobre o nosso delicado, perigoso , tormentos ao mesmo tempo fecundo tempo político que estamos à vivenciar.

    Um baraço

    FRANSUÊLDO VIEIRA DE ARÁÚJO.
    OAB/RN. 7318.

  3. João Claudio diz:

    Eu li no G1.com

    ‘Quase metade da população acha que a vida vai melhorar com o novo presidente, diz pesquisa Data Folha’.

    As interpretações da frase com João Claudio.

    • Quase 100 milhões de brasileiros chupam bila e têm o costume feio de cagar rodando.

    • Quase 100 milhões de brasileiros estão acometidos de miopia aguda. A audição já entrou em colapso.

    • Quase 100 milhões de brasileiros estão morando na Lua.

    • Quase 100 milhões de brasileiros pode estar acometidos com a síndrome do ‘Mal da Vaca Louca’.

    • Apagão no brasil deixa quase 100 milhões de brasileiros sem informações sobre o que acontece no país e no mundo.

    • Novela da TV Globo faz com que quase 100 milhões de brasileiros confundam ficção com realidade.

    • Cachaça artesanal deixa quase 100 milhões de brasileiros em estado de embriaguez profunda.

    • Quase 100 milhões de brasileiros acreditam que Juscelino Kubitschek não morreu e que será o próximo presidente do brasil.

  4. João Claudio diz:

    Os jornalistas Paulo Henrique Amorim e Reinaldo Azevedo disputam, elogio a elogio, o cargo de porta voz oficial do Lula.

    ‘Eu tem é nôooooooojo’.

  5. Inácio Augusto de Almeida diz:

    João Cláudio
    Se você conseguir ler, eu não consigo. Só tomado por acessos de risos.
    Quando me lembro o quanto o corretor ortográfico trabalhou…
    Mas se você conseguir ler depois resuma para a gente saber do que se trata.
    KKKKKKKKKKKKKKKK
    ////
    NADA MAIS RIDÍCULO DO QUE UM MEDÍOCRE TENTANDO SER IRÔNICO.
    Inácio Augusto de Almeida

  6. Naide Maria Rosado de Souza diz:

    Que chegue o dia 7!
    Que a tolerância pontifique!
    Que respeitemos o próximo e não deturpemos seus nomes!

  7. João Claudio diz:

    Eleições 2028.

    Começou o Balaio de Gatas.

    O primeiro duelo é:

    Mulheres Anti Surra X Mulheres Anti Corruptos.

    O time vencedor enfrentará o calejado time ‘Adoramos Peia’.

    E assim caminha o país cujo povo só leva a sério o carnaval e o futebol. Fato, fato, fato.

    P.S – O presidente do Paraguai diz que o seu país tem fama de ‘país falsificado’, mas não admite que seja chamado de pais esculhambado.

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