segunda-feira - 28/06/2021 - 20:10h
Senado

Se der, Jean será candidato à reeleição

Jean-Paul Prates poderá tentar a reeleição no próximo ano, mas não é caso de vontade pessoal (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

Jean-Paul Prates poderá tentar a reeleição no próximo ano, mas não é caso de vontade pessoal (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

O senador Jean-Paul Prates (PT) já sentiu que pode ser rifado nas tratativas do seu partido em relação às chapas majoritárias e política de alianças em 2022 no RN.

Se der, será candidato à reeleição.

Se der.

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Categoria(s): Política
domingo - 27/06/2021 - 10:40h

Como será a eleição de 2022?

Por Ney Lopes

O objetivo do texto não é prever nomes quem ganhem, ou que percam na eleição de 2022. Até porque, a tese é que a essa altura, ninguém poderá ter a mínima certeza de sucesso, ou derrota.

O tema central é que o processo eleitoral brasileiro de 2022 será tão imprevisível, quanto estão sendo as pesquisas cientificas de cura da Covid 19.Plenário do Senado - Agência SenadoHá sinais concretos de que o eleitor a cada dia se torna mais esclarecido. Se interessa em acompanhar os temas locais, nacionais e até internacionais.

As mídias sociais mostram isto.

O nível de conscientização aumenta, mesmo que não haja ainda uma consciência crítica capaz de filtrar propostas e intenções dos candidatos.

Mas, existe certa rebeldia misturada com indignação, que leva o cidadão mais simples a dizer, que o voto é dele e votará em quem quiser.

Esse processo de “libertação do voto” sofrerá muitas limitações pela vigência de evidentes falhas da legislação político, partidária e eleitoral do país.

Não se admite, por exemplo, a vigência da autonomia partidária, que a Constituição de 88 concedeu aos partidos políticos.

Em nome de não transformá-los em cartórios, entregou-os de mãos beijadas como propriedades privadas dos seus dirigentes, que não se renovam.

São “patotas” eternizadas no comando das siglas. Até o Presidente Bolsonaro não consegue romper o cerco e tem dificuldade de uma legenda para disputar a reeleição.

Os partidos teriam que ser reduzidos, tornando mais transparente o financiamento de campanhas políticas, o que ajudaria a enfrentar a corrupção no Brasil.

Reportagem da “Folha” de agosto de 2020 mostra que o fundo eleitoral pagou empresas de dirigentes partidários e salário de parentes, amigos e políticos sem mandato

As legendas gastaram R$ 937 milhões em 2019; dos cofres públicos, praticamente sem fiscalização.

Nesse contexto, a “autonomia partidária” em vigor impede que os filiados tenham voz.

São tolhidos pelas “cúpulas”. Não podem sequer recorrer à justiça, pelo fato das decisões internas dos partidos serem consideradas “interna corportis”.

Para obter legenda e disputar uma eleição, tudo depende do “dono” do partido.

Ser inscrito, filiado, militante, não vale praticamente nada.

O candidato avulso, aquele que disputaria sem partido, existe nas maiores democracias do mundo

No Brasil, os “donos” dos partidos com mandatos no Congresso não deixam que seja aprovada essa proposta.

Mesmo diante de tantas limitações, a tendência de mudanças já manifestada em 2018 e 2020, tende a ser predominante em 2022.

O que poderá faltar serão opções para o eleitor.

Como os partidos “fecham “o lançamento de nomes e o eleitor fica sem opção e não poderá ser culpado no final.

Mas, mesmo assim, a eleição de 2022 será diferente e demonstrará maior libertação do eleitor, votando em que deseje.

Deus queira que os resultados mostrem essa evolução política.

Ney Lopes é jornalista, ex-deputado federal, professor de direito constitucional da UFRN e advogado

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quarta-feira - 23/06/2021 - 15:14h
Eleições 2022

Marleide Cunha vem aí (?)

Marleide, um nome forte (Foto: reprodução)

Marleide, um nome forte (Foto: reprodução)

O nome da vereadora Marleide Cunha (PT) tem sido sussurrado como opção à disputa de cargo eletivo em 2022.

Estadual ou Federal?

Ela está no início do seu primeiro mandato eletivo, depois de vitória retumbante e histórico combativo à frente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM).

Para se eleger, Marleide recebeu apenas R$ 2 mil de fundo eleitoral na campanha (veja AQUI). Enquanto isso, Plúvia Oliveira (PT), candidata preferencial apoiada pela deputada estadual Isolda Dantas (PT), empalmou R$ 52 mil, além de toda estrutura de gabinete da parlamentar, mas não se elegeu. Ficou na segunda suplência.

Marleide vem aí?

Veremos.

Vamos assuntar.

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quinta-feira - 17/06/2021 - 17:52h
Oposição

Um nome a governador, pelo amor de Deus

Carla e Benes, mais dois balões de ensaio (Fotomontagem Canal BCS)

Carla e Benes, mais dois balões de ensaio (Fotomontagem Canal BCS)

Até o momento, não tem vingado os balões de ensaio soltos por forças de oposição e grupos híbridos (governista e oposicionista paralelamente) com nomes à disputa ao Governo do Estado contra Fátima Bezerra (PT).

Mas, continuam tentando, buscando quem tope ir na frente nesse sacrifício.

Os mais recentes foram os deputados federais Benes Leocádio (Republicanos) e Carla Dickson (PROS).

Outros tantos também apareceram e submergiram rapidamente.

Mas, a luta continua.

Tem tempo, tem tempo.

Vão tentando.

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terça-feira - 08/06/2021 - 04:38h
Eleições 2022

Ou um ou outro na Câmara Federal

No passado era assim a relação entre Henrique e Walter: só sorrisos (Foto: web)

No passado era assim a relação entre Henrique e Walter: só sorrisos (Foto: web)

Na próxima disputa à Câmara Federal no Rio Grande do Norte, outra vez com oito vagas disponíveis, é muito difícil que tenha espaço ao sucesso de dois Alves.

Se o ex-deputado Henrique Alves resolver ser outra vez candidato para chegar ao 12º mandato, talvez o primo Walter Alves (MDB) acabe sobrando.

Está aí uma parte da carregada atmosfera familiar no clã Alves.

Foi-se o tempo em que elegia pai e filho (Aluízio Alves e Henrique Alves) à Câmara Federal, como em 1990.

Ou os irmãos gêmeos Henrique e Ana Catarina Alves, em 1998.

Acompanhemos.

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sexta-feira - 04/06/2021 - 17:44h
Faria

Pai e filho, dois partidos e a caça ao voto em 2022

O ministro das Comunicações e deputado federal licenciado Fábio Faria (PSD) deve comandar o Progressistas no RN.

Gilberto Kassab (dirigente nacional do PSD), Robinson e Fábio (Foto: Web/arquivo)

Gilberto Kassab (dirigente nacional do PSD), Robinson e Fábio (Foto: Web/arquivo)

Já seu pai, ex-governador Robinson Faria, seguirá no PSD.

Muita concentração de fundo eleitoral, tempo de rádio e tv, além de capilaridade em todas as regiões do RN.

Depois, é correr atrás de votos.

Fábio sonha em ser o novo vice do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), pode ser candidato ao Senado, tentar reeleição à Câmara Federal ou coisa nenhuma.

Robinson, anda às voltas com inelegibilidade e procura se desvencilhar desse impedimento para concorrer à Câmara dos Deputados.

E 2022 está batendo à porta.

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quarta-feira - 02/06/2021 - 13:10h
Política

O prefeito Allyson Bezerra não perde por esperar

Allyson Bezerra durante agenda na zona rural de Mossoró (Foto: Allan Pablo/PMM)

Allyson Bezerra durante agenda na zona rural de Mossoró (Foto: Allan Pablo/PMM)

Por Vonúvio Praxedes (Do Diário Político)

É certo que as articulações para 2022 começaram e a classe política, principalmente aqueles que buscam reeleição ou querem ter de volta seu espaço, tem se mostrado literalmente interessados em melhores posições para obtenção de votos em outubro do próximo ano.

O Prefeito Allyson Bezerra (SD) não precisa se desesperar. Sua presença no pleito de 22 vai ser fundamental para a escolha dos mossoroenses desde Deputado Estadual até o Governo do RN. Ninguém tem dúvidas do potencial do político Allyson.

Sabemos da importância de Mossoró em eleições gerais, ainda mais em se tratando de uma nova liderança que tem conseguido, até então, apoio da população, como comprovado em recente pesquisa TCM, ver aqui.

O Prefeito de Mossoró não perde por esperar, pelo contrário, manter o foco 100% na administração em 2021 e 2022 tornaria seu trabalho mais significativo nas soluções dos problemas da cidade. É preciso destravar muita coisa do administrativo municipal e a população clama por isso.

Sobre possível mudança de partido um interlocutor de dentro do Palácio da Resistência me disse: “Primeira vez que escuto isso”.

Quem está na política sabe que precisa falar em eleições, mas no tempo certo, sendo este tempo diferente para  peças distintas deste tabuleiro político.

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sábado - 29/05/2021 - 09:28h
Política

A fórmula de sempre para poder quase tudo

Alquimista, fórmula mágica, estudioso, pesquisador, cientista, bruxo, feiticeiroÉ repetitiva a operação que grupo oposicionista põe em prática para sair vencedor no pleito de 2022 no RN.

Meios de sempre, da política à força econômica e de mídia, para se tornar competitivo.

Será um laboratório interessante para testar se a fórmula de sempre ainda pode quase tudo.

Veremos.

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  • Art&C - PMM - 09 a 30 de Junho de 2026 - Cidade Junina
quinta-feira - 27/05/2021 - 09:24h
Pesquisa e voto

Tsunami eleitoral de 2018 pode alcançar ainda 2022

vista aérea do méxico, tsunami, terremoto,Vendo pesquisa publicada hoje pelo Instituto AgoraSei e Blog do BG, com quadro de intenções de voto para 2022, é fácil perceber que uma turma vai sofrer muito até as urnas.

Outros, que pensam em saltos ao Senado/Governo, buscam milagre.

Os tempo são outros. Não se iludam.

Claro que não é impossível, mas a princípio aquela onda antissistema de 2018 ainda vai ter uma borrasca.

Muitas cabeças que sobreviveram ao tsunami desse pleito, talvez não resistam ao próximo.

Conchavos, preto no branco e o “tudo certo” vão pegar eleitor ainda indócil.

Anote, por favor.

*Depois posto aspectos da pesquisa e comentários.

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segunda-feira - 24/05/2021 - 08:46h
Política

Disputa 2022 é tangida por indústria da especulação e da imaginação

Bola de Cristal,Indústrias da especulação e da imaginação fértil traçam os mais robustos roteiros, definem chapas e antecipam alianças para 2022 no RN.

Pelo visto, muita gente segue a cartilha de antigamente, sem perceber o estrago que o povo fez de 2014 para cá.

O choro deve continuar.

Anote, por favor!

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  • San Valle Rodape GIF
domingo - 23/05/2021 - 09:32h

2022 no Brasil e no RN

Por Ney Lopes

Para 2022, formulam-se os mais variados cenários na turbulenta política brasileira e especialmente o RN. Sempre se repete o velho jargão de que ainda é cedo. Mas, para quem é do ramo, sabe que não é.

As 24 horas dos dias estão sendo usadas nas articulações de bastidores, hipóteses, estratégias, em todos os níveis.

Uma das situações mais urgentes é a do presidente Bolsonaro. Ele está sem partido, até hoje.

Businessman touching the screen in the office

Businessman touching the screen in the office

A hipótese mais viável de filiação do presidente era ao “Republicanos”, partido do bispo Macedo, da Igreja Universal. Entretanto, governo de Bolsonaro vê crescer a ameaça de perder o apoio da Igreja Universal do Reino de Deus.

A causa do desgaste entre evangélicos e o governo foi a alegada inação das autoridades brasileiras à ordem de deportação de 34 brasileiros do país africano.

A medida foi imposta depois que a instituição religiosa disse ter identificado comportamento impróprio de angolanos e afastado essas pessoas do comando da Igreja Universal do Reino de Deus, naquele país africano.

Diante desse imprevisto, o presidente tende a disputar a reeleição no PP, de Ciro Nogueira e Artur Lira.

A dúvida é sobre como ficará o partido no RN, com a chegada de Fábio e Robinson Faria.

Fala-se que Rosalba Ciarlini e Beto Rosado se aproximarão da governadora Fátima Bezerra.

Mas, certamente, dependerá dos “agrados”.

Bom lembrar, que em 2014, Rosalba votou em Fátima Bezerra, para o Senado.

A primeira “dor de cabeça” é como Bolsonaro e o PP resolverão as ambições, tanto de Fábio Faria, quanto do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Ambos planejam ingressar no PP para disputar a vaga ao Senado do Rio Grande do Norte em 2022.

Se Fábio não for chamado para ser o candidato a vice-presidente da república (como ele próprio propaga) haverá disputa entre os dois.

Entre as múltiplas variáveis, que poderão influir na montagem dos palanques no RN, está a posição a ser assumida pelo MDB.

O deputado Walter Alves apressou-se em lançar o seu pai para o senado. Mas, ao que comenta, é “para inglês ver”.

O que ele quer é ser vice-governador de Fátima Bezerra.

Essa pretensão do MDB estadual encontra lógica nos fatos políticos nacionais.

Com a maior bancada do Senado e uma das maiores da Câmara, o MDB virou o fiel da balança tanto para Bolsonaro, quanto para Lula, na composição de alianças na sucessão presidencial.

Para os analistas, o MDB caminha para apoiar Lula, embora desfrute das benesses do governo, através dos líderes senador Fernando Bezerra, líder no Senado e Eduardo Gomes, líder no Congresso.

Os caciques peemedebistas fizeram as contas. Têm votos na Executiva: Eduardo Braga, quatro votos; Renan Calheiros, quatro; Jader Barbalho três; Roberto Requião dois e Garibaldi Alves um voto.

Esse grupo, embora desminta, estaria já unido no apoio ao ex-presidente Lula.

Caso se confirme o prognóstico de alinhamento com o PT, a pretensão do deputado Walter Alves de ser o vice de Fátima torna-se possível.

Dessa forma, poderá ser indicado vice-governador; o pai deputado estadual (para presidir a Assembleia a partir de 2023) e Henrique deputado federal. Quanto a Henrique, não há nenhum impedimento legal e terá reais chances de eleger-se.

A posição tucana do PSDB-RN é incógnita e se circunscreve aos deputados estaduais e aos seus cativos colégios eleitorais, cuja influência em eleição majoritária é muito duvidosa.

O ex-senador José Agripino pela sua militância no passado terá inegável presença no processo eleitoral. Não pode ser subestimado.

Mas, ele se mantém calado. Dizem que aposta numa candidatura de Ciro Gomes à presidente, apoiada pelos Democratas. Em tal situação disputaria o senado.

Post scriptum – Como analisei várias hipóteses, esclareço que pela militância e experiência que adquiri na vida pública estadual, também tenho pretensões de ser candidato a Senador, em 2022.

Porém, conheço as limitações de não ter ainda o apoio de uma legenda, compatível com o que penso.

Não se pode ser candidato de si próprio.

Mas, se conseguir esse partido, disputarei a vaga do senado, cuja única promessa ao eleitor será o compromisso de “de ser como senador, o mesmo deputado que fui durante seis legislaturas”.

A principal meta será lutar pela volta do crédito educativo que criei em 1976, hoje limitado aos estudantes de Universidades particulares.

A minha ideia original concedia também ajuda mensal ao estudante de Universidade pública, em torno de dois salários, para manutenção, transporte, transporte, livros, pesquisa etc. Isso precisa voltar.

Um sonho? Talvez!

Mas, vou tentar torna-lo realidade.

Ney Lopes é jornalista, ex-deputado federal e advogado

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segunda-feira - 17/05/2021 - 16:10h
Política em família

Após 6 meses de eleições, Rosados seguem ‘distanciamento social’

Distanciamento social, mantenha distânciaAté aqui, passados mais de seis meses das eleições municipais de 2020, ocorridas em 15 de novembro, os dois grupos do clã Rosado ainda não se juntaram à mesa (com máscaras, claro) à avaliação do pleito.

Pelo visto, o resultado com a derrota catastrófica da então prefeita Rosalba Ciarlini (PP) não foi suficiente para que realizassem inventário e planos para seguirem (ou não) juntos em 2022.

Preferem evitar aglomeração.

São fieis ao “distanciamento social”.

Cada um na sua.

A postagem sob o título Larissa e Rosalba devem concorrer à Assembleia Legislativa, que veiculamos dia 23 de março, talvez esclareça o porquê da distância.

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segunda-feira - 10/05/2021 - 04:30h
Henrique Alves

“Assanharam o Bacurau” (de novo!)

Henrique lembra, no Twitter, o verde, o bacurau, campanhas e simbologias - 08-05-21Sei não, sei não…

Essa postagem em tom nostálgico no Twitter, que o ex-deputado federal Henrique Alves colocou no fim da manhã desse domingo (9), parece ter um quê de desejo.

Ou não?

Deixe para lá.

Talvez seja apenas uma dedução equivocada de minha parte.

Deve ser.

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sábado - 08/05/2021 - 22:48h
Ezequiel Ferreira

Uma candidatura medida, pesada e analisada nas filigranas

Presidente do PSDB e da AL, Ezequiel não vai entrar em nenhuma aventura em 2022 (Foto: arquivo)

Presidente do PSDB e da AL, Ezequiel não vai entrar em nenhuma aventura em 2022 (Foto: arquivo)

Presidente do PSDB no RN e da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira pode ser e pode não ser candidato ao Senado.

Na oposição ou pelo governismo.

Ele “nem é carne nem é peixe”. É político profissional.

Não vai tomar nenhuma posição sem medir e pesar muito.

Cartesiano, Ezequiel analisa as filigranas, cada detalhe de uma eventual postulação.

Se essa não for uma empreitada de alto risco, o parlamentar continuará no mesmo lugar

Se parecer aventura, alto lá!

Por isso, que “Ezequielzinho” não tem pressa alguma para sinalizar qualquer decisão.

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quinta-feira - 06/05/2021 - 20:40h
Live

“Vai ter voto impresso” nas eleições de 2022, afirma Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro convidou o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, para a sua live semanal (Reprodução)

Jair Bolsonaro convidou o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, para a sua live semanal (Reprodução)

Por Murilo Fagundes (Poder 360)

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta 5ª feira (6.mai.2021) que, se o voto impresso e auditável for aprovado no Congresso, será adotado no Brasil. “Se não tiver voto impresso, é sinal que não vai ter eleição! Acho que o recado está dado”, declarou em sua live semanal.

Bolsonaro fez um comentário a respeito de uma declaração do ministro Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), de que o voto impresso criaria o “caos” no Brasil. A fala foi feita em entrevista à GloboNews, na 4ª feira (5.mai.2021).

Jesus Cristo

Olha, eu acho que ele é o dono do mundo, da verdade absoluta. Só pode ser. Não pode ser contestado. Estou preocupado. Se Jesus Cristo baixar na Terra, será [office] boy do ministro Roberto Barroso”, disse.

“Se o Parlamento brasileiro por maioria qualificada de 3/5 aprovar e promulgar vai ter voto impresso em 22 e ponto final. Vou nem falar mais nada. Vai ter voto impresso”, declarou Bolsonaro em sua live, ao lado do presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

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quarta-feira - 05/05/2021 - 15:32h
Não!

Candidatura ao governo, nem pensar

Não, dizer nãoAlguns próceres políticos, gente do empresariado e amigos andaram se mexendo em Mossoró para convocar o ex-senador José Agripino (DEM) a se habilitar à disputa ao Governo do RN em 2022.

Informado ao pé do ouvido por um interlocutor de sua confiança, ele desarmou o ti-ti-ti lá mesmo de sua sala na TV Tropical, onde trabalha diariamente:

– Não, não, não! Isso está fora de cogitação. Mas, receber eu os recebo.

José Agripino foi governador por duas vezes do RN, em pleitos nos anos de 1982 e 1990.

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quarta-feira - 05/05/2021 - 08:30h
2022

‘Sem dono’, Mossoró atrai apetite de muitos nomes a deputado estadual

Disputa pelo segundo maior colégio eleitoral do RN será intensa, mas nativos levam vantagem

vote-em-mimMuitos deputados estaduais que devem concorrer à reeleição fazem fila em direção a Mossoró, costurando apoios estratégicos para 2022. O tempo não para. E o apetite é grande e necessário.

Só essa semana, por enquanto, passaram Ubaldo Fernandes (PL) – veja AQUI, e Coronel Azevedo (PSC) – veja AQUI.

O principal foco de atenção deles é a Câmara Municipal, onde a maioria dos vereadores é novata e está de braços abertos à colaboração.

Nas eleições de 2018, dos dez mais votados à Assembleia Legislativa em Mossoró, nove eram naturais ou tinham ligação muito próxima com o município (veja boxe abaixo). O eleito coronel Azevedo foi a exceção nesse rol.

Deputado estadual – Os dez mais votados em Mossoró (2018)

– Larissa Rosado (PSDB) – 17.753 (15,08%)
– Allyson Bezerra (SD) – 13.095 (11,13%) *
– Jorge do  Rosário (PR) – 12.017 (10,21%)
– Isolda Dantas (PT) – 11.031 (9,37%)*
– Bernardo Amorim (Avante) – 4.543 (3,86%)*
– Flávio Tácito (PPL) – 4.279 (3,64%)
– Souza (PHS) – 3.073 (2,61%)* Eleito
– Daniel Sampaio (PSL) – 2.881 (2,45%)
– Gutemberg Dias (PCdoB) – 2.205 (1,87%)
– Coronel André Azevedo (PSL) – 1.910 (1,62%) *
– Brancos – 7.816 (5,42%)
– Nulos – 18.691 (12,96%)
Válidos (nominais e legenda) – 117.698 (81,62%)

*Eleitos

Desse total, apenas um tinha mandato, Larissa Rosado (PSDB), mesmo assim obtido porque o titular (Álvaro Dias) havia sido eleito vice-prefeito de Natal em 2016, abrindo vaga para ela que era suplente.

Apesar de ter obtido 17.753 votos, Larissa não conseguiu novo mandato na Assembleia Legislativa.

Ao todo, houve soma de 117.698 (81,62%) votos válidos a deputado estadual nesse mesmo pleito e esse volume foi distribuído entre 259 candidatos que foram votados em Mossoró.

Como é um município polo e segundo maior colégio eleitoral do estado, que em 2018 tinha 174.189 eleitores cadastrados, é mais do que natural esse assédio de nomes já com mandatos e outros tantos, em busca de votos.

Porém, num comparativo com o comportamento do votante em 2018, com a eleição anterior, em 2014, observa-se que houve um surto bairrista, o que não ocorrera no pleito antecedente. Se em 2018, o eleitor fez nove candidatos ‘da terra” os mais votados, num elenco de dez, em 2014 foi diferente (veja boxe abaixo):

Deputado Estadual – Os dez mais votados em Mossoró (2014)

Larissa Rosado (PSB) – 24.585 (24,35%)
Galeno Torquato (PSD) – 12.306 (12,19%) *
Leonardo Nogueira (DEM) – 9.111 (9,02%)
Souza (PHS) – 4.186 (3,98%) *
Fernando Mineiro (PT) – 3.914 ( 3,88%) *
Getúlio Rego (DEM) – 3.496 (3,46%) *
Adenúbio Melo (PSC) – 3.471 (3,44%)
Bispo Francisco de Assis (PSB) – 2.130 (2,11%)
Kelps Lima (SD) – 2.111 (2,09%) *
Jacó Jácome (PMN) – 1.929 (1,91%) *
Brancos – 13.592 (9,54%)
Nulos – 23.760 (16,67%)
Válidos (Nominais e Legenda) – 105.149 (73,79%)

* Eleitos

Entre os que receberam maior votação, pelo menos sete eram ‘forasteiros’ (termo pejorativo que sobretudo o clã Rosado sempre utilizou para demarcar Mossoró como possessão sua): Galeno Torquato, Fernando Mineiro, Getúlio Rêgo, Adenúbio Melo, Bispo Francisco de Assis, Kelps Lima e Jacó Jácome.

O ex-vereador, ex-vice prefeito (duas vezes) e ex-prefeito (duas vezes) de Areia Branca, Manoel Cunha Neto, o “Souza”, não deve ser rotulado como um estranho a Mossoró.

Essa alteração brusca num espaço de quatro anos, em parte pode ser explicado pela maior opção de nomes locais fortes, fora da política de ‘eugenia rosadista’ (conceito de purismo e superioridade familiar dos Rosados). Cresceu também um movimento político nacional de contraposição à elite política, aos sistemas tradicionais, que inclusive promoveu a maior mudança de todos os tempos no Congresso Nacional.

Em Mossoró, não deve ser deixado de lado e estudo precisa ser aprofundado, quanto ao fenômeno negativo da votação maciça em 2014 em favor de Galeno Torquato (PSD), eleito com a força da máquina municipal e prestígio, à época, do então prefeito Francisco José Júnior (PSD). Ele empalmou 12.306 (12,19%) sem ter mínima identidade com o local. Depois, sumiu.

Talvez encontrasse dificuldades em sair a pé do adro da Catedral de Santa Luzia e chegar à margem esquerda do rio Mossoró, que fica pouco mais de 500 metros. Apesar disso, acabou como segundo mais votado no município.

Agora, 2022

Para 2022, há outro cenário bem diferente de 2014 e 2018. Contudo, ele deve confirmar essa tendência de voto maciço do eleitor nativo em “candidatos da terra”.

Allyson Bezerra é um fato novo antecipado que se acrescenta ao cenário de 2022 em Mossoró (Foto: Allan Phablo/arquivo)

Allyson Bezerra é um fato novo antecipado que se acrescenta ao cenário de 2022 em Mossoró (Foto: Allan Phablo/arquivo)

Entre as peculiaridades do próximo pleito, há o ocupante do Palácio da Resistência, sede da municipalidade: prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), talvez maior fenômeno em muitas décadas da histórica política mossoroense, eleito deputado estadual em 2018 e prefeito em 2020, sem nenhum apoio relevante. Duas vitórias incomuns, inesperadas e como “azarão”.

É provável que ele não repita o pecado mortal de “Silveira”, o prefeito em 2014, ‘importando’ alguém de outras plagas. Contudo, precisará ungir nome a estadual e até mesmo a federal, que representem a cara e os conceitos que prometeu empregar na gestão pública e na política. Eis a questão.

Outro aspecto a desenhar essa inclinação para o voto castiço em gente de DNA de Mossoró, ou de profunda afinação com o município, é a própria legislação: partidos precisarão de mais e mais candidatos que impulsionem votação e eleições. Existem exigências da legislação para alcance de patamares da chamada clausula de barreira (ou cláusula de desempenho – veja AQUI), ou muitos partidos perderão espaços em propaganda política, representatividade parlamentar em Brasília e milhões em recursos financeiros.

Portanto, 2022 deverá existir uma enxurrada de candidatos locais à Assembleia Legislativa e bom número também à Câmara dos Deputados. Uma “boa casadinha” pode resultar em votações significativas.

Mossoró não tem dono, mas cobra

Saliente-se, que nenhum pretenso nome a estadual ou federal longe dos limites de Mossoró deve esmorecer ou desistir de investir em nacos de votos nesse colégio eleitoral. Primeiro, porque é legítimo; segundo, pela abundância de eleitores. E, terceiro, porque Mossoró não tem dono.

Galeno e Francisco: dupla desterrada após 2014 (Foto: arquivo)

Galeno e Francisco: dupla desterrada após 2014 (Foto: arquivo)

Mais: não seguir o péssimo exemplo de Francisco José Júnior e de Galeno, só fará bem a quem for votado em Mossoró.

Vale lembrar, que depois de obter 12.306 votos em 2014, o deputado foi reeleito em 2018 com apenas 315 votos dos mossoroenses. Punido pelos desdém.

Francisco José Júnior, pior ainda. Após ser eleito à prefeitura em disputa suplementar em maio de 2014, com 68.915  (53,31%) votos, na tentativa de reeleição em 2016 não conseguiu concluir a campanha. Desistiu.

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Categoria(s): Política / Reportagem Especial
quarta-feira - 14/04/2021 - 14:30h
Política

Jornal da Tarde vai bater papo com o Blog Carlos Santos

Jornal da tardeA Rádio Rural de Mossoró recebe nesta quinta-feira (15) o Blog Carlos Santos.

Será às 12h20, no Jornal da Tarde, programa que tem como âncora o jornalista Saulo Vale.

Na pauta, política nacional, estadual e local.

Sintonize na AM 990 (AQUI).

Aguardo vocês.

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Categoria(s): Comunicação / Política
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
terça-feira - 13/04/2021 - 12:26h
Jean-Paul Prates

Senador antecipa que vai ser candidato à reeleição

Prates: O nome (Foto: arquivo)

Prates: O nome (Foto: arquivo)

Do Blog Saulo Vale

Senador da República Jean Paul Prates (PT-RN) antecipou que deve ser mesmo candidato à reeleição em 2022.

Ao ser questionado sobre o assunto, durante o Enfoque Político (Super TV) desta segunda-feira (12), o petista foi taxativo.

“Eu já disse aos quatro ventos, sou pré-candidato à reeleição. Claro que o partido ainda vai avaliar isso e responder, mas eu tenho pretensão de mais oito anos de trabalho e dedicação no Senado Federal, como tenho feito até aqui”, afirmou.

Jean Paul era suplente da então senadora Fátima Bezerra (PT). Ascendeu ao cargo quando a petista assumiu, em janeiro de 2019, o Governo do Rio Grande do Norte.

Em 2020, foi candidato a prefeito de Natal. Com eleição garantida ainda em primeiro turno, com vitória à reeleição de Álvaro Dias (PSDB), o senador ficou em segundo lugar, quando empalmou 49.494 votos (14,38%).

Em fevereiro deste ano, assumiu liderança da Minoria no Senado.

Em 2022, a disputa será por apenas uma cadeira no Senado, justamente a que hoje é ocupada por Jean Paul. Os outros dois senadores foram eleitos em 2018, com mandato de oito anos.

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Categoria(s): Política
sábado - 10/04/2021 - 11:38h
Rosalba Ciarlini

Eu amo um foro privilegiado

Foro Privilegiado - I Love Foro PrivilegiadoÉ nítido que a ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) não trabalha apenas para continuar sua carreira política em 2022, quando tentará novo mandato eletivo, após derrota inesperada à reeleição no ano passado. Mais do que apetite à política, há necessidade de superproteção.

Seu principal objetivo é obter um foro por prerrogativa de função, instituto popularmente conhecido como “foro privilegiado”.

Ela tem vários processos e investigações que se arrastam há anos, com a celeridade de um jabuti gordo que palmilha as escadarias do Teatro Municipal Dix-huit Rosado.

Os principais envolvem recursos relativos à construção da Arena das Dunas (veja AQUI e AQUI, por exemplo) e à montagem às pressas e gestão do fraudulento Hospital da Mulher Parteira Maria Correia (veja AQUI e AQUI, por exemplo).

CPI’s

Porém, outros tantos e em questões variadas seguem no mesmo ritmo letárgico, como a contratação de empresa para limpeza pública (veja AQUI). Comissões Parlamentares de Investigação (CPIs) foram freadas na Assembleia Legislativa (veja AQUI) e Câmara Municipal (veja AQUI).

A cada mandato, a “Rosa” alcança feitos extraordinários nos intramuros da Justiça, estacando demandas contra si. Sem um cargo que oferte esse diferencial, também. Já chegou a ficar mais de um ano sem ser localizada para tomar ciência de um protocolar movimento processual. Oficial de Justiça não a encontrou em qualquer endereço nesse tempo.

Eleita deputada estadual, que deve ser seu foco em 2022 (veja AQUI), praticamente ganhará “imunidade”. Não faltam casos dessa couraça (veja AQUI).

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Categoria(s): Política
  • Art&C - PMM - 09 a 30 de Junho de 2026 - Cidade Junina
quinta-feira - 11/03/2021 - 22:46h
Pressa

Vereadores se inquietam antecipando negociações para 2022

Pressa, horário, pontualidade, relógio de ponto, servidor e horário,Vários vereadores estão tomados por um incontrolável frisson pelas bandas da Câmara Municipal de Mossoró.

A inquietação é para acerto de apoio, logo agora, ainda tão longe da campanha e eleições de 2022.

Alguns pré-candidatos à reeleição à Assembleia Legislativa adiantam conversas.

Em determinados casos já existem até acordos firmados e em cumprimento.

Nada mais posso adiantar (por enquanto), apesar da vontade.

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