segunda-feira - 10/09/2012 - 17:59h
2012

Esforço para um segundo turno em Natal

O que os deputados federais Henrique Alves (PMDB) e Rogério Marinho (PSDB) estavam conversando longamente hoje no prédio sede da Federação das Indústrias do RN (FIERN)?

Tinham a companhia da prefeita de Macaíba, Marília Dias (PMDB), no início da tarde, quando saíam do prédio.

A articulação, sopra uma fonte, tem relação direta com o esforço concentrado para se levar a sucessão em Natal ao segundo turno.

Não basta Hermano Morais (PMDB) crescer nas pesquisas. É fundamental que o próprio Rogério e Fernando Mineiro (PT) também ganhem musculatura.

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domingo - 02/09/2012 - 13:55h
Dificuldades

Garibaldi e os seus desapontamentos

Estão cada dia mais azedas e indigestas as relações entre o senador Garibaldi Filho (PMDB) e o casal ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM)-governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

Quem paga uma parte dessa “fatura” é a candidata a prefeito de Mossoró pela Coligação Força do Povo, apoiada por Rosalba e o próprio Garibaldi.

A presença do senador na campanha é episódica e asfixiante para ele.

Anunciado como reforço no último final de semana, ele saiu se esgueirando na direção de outros municípios. Em conversa com representantes do seu partido na cidade, tem revelado desapontamento com o casal.

Sequer autorizou uso de sua imagem na campanha municipal. Na verdade, até aqui, desautorizou veiculação do que chegou a ser colhido.

O amuo continua.

Garibaldi sente-se traído pelo casal e exprimiu seu desgosto há poucos dias em Brasília, ao receber Rosalba.

Afirmou taxativamente, que só não se afastava do apoio para não ter que outra vez marcha em rumo distinto do primo, deputado federal Henrique Alves.

A propósito, é Henrique quem tem agido com maior tato e diplomacia, para aplacar ressentimentos.

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terça-feira - 28/08/2012 - 08:49h
Em Nova Cruz

Henrique e Ezequiel mostram união “pós-Benito”

O deputado federal Henrique Alves (PMDB) e o deputado estadual Ezequiel Ferreira (PTB) estreitam afinidades políticas e pessoais, após recente episódio em que ambos bateram de frente com o Governo Rosalba Ciarlini (DEM).

Ezequiel, Flávio e Henrique: laços reforçados

À noite dessa segunda-feira (27), em Nova Cruz, a coligação “A Força do Povo”, do prefeito Flávio Azevedo (PMDB), ganhou novamente as ruas da maior cidade do Agreste potiguar, com público numeroso e a presença dos dois políticos em palanque.

Ambos discursaram em defesa da candidatura à reeleição de Flávio. Henrique, mais enfático:

– Flávio continuando na prefeitura, Nova Cruz terá uma voz que não mediará esforços para que os recursos cheguem e a capital do Agreste continue crescendo. Eles estão desesperados, porque a vitória de Flávio será ainda maior este ano”, frisou Henrique, encerrando a noite.

Henrique foi uma das vozes mais firmes há poucos dias, em defesa de Ezequiel.

Destituído da presidência estadual do PTB de forma ríspida e humilhante, pelo secretário estadual do Desenvolvimento Econômico, o ex-deputado federal baiano Benito Gama (PTB-BA), Ezequiel recebeu a solidariedade de Henrique. Por isso, o deputado federal também sofreu efeitos da crise.

O deputado federal Betinho Rosado (DEM), secretário estadual da Agricultura e cunhado da governadora, soltou o verbo em defesa de Benito Gama.

Para Betinho, a intervenção do PTB de Benito – dirigente nacional interino – fora legítima. Asseverou que o próprio Henrique tinha essa prática no PMDB. Rosalba preferiu silenciar, fugindo de mais polêmica e desgaste.

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quinta-feira - 23/08/2012 - 19:53h
Crise

Casos de assédio moral inundam Justiça e afetam Petrobras

A Petrobras tem agido em duas frentes distintas, mas que se interligam pelo foco comum, para estancar uma crise que ganha proporções inimagináveis na Gerência de Mossoró. O caso, por enquanto, tem maior elouquência na esfera judicial.

Emmanoel: Irmão influente do TST

Ao mesmo tempo, há diligências para ser encontrada uma via negociada, pacífica e menos traumática que não exponha ao público o nome da empresa.

Mas o problema jorra de forma crescente e torrencial, contaminando outros setores.  Ganha eco até na sede nacional dessa poderosa transnacional do petróleo e energia, no Rio de Janeiro.

Seu epicentro é a Gerência de Serviços Especiais, comandada por Luiz Antônio Pereira. Ele é visto por empregados litigantes, na Justiça comum e do Trabalho, como um chefe de perfil intolerante e despótico.

Dessa relação conflituosa tem surgido uma série de ações que acuam a empresa na esfera trabalhista. A questão passou a gerar também uma série de demandas judiciais que acusam Luiz Antônio de “assédio moral” e outros excessos correlatos.

No ambiente judicial, a Petrobras passou a jogar duro e com as armas que tem à mão, para rechaçar os empregados. Não tem tido sucesso até aqui.

Causas que tratam de exploração de mão-de-obra passam a formar uma bomba-relógio de milhões e milhões de reais.

No início do mês de julho a Petrobras foi condenada a pagar mais de R$ 620 mil a empregado da Gerência de Serviços Especiais, comandada por Luiz Antônio Pereira. O empregado fez jus ao pagamento porque mesmo submetido ao regime de turno – que prevê jornadas ininterruptas de 12 horas em um regime de embarque de 7 x 7 dias e 7 x 14 -, restou comprovado que trabalhava 17 horas por turno.

Desse modo, o juiz determinou o pagamento de “70 (setenta) horas extras por cada mês de efetivo serviço que devem ser pagas com o adicional de 50% (cinqüenta por cento), em relação a todo o período laborado pelo reclamante não atingido pela prescrição”.

Luiz Antônio pousou na Petrobras, graças àqueles arranjos conhecidos na política nacional. Qualquer pessoa medianamente bem-informada sobre a terra Brasil, sabe, que o pindorama verde-e-amarelo tem uma vocação para acertos de compadrio.

TST

Ele, a propósito, não é funcionário de carreira da Petrobras, uma empresa que se transformou em orgulho nacional por sua pujança e é símbolo do nacionalismo vencedor. Luiz chegou à Gerência graças ao “QI” (Quem Indica).

Seu irmão mais influente, não se surpreenda, é Emmanoel Pereira, ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST).  A corte é o órgão máximo de julgamento no país dos conflitos entre capital e trabalho, patrão e empregado.

Nos intramuros da Petrobras, qualquer estafeta sabe, que Luiz ascendeu ao cargo por essa influência e a força política de um amigo da família, o deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB).

Henrique: aborrecimento previsível

Agora, patinhando em seu estilo atrabiliário, Luiz Antônio compromete quem o indicou e contamina diretamente a Petrobras.

Esta semana, um graduado executivo da empresa desembarcou sem alardes em Mossoró, para se reunir com uma série de empregados que estão travando esse prélio com o ‘gerentão’. O clima é de beligerância. Digladiam-se sem perspectiva de pacificação.

O graduado executivo retornou de sua missão diplomática sem êxito na investida. Confessou, sem rodeios, que o problema está lhe tirando o sono e de outros figurões destacados. E tudo pode ficar ainda pior. Não duvide.

Sabe-se que há um movimento crescente, articulado, para formalização de denúncia a veículos de imprensa de nível nacional. Dossiê engorda a cada dia. As perseguições poderiam ser comprovadas em farto material. Pior é quando forem relacionados o vigor e condição de “imexível” de Luiz Antônio, no cargo, à relação familiar com um ministro do TST e ao poder de Henrique Alves. Prato cheio para que sejam abertos manchetões na chamada Grande Imprensa. Tudo que Emmanoel e Henrique não desejam. Nem podem deixar correr solto.

Para engrossar o “caldo”, essa crise pode desfiar outras situações ainda mais delicadas e que comprometeriam o status de seriedade da Petrobras, na relação com prestadores de serviços e fornecedores de produtos.

Há algo de podre no reino da Dinamarca? Quem sabe?

O Blog ouviu pelo menos cinco pessoas que estão nesse redemoinho. Algumas delas, em face do que estariam sofrendo, estão até sob tratamento psicológico e psiquiátrico.

Quem tem muito a acrescentar ao assunto é o jornalista e blogueiro Daniel Dantas. Ele, que se diga, até bem pouco tempo era funcionário da estatal. Sabe muito. Tem muito a contar.

Veja AQUI.

 

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domingo - 19/08/2012 - 20:02h
Crise no Governo

Betinho acusa Henrique de fazer o mesmo que Benito Gama

Realmente, PMDB e o DEM da governadora Rosalba Ciarlini não estão falando a mesma língua. Já pareceram mais afinados e homogêneos. A fórmula “água e óleo” que os caracterizava até 2006, quando se uniram após décadas de enfrentamento, está em ebulição.

O secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Pesca do Rio Grande do Norte, deputado fedeal Betinho Rosado (DEM), sai em defesa do seu amigo e secretário do Desenvolvimento Econômico do Estado, ex-deputado federal baiano Benito Gama (PTB).

Em entrevista ao Jornal de Hoje, de Natal, Betinho – cunhado de Rosalba – disse que a destituição de um diretório é um “ato extremo”, no entanto, comum entre os partidos políticos do RN e cita o PMDB, presidido pelo deputado Henrique Alves e o PSB, comandado pela ex-governadora Wilma de Faria, como exemplos de legendas que tomaram a mesma posição do PTB.

Deslealdade

Segundo o jornal, ao ser indagado sobre o episódio de destituição do deputado estadual Ezequiel Ferreira de Souza (PTB) da presidência do diretório estadual do PTB, Betinho declarou desconhecer a decisão imposta por Benito, dirigente nacional interino da sigla:

– Não tenho a menor ideia do que foi que houve. Agora, o que houve entendo como sendo um ato extremo, mas um ato comum dentro dos partidos. O PMDB já fez destituição de diretório, o PTB, sob a direção do deputado Ezequiel, fez destituições de diretórios municipais, o PSB de dona Wilma faz destituição de diretórios, portanto, todos os partidos fazem destituição de diretório, quando não há afinidade entre os diretórios estadual e municipal.

As declarações de Betinho batem de frente com pronunciamento de Henrique, aliado com articulações importantes em Brasília e no estado,em favor do governo. Para Henrique, o expurgo de Ezequiel foi “uma deslealdade e violência”, além de classificá-lo como “mesquinho e desastroso”.

“Eu sou do DEM e não tenho nenhuma opinião sobre isso (destituição). É para ser conversado com Benito e Rosalba, se for o caso”, disse Betinho à reportagem de O Jornal de Hoje.

Nota do Blog – Há poucos meses, a governadora anunciou com pompa a criação do seu Conselho Político, formado entre outros nomes pelo seu marido Carlos Augusto Rosado (DEM), senador José Agripino (DEM), deputado federal Henrique Alves, senador-ministro Garibaldi Filho (PMDB) e deputado federal João Maia.

O episódio da saída abrupta e grosseira do deputado Ezequiel Ferreira, do comando do PTB, ainda mais em pleno período eleitoral, é um caso típico de insulto a esse mesmo colegiado. Conselho Político para quê?

Depois desse incidente, os Alves têm motivos de sobra para ficarem ressabiados. Já estão.

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sexta-feira - 17/08/2012 - 15:32h
Mossoró

“Força do Povo” anuncia mais reforço à campanha

A Coligação Força do Povo informa que além de Garibaldi Filho (PMDB) e Walter Alves (PMDB), outros nomes de peso da política potiguar reforçam campanha de Cláudia Regina (DEM) e Wellington Filho (PMDB) a prefeito e vice de Mossoró.

A campanha da candidata Cláudia Regina (DEM), da coligação Força do Povo, ganha neste fim de semana a força do senador José Agripino (DEM), ministro Garibaldi Alves Filho (PMDB) e dos deputados federais Henrique Alves (PMDB) e João Maia (PR), além da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), que tem participado da campanha de Cláudia Regina todos os finais de semana.

Os quatro confirmaram participação na Marcha do Abraço, que acontece na tarde deste sábado, em ruas dos bairros Ouro Negro, Aeroporto e Quixabeirinha.

“O ministro Garibaldi Alves Filho já havia agendado a participação na campanha de Cláudia e disse ontem que vem a Mossoró para mostrar aos mossoroenses que os candidatos Cláudia Regina (prefeita) e Wellington Filho (vice) são os melhores para Mossoró”, informa nota oficialidade coligação.

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quinta-feira - 16/08/2012 - 17:33h
PTB

Henrique Alves acha “inaceitável” destituição de Ezequiel

O deputado federal Henrique Alves (PMDB), aliado do Governo Rosalba Ciarlini (DEM), não usou de rodeios nem se omitiu, quanto ao episódio de destituição do deputado estadual Ezequiel Ferreira do comando do PTB potiguar:

– Uma palavra apenas sobre o episódio desrespeitoso do senhor Benito Gama contra o deputado Ezequiel, presidente do PTB: inaceitável! Repito: inaceitável!!

Nota do Blog – Benito sabe como agradar aos chefes, deputado.

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segunda-feira - 06/08/2012 - 15:35h
Mossoró

Henrique põe em prática plano para retomar espaço

Pode passar despercebido a muitos, mas é bom você ficar de olho nas movimentações do deputado federal Henrique Alves (PMDB). Ele quer mais do que apenas reforçar a chapa  Cláudia Regina (DEM)/Wellington Filho (PMDB) à Prefeitura de Mossoró.

Henrique investe na retomada de espaço próprio em Mossoró, através do partido que durante muitos anos foi uma referência política e de grande capital de votos no município. Cláudia é “hospedeira” dessa visão estratégica do parlamentar.

A eleição de Cláudia, com o ‘encaixe’ do advogado Wellington Filho,  é seu “passaporte” para alavancar esse plano no segundo maior colégio eleitoral do Rio Grande do Norte.

Durante muitos anos, Henrique e seu pai (já falecido) Aluízio Alves foram obrigados a praticamente “arrendar” o PMDB ao grupo do então deputado federal Vingt Rosado. A aliança era necessária e mostrou-se importante para voos maiores dos Alves. Foram praticamente 20 anos de acomodação de interesses.

Entretanto, com o passar do tempo, a própria identidade do “aluizismo” e seu capital direto de votos minguaram em Mossoró, até o partido ser “desovado” pelo esquema Rosado em 2005.

A candidatura de Cláudia, nome muito mais ligado ao senador José Agripino (DEM) do que ao casal governadora Rosalba Ciarlini (DEM)-ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), facilitaria essa costura ousada de Henrique. É com ela que o deputado trata diretamente da campanha em Mossoró, além do próprio José Agripino.

Sua própria influência no governo Dilma Rousseff (PT) e possível eleição à presidência da Câmara Federal podem torná-lo ainda mais importante à gestão de Rosalba e mais ainda a uma hipotética administração Cláudia/Wellington.

Ardiloso, com tato, Henrique repete o que a sabedoria sertaneja ensina: come “pelas beiradas”. Está quente? Esfria, até chegar ao núcleo do poder.

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domingo - 05/08/2012 - 14:06h
Conversando com... Henrique Alves

Junção de forças aponta para vitória de Cláudia, diz deputado

Um encontro com papeis invertidos. Primeiro, o repórter é que foi localizado por telefone pelo entrevistado; segundo, o entrevistado resolveu – de saída – sabatinar o repórter. Estranho? Parece. Pelo menos esse foi o preâmbulo do encontro do editor desta página com o deputado federal Henrique Alves (PMDB), dia passado, em Mossoró.

Henrique diz que 'saiu da fila' para Senado e Governo (Robson Carvalho)

Henrique conversou longamente sobre diversos assuntos. Passou de dúvidas quanto ao uso do verde pela oposição, em Mossoró, à sucessão mossoroense, mensalão, administração estadual, reforma política e futebol. O bate-papo foi no restaurante Cândidu´s, onde ele almoçava ao lado de diversos correligionários peemedebistas.

Boton no peito, camisa polo em cores verde e branco, com um detalhe em laranja na parte interna da gola. Eis Henrique Alves à caráter, para a ocasião da campanha mossoroense e à tradição do “aluizismo”, movimento político iniciado por seu pai – Aluízio Alves – no final dos anos 50.  

Mas antes de sentarmos, ele questiona o repórter sobre o uso da cor verde como padrão visual da candidata a prefeito pela oposição, Larissa Rosado (PSB). Não compreende. Vê como algo confuso e apropriação de uma simbologia do peemedebismo potiguar.

“Não entendi até agora. Coisas do marketing, deslocado da cultura política local e de sua própria história”, respondi.

Bem, mas deixemos de lado essas digressões da semiótica, marketing, ciência política etc. O prosaico e o cientificismo dão lugar a outras questões, elencadas pelo Blog como mais interessantes do que o tititi cromático.

Cláudia Regina

“A candidata Cláudia Regina (DEM) tem postura, discurso, elegância. Tem qualidade. É uma boa candidata a prefeito de Mossoró e o PMDB dá sua ajuda nesse projeto. Ela vai chegar na frente em outubro (eleições)”, comenta em tom premonitório. Para o parlamentar, a postulação da vereadora, com o suporte da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, além da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), marcha para o êxito nas urnas.

Em sua ótica, pelo menos no âmbito mossoroense, a disputa ganha contornos de uma contenda plebiscitária, ou seja, de julgamento da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Enxerga que essa seria a estratégia oposicionista. “Estão usando isso”, diz.

Para o deputado, a coligação que envolve DEM e PMDB na chapa majoritária, ou seja, Cláudia e o advogado Wellington Filho (PMDB), respectivamente candidatos a prefeito e vice, precisa ser apresentada como “uma junção importante para Mossoró. O PMDB pode ajudar ainda mais o governo de Cláudia e Wellington no plano federal, em Brasília. Rosalba também, como governadora, além de Fafá, com seu carisma”.

Entretanto, pondera que esse diferencial não significa a existência de um processo discriminatório em relação a quem não seja aliado do seu partido e do próprio Governo Dilma Rousseff (PT). “Na verdade, os recursos são muito curtos, limitados, em face da grande necessidade de todos os municípios.  O PMDB pode dar uma ajuda determinante”, reforça. 

Rosalba Ciarlini

“A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) é respeitada lá (Brasília)”. A afirmação de Henrique escuda a governante. Em sua avaliação, a fase difícil da gestão estadual é superável. O partido que comanda tem feito sua parte, com endosso a pleitos da governante, no governo federal. Aí, salienta, é que se revela a própria intervenção positiva do PMDB e seu trabalho pessoal. 

“Ela (Rosalba) está em fase de recuperação”, estima o deputado. Também não vê as eleições municipais deste ano como “plebiscitárias” nos 167 municípios. “Não haverá um julgamento do Governo Rosalba; cada município tem suas peculiaridades, sua realidade própria”, diz.

Sucessão em Natal

Quanto ao cenário da capital, a candidatura do deputado estadual Hermano Morais (PMDB) está em franco crescimento na sucessão municipal. Henrique Alves afirma que acredita na realização do segundo turno e num crescimento contínuo do candidato, que “é um político respeitado, sem qualquer mancha em sua trajetória como vereador e deputado”.

Analisa, que a exposição pública de outros candidatos como o próprio Hermano, num discurso “antimicarla – que era patrimônio de Carlos Eduardo (PDT)”, tende a diluir a vantagem do ex-prefeito na corrida sucessória. “Agora a cidade passa a conhecer outros candidatos.”

Sobre a possibilidade de Carlos Eduardo, seu primo, um Alves também, perder o registro da candidatura, em face de imbróglio judicial, ele prefere não se pronunciar: “Não falo sobre isso. Não entro nessa seara”.

Futuro de Henrique

Henrique vê dificuldade para reforma (Robson Carvalho)

O deputado acalentou, durante muito tempo, o sonho de ser governador do Estado. Chegar ao Senado, também. O deputado federal garante que agora tem outra prioridade política: trabalha para ser presidente da Câmara Federal no próximo biênio da atual legislatura. “A partir daí vou ver os horizontes”, dispara.

– Significa que projetos como de disputa do governo (ou Senado) podem ser exumados? – é-lhe indagado.

– Não. Eu respeito a fila – assinala, sorrindo.

Assevera que “o caminho natural será o da reeleição”. E manda um recado para correligionários: “Terei uma postura absolutamente leal”. Conhecendo bem as duas casas legislativas federais, conta que é mais afeito ao burburinho da Câmara Federal. “Sou diferente de Garibaldi Filho (PMDB), que gosta do Senado, é mais tranquilo. Eu sou elétrico, agitado, me sinto bem na Câmara Federal.”  

Fim do DEM

A possível anexação do DEM pelo PMDB, após as eleições deste ano, “tem sido conversada”. Henrique Alves participa e acompanha conversas nesse sentido, mas alerta que não é um tema posto pela cúpula dos partidos. “É possível, mas não existe nada sendo adiantado”, sublinha. A simples extinção do DEM não é meticulosamente planejado.

Para ele, “o DEM pode até surpreender” com eleições importantes em todo o Brasil. A partir dessa possibilidade, é pouco provável que o partido seja extinto.

Reforma política

Quando finalmente sairá a reforma política cantada em prosa e verso há tempos? Henrique reconhece que esse é um parto difícil, porque os próprios congressistas têm interesses distintos. O olhar pro próprio umbigo termina embaciando a necessidade sempre urgente de mudança.

“Só se fará uma reforma que seja aplicada duas eleições à frente”, calcula. Porém, de antemão, podem ser providenciadas duas modificações que em seu entendimento ajudariam muito: a coincidência de datas das eleições, pois eleições a cada dois anos comprometem a própria governabilidade; o fim das coligações à chapa proporcional. “Temos 30 partidos e essa quantidade não ajuda no processo democrático”, compreende.

O financiamento público de campanha poderá ser adotado algum dia. Mas Henrique Alves acha que não existe atmosfera favorável para adoção desse instrumento legal, para irrigação estatal de todas as disputas eleitorais.

Lembrado pelo Blog que o então presidente Lula da Silva (PT) chegou a levantar a tese de constituição de um parlamento especial, pela via eleitoral, para especificamente realizar uma reforma política, o deputado contesta parcialmente a ideia. Ele acredita que possa existir outra saída. Seria a instituição de uma comissão parlamentar, sem uso de qualquer instrumento infraconstitucional, com a finalidade específica de formatar projeto de reforma.

“Esses deputados e senadores seriam escolhidos pelos partidos e fariam apenas esse trabalho”, argumenta.

Mensalão

Com o Supremo Tribunal Federal (STF) concentrando a atenção de todo o país, no julgamento dos réus do chamado “mensalão” (escândalo de suposta compra de votos de parlamentares no período Lula), Henrique olha sem precipitação para o futuro. Que país sairá desse julgamento?

– Se houver condenação, o caso vai provocar muitos desdobramentos na própria atividade política. Tudo depende do resultado – comenta.

Wellington, Cláudia e Fafá ouvem Henrique: campanha

Contudo, ele frisa que o modelo inquisitorial que levou quase 40 pessoas ao banco dos réus, só agora será substituído por um rito processual mais translúcido. Princípios como do contraditório e do amplo direito à defesa vão realçar informações que possam estabelecer melhores elementos ao próprio juízo de valor da sociedade.

Vasco X Fluminense

Voltemos às abobrinhas. Ufa! O deputado é vascaíno. Considera o seu time o de melhor estabilidade e padrão nos últimos anos no futebol nacional. O Blog concorda, apontando o Coríntians como o de perfil tático mais homogêneo, mesmo que à moda inglesa de marcação ou clone do “ferrolho suíço”. “O Fluminense é nosso segundo time”, brinca o parlamentar. Primeiro no coração do editor desta página, que se diga.

* Ao final da entrevista, a candidata Cláudia Regina chegou ao restaurante, sentando à mesa com entrevistado e entrevistador.

Também compareceram ao local o deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM) e prefeita Fafá, além de vários candidatos à Câmara Municipal, como os vereadores Claudionor dos Santos (PMDB) e Daniel Gomes (PMDB).

ÁLBUM DE FOTOS DA ENTREVISTA (Clique sobre imagem e veja os demais focos):

 

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sábado - 04/08/2012 - 15:07h
Entrevista

Henrique Alves no Blog do Carlos Santos

Conversei agora há pouco, longamente, com o deputado federal Henrique Alves (PMDB). Ele está em Mossoró, reforçando campanha da Coligação Força do Povo.

Nosso bate-papo com o parlamentar vai resultar em ampla entrevista a ser postada amanhã.

Sucessão mossoroense, disputa municipal em Natal e projetos políticos para Governo do Estado estão no rol de temas que dialogamos.

Também entrou na pauta o “mensalão”, reforma política e influência do PMDB na gestão estadual etc.

“A candidata Cláudia Regina (DEM) tem postura, discurso, elegância. É uma boa candidata e o PMDB ajuda. Vai chegar na frente”, comentou em tom premonitório.

Aguarde.

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sábado - 04/08/2012 - 09:59h
Mossoró

Henrique Alves estreia na campanha de Cláudia Regina

Os bairros Belo Horizonte e Boa Vista (Mossoró) recebem, na tarde deste sábado (4), a denominada “Marcha do Abraço” dos candidatos Cláudia Regina (DEM-prefeita) e Wellington Filho (PMDB-vice), da coligação Força do Povo. A iniciativa está prevista para começar às 16h, contando com o reforço – pela primeira vez – do deputado federal Henrique Alves (PMDB).

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) também confirma presença na mobilização.

A prefeita Fafá Rosado (DEM), a vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM) e o deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM) são nomes anunciados para o evento.

A marcha deve terminar à noite, na Praça Raimundo Rubira, no bairro Boa Vista.

Agora pela manhã, o deputado Henrique Alves participa do lançamento da sede do diretório municipal do PMDB em Mossoró, na avenida Augusto Severo, em frente ao comitê central do DEM (Casa 25). A candidata Cláudia Regina participa da iniciativa. Depois, todos seguem em caminhada por ruas do Centro da cidade, encerrando a movimentação na Praça Rodolfo Fernandes (Praça do Pax).

O parlamentar já está na cidade. Ontem, sua programação foi encerrada em Apodi, em apoio à reeleição da prefeita Goreti Pinto (PMDB).

Hospedou-se num hotel de Mossoró e agora segue para a avenida Augusto Severo.

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quinta-feira - 02/08/2012 - 23:58h
Sílvio Torquato Fernandes

PMDB amplia força no governo rosalbista com indicação

O empresário Silvio Torquato Fernandes é o novo adjunto da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec). O convite para o cargo foi feito pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e aceito por ele.

Torquato substitui Américo Maia, que foi exonerado a pedido no começo desta semana para retornar aos trabalhos de auditor fiscal na Secretaria de Estado da Tributação onde é funcionário concursado e vai buscar uma promoção na carreira.

O novo adjunto da Sedec tem uma vida ligada à atividade empresarial e já ocupou o cargo anteriormente e também como titular da Sedec durante o governo Garibaldi Filho (PMDB). Atualmente, ocupa o cargo de vice-presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN).

O Diário Oficial do Estado (DOE) da sexta-feira (3) traz a nomeação de Sílvio Torquato e a solenidade de posse do secretário adjunto da Sedec será neste mesmo dia, às 11h, no auditório da Governadoria.

Com informações do Governo do Estado.

Nota do Blog – Torquato é irmão do ex-deputado estadual Elias Fernandes (PMDB), ex-dirigente do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS). Sua presença no governo amplia mais ainda a influência e presença do peemedebismo na gestão Rosalba Ciarlini – que a cada dia fica mais dependente da liderança do deputado federal Henrique Alves (PMDB).

Se o PMDB virar as costas ao governismo, ele definitivamente vai desabar.

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sábado - 28/07/2012 - 10:34h
Barafunda cromática

Henrique vê “anomalia” em vermelho que vira verde

O deputado federal Henrique Alves (PMDB) vai desembarcar em Mossoró no próximo final de semana, para participar da campanha à prefeitura da vereadora governista Cláudia Regina (DEM) e do vice, advogado Wellington Filho (PMDB).

Mas antes, em rápido bate-papo com o editor deste Blog, ele instiga a polêmica em torno de algo que parece banal, mas não é, em se tratando de simbologias e marketing numa campanha eleitoral.

– Irei vê-lo como exímio conhecedor da cena local, para me explicar essa anomalia de um “verde” fruto dos vermelhos do PT e PSB… – antecipa o parlamentar, convocando este repórter.

Minha reação, de imediato, é o sorriso, para acrescentar em tom jocoso: “Esse mimetismo político exige comissão multidisciplinar para estudar o fenômeno. Vale invocar o grande Aluízio Alves (pai do parlamentar, líder político já falecido)”.

– Boa idéia! Mas já tenho alguma noção do fenômeno.. (risos) – emenda Henrique Alves.

Encontro marcado.

Nota do Blog – A campanha da adversária Larissa Rosado (PSB) à prefeitura adotou o verde como cor padrão de sua identidade visual. Sempre foi um símbolo utilizado pelo PMDB de Henrique em campanhas que remontam aos primórdios do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), nos anos 70.

Antes, Larissa empinava suas campanhas sob o vermelho. O marketing alterou diametralmente esse padrão para a campanha atual. Ocorre, que o verde continua sendo uma das cores adversárias, estampada pelo vice peemedebista de Cláudia, Wellington Filho.

Uma barafunda cromática.

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sexta-feira - 27/07/2012 - 23:11h
Decidido

Henrique Alves adia presença em campanha mossoroense

O Blog conversou agora à noite com o deputado federal e presidente regional do PMDB, Henrique Alves. Ele antecipou que houve adiamento de programação que cumpriria em Mossoró.

– Cumprirei programa extenso amanhã (sábado, 28) e não daria para estar em Mossoró, porque tenho outra agenda em Natal. Terminaria com as duas incompletas – ponderou.

Segundo o parlamentar, sua presença em Mossoró – em apoio à chapa à Prefeitura com a vereadora Cláudia Regina (DEM) e o advogado Wellington Filho (PMDB) – está transferida para o sábado seguinte, dia 4. A expectativa é ficar pela manhã e tarde em Mossoró.

Neste sábado, quem deve cumprir agenda em Mossoró com a chapa governista é o senador José Agripino (DEM).

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sábado - 21/07/2012 - 20:50h
"Prêmio"

TRE acolhe advogado processado por fraudar licitações

Por Luís Fausto (Blog Brasília, Urgente)

Notinha publicada hoje no Painel, a coluna política da Folha de S.Paulo assinada por Vera Magalhães:

Nomeado para o TRE-RN no dia 17, Verlano de Queiroz Medeiros foi processado na semana passada pelo Ministério Público Federal acusado de montar esquema de fraude em licitações no município de Sítio Novo.

Ele advogou para prefeitos no Estado e para o líder peemedebista, Henrique Alves.

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sexta-feira - 20/07/2012 - 10:57h
Prefeito

PMDB faz campanha com maior número de candidatos

O presidente do Diretório Regional do PMDB-RN, deputado federal Henrique Eduardo Alves, comemora a mobilização das lideranças municipais do partido, em torno das eleições deste ano, para manter o PMDB como o maior partido político do Rio Grande do Norte.

O PMDB vai disputar as eleições para prefeito, no Rio Grande do Norte, com candidaturas próprias na maioria dos 167 municípios potiguares, inclusive na capital, Natal, onde não disputava uma eleição, encabeçando a chapa, há 20 anos.

Ao todo são 98 candidatos a prefeito pelo PMDB registrados no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN). O partido vai disputar as eleições com o dobro do número de candidatos lançados pelo segundo colocado, o DEM, que terá 49 nomes na disputa deste ano.

Em todas as regiões do estado o PMDB também indicou mais de 25 candidatos a vice-prefeito se compondo com outras legendas. Para Henrique Alves, o momento é singular para o PMDB e reflete a confiança das lideranças municipais na direção da legenda que ele preside. O deputado ainda acumula a liderança da bancada do PMDB na Câmara dos Deputados com 81 parlamentares.

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quinta-feira - 12/07/2012 - 09:27h
Eleições no RN

PMDB tem maior números de candidatos a prefeito

Do Blog de Anna Ruth Dantas (Panorama Político)

Veja o ranking dos partidos que mais lançaram candidaturas a prefeito no Rio Grande do Norte à campanha deste ano: os números foram atualizados ontem às 17h39:

PMDB 75

DEM 44

PR 37

PSD 33

PSB 30

PP 18

PT 16

PMN 14

PSDC 9

PV 7

PPS 6

PSOL 6

PC do B 6

PSDB 6

PDT 6

PSC 5

PTB 5

PRB 2

PTN 2

PRTB 2

PRP 3

PCB 2

PHS 1.

Nota do Blog do Carlos Santos – PMDB e PR, numa dobradinha que enxerga lá na frente, as eleições de 2014, devem ser as forças mais vigorosas nas eleições. É provável que as urnas mostrem isso.

Os deputados federais Henrique Alves (PMDB) e João Maia (PR) firmaram uma aliança que funciona no apoio ao Governo Dilma Rousseff (PT) e ao Governo Rosalba Ciarlini (DEM). Simplificando: estão dos dois lados do cabo-de-guerra.

O DEM, que estimava lançar cerca de 50 candidatos, tende a sair menor da corrida eleitoral e ainda mais dependente dos aliados PR e PMDB.

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sábado - 07/07/2012 - 16:45h
Câmara Federal

PSB ameaça candidatura de Henrique Alves a presidente

Por Luís Fausto (Blog Brasília, Urgente)

A notícia veio da agência Reuters e ganhou as páginas dos jornais e dos portais de todo o país.

Segundo o Brasil 247, a candidatura do potiguar Henrique Eduardo Alves à presidência da Câmara dos Deputados no próximo ano pode ganhar um adversário de peso.

O PSB ameaça lançar um nome, o do deputado paulista Márcio França.

Leiam:

Em meio aos desentendimento com o PT na disputa municipal, o PSB dá prova de que o incômodo do PT diante de suas pretensões nacionais não é em vão. Segundo a agência Reuters, o partido presidido pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos, já está gestando uma candidatura própria à presidência da Câmara, em 2013.

A candidatura socialista ameaça o acordo entre PT e PMDB, que se revezam na presidência da Câmara desde 2007. Em 2013, seria a vez de o peemedebista Henrique Eduardo Alves (RN) assumir o lugar de Marco Maia (PT-RS). O que deve preocupar os dois maiores partidos do Congresso Nacional é que o PSB não está sozinho na empreitada e tem se aproximado do PSD e do PCdoB, que totalizariam 94 votos na Câmara.

O nome mais forte no PSB para concorrer à presidência da Câmara é o deputado Márcio França (SP), que regressa à Câmara após deixar a Secretaria de Turismo do governo de São Paulo. Na avaliação dos socialistas, o nome poderia até seduzir tucanos, dada a proximidade entre os partidos em São Paulo.

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Categoria(s): Política
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quinta-feira - 05/07/2012 - 01:33h
Outra crise

Direção do Itep pode sofrer mudança em breve

O Instituto Técnico-Científico de Polícia (ITEP) pode passar por modificações em seu comando. Reunião em Natal na terça-feira (3), com ‘roupa suja’ sendo lavada etc., identificou de vez a fragilidade no cargo do diretor-geral Nazareno de Deus.

Ele esteve com os secretários de Segurança Pública e Defesa Social, Aldair da Rocha, e o de Administração e Recursos Humanos, Álber Nóbrega. Está com cabeça a prêmio e tende a cair.

Há articulação política já sacramentada na sucessão municipal de Nova Cruz (maior cidade do Agreste, com 28.905 eleitores), que pode refletir diretamente no Itep. O odontólogo Max Andrade, ex-vice-prefeito de Nova Cruz, estaria pronto para desembarcar nessa autarquia estadual.

Max com João Maia: costura política

Max retirou candidatura à prefeitura pelo PR, dando apoio à reeleição do prefeito Flávio Azevedo (PMDB), nome da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Segundo suplente do senador-ministro Garibaldi Filho (PMDB), Max mudou de rumo a partir de articulação a seis mãos dos deputados federais Henrique Alves (PMDB) e João Maia (PR), além do presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Motta (PMN).

Insatisfação

O Itep seria uma compensação para o ex-vice-prefeito, pelo ‘sacrifício’ de recuar da candidatura própria a prefeito.

É importante assinalar, que a substituição de Nazareno atenderia também a setores influentes do funcionalismo do órgão, insatisfeitos com sua gestão.

O diretor-geral Nazareno entrou em choque com servidores, além de ter caído em desgraça de vez na Governadoria, devido recente episódio ocorrido em Mossoró. Um corpo crivado de balas passou quase 15 horas para ser recolhido e autopsiado pelo Itep, por falta de legista. Ele perdeu “as rédeas” do comando e não consegue mais otimizar escalas de plantões.

Nazareno de Deus Medeiros Costa é médico especialista em medicina legal pela Sociedade Brasileira de Medicina Legal de Pernambuco, com 30 anos de carreira no ITEP-RN. A pessoas próximas de sua amizade, segundo se comenta, teria dito há tempos que continuava à frente do órgão por respeito à governadora e à confiança da missão. Porém, se sentia desprestigiado.

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quarta-feira - 27/06/2012 - 08:12h
Uern

Estado resolve, finalmente, negociar com grevistas

O Governo do Estado finalmente resolveu reabrir negociação direta com os grevistas da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). A segunda paralisação na atual gestão estadual passa dos 50 dias.

– Governo marca reunião com Uern para amanhã (quinta-feira, 28) às 10h – comunica o deputado federal Henrique Alves (PMDB), aliado governista que faz parte do Conselho Político do governo.

– Espíritos desarmados em busca da digna solução. Agora tem que haver o entendimento. Urgente! – complementa.

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terça-feira - 19/06/2012 - 10:04h
Aliança

PMDB e PR vivem lua de mel com apogeu “pré-datado”

Os laços entre PMDB e PR estão cada dia mais solidificados no Rio Grande do Norte. Não é namoro, nem amizade. Vivem lua de mel com direito à aliança em vários municípios, sem medo de serem felizes e pouco ligando para o que os outros falam.

O parceiro que eles dão uma “força” estratégica para não desabar de vez, o DEM da governadora Rosalba Ciarlini, do senador José Agripino e do ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, resmunga baixinho mas não está em condições de estrebuchar. Se chiar, vai ser ‘enquadrado’.

O casamento tem data para seu apogeu, como se fosse possível uma felicidade “pré-datada”: é 2014. Ano das eleições gerais, ano de Copa do Mundo, de uma hipotética candidatura do deputado federal Henrique Alves (PMDB) ao Senado e, quem sabe, do deputado federal João Maia (PR) ao Governo do Estado.

Quem sabe, heim?

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Categoria(s): Política
terça-feira - 19/06/2012 - 09:29h
Areia Branca

Bruno descarta Souza e governismo terá dois candidatos

O sistema governista em Areia Branca, que há anos simula ser unido e mantém uma delicada convivência, marcha à divisão. Duas candidaturas a prefeito devem sair desse ‘útero’, depois que mágoas pessoais e interesses conflitantes começaram a transbordar abundantemente.

O prefeito Manoel Cunha Neto (PP), o “Souza”, caminha para lançar a ex-secretária da Saúde do Município, Lidiane Garcia (PSB), para personificar seu nome e grupo. Já o vice-prefeito José Bruno Filho (PMDB) caminhará noutra faixa.

Souza e Bruno: crônica de um racha anunciado

Como este Blog tem narrado há tempos, trazendo fatos de bastidores e dissecando acontecimentos mais visíveis, o prefeito Souza e o vice-prefeito Bruno Filho nem se falam mais em convívio social e administrativo. Há algumas semanas passaram a usar intermediários e até microfones da Rádio FM Costa Branca para expressarem mágoas e mandarem recados mútuos.

Bruno resolveu endurecer de vez com Souza, que se aproxima do final do segundo mandato. Pré-candidato à prefeitura, o vice-prefeito (e ex-prefeito duas vezes) mudou de opinião ou ajustou-a, para escantear definitivamente o prefeito do processo sucessório.

Se antes proclamava não impor vetos e dizia não ter preferência de um nome a vice, hoje Bruno Filho assume nova postura. É diametralmente oposta ao que declarava há poucos dias. Passou a puxar para si a primazia de escolhas e exclusões, além de subjugar Souza à sua vontade. Tem respaldo para isso.

Domingo (17), na casa do presidente do PMDB, ex-vereador Cleodon Bezerra, com as presenças de Bruno e do vereador Dijalma Souza (PMDB), o prefeito foi comunicado de uma decisão que amputava sua participação na campanha municipal. Foi informado que num acerto entre os presidentes estaduais do PMDB e PR, respectivamente deputados federais Henrique Alves e João Maia, ficara decidido que o ex-vereador e ex-candidato a prefeito Francisco Macedo (PR) ocuparia espaço como vice.

“Impeachment”

Descartado, Souza deixou a reunião visivelmente magoado. O impacto foi de um “impeachment” moral, de cima para baixo, alijando-o do próprio processo sucessório e ejetando-o do poder com meses de antecedência.

Há quase duas semanas, precisamente na sexta-feira (8), Bruno fez pronunciamento na FM Costa Branca (veja AQUI) debulhando ressentimentos de Souza. Mesmo assim, num lampejo e ardil “conciliador”, declarou:

– Esperamos que o nosso principal aliado, o prefeito Souza, atendendo ao compromisso firmado em nosso coligação, indique com a maior brevidade possível, o nome do candidato a vice-prefeito para compor a nossa chapa.

Segundos antes, na mesma fala, Bruno tinha declarado o seguinte em relação à indicação do vice: “Nunca tive nome de preferência ou nome ideal e nunca me opus a nenhum dos nomes apresentados”.

No domingo (17), ocorreu a reviravolta: com o respaldo de João Maia e Henrique, o pré-candidato a prefeito ganhou fôlego para se vingar de Souza. Na FM Costa Branca (dia 8), ele já tinha afirmado que recebera um tratamento incompatível do gestor, que também afetara “os que estavam mais próximos” dele. Agora vem o troco.

Enfim, a sorte está lançada.

Nota do Blog – Vale lembrar que o enfrentamento assumido por Bruno tem um combustível adicional: livre de demandas judiciais e no Tribunal de Contas do Estado (TCE), que poderiam impedi-lo de ser candidato, após longa peleja do próprio Souza  para viabilizá-lo, ele não precisa mais “pisar em ovos” e evitar maiores atritos. Agora está seguro de si.

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Categoria(s): Política
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