A imagem de alguns promotores de Justiça com atuação em Mossoró, nos últimos anos, ganhou enorme dimensão na sociedade. Parece que possuem superpoderes, diria alguém mais exagerado.
Mas poucos se dão conta do que realmente está por trás do trabalho investigativo deles em áreas como patrimônio público e eleitoral.
Ninguém atua só, incorporando personagens solitários e infalíveis – como se fossem produtos da literatura policial.
A vida real é diferente. Não há exército de um homem/mulher só.
Dois exemplos emblemáticos de trabalho, em equipe, podem ser extraídos da chamada “Operação Vulcano” (veja AQUI) e ações da campanha eleitoral do ano passado.
Na Operação Vulcano, temos papel relevante e “invisível” do Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público do RN (MPRN). Ele é sediado em Natal, mas sua “impressão digital” aparece em auto-relevo nesse caso.
Sua força-tarefa realiza missões de monitoramento de suspeitos, levantamento de dados e outros serviços que respaldam os procedimentos do MP, sob autorização judicial.
No tocante à campanha municipal, as promotoras eleitorais Ana Ximenes e Karine Crispim alcançam resultados inéditos de cassações de mandatos e de outros direitos políticos, também com ótima retaguarda.
Os dois episódios, a propósito, ainda prometem render muitos desdobramentos e embaraços para figurões.
O aparente silêncio não pode ser confundido com calmaria ou omissão.
Anote.























