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Prefeitura aplicará doses sábado e domingo
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“Não vou assistir o povo morrer asfixiado”, avisa Fátima Bezerra
Durante audiência remota com o prefeito mossoroense Allyson Bezerra (Solidariedade), nessa quarta-feira (3), a governadora Fátima Bezerra (PT) antecipou que vai tomar medida mais rígidas na prevenção e combate à expansão da Covid-19 no RN.
“O quadro é grave, muito grave, em todo o Brasil. Colapsou de norte a sul, de leste a oeste. Aproveito para comunicar ao prefeito (Allyson) que até sexta-feira estaremos publicando um novo decreto com medidas mais duras, mais restritivas. Ou endurecemos as medidas agora ou então não haverá leito para atender a população”, disse a governadora.
Pressões
Mas, ela preferiu não adiantar quais medidas serão adotadas. “Sei das pressões e isso é natural e legítimo, faz parte da democracia, mas, acima de tudo, há uma pressão que se impõe às demais, que a garantia do direito à vida”, reforçou.
Ao fazer um breve relato da reunião de ontem dos governadores com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), Fátima disse que enquanto as vacinas não chegarem em quantidade suficiente para imunizar a população, não ficará inerte. “Não vou assistir o povo morrer asfixiado em Mossoró, na região, em todo o Brasil. Espero contar com você, meu caro prefeito”, manifestou.
Novos leitos
O Governo do Estado já começou a instalação de novos leitos em Mossoró para atender à demanda de pacientes Covid da Região Oeste. Serão mais 29 leitos, distribuídos da seguinte maneira: 10 de UTI no Hospital São Luiz e 16 leitos clínicos no Hospital Rafael Fernandes, mais uma UTI e dois outros leitos semicríticos no Hospital Regional Tarcísio Maia.
Somando aos já existentes na cidade, a estrutura (adulto e pediatria) para atendimento de pacientes vítimas da doença passa a ser de 133 leitos, entre críticos e clínicos.
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Apesar do período de recesso no serviço público em face do ciclo carnavalesco, o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) tem cumprido uma agenda diária em Mossoró, despachando com auxiliares e fazendo visitas de surpresa a diversos órgãos da municipalidade.
Nessa segunda-feira (15), ele esteve na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do bairro Belo Horizonte.
“Acompanhado da secretária de Saúde, Morgana Dantas, visitei as instalações da UPA do bairro Belo Horizonte para acompanhar os serviços ofertados à população. Ouvimos os servidores e pacientes e trabalhamos para dar agilidade nos serviços, especialmente porque a unidade é referência no tratamento da Covid-19”, justificou em postagem nas suas redes sociais.
De posse de caneta e um pequeno caderno, ele faz anotações de queixas, observações próprias diversas e sobre sugestões de servidores e clientela dos serviços públicos.
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Terceirizados cobram salários atrasados a prefeito de Mossoró
Do Blog Saulo Vale e Blog Carlos Santos
Ao chegar à Câmara Municipal de Mossoró nessa terça-feira (8), para leitura da mensagem anual de seu primeiro ano de governo, o prefeito mossoroense Allyson Bezerra (Solidariedade) conversou com terceirizados da empresa Releecun Serviços, que atuam como jardineiros.
A categoria dos jardineiros protestou contra os dois meses de salários atrasados (dezembro de 2020 e janeiro de 2021) e cobrou providências. Allyson afirmou que a Prefeitura iniciou o pagamento para as empresas que apresentaram a documentação correspondente.
Ele prometeu que na segunda-feira (8) haveria pagamento dos atrasados de janeiro às terceirizadas, mas apenas uma empresa recebeu – a Estratégia Serviços e Representações – e pode repassar aos seus empregados, porque providenciou documentos em tempo hábil.
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Quanto ao atrasado de dezembro, deixado pela gestão anterior, prometeu outra vez anunciar até o próximo dia 22 um calendário de pagamento.
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Allyson Bezerra, 28 anos, casado, é engenheiro civil e servidor público federal licenciado da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA). Mossoroense, nascido em 12 de maio de 1992, filho mais velho de José Américo e Maria das Neves, Allyson agora é prefeito empossado de Mossoró – após vitória histórica (veja AQUI) no dia 15 de novembro do ano passado.
Com sua infância fincada na comunidade rural do Sítio Chafariz, a 33 quilômetros da área urbana de Mossoró, dividiu seu tempo entre estudos, o lado lúdico de uma criança pobre e tarefas colaborativas na roça, ajudando o pai.
Estudando sempre em escola pública, durante o último semestre do curso técnico em edificações no Instituto Federal do RN (IFRN), ele foi aprovado no concurso para servidor da Ufersa, aos 20 anos. Porém, antes disso, também dava aulas a colegas, exercendo a docência com espírito colaborativo.
Em 2013, na mesma universidade, conclui o bacharelado em ciência e tecnologia, sendo o primeiro da família a ter um diploma de nível superior. Em 2016, cola grau como engenheiro civil e em 2017 conclui o mestrado em Manejo de Solo e Água.
Na universidade, desenvolve pesquisas na área de engenharia civil, chegando a publicar mais de vinte artigos científicos em congressos por todo o país.
Duas eleições surpreendentes
Decide cursar direito e se torna estudante na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Aos 23 anos é eleito presidente do sindicato dos servidores da Ufersa, sendo o mais jovem a ocupar o cargo entre as 67 instituições similares no país.
Em 2017, é eleito para o Conselho Superior da Ufersa, sendo o servidor mais votado para o cargo em toda a história da instituição.
Em 2018 foi escolhido pela Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (RAPS), instituição de alcance nacional, entre mais de mil inscritos, tornando-se uma das 100 lideranças emergentes no Brasil, segundo essa organização de renovação política do país.
Mesmo sem nunca ter sido filiado a um partido, aos 25 anos aceita o convite para ser pré-candidato a deputado estadual e inicia a “Rota da Mudança” por todas as regiões do estado, já inscrito no Solidariedade. Mesmo sem fazer parte das famílias tradicionais, sem maiores meios financeiros ou apoio de grupos/lideranças políticas, acabou eleito em 2018 como um dos 24 deputados estaduais do RN. Nesse poder, foca suas ações em questões delicadas como segurança pública e saúde, atuando na bancada oposicionista.
Em 2020, o maior desafio: candidatura a prefeito de Mossoró. Encarou a prefeita e candidata à reeleição Rosalba Ciarlini (PP), com toda sua trajetória de vitórias e estrutura municipal, empresarial e expertise em resolver eleição no vale tudo. O resultado final apontou maioria para Allyson de 6.263 votos, ou seja, 4,56 pontos percentuais.
Venceu não apenas a ‘Rosa’ e seu grupo que domina a política local há mais de 70 anos, mas também um estranho consórcio entre outras duas adversárias, Cláudia Regina (DEM) e deputada estadual Isolda Dantas (PT), que resolveram atacá-lo, em vez de fustigarem a ‘favorita’ e ‘adversária’ Rosalba Ciarlini.
Foram hostilidades em redes sociais e nas ruas, guias eleitorais e até com militantes rosnando à porta de debates (veja AQUI) ou mesmo invadindo emissora de televisão.
Agora, enfrentará o grande desafio de pegar uma herança maldita deixada por uma antecessora raivosa, que criou todas as dificuldades possíveis para embaraçar sua gestão. Incapaz, por exemplo, de fazer a transição de governo de forma elevada e republicana, optando pela sabotagem.
*Vídeo constante nessa postagem é de do fim de setembro do ano passado, rumo à campanha a prefeito de Mossoró.
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