terça-feira - 13/11/2018 - 21:02h
Mossoró

Legislativo aprova Lei Orçamentária de mais de R$ 536 milhões

A Câmara Municipal de Mossoró entrou na fase final de apreciação da Lei Orçamentária Anual (LOA) 2019, hoje (13), com aprovação do projeto (nº 1204/2018), em primeiro turno, no plenário. A votação conclusiva, em segundo turno, está prevista para próximo dia 21.

A Comissão de Orçamento, Finanças e Contabilidade (COFC), em análise técnica, aprovou 27 emendas dos vereadores à proposta. O plenário referendou a decisão e acrescentou mais uma, após aprovar destaque do vereador Alex do Frango (PMB).

Dessa forma, a Câmara inseriu 28 emendas ao projeto da LOA.

Áreas contempladas com maiores recursos: Saúde (R$ 161.544.251,00), Educação (R$ 115.530.802,00) e Infraestrutura (R$ 63.615.740,00).

O montante orçamentário para o exercício 2019 é de mais de R$ 536 milhões.

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sábado - 10/11/2018 - 18:49h
Mossoró

Prefeitura e Interventoria da Apamim têm guerra de ‘notas’

Prefeitura quer auditoria em contas de entidade, que reage garantindo que serviços são auditados

O duelo entre a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e a interventoria da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), onde se abriga o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) em Mossoró, parece longe do seu fim. O sábado é de novo tiroteio verbal e guerra de informações e contra-informações entre municipalidade e interventores.

HMAC, na ótica da municipalidade, precisa dar explicações quanto ao uso de muitos milhões (Foto: cedida)

A municipalidade que está sob mais um bloqueio judicial (veja AQUI) para pagar cooperativas médicas que atuam na instituição, agora sai da defesa para o ataque, cobrando uma auditoria na Apamim. Veja abaixo:

Nota da PMM

Sob intervenção judicial há mais de 4 anos, a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (APAMIM) teve custo anual só em 2018 de R$ 7.975.041,58 (sete milhões, novecentos e setenta e cinco mil, quarenta e um reais e cinquenta e oito centavos).

Calculando o valor cobrado pela associação nos últimos três anos, o valor supera R$ 27 milhões de reais para pagamento de despesas médicas e hospitalares. A questão é que os repasses SUS de 2016, 2017 e 2018 são de pouco mais de R$ 16 milhões, gerando um déficit de cerca de R$ 11 milhões por ano.

A Procuradoria Geral do Município solicitou uma auditoria dos valores pagos em plantões e às cooperativas médicas. No entanto, a solicitação ainda não foi deferida pelo juiz. O objetivo é entender com clareza para onde estão sendo direcionados especificamente os investimentos repassados à APAMIM.

Gráfico tem exposição de números apresentados pela gestão Rosalba Ciarlini

Em um levantamento mensal deste ano, o valor cobrado pela associação é de R$ 996.880,20 (novecentos e noventa e seis mil, oitocentos e oitenta reais e vinte centavos), sendo que o SUS paga o equivalente a R$ 457.448,78 (quatrocentos e cinquenta e sete mil, quatrocentos e quarenta e oito reais e setenta e oito centavos).

Outra questão fundamental é o número de pacientes atendido de outras cidades da região. “O atendimento dos municípios circunvizinhos ultrapassa 56%. A pactuação existe, mas o repasse não está sendo feito. Com isso, a Prefeitura assume um custo alto sem qualquer colaboração para pagar essa conta”, informa Karina Ferreira, procuradora geral do Município.

Mesmo com receitas insuficientes para arcar com o alto investimento, a Prefeitura tem buscado honrar os pagamentos para evitar a interrupção no atendimento à população.

A Apamim/HMAC diz que recursos repassados são por serviços auditados

A Junta de Intervenção Judicial na Associação de Proteção a Maternidade e Infância de Mossoró (APAMIM), a bem da verdade, emite nota de esclarecimento neste sábado, 10, a respeito da notícia enviada à imprensa pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Mossoró com dados distorcidos e apresentados fora do contexto real dos fatos.

Segue.

Primeiramente cabe destacar que o Hospital Maternidade Almeida Castro, da APAMIM, é referência para saúde materna, neonatal e infantil a três regiões do Rio Grande do Norte/RN. Os valores repassados pela Prefeitura de Mossoró a APAMIM, que vem do Sistema Único de Saúde (SUS), são auditados e devidamente autorizados mensalmente pelo gestor municipal.

Com relação aos valores pagos pela Prefeitura de Mossoró, referentes aos atendimentos feitos a pacientes de outras regiões, cabe lembrar que o gestor mossoroense pode utilizar de instrumento de pactuação para chamar os municípios de origem destes pacientes para que estes repassem a Prefeitura Mossoró os valores devidos por estes serviços, especialmente, levando em consideração o aumento do envio de pacientes destas regiões para Mossoró.

Números de atendimentos no HMAC impressionam e mostram dimensão de seus serviços (Foto: cedida)

O aumento no envio de parturientes para Mossoró, especificamente, à Maternidade Almeida Castro, deve-se ao fato da mesma ser a única da região Oeste do RN com estrutura adequada, profissionais capacitados e na quantidade necessária para realizar partos de alto risco, com suporte de apoio bem estruturado de 17 leitos de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), 13 leitos de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional (UCINCo) e 18 leitos de Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Canguru (UCINCa), além de vários outros serviços complementares.

Com 8 leitos de Unidade de Terapia Intensiva Adulto, o Hospital Maternidade Almeida Castro é também, referência materno infantil. Com esta estrutura, o Hospital Maternidade Almeida realizou, nos primeiros seis meses de 2018, uma média de 18,5 partos ao dia, sendo que 49% destes partos são do município de Mossoró e os demais de outros municípios. Média de 25% destes partos são prematuros (15%) e/ou baixo peso (10%), o que revela centenas de vidas salvas ao ano em função da estrutura montada pela a intervenção judicial, seguindo precisamente o que determinou o decreto Judicial de intervenção de setembro de 2014.

Dessa forma, vale salientar que a maternidade sobrevive dos recursos SUS, conforme foi preconizado pelo juízo interventor nas decisões iniciais (em setembro de 2014) e nas decisões subsequentes (em setembro de 2016 e março de 2017), tendo o município de Mossoró e o Governo do estado do Rio Grande do Norte, sido representado nestas audiências através de seus gestores devidamente acompanhados com assessores jurídicos.

Leia outras matérias que mostram esse confronto

Leia também: Prefeitura tenta explicar falta de pagamentos e é desmentida;

Leia tambémJustiça volta a bloquear contas para pagamento de médicos;

Leia tambémJuiz pode tomar decisão excepcional para pagamento de médicos.

Leia tambémPediatras estão sem pagamento há quatro meses.

Importante relembrar ainda que o pagamento das cooperativas pela Prefeitura de Mossoró está previsto na decisão judicial de intervenção. Observando, principalmente, que esta obrigação da Prefeitura de Mossoró já existia de muito antes do decreto de intervenção judicial na APAMIM, em 2014. Com relação às cinco cooperativas médicas contratadas pelo Estado, estas foram inseridas no contexto da Maternidade Almeida Castro, em 2016, em audiência judicial, após o fim das atividades do Hospital da Mulher.

Quanto aos valores corretos repassados pela Prefeitura de Mossoró a APAMIM, os quais os interventores administram para pagar dívidas milionárias adquiridas antes da intervenção judicial em 2014 junto a bancos, fornecedores e servidores, bem como manter a estrutura funcionando com 180 leitos, e, ainda, investir na recuperação da estrutura física e compra de novos equipamentos, nesta segunda-feira, dia 12 de novembro, será emitido, no horário da tarde, uma nota detalhando a origem real destes recursos e o destino.

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sábado - 10/11/2018 - 15:48h
Em Mossoró

Vereador oposicionista não descarta mudar de lado

Alex do Frango: é possível (Foto: CMM)

Ouvido pelo Blog Saulo Vale, o vereador oposicionista em Mossoró pelo PMB, Alex do Frango, recorreu a um adágio popular para caso de uma hipotética mudança de lado: “Não vou dizer a você que dessa água não beberei”.

Garantiu que apesar dos rumores nesse sentido, não ocorreu nem estaria acontecendo conversas nesse sentido entre ele e o grupo da prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP).

Mas…

Ele chegou a conjecturar que se houver alguma alteração de rumo e de lado, poderá se dar “no entendimento de que o PMB pode cooperar com Mossoró”.

Na última quinta-feira (8), em conversa com o Blog Carlos Santos a ex-secretária municipal da Saúde na gestão Francisco José Júnior (sem partido) Leodise Cruz, presidente do PMB, já tinha dado um sinal nessa direção:

– Amigo, na vida tudo é possível dependendo de como se conversa.

Seu nome tem circulado como opção à novamente à pasta da Saúde (veja AQUI).

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sábado - 10/11/2018 - 07:04h
Mossoró

Rosalba repete Robinson

Rosalba Ciarlini (PP) na Prefeitura de Mossoró repete erro crasso de Robinson Faria (PSD) no Governo do RN.

Ele não tomou medidas duras e saneadoras no começo da gestão e por isso chega a um fim triste.

Os tempos mudaram; ela, não.

Resultado não será o mesmo de antes.

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sexta-feira - 09/11/2018 - 18:14h
Prefeitura de Mossoró

Justiça volta a bloquear contas para pagamento de médicos

Do Blog Saulo Vale

O juiz Orlan Donato Rocha, da 8ª Vara Federal do RN, com sede em Mossoró, determinou nesta sexta-feira (9) o bloqueio imediato de R$ 2,5 milhões das contas da Prefeitura de Mossoró em favor do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC). A unidade hospitalar está sob intervenção judicial desde setembro de 2014.

Mais um bloqueio que é rotina no governo municipal (Foto: web)

Foram bloqueados R$ 1.130.493,19 (um milhão, cento e trinta mil, quatrocentos e noventa e três reais e dezenove centavos), para pagamento dos repasses dos valores SUS.

Também foram bloqueados R$ 223.820 em favor da Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), além de R$ 742.208,19 para Neoclínica e R$ 492.240 para o Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia de Mossoró (NGO). Essas três cooperativas médicas atuam no Hospital Maternidade Almeida Castro.

Conduta desidiosa

“[…] Ademais, observa-se que o ente municipal já fora contemplado com o recebimento de valores repassados no referido mês [outubro] do corrente ano pelo Ministério da Saúde, o que demonstra a existência de saldo para o pagamento dos valores pleiteados. Desta feita, não há justificativa para a conduta desidiosa do Município no que diz respeito aos serviços de saúde prestados à população de Mossoró”, escreveu o magistrado na sentença.

O juiz também afirmou que os recursos SUS não podem ser usados para outra finalidade. “Nota-se que a transferência de recursos financeiros fundo a fundo é o instrumento de descentralização, disciplinado em leis específicas de repasses de recursos federais para o Ministério da Saúde – MS para outras esferas do governo. Esse tipo de transferência é regular e automática, e se caracteriza pelo repasse de recursos, diretamente do Fundo Nacional de Saúde (FNS), para os fundos estaduais e municipais de saúde, de modo que devem ser usados exclusivamente, para a finalidade a que se destina, sob pena responsabilização do gestor municipal”, alertou.

Leia também: Juiz pode tomar decisão excepcional para pagamento de médicos.

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sexta-feira - 09/11/2018 - 15:28h
Prefeitura de Mossoró

Juiz pode tomar decisão excepcional para pagar médicos

Juiz Orlan Donato: paciência por um triz (Foto: Web)

O juiz titular da 8ª Vara da Justiça Federal (Mossoró), Orlan Donato Rocha, poderá tomar medida mais austera para levar a Prefeitura Municipal de Mossoró a pagar dívida de mais de R$ 2 milhões com três cooperativas médicas vitais ao funcionamento do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

Ninguém estranhe, por exemplo, se ele determinar “condução coercitiva” de alguma autoridade de alta patente da municipalidade.

Até aqui, o bloqueio de contas não tem conseguido muito êxito,

Foram 15 bloqueios no ano de 2017, sendo alguns contra o município e outros contra o Governo do Estado. Em alguns casos, foram contra o Estado e o município.

Este ano já são oito bloqueios, ou seja, um a cada 40 dias mais ou menos, em que municipalidade e estado são pressionados ao repasse de recursos retidos ilegalmente.

Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia (NGO), Clinica de Anestesiologia de Mossoró (CAM) e Neoclínica são as cooperativas que estão com seus profissionais sem pagamento.

Ouvido ao chão como bom índio Cheyenne, Apache, Navajo, Cherokee, Sioux ou Comanche.

Leia também: Pediatras estão sem pagamento há quatro meses.

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quarta-feira - 07/11/2018 - 18:28h
Descaso

Pediatras estão sem pagamento há quatro meses

Desabafo de um médico pediatra com atuação em Mossoró, no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) ao Blog Carlos Santos, sobre o tratamento recebido da gestão atual da Prefeitura Municipal de Mossoró.

UTI Neonatal do HMAC é um símbolo da vida numa cidade que se acostumou em ignorá-la (Foto: arquivo)

Leia abaixo:

Carlos Santos:

É lastimável a conduta da prefeitura e de Rosalba que é pediatra com os pediatras que trabalham p pmm ( maternidade e Uti ). Último salário recebido foi junho. Isso mesmo: junho.

A gestão da prefeita Rosalba Ciarlini está devendo os meses de julho, agosto, setembro e outubro referentes aos serviços no HMAC,  em que está incluso também a UTI Neonatal e a UTI Pediátrica.

Os pagamentos estavam sendo feito por bloqueio judicial, mas a prefeitura nesse último está protelando mais ainda para ser pago.

É a realidade dos pediatras de Mossoró, que é administrada justamente por uma pediatra. Triste, triste demais.

Nota do Blog Carlos Santos – Se não me falha a memória, desde o início da administração Rosalba Ciarlini que aconteceram 14 bloqueios judiciais para pagamento de compromissos com o HMAC.

Lamentável demais.

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terça-feira - 06/11/2018 - 23:48h
Mossoró

Prefeita reassume governo após uma semana

Após uma semana afastada para se submeter a uma colecistectomia (cirurgia de vesícula), a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) reassumiu a Prefeitura de Mossoró na tarde desta terça-feira (6).

No período, a vice-prefeita Nayara Gadelha (PP) esteve à frente da gestão municipal.

Rosalba passou a titularidade do governo à Nayara no último dia 30.

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sexta-feira - 02/11/2018 - 12:20h
Novembro

Êxito de operação em Mossoró leva Azul a ampliar voos

Do Blog Saulo Vale

A Azul Linhas Aéreas confirmou que a partir do próximo domingo (4), vai operar com seis voos semanais para Mossoró, o que deve incrementar ainda mais o fluxo de turistas para cidade.

Desde junho, quando Mossoró passou a integrar a malha da Azul, a empresa aérea opera com voos aos domingos, segundas, quartas e sextas. A partir do dia 4 de novembro, os passageiros também terão a opção de voos às terças e quintas.

A média de passageiros/mês em Mossoró com os vôos disponíveis em quatro dias tem sido de 2240 pessoas.

“Com a ampliação, a expectativa é de que mais de 3 mil pessoas por mês trafegando pela malha que parte de Mossoró”, avalia o presidente do Aeroclube de Mossoró, Diomar Freitas.

Propaganda "Fake" da PMM (Print)

Nota do Blog Carlos Santos – Os frutos de um trabalho contínuo do Governo Robinson Faria (PSD) estão aparecendo e tendem a ter melhores desdobramentos ainda.

Apesar de tantas críticas e problemas, outra vez não deixamos de atestar o êxito dessa sua iniciativa que começou ainda em 2015, primeiro ano de governo.

A propósito, a ampliação dos voos já estava programada, com base na boa demanda.

O lamentável nesse caso, é que mais uma vez a Prefeitura Municipal de Mossoró tenta se apropriar do êxito alheio, produzindo propaganda que tenta induzir a opinão pública a acreditar que esse feito é seu, da gestão Rosalba Ciarlini (PP).

Em junho, no início dos voos, já tinha recorrido a essa tática desonesta. Mas o caso não é único ou isolado (veja links abaixo).

Que coisa feia. Francamente!

Leia também: Rosalba volta a assumir ‘obra’ que não existe nem lhe cabe;

Leia também: Rosalba reforça propaganda enganosa sobre voos da Azul.

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segunda-feira - 29/10/2018 - 09:30h
Pós-eleições

Rosalba prepara pacotão com exonerações e forte arrocho

Passadas as eleições 2018, em seus dois turnos, o grupo da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) começa a fazer o rescaldo. O balanço preliminar é desastroso do ponto de vista político: saldo zero, com possibilidade de maiores prejuízos adiante.

Rosalba: saldo zero; Carlos: exonerações em massa (Foto: Canindé Soares)

Os reflexos das urnas nas eleições de 7 de outubro e ontem (domingo, 28), logo começarão a ser sentidos na própria máquina municipal, que foi a principal fornalha da campanha dos candidatos do rosalbismo, todos literalmente derrotados.

Pacotão

Exonerações em massa de comissionados, restrição considerável em contratos terceirizados, arrocho no custeio operacional da municipalidade, reforma administrativa e outras medidas igualmente ortodoxas deverão ser tomadas.

O “pacotão” vai ser aberto. É inadiável, sobretudo porque foi postergado desde o começo da própria gestão, que prometeu austeridade e pouco ousou, agindo em sentido inverso para atender a interesses políticos.

Num desabafo entre circunstantes no final da campanha eleitoral, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, marido de Rosalba, foi claro:

– “Se não, a gente não consegue sequer pagar a folha!”

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quinta-feira - 25/10/2018 - 21:54h
Evento

Previ-Mossoró fará “Piquenique no Parque” nessa sexta-feira

O Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (PREVI-Mossoró) realiza evento nessa sexta-feira (26) denominado de “Piquenique no Parque”.

A iniciativa objetiva congregar aposentados e pensionistas segurados pela autarquia em atividades diversas, que vão acontecer no Parque Municipal no centro da cidade, entre 7h30 e 9h30.

Música, dança, trilha e outras atividades vão fazer parte da programação, destaca Elviro Rebouças, dirigente do Previ.

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quinta-feira - 25/10/2018 - 09:56h
Mossoró

Prefeitura, pela primeira vez, não investe na Feira do Livro

Do Blog Carol Ribeiro

Esta será a primeira vez, em 14 anos de Feira do Livro de Mossoró, que os professores da rede municipal e as bibliotecas das escolas municipais de Mossoró não terão o benefício do cheque-livro para aquisição de títulos ao enriquecimento de seus acervos.

Em postagem em suas redes sociais, a gestão Rosalba Ciarlini (PP) justificou a sua não participação no evento e a falta de investimento:

– No momento de fechar a parceria com os organizadores, a Prefeitura de Mossoró foi surpreendida com um bloqueio judicial nas suas contas somando R$260.000,00 oriundo da cota salário-educação, tornando o incentivo inviável.

O evento será promovido no Partage Shopping entre os dias 30 de outubro e 04 de novembro.

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terça-feira - 16/10/2018 - 22:00h
Denúncia

Saúde em Mossoró tem lista de espera para “raio-x”

Isolda: sucateamento (Foto: arquivo)

Na sessão de hoje (16) da Câmara Municipal de Mossoró, a vereadora Isolda Dantas (PT) relembrou as visitas realizadas na segunda-feira (15) às Unidades Básicas de Saúde (UBS) no Aeroporto I e II, e Abolições. Afirmou que a situação encontrada é um reflexo do que acontece na cidade há meses:

– “Vimos servidores e servidoras de mãos atadas, sem a mínima condição para trabalhar, e os postos de saúde com listas de espera para raio X”.

Isolda, eleita deputada estadual no último dia 7, cobrou, que a prefeitura tenha dignidade para assumir que a saúde básica de Mossoró está um caos:

– “A prefeitura tem que parar de dizer que Mossoró e a saúde do município estão às mil maravilhas. Chega de desculpa esfarrapada, chega de tapar o sol com a peneira”.

Os vereadores Petras Vinicius (DEM), Raério Araújo (PRB), Alex do Frango (PMB), Ozaniel Mesquita (PR) e Genilson Alves (PMN) também estavam na comitiva que realizou a visita.

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quinta-feira - 11/10/2018 - 10:28h
Acordo

Prefeitura finalmente dará apoio à Infância e Adolescência

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e a Justiça potiguar firmaram acordo judicial com a Prefeitura de Mossoró. Assim, será possível o pagamento mensal das dívidas da gestão municipal com o Fundo da Infância e Adolescência (FIA) da cidade.

O valor total de R$ 2.309.828,03 será pago em 36 parcelas mensais de R$ 64.161,89, com vencimento a cada dia 10. A primeira parcela vencida no dia 10 de outubro já foi paga.

O acordo foi homologado judicialmente durante audiência realizada em Mossoró, na qual também estiveram presentes os representantes do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (COMDICA) e da Secretaria de Desenvolvimento Social do Município.

Bloqueio de contas

Em caso de não pagamento, a Justiça já autorizou o bloqueio judicial do valor da parcela mensal diretamente em uma das contas do Município e transferência para a conta do FIA. Caso o acordo seja descumprido e a quitação não seja efetivada mês a mês, o Comdica deve comunicar ao MPRN em até cinco dias úteis após a data prevista para o pagamento.

Em Ação Civil Pública (ACP), o promotor Sasha Alves chegou a afirmar que prioridade da gestão Rosalba Ciarlini (PP) era promoção de festim, em vez de priorizar infância e adolescência (veja AQUI).

O Fundo da Infância e Adolescência tem como objetivo financiar projetos que atuem na garantia da promoção, proteção e defesa dos direitos da criança e do adolescente. Os recursos são aplicados exclusivamente nesta área com monitoramento do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Mossoró.

Veja AQUI a íntegra da decisão.

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quinta-feira - 27/09/2018 - 23:04h
Reação

Sindicato promete enxurrada de processos contra prefeitura

Do Blog Saulo Vale

A sindicalista Marleide Cunha, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), anunciou uma enxurrada de processos judiciais contra a Prefeitura.

Ela afirma que a Prefeitura tem feito os devidos descontos na folha de servidores com empréstimos bancários. Até aí, beleza. O problema é que esses recursos subtraídos não têm sido repassados aos bancos credores.

Muitos servidores têm tido nomes negativados. Bancos também serão alvos de processos, segundo ela.

“Vamos encher a justiça de processos contra a prefeitura e os bancos! Basta!!!” – escreveu a sindicalista nas redes sociais.

Nota do Blog Carlos Santos – Sai prefeito, entra prefeito, mas não mudam as práticas e a relação conflituosa com os servidores.

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quinta-feira - 27/09/2018 - 09:46h
Irregularidades?

Licitação de limpeza urbana em Mossoró tem duelo jurídico

Além de ter passado por recente inspeção especial do Tribunal de Contas do Estado (TCE) quanto à limpeza urbana e terceirização desse serviço, a Prefeitura Municipal de Mossoró está envolvida num duelo que não chegou ao fim. Há questionamento quanto à própria licitação que a municipalidade promoveu este ano, num enredo nebuloso e cheio de interrogações.

Desde a fase administrativa da licitação, a empresa Saneamento Ambiental Ltda. (SANEPAV) contesta a habilitação da Vale Norte construtora, que a sucedeu no atendimento à PMM. Segundo a argumentação da Sanepav, a Vale Norte ‘ganhou’ a licitação sem apresentar requisito exigido pelo Edital, referente à sua capacidade financeira. Há informação corrente também de que não estaria conseguindo cumprir a contento o contrato, quanto às exigências ao seu cumprimento. Levou a melhor com valores abaixo dos preços que já pratica

Sanepav teve longo vínculo com Prefeitura Municipal de Mossoró e foi substituída pela Vale Norte

O Edital exigia que os licitantes, quando do momento da entrega dos envelopes relativos a habilitação e proposta,  apresentassem patrimônio líquido mínimo de 10% do valor estimado para a contratação, o que perfazia algo superior a 13 milhões de reais.

A Vale Norte comprovou que possuía somente 11 milhões de patrimônio líquido mínimo.

Pelo princípio da Vinculação as Normas Editalícias, todos os licitantes devem observar o que preconiza o Edital, sob pena de malferir o Princípio da Isonomia. Também é preciso a comprovação do patrimônio líquido mínimo. Deveria ser aferido no balanço patrimonial de 2016, considerando que a licitação teve seu início no ano de 2017, e a entrega dos envelopes com proposta e documentos, ocorreu em 21 de dezembro de 2017.

Ilegalidade latente

Na ótica da Sanepav, a ilegalidade da habilitação da Vale Norte é latente. Não comprovou o que reza o edital, mas, mesmo assim, ainda restou habilitada e “venceu” a disputa, num negócio que envolve mais de R$ 95 milhões (com direito a aditivos), após essa empresa vencedora obter cinco contratos com dispensa de licitação e um aditivo, nos governos Francisco José Júnior (sem partido) e Rosalba Ciarlini (PP), atual governante.

Essa habilitação está sendo discutida no Judiciário. O Ministério Público ofertou parecer favorável à desclassificação da Vale Norte, porém a Justiça entendeu de forma diversa e julgou favorável à Vale. Houve apelação e está nas mãos do Tribunal de Justiça do RN (TJRN) um posicionamento e a decisão poderá ser revista ou não.

A mesma matéria está sendo enfrentada pelo TCE. Mas o processo ainda resta pendente de julgamento, num ritmo quase parando ou parado mesmo.

Valores da vencedora geram desconfiança

A Vale Norte detém contrato com a PMM de R$ 95.672.777,22 para período de quatro anos. Recebe atualmente o montante de R$ 1.993.182,85 pelos serviços, mensalmente.

O interessante e estranho, é que semanas antes do resultado da licitação no dia 5 de junho deste ano, publicado dia 7 (Leia: Vale Norte é anunciada como vencedora de licitação), ela tinha obtido o quinto (isso mesmo) contrato sequenciado sem licitação na prefeitura, com média/mês de R$ 2.446.867,32.

A diferença/mês entre esse contrato e o da licitação é de R$ 453.684,46 a menos, por mês. O Blog Carlos Santos denunciou essa anomalia à época. Mostramos que existia superfaturamento antes ou um “dumping” contra a concorrência, para superar os concorrentes com preços bem abaixo, tirando-os do páreo.

Bem, não é coincidência, que a própria gestão Rosalba Ciarlini anda embaraçada e cobra administrativamente o cumprimento do edital. Há informações de que um aditivo está sendo lapidado para dar um “tônico” financeiro à Vale Norte nos próximos meses.

Do primeiro contrato dessa empresa baiana em abril de 2016 a maio deste ano, ela obteve reajustes que passaram de 53,2% nos valores contratuais. Leia essa matéria esclarecedora: Rosalba acerta mais alguns milhões em contratos suspeitos.

Nem a venda de cocaína pura tem dado tanta elevação de preços no mercado negro, em tão curto espaço de tempo. Começou com contrato de R$ 9.582.519,36 em abril de 2016 e chegou a R$ 14.681,203,92 em maio de 2018.

Veja boxe que publicamos em maio deste ano, em que sintetizamos a extravagância de números na limpeza urbana

Leia também: TCE suspeita de superfaturamento na limpeza urbana acima de R$ 11,5 milhões.

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terça-feira - 18/09/2018 - 08:50h
Apamim

Juiz já bloqueou contas da PMM 14 vezes para socorrer hospital

Do Blog Saulo Vale

Desde o início da gestão Rosalba Ciarlini (PP), a Justiça Federal do RN, através da 8ª Vara, já realizou 14 bloqueios nas contas da Prefeitura de Mossoró, para forçar o Município a pagamento de dívidas com a Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância (Apamim)/Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

Tendo em vista que Rosalba está à frente da Prefeitura desde janeiro de 2017, é quase um bloqueio a cada dois meses.

A unidade hospitalar é administrada atualmente por uma Junta Interventora, nomeada pela Justiça Federal.

Os recursos para sua manutenção são de verbas federais (SUS), estaduais e municipais.

Leia também: Prefeitura segura recursos de hospital e tem contas bloqueadas.

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segunda-feira - 17/09/2018 - 08:52h
De novo, outra vez...

Prefeitura segura recursos de hospital e tem contas bloqueadas

Do Blog Saulo Vale

A Justiça Federal do RN (JFRN) determinou o bloqueio imediato de mais de R$ 2 milhões das contas da Prefeitura de Mossoró em favor da Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM)/Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

Orlan: mais uma ordem drástica (Foto: arquivo)

A decisão é do juiz Orlan Donato Rocha, da 8ª Vara Federal do RN, datada da última terça-feira (11).

Foram bloqueados valores fixos do mês de julho, que não foram repassados pela Prefeitura à unidade hospitalar, e ainda a produção Sistema Único de Saúde (SUS) e serviços dos profissionais que atuam no local.

Bloqueio de acordo com o valor da dívida: R$ 2.114.264,38 (dois milhões, cento e quatorze mil, duzentos e sessenta e quatro reais e trinta e oito centavos).

Conduta desidiosa

“[…] não há justificativa para a conduta desidiosa do Município no que diz respeito aos serviços de saúde prestados à população de Mossoró. Assim, tendo em vista a manutenção dos serviços prestados pela entidade intervinda [Apamim], bem como o cumprimento das obrigações assumidas pela Junta [administração do hospital], é medida que se impõe o IMEDIATO BLOQUEIO nas contas do município de Mossoró para pagamento de repasse de valores SUS, quantificados em R$ 2.114.264,38”, escreveu o magistrado.

A decisão ainda determina multa de R$ 25 mil à Prefeitura de Mossoró por ter descumprido o acordo celebrado com a Justiça e com a Junta Interventora, no que se refere ao repasse desses valores em dia. Esse recurso também será repassado em favor da unidade hospitalar.

Nota do Blog Carlos Santos – Esse descompromisso parece insanável. O bloqueio não é o primeiro, nem o segundo ou terceiro. Outros vão acontecer.

Fora do controle político de grupos tradicionais locais, o HMAC é paradigma em saúde e poderia estar ainda melhor, se houvesse compromisso do poder público. Lamentável.

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quarta-feira - 05/09/2018 - 14:34h
Projeto

Vereadora quer licitações com transmissão ao vivo

Projeto de lei da vereadora Sandra Rosado (PSDB) dispõe sobre a transmissão ao vivo de de licitações da Câmara Municipal e Prefeitura Municipal de Mossoró.

A proposta aponta que os portais de Transparência dos dois poderes devem disponibilizar espaço para a veiculação desse serviço.

O mesmo projeto aditiva que as etapas de cada licitação devem ser ainda gravadas em áudio e vídeo.

A matéria está em tramitação na Câmara Municipal.

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segunda-feira - 20/08/2018 - 07:58h
Eleições 2018

Filha de Rosalba sai de secretariado para atuar em campanha

Lorena, Rosalba e Kadu: campanha (Foto: arquivo)

Mais mudança na equipe de secretários da prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP).

Sua filha e titular da pasta da Assistência Social, Lorena Ciarlini, foi exonerada.

Em seu lugar entra a adjunta Fernanda Kallyne Rego de Oliveira, assistente social que já esteve na pasta da Ação Social na era Fafá Rosado (PSB), Francisco José Júnior (sem partido) e como titular da Saúde na Prefeitura de Upanema.

Ela é servidora de carreira da municipalidade mossoroense.

Decisão política

A saída de Lorena é uma decisão política normal, para deixá-la liberada para participar da campanha dos candidatos do grupo governista da prefeita Rosalba, principalmente focada na chapa majoritária, onde está seu irmão Kadu Ciarlini (PP), candidato a vice-governador de Carlos Eduardo Alves (PDT).

Leia também: Sandra Rosado emplaca mais um cargo no primeiro escalão.

Lorena foi durante bom tempo um nome cotado para ser candidata a deputado estadual. Mas por decisão pessoal deixou claro à sua mãe-prefeita e ao pai e ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (PP), não pretender ingressar na carreira política.

O nome passou a ser então o de seu irmão, Kadu. Ele acabou sendo deslocado para chapa majoritária, nos acertos políticos do seu grupo.

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domingo - 19/08/2018 - 08:30h
Mossoró

Sandra Rosado emplaca mais um cargo no primeiro escalão

Almeida: Administração (Foto: Eduardo Mendonça)

Como o Blog Carlos Santos antecipou nominalmente em duas postagens recentes (veja AQUI e AQUI), o grupo da vereadora Sandra Rosado (PSDB) assegurou mais um cargo no primeiro escalão da Prefeitura Municipal de Mossoró. Foi uma das exigências para que ela desistisse de uma candidatura à Câmara Federal.

O professor Pedro Almeida Duarte, é o novo titular nomeado para a Administração e Recursos Humanos do governo Rosalba Ciarlini (PP). Ele é ex-secretário municipal e do Estado do RN, além de antigo seguidor do rosadismo.

Erbênia Rosado acumulava o cargo cumulativamente com a pasta de Finanças.

No início da gestão de Rosalba, Pedro era “nome certo” para o secretariado, mas sobrou – gerando um dos primeiros desentendimentos entre os grupos de Rosalba e de Sandra, que se juntaram politicamente em 2016, após cerca de 30 anos de racha político e vários embates eleitorais.

O rosadismo agora tem Pedro Almeida e o ex-vereador Lahyrinho Rosado (PSDB) no secretariado municipal.

Lahyrinho é titular da pasta do Desenvolvimento Econômico.

Leia também: Primas garantem junção familiar e apoio à chapa Carlos-Kadu.

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sexta-feira - 17/08/2018 - 15:36h
Mossoró

Após denúncia, prefeitura volta a distribuir insulina

A Prefeitura Municipal de Mossoró retomou hoje (sexta-feira, 17), a entrega de insulina a pacientes cadastrados em seu sistema.

O Blog Carlos Santos reproduziu no dia passado (veja AQUI) apelos e queixas de familiares e pacientes, cobrando o produto.

A insulina Tresiba, uma com maior demanda, voltou a ser distribuída.

Amém.

Esta página está sempre à disposição para colaborar com questões do interesse público.

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