segunda-feira - 05/09/2022 - 23:02h
Senado

Campanha precisa de mais fôlego para andar

Rafael faz mobilização em vários municípios e redes sociais, para tornar candidatura vigorosa (Foto: divulgação)

Rafael faz mobilização em vários municípios e redes sociais, para tornar candidatura vigorosa (Foto: divulgação)

A campanha do deputado federal Rafael Motta (PSB) ao Senado precisa e precisará de maiores meios financeiros e de estrutura para andar.

No elenco de candidatos proporcionais do partido, também há carência e queixas sussurradas sobre mesmo problema.

Próximos dias são decisivos à campanha dele, da mesma forma que refletirão sobre as candidaturas a deputado estadual e federal da legenda.

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Categoria(s): Eleições 2022 / Política
domingo - 04/09/2022 - 11:42h

Pesquisa & eleições

Por Ney Lopes

Em toda a minha militância política, a divulgação de pesquisa na eleição foi sempre momento de tormento. Tema complexo é a regulamentação legal das pesquisas nas democracias.

Qualquer ponderação corre o risco de ser rotulada como lesão ao princípio da livre expressão do pensamentoRessalvo, que há institutos e empresas idôneas. Porém, os inocentes pagam pelos pecadores. Pesquisa, votar, voto, eleições, votação, pesquisador

No Brasil, a lei eleitoral exige das empresas que realizam pesquisas de opinião pública, o registro junto à justiça eleitoral,  com informações relativas à metodologia, período de realização da consulta, plano das amostras, sistema usado para controle, verificação e questionário aplicado.

A controvérsia gira em torno da indagação: as pesquisas influem ou não no voto popular?

Não hesito em dizer que influem e muito.

Aplica-se pesquisa em várias áreas, com a finalidade de conhecer tendências específicas da sociedade.

Até aí, nenhuma objeção.

Quando se trata de pesquisa eleitoral, a visão é outra.

O “momento eleitoral” tem características especiais e atípicas.

Por exemplo: a rigor caracteriza restrição à liberdade de imprensa proibir que os meios de comunicação, durante a eleição, divulguem e promovam determinado candidato.

Todavia, a lei proíbe tal divulgação, com base no princípio de que nenhum direito ou garantia constitucional pode ser exercido, em detrimento da ordem pública, ou em desrespeito aos direitos e garantias de terceiros.

A pesquisa eleitoral deve ser analisada sob esta mesma perspectiva legal.

Se existem institutos idôneos – e ninguém nega tal constatação –, de outro lado prospera a “indústria da pesquisa”, como instrumento de disseminação de dúvidas e alavancagem de candidaturas, sob encomenda.

Na cultura nacional, prevalece à regra do eleitor não apoiar candidato fraco para “não perder” o voto.

Na hipótese de prevalecerem manipulações e o candidato estatisticamente ser colocado em posição inferiorizada, dificilmente haverá crescimento eleitoral.

Prejuízo irreparável!

Na atual eleição do RN existem pesquisas para todos os gostos.

Por experiência conheço os institutos locais e reservadamente dou o peso de credibilidade apenas aqueles que merecem. Muitos políticos já foram iludidos por alguns deles e outros podem estar sendo.

Em 2004, como candidato a prefeito de Natal, senti na pele as “chantagens” de certas pesquisas. Cheguei a ser abordado para “contratar” uma empresa, que dizia ter constatado índices maiores favoráveis ao meu nome. Mas, como havia no “mercado” acordo de não mudar o quadro, seria necessária “negociação especial ($$) ”. Não aceitei.

Em consequência, até deputado “correligionário no meu partido” apoiou publicamente o adversário, alegando não haver crescimento da minha candidatura. E não poderia haver…

Atualmente, as pesquisas são verdadeiros festivais de “danças”, alternando voltas e contravoltas, com quedas e “subidas inexplicáveis”. A posição de liderança da governadora Fátima Bezerra é a mais estável. Mas, já começam a preparar o terreno para súbita ascensão do senador Styvenson Valentim.

Para o senado, o ex-prefeito Carlos Eduardo mantem-se na liderança. Porém, sofre o impacto da candidatura de Rafael Motta, até agora inexplicável, considerando dizer-se lulista, embora tenha “decapitado” Dilma Rousseff, votando a favor do impeachment da petista.

Rafael está sendo bolsonarista, na medida em que abertamente ajuda o candidato Rogério Marinho, cujo único espaço para crescer será a divisão de votos entre ele e Carlos.

A identidade absoluta de Rogério com Bolsonaro limita o seu crescimento, pois teria que atrair petistas, ou indecisos. Petistas, praticamente impossível. Quanto aos indecisos, por que não há sinais dessa tendência? Numa campanha radicalizada, o bloco do presidente já se definiu. A esperança de Rogério é Rafael.

Há outro elemento “oculto” que é a indignação popular, só percebida na urna. Por isto, tinha razão Ananias, zagueiro do Santa Cruz de Recife, quando dizia: “prognóstico, eu só dou depois do jogo”. É o caso de afirmar: “pesquisa verdadeira, só depois da eleição”.

Ney Lopes é jornalista, advogado e ex-deputado federal

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sexta-feira - 02/09/2022 - 23:36h
Carlos senador

Posição de Fátima procura evitar dúvidas e evasão de apoios

É preciso acurada análise sobre a postura da governadora Fátima Bezerra (PT), em defesa do seu candidato ao Senado, Carlos Eduardo Alves (PDT), para se perceber que nem tudo é visível aos olhos comuns, na política. Porém, tudo tem uma razão de ser. Ou mais de uma. Eis o caso.bifurcação, escolha, divisão, saídas, direita e esquerda - 2

Fátima não defende Carlos apenas por uma questão de coerência politica, haja vista ser ele o candidato de fato e direito a senador, com apoio do PT e seu.

Voltemos um pouco no tempo para compreendermos o porquê de ele ter sido o escolhido, quando outros pleiteavam a vaga, brigavam até (como o atual senador Jean-Paul Prates, do PT), pela indicação.

O ex-prefeito natalense era o nome que causava temor como adversário ao governo, caso fosse candidato pela oposição. Os demais que surgiram e feneceram num mar de especulações ou flutuando em balões de ensaio, não assustavam.

Segundo ponto: Carlos Eduardo foi atraído também por seu bom acervo de intenções de voto na capital e região metropolitana, uma área geopolítica nevrálgica para a governadora, em 2018, e mesmo antes do pleito daquele ano.

Deixar Carlos digladiando-se com o deputado federal Rafael Motta (PSB), por exemplo, um concorrente ao Senado, mesmo que do igual campo político, não era prudente à governadora. Por isso que Fátima Bezerra no último fim de semana foi direta e interveio na arenga entre os dois:

Para quem ainda não entendeu, nossa chapa é formada pelos seguintes nomes: Lula, presidente; Fátima Bezerra, governadora; Walter, vice-governador, e Carlos Eduardo, senador” (veja AQUI).

Está claro, mas não por completo. Falta o inconfessável: não escudar e içar Carlos Eduardo seria um risco para Fátima Bezerra, que provocaria desconfiança na cabeça do eleitor ‘carlista’, pela posição dúbia. Prevaleceram bom senso e inteligência política. Rafael fica no “modo espera,” mas não exatamente fora ou distante.

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sexta-feira - 02/09/2022 - 15:26h
Disputa

A opção de Rogério Marinho é crescer ou crescer

família, censo, crescimento vegetativo, economia , pesquisaEstamos exatamente a um mês das eleições de 2022, que em seu primeiro turno acontecerá em 2 de outubro.

Em relação à titânica luta ao Senado, uma constatação nesse emaranhado de pesquisas (algumas ‘espíritas’, que se diga), é a falta de crescimento por combustão própria de Rogério Marinho (PL). Sua posição é quase vegetativa.

Até aqui, Marinho tira proveito de um racha no governismo entre Carlos Eduardo Alves (PDT) e Rafael Motta (PSB), que até judicialmente andam batendo de frente.

Esse diapasão não continuará até o fim.

Na reta final o fenômeno do “voto útil” no governismo é um fantasma que tem tudo para assombrá-lo, se ele não chegar nesse ponto da disputa com ímpeto de vencedor. Em alta.

A menos que o páreo praticamente estabeleça um empate técnico com possibilidade de vitória, de qualquer um dos três, nos últimos dias de campanha. Aí é salve-se quem puder.

Rogério Marinho não pode correr tanto risco. É crescer ou crescer.

Anote, por favor.

Leia também: Procuradoria é contra impedir presença de Rafael em eventos de Fátima;

Leia também: O que há de sintonia entre duas pesquisas conflitantes.

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quinta-feira - 01/09/2022 - 20:32h
Pesquisa 96 FM/AgoraSei

Carlos aparece com 26%, Rogério com 22,7% e Rafael tem 12,4%

Na Pesquisa 96 FM/Instituto AgoraSei, números divulgados agora à noite pelo programa Jornal das Seis da 96 FM, os números para o Senado estiveram em evidência.

A dianteira é de Carlos Eduardo Alves (PDT) na Estimulada. Mas na Espontânea, o ex-ministro Rogério Marinho (PL) é o primeiro colocado

EstimuladaPesquisa 96 FM-AgoraSei - Senado - Estimulada - 01-09-2022

EspontâneaPesquisa 96 FM-AgoraSei - Senado - Espontânea - 01-09-2022

Pesquisa anterior

Na pesquisa anterior, veiculada no dia 16 de agosto (veja AQUI), na Estimulada Carlos Eduardo tinha obtido 23,7% contra 21,4% de Rogério Marinho. Nessa, o candidato pedetista soma 26% contra 22,7% de Marinho.

De uma sondagem para outra, ele cresceu 2,3% (dentro da margem de erro). Já Rogério Marinho, acabou caindo 1,3 (dentro da margem de erro).

Em relação à pesquisa Espontânea, onde se mede nível de cristalização de intenções de voto, ou seja, fidelização, os dois – Carlos e Rogério – tiveram boa elevação. Quem aparece com maior ‘engorda’ é Rogério, que saiu de 8,9% para 13,3%. Carlos saltou de 3,1% para 7,4%.

O terceiro colocado, Rafael Motta (PSB), ficou estacionado na Estimulada. Teve 12% na passada e agora obteve 12,4%. Na Espontânea, ele subiu – como os outros dois. Decolou de 2,3% para 4,8%

A pesquisa AgoraSei/96FM ouviu 1.200 entrevistados entre os dias 25 a 28 de agosto de 2022. O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 2.8 pontos percentuais, para mais ou para menos sobre os resultados totais da amostra.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral, pode ser divulgada em meios de comunicação e redes sociais – RN-05751/2022.

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quinta-feira - 01/09/2022 - 14:04h
Parecer

Procuradoria é contra tentativa de impedir Rafael em eventos de Fátima

Manifestação do procurador regional eleitoral auxiliar, Ronaldo Sérvio Chaves Fernandes, considerou existir “improcedência integral” dos pedidos feitos pelo candidato ao Senado da Coligação O Melhor Vai Começar, Carlos Eduardo Alves (PDT), contra o deputado federal Rafael Motta (PSB) – seu concorrente.

Procurador Ronaldo Sérgio Chaves Fernandes considerou descabidas as pretensões de Carlos Eduardo (Foto: arquivo)

Procurador Ronaldo Sérgio Chaves Fernandes considerou descabidas as pretensões de Carlos Eduardo (Foto: arquivo)

A representação foi protocolada no último dia 25 (veja AQUI), após Motta participar de movimentação da governadora e candidata à reeleição dessa coligação, Fátima Bezerra (PT), em São Gonçalo do Amarante, dia. “O pleito não merece guarida, por completa carência de respaldo legal”, asseverou Chaves.

O MP Eleitoral destaca ainda que “além do direito de ir e vir” de Rafael Motta, a participação do candidato a senador no evento de campanha do concorrente, por si só, já deveria ser assegurada pelo direito de fiscalização.

“A presença de candidatos em eventos políticos de outros partidos/coligações/federações poderia ser facilmente justificada, na seara eleitoral, pela faculdade conferida a qualquer candidato de fiscalizar os atos realizados por seus adversários, para verificar a ocorrência ou não de ilícito à luz da legislação eleitoral”, afirmou o procurador.

No dia 26 (veja AQUI), Carlos Eduardo já tinha sofrido uma derrota significativa nessa demanda. O juiz auxiliar do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN), Daniel Cabral Mariz Maia, negou pedido de liminar em seu favor. Mesmo assim, ele solicitou “reconsideração” da decisão.

Leia também: Fátima reafirma apoio a Carlos; ele garante afinação com chapa.

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quarta-feira - 31/08/2022 - 14:34h
Pesquisa Agora RN/Exatus

Carlos está com 22,50%; Rogério Marinho 15,75% e Rafael 9,05%

A Pesquisa Agora RN/Instituto Exatus também quis saber a intenção de voto do eleitor potiguar para o Senado Federal. A divulgação dos números nesta quarta-feira (31) mostra que o candidato da Coligação ‘O Melhor Vai Começar!’, Carlos Eduardo Alves (PDT), seria o eleito com 22,50% da preferência do eleitor do RN.

Rogério Marinho,Carlos e Rafael disputam uma vaga ao Senado (Fotomontagem: arquivo)

Rogério Marinho,Carlos e Rafael disputam uma vaga ao Senado (Fotomontagem: arquivo)

Na pesquisa EXATUS anterior, divulgada em 11 de agosto, o pedetista tinha 23% da intenção de voto dos potiguares. Houve uma leve queda, dentro da margem de erro.

Na segunda colocação aparece o candidato Rogério Marinho (PL). Ele tem 15,75% da preferência do eleitorado. Na pesquisa anterior, o ex-ministro aparecia com 18,75%, houve uma queda de 3 pontos percentuais.

O deputado federal Rafael Motta, candidato ao Senado pelo PSB, continua na terceira colocação. Ela obteve 9,05% dos votos dos eleitores entrevistados. Na pesquisa anterior, o socialista apareceu com 9,4%.

Os demais candidatos que buscam um assento no Senado Federal: Pastor Silvestre (PMN), Dario Barbosa (PSTU), Freitas Jr (PSOL), Geraldo Pinho (Podemos), Marcelo Guerreiro (PRTB), Marcos do MLB (UP), Shirlei Medeiros (DC) tiveram menos de 1% da intenção de voto. Não sabem/não responderam somam 31,65% (na pesquisa anterior o índice foi de 23,7%). Ninguém, branco e nulo representam 18,25% (contra 22,6%).

Rejeição

A pesquisa EXATUS também quis saber em qual candidato ao Senado Federal o eleitor potiguar jamais votaria. O ex-ministro Rogério Marinho aparece no primeiro lugar da lista com 13,90%. Em segundo está o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves com 13,60%. Há empate técnico entre os dois.

Rafael Motta vem com 2,80% de índice de rejeição, Pastor Silvestre aparece com 1%. Os demais candidatos ao Senado Federal ficaram com menos de 1%. Não sabe, não respondeu representaram 41,60%; e ninguém, branco ou nulo com 25,05%.

A pesquisa EXATUS ouviu, de forma presencial, 2 mil eleitores entre os dias 26 e 29, em 60 municípios do RN. A margem de erro é de 2,1% para mais ou para menos. O nível de confiabilidade é de 95%. A pesquisa foi registra no Tribunal Superior Eleitoral sob o número: BR-06615/2022, e no Tribunal Regional Eleitoral do RN sob número: RN-01274/2022.

Leia também: Fátima chega a 41,85%, Styvenson cai para 14,80% e Fábio tem 7,40%.

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terça-feira - 30/08/2022 - 09:38h
Pesquisa TN/Difusora/Consult

Rogério chega a 25%; Carlos cai para 23,06% e Rafael sobe a 10,06%

Pelos números da Pesquisa Tribuna do Norte/Rádio Difusora/Instituto Consult, o ex-ministro Rogério Marinho (PL) é o primeiro colocado na disputa ao Senado, em termos numéricos. Deixou para trás o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT). Ambos estão tecnicamente empatados.

Rogério, Carlos e Rafael são os candidatos com melhor posicionamento na pesquisa (Fotomontagem da TN)

Rogério, Carlos e Rafael são os candidatos com melhor posicionamento na pesquisa (Fotomontagem da TN)

Estimulada

Na sondagem Estimulada, na qual são apresentados os nomes dos candidatos, Rogério Marinho tem 25%, seguido pelo ex-prefeito Carlos Eduardo com 23,06%. Em terceiro, aparece o deputado federal Rafael Motta (PSB), com 10,06%. Também foram citados os candidatos veterinária Shirlei Medeiros, 1,18%; Pastor Silvestre 0,47%; Dário Barbosa 0,35%; Marcelo Guerreiro (0,06%) e Geraldo Pinho (0,06%).

Ainda tiveram as respostas “nenhum”, que foram dadas por 17,12% dos que responderam à pesquisas; e não sabe dizer, por 22,41%.

Rogério Marinho apareceu, na pesquisa Consult aplicada entre os dias 22 e 25 de junho deste ano (com registro no TRE-RN), com 21,59%. Na sondagem do mesmo instituto, aplicada em julho (20 a 24), foi para 23% e agora está com 25%. Cresceu dois pontos percentuais.

Carlos Eduardo tinha 23,71% (11 a 25/06); foi para 28,06%. E agora, para 23,06%. Uma queda de cinco pontos percentuais.

Rafael Motta estava com 7,18% na primeira pesquisa (22 a 25 de junho). Foi para 6,82%, em julho. Agora, para 10,06%. Crescimento de 3,18%.

Espontânea

Rogério Marinho também lidera na pesquisa espontânea. Ele teve 12,41%. Carlos Eduardo ficou em segundo, com 6,29%. Rafael Motta, em terceiro, apareceu com 3,12%. Os demais citados na sondagem espontânea para senador na TN/Difusora/Consult foram Freitas Júnior (0,12%), Veterinária Shirlei Medeiros (0,12%) e Marcos do MLB (0,06%). “Não sabe dizer” foi a resposta da sondagem espontânea  de 66,06% dos pesquisados; enquanto 11,53% afirmaram “nenhum”.

Rejeição 

Na rejeição, estão praticamente empatados Carlos Eduardo, com 11,10% e Rogério Marinho, com 11%. Depois, está Rafael Motta, com 3,50%. Pastor Silvestre tem 1%; Freitas Júnior, 0,9%; Dário Barbosa, 0,50%; Marcelo Guerreiro, 0,20%; Geraldo Pinho, 0,20%; Marcos do MLB, 0,10%.

Ainda responderam nenhum, 14,30%; não sabe dizer, 45,20%; e todos, 13,70%.

Dados da Pesquisa

Foram 1700 entrevistas, entre os dias 24 e 27 de agosto. Os resultados da pesquisa estão sujeitos a um erro máximo permissível de 2.37%, com confiabilidade de 95%. Os registros na Justiça eleitoral são: Protocolos BR 06672/2022 e RN 03827/2022.

Leia também: Fátima tem 36%, Styvenson chega a 20% e Fábio fica com 13%.

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domingo - 28/08/2022 - 08:34h

Rafael Motta emerge como a ‘surpresa de setembro’

Por João Paulo Jales dos Santos

A governadora Fátima Bezerra (PT) mexeu com destreza no tabuleiro político. Ao tirar Carlos Eduardo (PDT) do radar da contenda governamental, a governadora asfixiou a oposição, que penou para encontrar um nome com o mínimo de competitividade para enfrentar o projeto de reeleição da petista. Ao fim, o ungido, Fábio Dantas (SDD), foi o único que topou encarar a governadora, e só topou o desafio porque nada tem a perder.surpresa,

No melhor estilo como não tem ninguém vai você mesmo, o bolsonarismo topou bancar, mesmo que limitadamente, seu nome. Tendo Dantas e Styvenson Valentim (PODE), como seus principais adversários, a empreitada de reeleição da governadora ficou menos nebulosa.

Dantas carrega consigo a infâmia do governo Robinson Faria (PL), numa candidatura que teve uma pré-campanha com pouca musculatura de viabilidade eleitoral. Valentim, que emergia com grau de competição para afiançar um 2º turno, mostrou uma leitura equivocada do atual cenário político. Se em 2018 seu estilo arrasa quarteirão alheio a tradicionalidade política o alçou ao estrelato, neste 2022 seus arroubos estão desconectados do contexto.

A polêmica com Allyson Bezerra (SDD), prefeito do 2º maior colégio eleitoral, e as catilinárias contra outros prefeitos, queimaram por si só a largada do senador. Se em meados de julho os indícios apontavam uma reeleição dificultosa, as pesquisas da última segunda-feira (22/08), TCM/TS2 e IPEC, apontam chances de reeleição de Fátima, já em 1º turno.

É o tom que embala o início da campanha.

O que Fátima Bezerra e seu secretário-chefe de Gabinete Civil, Raimundo Alves, não mediram foi que a maestria da articulação dos bastidores da pré-campanha, não significava domínio do xadrez político. Ao escolher o pedetista Carlos para ser seu companheiro de chapa, Bezerra deu-lhe um passe político que ele não tinha, iniciando uma campanha em que seu senador ungido nos condicionadores de ar das salas de reuniões, se torna um fardo em sua caminhada.

Carlos Eduardo passou 4 anos fechado em si mesmo, sem dialogar com prefeitos e sem organizar seu PDT. Mesmo quando era tido pela mídia bolsonarista, em meados do ano passado, o principal nome da oposição à Fátima, não chegou a avançar sua articulação com o conservadorismo potiguar. A petista tirou seu senador do bolso, achando que sua liderança no PT já seria autossuficiente para a militância digerir o novo aliado. Errou no cálculo.

Como pedir para a base petista apoiar Carlos Eduardo, se ele nem ao menos pede voto para Lula? A resposta pensada nos bastidores, quando encarada com a realidade, passou longe do que fora imaginado.

A governadora não compreendeu que não tinha musculatura o suficiente para alavancar o nome de Eduardo. A pergunta que vem a seguir já traz na formulação sua própria resposta: como é que pode, Rafael Motta (PSB), que consigo só tem seu correligionário, o deputado Souza Neto (PSB), como principal aliado, amealhar mais apoios que Carlos Eduardo, que tem a estrutura do Governo à sua disposição?

Ao pensar que trazendo Eduardo para sua chapa estava dando um xeque-mate, Fátima Bezerra apenas deu o xeque, deixando o rei descoberto, com uma casa livre para movimentação, Rafael Motta emergiu a partir da falha da petista.

No lado bolsonarista mais falhas que facilitaram a ascensão do deputado pessebista. Rogério Marinho (PL) não mediu esforços para conquista de centena de prefeituras que tem a seu favor. Se apresentando como uma espécie de governador com sede em Brasília, o aliado de primeira hora do presidente calculou que para garantir a vitória de seu pesado nome, bastava derramar dinheiro nos executivos, a manjada estratégia que há quase 2 décadas vem se mostrando insuficiente para garantir vitória a quem quer que seja.

A equipe de Marinho, pensou piamente, que o vultuoso dinheiro do orçamento secreto seria suficiente para encobrir as inúmeras fraquezas do candidato. Rogério tem uma característica intragável, atrai rapidamente antipatia popular, não consegue, pasmem, minimamente sorrir. A isso soma-se a relatoria da impopular reforma trabalhista, sua atuação imprescindível para a aprovação, da também impopular, reforma da previdência, a incapacidade de ler que os equipamentos e as obras que propala como sendo suas não vêm tendo conexão com a relação de bem-estar que o eleitor estabelece em seu município, e que o apoio de Bolsonaro, num estado preponderantemente lulista, é uma âncora para a derrota.

Marinho vinha escondendo o presidente, mas agora já o associa a seu nome. Se na Grande Natal, enclave menos arredio ao nome do presidente, a associação com Bolsonaro já é um fardo, o que dirá no RN profundo, que corresponde à metade do eleitorado e é mais lulista do que o estado como um todo. A faixa eleitoral de Rogério está intrinsicamente ligada à de Bolsonaro, com este apresentando índices na casa dos 25% dos votos. Segundo constatou os institutos TCM/TS2 e IPEC, o ex-ministro tem um teto limitado, e baixo, de crescimento.

Na margem pedetista, os dois principais prefeitos que fecharam com Carlos Eduardo, Gustavo Soares (PL), de Assú, e Eraldo Paiva (PT), de São Gonçalo do Amarante, não levaram toda a estrutura de suas respectivas prefeituras para arrimar o candidato. Em Assú, a vice-prefeita Fabielle Bezerra (PL) e uma banda da bancada de vereadores governistas fecharam apoio a Rafael Motta, em São Gonçalo, Eraldo esconde Eduardo e sua bancada na câmara de vereadores está fechada com Rafael.

A escolha do senador Jean-Paul Prates (PT) como 1º suplente, para garantir a adesão da militância petista, foi outro erro que o Gabinete Civil da governadoria não calculou. Jean não é figura orgânica no petismo, o que impossibilita seu nome como atração de votos na base partidária, e seu rebaixamento, na ótica da militância, de nome natural à reeleição, para ser preterido por um candidato de Ciro Gomes, atraiu uma fúria incontrolável. Parafraseando Carlos Eduardo, 1º suplente é 1º suplente. Com Jean numa posição constrangedora, a base do PT vem dando sua resposta. O silêncio sobre a disputado ao Senado é a marca latente no agrupamento petista.

A própria noção de Carlos Eduardo como a tração que puxaria Fátima em Natal, foi outro erro que passou longe da matemática do acordo que selou a aliança. O eleitorado natalense nos últimos 6 anos se endireitou, Carlos cresceu conforme essa direitização homologava seu nome, a partir do momento que acontece uma ruptura, Carlos estando com Fátima, e Rogério Marinho como expoente do bolsonarismo, há uma diluição eleitoral do ex-prefeito de Natal que perde o capital político acumulado nesses anos.

Vindo de onde ninguém esperava, subvertendo a lógica pensada, pela esquerda, por Fátima Bezerra, e à direita, por Rogério Marinho, Rafael Motta é a preocupação que assombra os establishments de ambos. Subestimaram 3 pilares que fizeram com que Motta tivesse uma interpretação acurada de que seu nome possuía alta capacidade político-eleitoral. Subestimaram seus atributos político-pessoal, carismático.

O deputado tem uma linguagem que exerce um ímã com as massas, tem um alto apelo popular, onde o eleitor se identifica e o vê como um candidato gente como a gente.

Subestimaram a inteligência da equipe do pessebista, Rafael sabia que havia um alto potencial em sua candidatura, com 2 nomes que contrastam fortemente com a imagem jovem e comunicativa do deputado, seu estafe identificou que seu nome tinha poder de mobilizar e obter protagonismo na corrida. Subestimaram o ímpeto de coragem de Motta. Nem na governadoria nem nas hostes bolsonarista se pensou que o deputado toparia o que enxergavam como uma ‘aventura’.

Acreditaram que as falas do deputado de se lançar como candidato ao Senado não passavam de pura pressão para que seu PSB tivesse garantia de contar com a estrutura do Palácio Lagoa Nova para assegurar, mais facilmente, sua reeleição à Câmara Federal.

Rafael Motta, paulatinamente, vai movimentando uma disputa que se se desse diretamente entre Carlos e Rogério se daria num âmbito natimorto, as massas teriam que se ver restringidas a escolha do menos pior. Assusta nos adversários a narrativa que vem construindo. As equipes de Carlos e Rogério sabem que se Motta conseguir o que parece muito provável, o domínio da narrativa na sucessão, não tem como frear seu crescimento.

Na política americana existe um termo denominado ‘surpresa de outubro’, como as eleições no país ocorrem na 1ª terça-feira de novembro, a surpresa de outubro é aquele fato inesperado que mexe com o jogo, faltando um mês para o pleito, e vira em prol do candidato que não despontava como favorito.

Rogério e Carlos sabem que o potencial para Rafael virar o jogo é grande. Com a campanha iniciando seu horário eleitoral, entrando na fase em que o jogo começa a esquentar, ainda que em temperatura amena, Rafael Motta vai cravando aquilo que sua assessoria previa. Um analista de política americana olhando para a sucessão senatorial, parafraseando mediante o calendário eleitoral brasileiro, cravaria em alto e bom som: Rafael Motta é a surpresa de setembro.

João Paulo Jales dos Santos é graduado em Ciências Sociais pela Uern

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sexta-feira - 26/08/2022 - 21:02h
Campanha

Juiz rejeita representação de Carlos Eduardo contra Rafael Motta

Rafael Motta esteve em movimentação política em São Gonçalo do Amarante, no fim de semana passado (Foto: Brunno Martins)

Rafael Motta esteve em movimentação política em São Gonçalo do Amarante, no fim de semana passado (Foto: Brunno Martins)

O juiz auxiliar do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN), Daniel Cabral Mariz Maia, negou o pedido formulado pelo postulante a senador Carlos Eduardo Alves (PDT), para impedir (veja AQUI) o deputado federal e concorrente ao Senado, Rafael Motta (PSB), de participar de eventos políticos públicos da governadora Fátima Bezerra (PT). O magistrado solicitou ainda a intimação dos autores da representação para juntarem procuração cujos poderes alcancem as candidaturas ao Senado e ao Governo do RN, sob pena de extinção da ação.

Relator da representação protocolada por Carlos Eduardo, o magistrado apontou a impossibilidade de violação do direito constitucionalmente consagrado de ir e vir, sobretudo sem que haja violações às normas jurídicas.

Direito de Rafael Motta

“De início, penso que o direito de ir e vir, consagrado no art. 5o, inciso XV, da Constituição Federal, não pode ser violado, sobretudo de um candidato em pleno período eleitoral. É bem verdade que não é um direito absoluto, mas, a meu ver, não pode o Judiciário impedir que o Representado exerça seu direito à locomoção a qualquer ato político, sem que tenha cometido infração às normas, sejam eleitorais ou não”, argumentou o magistrado em sua decisão.

O juiz afirmou ainda não vislumbrar nos atos informados pela defesa de Carlos Eduardo – a participação de Rafael em caminhada realizada em São Gonçalo do Amarante no fim de semana passado  – infração ao artigo 242, do Código Eleitoral que assim diz: “A propaganda, qualquer que seja a sua forma ou modalidade, mencionará sempre a legenda partidária e só poderá ser feita em língua nacional, não devendo empregar meios publicitários destinados a criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais”.

Leia também: Fátima reafirma apoio a Carlos Eduardo; ele garante afinação com chapa.

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sexta-feira - 26/08/2022 - 20:10h
Governismo

Fátima reafirma apoio a Carlos Eduardo; ele garante afinação com chapa

Através de sua assessoria pessoal, a governadora Fátima Bezerra (PT) emitiu posicionamento sobre entrevero judicial (veja AQUI e AQUI) desencadeado pelo candidato ao Senado, Carlos Eduardo Alves (PDT), contra o deputado federal e concorrente Rafael Motta (PSB):

Carlos Eduardo reproduz mensagem de assessoria de Fàtima Bezerra (Reprodução do Canal BCS)

Carlos Eduardo reproduz mensagem de assessoria de Fàtima Bezerra (Reprodução do Canal BCS)

“Se equivocam os que colocam na minha boca informações que nunca disse diante de fatos político-eleitorais. Seguimos levando nossa mensagem ao povo potiguar, com alegria, com otimismo e responsabilidade. E para quem ainda não entendeu, nossa chapa é formada pelos seguintes nomes: Lula, presidente; Fátima Bezerra, governadora; Walter, vice-governador, e Carlos Eduardo, senador”.

Em suas redes sociais, Carlos Eduardo Alves fez questão de replicar a mensagem de Fátima Bezerra (veja print constante nessa postagem).

“Só posso dizer que nossa relação não é de ontem. Ela começou em 1989, apoiando Lula contra Collor. São 33 anos de parcerias. Tivemos nossos momentos separados? Claro que sim, como qualquer relação longa. No entanto, estivemos incontáveis vezes, lado a lado, enfrentando esse tipo de informação que não constrói nada no debate político. Vamos juntos, governadora! Seguiremos até a vitória, elegendo toda a nossa chapa!”, assinalou o candidato Carlos Eduardo.

Para o candidato, “querem criar, como vem ocorrendo ao longo de toda essa campanha, uma crise” entre ele e a governadora Fátima Bezerra.

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sexta-feira - 26/08/2022 - 09:20h
O "bem-vindo"

Fátima desautoriza Carlos Eduardo e defende Rafael Motta

Da 96 FM (Natal)/Diário do RN

A ação movida pela coligação de Carlos Eduardo Alves (candidato ao Senado, pelo PDT) e Fátima Bezerra (governo, pelo PT) contra a presença de Rafael Motta (candidato ao Senado, pelo PSB) nos eventos de campanha deles, foi desautorizada pela governadora. A informação foi publicada pelo jornal Diário do RN, nesta sexta-feira (26).

Propaganda de Rafael Motta 'adesiva' seu nome ao de Fátima e Lula (Reprodução do Canal BCS)

Propaganda de Rafael Motta ‘adesiva’ seu nome ao de Fátima e Lula (Reprodução do Canal BCS)

Segundo o jornal, “o presidente do PT, ex-deputado Júnior Souto, afirmou que a ação de Carlos Eduardo foi recebida com surpresa, pois “não foi tratada com nenhum partido da Federação (PT, PCdoB e PV) que integra a chapa majoritária”. Segundo Souto, a governadora também não tinha conhecimento da ação isolada de seu candidato ao Senado.

No título da matéria, inclusive, há uma situação de Fátima, onde ela afirma que Rafael Motta é “muito bem-vindo”.

Respostas cruzadas

Vale lembrar que na quinta-feira (25), ao se deparar com a informação da ação, divulgada pela assessoria de Rafael Motta, o Portal 96 procurou a assessoria de Carlos Eduardo, que confirmou a ação assinada pelo advogado dele, Erick Pereira, mas negou que fosse exclusivamente do ex-prefeito. “É da coligação”, explicou a assessoria.

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Carlos Eduardo conseguiu o feito de levar de vez Rafael Motta para dentro da campanha de Fátima Bezerra (PT) e de Lula. Até parece que ele é marqueteiro de Motta.

Quem precisa mesmo de adversário, hein?!

Leia também: Carlos pede até ‘poder de polícia’ para afastar Rafael de Fátima.

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sexta-feira - 26/08/2022 - 07:02h
Pesquisa 98 FM/Seta

Carlos Eduardo e Rogério Marinho estão empatados ao Senado

O candidato Carlos Eduardo (PDT) lidera a corrida para o Senado no Rio Grande do Norte com 22% das intenções de voto, segundo nova pesquisa do Instituto Seta divulgada nesta quinta-feira (25) pela FM 98 de Natal. Apesar de estar numericamente à frente, o pedetista está empatado tecnicamente com Rogério Marinho (PL), que tem 19,7%.

Carlos tem vantagem numérica sobre Rogério, enquanto Rafael está bem atrás (Fotomontagem da 98 FM)

Carlos tem vantagem numérica sobre Rogério, enquanto Rafael está bem atrás (Fotomontagem da 98 FM)

Confira os números:

Senado no RN – Estimulada

Carlos Eduardo (PDT): 22%

Rogério Marinho (PL): 19,7%

Rafael Motta (PSB): 9,7%

Dário Barbosa (PSTU): 1,4%

Pastor Silvestre (PMN): 1,3%

Freitas Júnior (PSOL): 0,7%

Veterinária Shirlei Medeiros (DC): 0,7%

Marcelo Guerreiro (PRTB): 0,5%

Geraldo Pinho (Podemos): 0,5%

Marcos do MLB (UP): 0,1%

Ninguém/branco/nulo: 21,5%

Não sabe/não respondeu: 21,9%

Na pesquisa anterior, de julho, Carlos Eduardo tinha 20,9%, contra 16,9% de Rogério Marinho e 8,6% de Rafael Motta. Em um mês, Carlos subiu 1,1 pp., Rogério cresceu 2,8 pp. e Rafael Motta avançou 1,1 pp.

Certeza do voto

De acordo com a pesquisa Seta, 49,2% do eleitorado está convicto do voto para o Senado. Eles responderam que estão decididos e não vão mais mudar o voto. Já 26,1% ainda cogitam mudar o voto até o dia da eleição. Outros 24,7% não sabem ou não quiseram responder.

Rejeição

A pesquisa Seta mediu, ainda, a rejeição dos candidatos ao Senado. Confira os números:

Senado no RN – Estimulada – Rejeição

Carlos Eduardo (PDT): 13,3%

Rogério Marinho (PL): 10,5%

Rafael Motta (PSB): 2,9%

Geraldo Pinho (Podemos): 2,6%

Dário Barbosa (PSTU): 2,3%

Marcelo Guerreiro (PRTB): 1,5%

Pastor Silvestre (PMN): 1,3%

Freitas Júnior (PSOL): 1,2%

Marcos do MLB (UP): 0,7%

Veterinária Shirlei Medeiros (DC): 0,1%

Ninguém/branco/nulo: 30,5%

Não sabe/não respondeu: 32,9%

Dados

A pesquisa Seta entrevistou 1.500 eleitores presencialmente entre os dias 20 e 22 de agosto. A margem de erro é de 2,7 pp., com intervalo de confiança de 95%. Os registros na Justiça Eleitoral são o BR-02466/2022 e RN-06561/2022.

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quinta-feira - 25/08/2022 - 19:54h
Luta pelo Senado

Carlos Eduardo pede até ‘poder de polícia’ para afastar Rafael de Fátima

O candidato a senador Carlos Eduardo Alves (PDT) ingressou com representação na Justiça Eleitoral, nesta quinta-feira (25), em que pede até ‘poder de polícia’ para impedir o deputado federal Rafael Motta (PSB) de propagandear e participar de atos eleitorais da governadora Fátima Bezerra (PT). Motta também concorre ao Senado.

Em São Gonçalo (foto), Motta se misturou ao PT e nas redes sociais cola em Lula e Fátima (Fotomontagem do Canal BCS)

Em São Gonçalo (foto), Motta se misturou ao PT e nas redes sociais cola em Lula e Fátima (Fotomontagem do Canal BCS)

O estopim para a judicialização foi uma caminhada realizada pelas ruas de São Gonçalo do Amarante, da qual Rafael participou a convite dos vereadores do município que apoiam ele e a governadora Fátima Bezerra.

“Importante destacar que Rafael é eleitor declarado de Fátima, cujo partido, o PT, está nacionalmente coligado com o PSB na chapa Lula-Alckmin. Além disso, a Coligação Vontade do Povo – encabeçada pelo PSB – oficializou em convenção o apoio à reeleição da governadora Fátima Bezerra”, esclarece a assessoria de Motta.

A lei

“A Lei das Eleições apenas impede que os filiados de um partido que tenha candidato para um cargo apoie candidaturas de outros partidos para o mesmo cargo no horário da propaganda eleitoral gratuita no Rádio e na TV, sem proibir essa manifestação para os cargos que o partido não disputa, razão pela qual, inclusive, Rafael Motta é o único candidato a Senador do Rio Grande do Norte que pode, livremente, expressar o seu voto e o seu apoio em favor da candidatura de Lula para Presidente da República”, explicou o advogado Wlademir Capistrano, da Coligação Vontade do Povo.

Primeiro colocado na grande maioria das pesquisas ao Senado, Carlos Eduardo tem feito uma cruzada judicial em várias direções, nesse início de campanha. Rafael Motta é mais um.

Há poucos dias, ele desencadeou uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o adversário Rogério Marinho (PL) – veja AQUI e AQUI – questionando transferência de recursos federais para prefeituras. Também andou colocando a 96 FM do Natal na seara judicial, sem êxito.

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Nessa marcha, logo Carlos Eduardo não precisará de adversários. Ele mesmo vai se enroscando em problemas de fabricação caseira.

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terça-feira - 23/08/2022 - 10:20h
Senado

O que há de sintonia entre duas pesquisas conflitantes

Carlos, Rogério e Rafael Motta são os principais disputantes da única vaga ao Senado (Fotomontagem do Agora RN)

Carlos, Rogério e Rafael Motta são os principais disputantes da única vaga ao Senado (Fotomontagem do Agora RN)

Duas pesquisas, dois resultados díspares ao Senado, números quase que absolutamente conflitantes. Mas, mesmo assim, vários pontos podem ser analisados com boa margem de segurança.

Nessa segunda-feira (22), pela manhã, a Pesquisa TV Cabo Mossoró (TCM)/TS2 e, à noite, a Pesquisa Inter TV Cabugi/Ipec. O que elas dizem? Vamos mostrar que nem tudo é dessintonia. Acompanhe.

Pesquisa TCM/TS2

Na primeira (veja AQUI), Rogério Marinho (PL) passa à frente de Carlos Eduardo Alves (PDT), com ‘placar’ de  21% das intenções de voto contra 16% do contender. São 5 pontos percentuais de maioria.

Observação a ser feita nessa sondagem é que o crescimento por combustão própria de Marinho é ínfimo, tendo saído de 19% em abril (pesquisa do mesmo instituto) para os 21 pontos percentuais agora. Ou seja, apenas 2 pontos percentuais.

Todavia, o que chamou atenção mesmo foi o desabamento de Carlos Eduardo, que despencou de 26% (abril) para 16 pontos percentuais em agosto. Pela ótica do Instituto TS2, não é Rogério Marinho que cresce, mas Carlos Eduardo que atrofia.

Já Rafael Motta (PSB), que não tinha nome colocado em pesquisa em abril, nesse momento é candidato e desponta com 8%. A 41 dias das eleições, ele enxerga um primeiro colocado se arrastando para estar nessa posição, enquanto o outro definha.

Um detalhe: 51% dos entrevistados não tem qualquer preferência ainda de candidatura ao Senado.

Pesquisa Inter TV Cabugi/Ipec

Nessa sondagem (veja AQUI), uma inversão de papeis entre Rogério Marinho e Carlos Eduardo. O candidato do PL surge com 17% (obteve 19% na pesquisa TS2) e o concorrente do PDT ‘volta’ para o primeiro lugar com 27% (teve 16% na pesquisa TS2).

Já Rafael Motta praticamente ‘cola’ em Rogério Marinho empalmando 14% (somou 8% na pesquisa TS2). Indicador de que está no páreo, é competitivo e ameaçador à polarização entre Carlos e Marinho.

Importante se observar, por exemplo, que os principais duelistas não furam a barreira dos 30 pontos percentuais. Mesmo Carlos Eduardo que ganhou de volta o primeiro lugar na pesquisa do Ipec, aparece estacionado num patamar onde sempre esteve: a casa dos 26 pontos percentuais.

Já Rogério Marinho, não arrancou em nenhuma das duas sondagens. Escala esbaforido um paredão à tentativa de subida, mas tendo no encalço Rafael Motta, que enxerga mais pista para uma arrancada.

Um detalhe: 33% dos entrevistados não escolheram candidato ainda.

A disputa ao Senado está longe de estar decidida – não apenas pelo tempo que falta às eleições, mas em face das características dos principais candidatos, os polarizadores, que não possuem confortável capital eleitoral nem apelo popular. Abrem brecha à surpresa, ao ‘azarão’ Rafael Motta.

Leia tambémAs estratégias do ‘azarão’ para ser o eleito ao Senado;

Leia também: Candidata do PT ignora orientação partidária e isola Carlos Eduardo.

Os dois têm motivos de sobra para olharem de forma mais atenta pelo retrovisor. Talvez não encontrem amanhã, quem hoje aparece lá atrás. Se Rafael Motta chegar aos primeiros dias de setembro na segunda posição, o que é bem possível, será difícil contê-lo.

Anote, por favor.

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segunda-feira - 22/08/2022 - 20:00h
Pesquisa Inter TV Cabugi/Ipec

Carlos Eduardo tem 27%, Rogério chega a 17% e Rafael Motta 14%

Do G1 RN

Pesquisa Ipec (antigo Ibope) divulgada nesta segunda-feira (22), encomendada pela Inter TV, revela que Carlos Eduardo (PDT) lidera as intenções de voto para o Senado no Rio Grande do Norte. Este ano, potiguares elegem apenas um senador.

Número da pesquisa Estimulada ao Senado (Reprodução)

Número da pesquisa Estimulada ao Senado (Reprodução)

Estimulada

  • Carlos Eduardo (PDT): 27%
  • Rogério Marinho (PL): 17%
  • Rafael Motta (PSB): 14%
  • Pastor Silvestre (PMN): 3%
  • Dario Barbosa (PSTU): 2%
  • Freitas Jr (PSOL): 1%
  • Geraldo Pinho (Podemos): 1%
  • Marcelo Guerreiro (PRTB): 1%
  • Marcos do MLB (UP): 1%
  • Shirlei Medeiros (DC): 1%
  • Branco/Nulo: 18%
  • Não sabe/Não respondeu: 15%

Espontânea

  • Rogério Marinho (PL): 7%
  • Carlos Eduardo (PDT): 4%
  • Rafael Motta (PSB): 3%
  • Marcos do MLB (UP): 0%
  • Branco/Nulo: 18%
  • Não sabe/Não respondeu: 15%

Os demais candidatos não pontuaram. Brancos e nulos somaram 18%, e 64% não sabem ou não responderam.

A pesquisa ouviu 800 pessoas entre os dias 19 e 21de agosto em 35 municípios potiguares. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o número RN-09891/2022 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-09911/2022.

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segunda-feira - 22/08/2022 - 09:32h
Pesquisa TCM/TS2

Rogério passa Carlos em disputa ao Senado; Rafael é o terceiro

O novo levantamento da pesquisa TV Cabo Mossoró (TCM)/TS2 realizado entre de 18 a 21 de agosto perguntou aos entrevistados: se a eleição fosse hoje, e os candidatos fossem estes, em quem você votaria para o Senado? O ex-ministro Rogério Marinho (PL) aparece na liderança com 21% das intenções de voto, ultrapassando Carlos Eduardo Alves (PDT), que obteve 16%.Pesquisa TCM-TS2 - Senado - Estiimulada - 22-08-2022

Maioria de Marinho sobre o pedetista é de 5 pontos percentuais. Em 4 de abril, Rogério Marinho (PL) aparecia com 19% das intenções, e agora tem 21%. Carlos Eduardo Alves, no primeiro levantamento liderava com 26%, agora aparece com 16%. O “desabamento” de Carlos Eduardo é de 10 pontos percentuais, contra o crescimento de Rogério Marinho que chegou a apenas 2 pontos percentuais.

Em terceiro aparece o deputado federal Rafael Motta (PSB) com 8%, segundo o Instituto TS2.

Três candidatos aparecem com 1% dos votos nesta ordem: veterinária Shirley Medeiros (DC), Pastor Silvestre (PMN), e Dário Barbosa (PSTU).

Outros candidatos foram citados, mas não atingiram 1%, são eles: Marcos do MLB (UP), Freitas Junior (PSOL), Geraldo Pinho (Podemos) e Marcelo Guerreiro (PRTB).

Rejeição

A mesma pesquisa também perguntou sobre a rejeição aos candidatos. Os entrevistados responderam a seguinte questão: em quem você não votaria de jeito nenhum para Senado? Neste cenário, 49% dos eleitores ‘Não souberam/Não responderam’. E ‘não votaria em nenhum’ agora é a opção de 19% dos eleitores.

O primeiro candidato que aparece com maior rejeição é Carlos Eduardo Alves (PDT) com 15%. O candidato Rogério Marinho (PL) aparece com 10%.Pesquisa TCM-TS2 -Senado - Rejeição - 22-08-2022

‘Votaria em qualquer um’ surgiu nesta pesquisa com 8%. O candidato Rafael Motta (PSB) tem 4% de rejeição. Dário Barbosa (PSTU) aparece com 3%. Freitas Junior (PSOL) tem 2%. Pastor Silvestre, Geraldo Pinho, Marcelo Guerreiro e Marcos do MLB aparecem com 1% cada. Veterinária Shirley Medeiros foi citada mas não atingiu 1%.

Variação entre Pesquisas

Em abril deste ano, a TCM e o Instituto TS2 lançaram a primeira pesquisa da série de levantamentos para esta eleição. Em 4 de abril, Rogério Marinho (PL) aparecia com 19% das intenções, e agora tem 21%. Carlos Eduardo Alves, no primeiro levantamento liderava com 26%, agora aparece com 16%. O candidato Rafael Motta ainda não tinha anunciado a intenção de concorrer por isso não estava neste primeiro levantamento.

Informações sobre a pesquisa

A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 1.600 eleitores em todas as regiões do Estado, entre os dias 18 e 21 de agosto de 2022. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a atual conjuntura, considerando a margem de erro. Os percentuais podem eventualmente não totalizar 100% em decorrência dos arredondamentos.

A pesquisa foi contratada pela PROGRAMADORA CANAL TCM LTDA (CNPJ: 04209895000120), com recursos próprios, e está registrada sob números BR–02456/2022 e RN-01204/2022.

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sábado - 20/08/2022 - 17:50h
Entrevista

Militância do PT apoia Carlos Eduardo, mas “não há felicidade”

Ex-candidato ao Senado (2018) e candidato a deputado federal pelo PT este ano, o médico Alexandre Motta Câmara concedeu uma longa entrevista neste sábado (20) ao programa Política em Debate, na Rádio Difusora de Mossoró. Um dos pontos tratados por ele foi sobre o pouco envolvimento da militância petista com a candidatura de Carlos Eduardo Alves (PDT) para o Senado, apesar de ser ele o nome do petismo ao cargo.

Motta acha que não se pode estar o tempo todo olhando para trás, ao defender Carlos Eduardo (Foto: divulgação)

Motta acha que não se pode estar o tempo todo olhando para trás, ao defender Carlos Eduardo (Foto: divulgação)

“Não há felicidade, mas não há rejeição”, disse Alexandre Motta sobre Carlos Eduardo. “Meu candidato é o Jean (atual senador Jean-Paul Prates, do PT, que é o 1º suplente de Carlos Eduardo). Mas nossa premissa básica é derrotar o bolsonarismo”, apontou.

“Rogério Marinho (PL) é quem entendemos que representa o bolsonarismo. Ele é pai da Reforma Trabalhista e da Reforma da Previdência. É alguém que prejudica o trabalhador de todas as formas. Então, derrotar o bolsonarismo no Rio Grande do Norte é derrotar Rogério Marinho (candidato ao Senado)”, separou.

“E quem encabeça essa possibilidade é Carlos Eduardo. Ele esteve com Bolsonaro? Esteve. Mas Rafael Motta (PSB, outro candidato ao Senado) votou pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Se olharmos o passado de todo mundo, não vamos fazer política”, argumentou.

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quarta-feira - 17/08/2022 - 18:44h
Senado

Rafael Motta aposta em voto livre, baixa rejeição e indecisos

Rafael Motta, candidato a senador pelo PSB, destacou em entrevista que o voto para o Senado é livre e que sua campanha será pautada em propostas para o Rio Grande do Norte. As declarações foram dadas aos comunicadores Artur Dutra e Patrícia Ferreira, no programa Jornal da Manhã, da Jovem Pan Natal, nesta quarta-feira (17).

Artur Dutra e Patrícia Ferreira entrevistaram Rafael Motta na Jovem Pan (Foto: Assessoria)

Artur Dutra e Patrícia Ferreira entrevistaram Rafael Motta na Jovem Pan (Foto: Assessoria)

Sobre a liberdade do eleitor na escolha pelo senador, Rafael pontuou que “o voto do Senado é um voto livre. Talvez o voto mais crítico. É onde o eleitor às vezes não sabe quem são os candidatos ainda e, de repente a campanha começa, e ele começa a se interessar. Nós temos pesquisas mostrando o nosso potencial de crescimento muito grande. A gente precisa divulgar nossas propostas e as pessoas saberem que somos candidato”.

Ainda na entrevista, a respeito das pesquisas eleitorais, Rafael disse ser importante focar nos percentuais de indecisos, entre 40% e 50% na maioria das sondagens para o Senado, e de rejeição, na qual ele apresenta o menor percentual entre os três candidatos melhor colocados nas intenções de voto.

Em todas as inúmeras pesquisas de âmbito estadual divulgadas até o momento, Motta aparece em terceiro lugar, atrás de Carlos Eduardo Alves (PDT) e Rogério Marinho (PL).

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terça-feira - 16/08/2022 - 20:04h
Pesquisa 96 FM/AgoraSei

Carlos e Rogério estão empatados na disputa ao Senado

O Jornal das 6 da 96 FM divulgou também nesta terça-feira (16), com exclusividade, os números da pesquisa do Instituto AgoraSei, em relação ao Senado.

Veja abaixo os números da Estimulada e Espontânea. Carlos Eduardo Alves (PDT) e Rogério Marinho (PL) estão empatados tecnicamente na Estimulada, nessa sondagem de alcance estadual. Na Espontânea, Marinho já tem dianteira.

EstimuladaPesquisa 96 FM-AgoraSei - Senado - Estimulada - 18-08-2022

EspontâneaPesquisa 96 FM-AgoraSei - Senado - Espontânea - 16-08-2022

A pesquisa foi realizada pelo Instituto AgoraSei do Natal, entre os dias 11 e 14 deste mês.

O AgoraSei ouviu 1.200 pessoas em todas as regiões do Rio Grande do Norte.

O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro chega a 2,80% – para mais ou para menos.

A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número RN-09248/2022.

Leia também: Fátima soma 37,5%, Styvenson aparece com 19,8% e Fábio tem 10%.

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segunda-feira - 15/08/2022 - 11:28h
Senado

Disputa de única vaga guarda fortes emoções no RN

Os candidatos ao Senado Carlos Eduardo Alves (PDT) e Rogério Marinho (PL) polarizaram disputa de uma única vaga a esse poder.

Mas, Rafael Motta (PSB) “pode crescer” dentro da própria campanha.

Veja análise sobre essa contenda eleitoral que promete grandes emoções. Faz parte da entrevista que concedi ao programa PodFalar, da Super TV (Mossoró), na quarta-feira (10), às 20h.

Conversa descontraída com os âncoras Saulo Vale e Jaílton Magalhaes. Confira mais essa postagem e as anteriores clicando nos links abaixo:

Primeiro videoReeleição de Beto Rosado é um tudo ou nada;

Segundo vídeoCandidato precisa assumir lado e suas referências;

Terceiro vídeo: Mossoró poderá eleger até quatro nomes à AL.

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sexta-feira - 05/08/2022 - 23:42h
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Avante decide ficar com Rafael Motta ao Senado

Rafael, Jorge e Souza: coligação majoritária (Foto: divulgação)

Rafael, Jorge e Souza: coligação majoritária (Foto: divulgação)

O Avante anunciou nessa sexta-feira (5) de forma pública e formal, que apoia a candidatura ao Senado do deputado federal Rafael Motta (PSB).

Estará coligado majoritariamente com o PSB.

O comunicado foi feito pelo presidente da legenda, empresário e candidato a deputado estadual Jorge do Rosário, posando ao lado do próprio Motta e do deputado estadual Souza Neto (PSB), primeiro suplente.

A vice-prefeita de Angicos, Cinara Dantas (PSB), é a segundo suplente.

“O Avante entende que Rafael Motta é o melhor nome para o Senado e está mais alinhado com nossas propostas e projetos para o Rio Grande do Norte”, disse Jorge do Rosário.

Havia expectativa de que Rosário levasse o Avante para apoio ao ex-ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho (PL).

P.S – Em sua estada em Mossoró nessa sexta-feira, Rafael Motta ainda recebeu apoio formal dos ex-vereadores Flavinho Tácito, Tony Cabelo (PP), Aline Couto, Petras Vinícius (sem partido) e Ozaniel Mesquita, além do vereador Marrom (Cidadania) e do ex-vereador Heró Alves, bem como do suplente de vereador Lucas Fernandes.

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