Para o ex-deputado federal por 11 mandatos consecutivos Henrique Alves (MDB), não existiu, não existe e não haverá abalo nas suas relações pessoais e políticas com o primo e ex-senador Garibaldi Filho (MDB).
“Nunca tivemos uma divergência em 51 um anos de politica, eu e Garibaldi”, assevera em conversa com essa página, por telefone, direto de Brasília, onde está há alguns dias discute questões de reorganização partidária e planejamento às eleições do próximo ano.
– Acredito que Garibaldi, do PMDB, continuará com posições partidárias – prevê.
Segundo Henrique, a política paroquial do RN não vai afastar um do outro. Ao mesmo tempo, afirma que o partido tem planos para ter uma candidatura própria à presidência da República, abrindo-se à discussão com outras legendas.
– E que nomes o MDB tem para ofertar à presidência?
– Partido tem nomes como o ex-presidente Michel Temer (SP) e a senadora Simone Tebet (MS), mas o importante é discutirmos com outros partidos saídas para o Brasil, uma alternativa – defende.
E faz questão de deixar claro onde é o seu lugar, sob a ótica partidária, no RN e país: “Eu não estou no PMDB, eu sou PMDB“, referindo-se à sigla que perdurou de 1980 a 2017, modificada então com nomenclatura do passado – MDB.
Lula, MDB e Garibaldi
Henrique Alves não participou de encontro do MDB do RN com o ex-presidente Lula (PT), essa semana, em Natal. O ex-senador Garibaldi Filho e seu filho e deputado federal Walter Alves conversaram em nome do partido sobre política de alianças. Também esteve à mesa, possível indicação de vice do MDB na chapa encabeçada pela governadora Fátima Bezerra (PT), à reeleição.
“Eu não conheço o PT, eu conheço o presidente Lula e ninguém jamais ouviu ou ouvirá uma palavra depreciativa minha contra ele. Compreendo como natural essa sua visita ao RN e outros estados”, avalia o ex-deputado federal, que durante sete anos esteve com à frente de liderança de bancada na Câmara Federal.
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