sexta-feira - 25/10/2024 - 15:22h
Médicos do HRTM

Estado paga maio, mas deve ainda junho, julho, agosto e setembro

Leitos de UTI tem um recuo em termos de ocupação (Foto: arquivo)

Leitos de UTI do Hospital Regional Tarcísio Maia (Foto: ilustrativa/Arquivo)

A paralisação de médicos do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), programada para ocorrer amanhã, sábado (26), não deverá se confirmar. A Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP/RN) repassou nesta sexta-feira (25) uma parcela do débito com a Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA), empresa que presta serviço médico na UTI do HRTM, em Mossoró.

Os recursos não sanam os débitos cumulativos com a empresa, números que passam de R$ 8 milhões e abrangem outros hospitais da rede estadual, como o Walfredo Gurgel em Natal. O crédito feito hoje – valor de R$ 271.502,44 – permite atualizar remuneração de plantonistas do HRTM referente a maio/2024. Ainda existem dívidas relacionadas aos meses de junho, julho, agosto e setembro.

O Governo Fátima Bezerra (PT) comprometeu-se a pagar junho no dia 10 de novembro e julho até o fim desse mesmo mês. Assim, ficariam três meses em aberto: agosto, setembro e outubro.

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quarta-feira - 27/12/2023 - 22:16h
Tarcísio Maia

Sindicato anuncia paralisação de serviço médico

Serviço terceirizado fica à espera do Governo do Estado (Foto ilustrativa)

Serviço terceirizado fica à espera do Governo do Estado (Foto ilustrativa)

Médicos do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) decidiram, em assembleia realizada nesta quarta-feira (27) com o Sindicato dos Médicos do RN (SINMED/RN), iniciar movimento de greve no dia 30 de dezembro (sábado). A pressão é para pagamento de pelo menos o mês de agosto, até o dia 29 (sexta-feira).

Os médicos fazem parte da empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA).

Em acordo firmado entre a Justiça Federal do Trabalho, Secretaria de Estado da Saúde do RN (SESAP/RN) e a Sama, o pagamento referente ao mês de agosto deveria ser realizado até o dia 27 de dezembro, o que foi descumprido.

As informações são passada pelo Sinmed/RN em sua rede social (veja AQUI).

A Sama oferta cerca de 100 médicos ao preenchimento dos serviços demandados do Tarcísio Maia e no último dia 8, o Sinmed informou que ocorreria paralisação àquela data. Contudo, o movimento não se confirmou (veja AQUI).

Existem hospitais que médicos não receberam pagamento de julho ainda. No caso do HRTM, o total em aberto chega a quatro meses – num volume que que passa dos R$ 3 milhões.

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sexta-feira - 22/10/2021 - 09:10h
Governo do RN

Sem pagamento há 4 meses, médicos avisam que vão parar serviços

Hospital conta com cerca de 30 médicos da Sama (Foto ilustrativa/Mossoró Hoje)

Hospital conta com cerca de 30 médicos da Sama (Foto ilustrativa/Mossoró Hoje)

A empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda. (SAMA) protocolou notificação assinalando que irá suspender seus serviços no Hospital Regional Hélio Morais Marinho, em Apodi. O secretário de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP), médico Cipriano Vasconcelos Maia, foi cientificado nessa quinta-feira (21).

O valor cumulativo devido pelo Governo do RN, em quatro meses, chega exatamente a R$ 926.630,38 (novecentos e vinte e seis mil, seiscentos e trinta reais e trinta e oito centavos).

Os serviços seguem ocorrendo, ainda, mas diante do atraso haverá descontinuidade.

A Sama atua nesse hospital desde 1º de julho do ano passado, com uma equipe médica em torno de 30 profissionais, sendo três por dia.

De uma fonte do Governo do RN, nossa página ouviu informação de que o assunto é tratado com máximo interesse. Deverá se manifestar à solução do impasse com brevidade.

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quinta-feira - 02/05/2019 - 09:54h
Hoje

Falece em Mossoró a senhora Java Dantas

Java Dantas (Foto: cedida)

É com profundo pesar que noticiamos o falecimento da senhora Java Dantas. Era mãe do médico Diego Dantas, um dos dirigentes da empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda. (SAMA).

O velório ocorrerá em Mossoró das 11h às 14h de hoje (quinta-feira, 2 de maio), no Centro de velório  Geraldo Xavier (por trás do Museu Municipal Lauro da Escóssia).

O sepultamento será às 18h deste mesmo dia, no cemitério Vila Flor, em Macaíba-RN.

Que descanse em paz.

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quarta-feira - 17/04/2019 - 19:05h
Saúde "pútrida"

Prefeitura e Estado mantêm atrasos e prejudicam hospital

HMAC e sua ala Neonatal (Foto: BCS arquivo)

Do Blog Carol Ribeiro

Os plantões dos médicos que atuam no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) referentes a janeiro, fevereiro e março ainda não foram repassados pela Prefeitura de Mossoró e Governo do RN.

O Executivo Municipal deve um valor médio de R$ 620 mil às cooperativas Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia (NGO) e a Cooperativa de Neonatologia (NEO).

Já a dívida da gestão estadual é de R$ 780 mil, com as cooperativas CAM, NGO, NEO e a empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA).

A diretora-interventora da Maternidade, Larizza Queiroz, conta que tem tentado diálogo com os dois entes pela via administrativa. Após reunião realizada nesta terça-feira (17), a Prefeitura afirmou que tentará fazer o repasse na próxima segunda-feira (22).

O Governo do Estado, entretanto, não respondeu às solicitações.

Caso os repasses não sejam efetuados até a próxima semana, deverá ser solicitar o bloqueio das contas dos entes públicos por via judicial.

Nota do Blog – Enquanto uma turma que conhecemos não implodir o trabalho da interventoria, não estará satisfeita. Triste que milhares de vidas humanas inocentes sejam vítimas desse joguete. Gente sem escrúpulo algum. Mereciam uma surra de cipó verde de aroeira, em praça pública.

Argh!

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Categoria(s): Saúde
quinta-feira - 02/08/2018 - 14:10h
Justiça

Acordo garante atendimento médico em UPA’s de Mossoró

Após quase três horas de audiência, Prefeitura Municipal de Mossoró e a empresa Serviço de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda. (SAMA) chegaram a bom termo. Firmaram  um acordo.

Assim, a paralisação do atendimento médico de plantão nas três Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) do município, que ocorreria a partir de amanhã (sexta-feira, 3), está afastada.

O termo do acordo ensejará que a municipalidade pague de imediato 50% do débito que tem com a Sama, transformando o restante em parcelamento sequencial em cinco parcelas mensais.

A PMM acumula dívida de mais de R$ 2 milhões com a Sama (R$ 2.184,993,44), decorrente do atraso de três contraprestações mensais e quatro meses de acordo (de um total de 15), firmado anteriormente. Ou seja, são sete meses em atraso.

A audiência de conciliação ocorreu às 11h, no gabinete do vice-presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), em Natal, desembargador Gilson Barbosa.

A Sama atende às UPA’s com quase 200 médicos plantonistas, além do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO).

Leia também: Desembargador decidirá se UPA’s vão ter médicos ou não.

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quarta-feira - 01/08/2018 - 23:50h
Mossoró

Desembargador decidirá se UPA’s vão ter médicos ou não

Audiência de conciliação se não sanar impasse deixará saúde sem o atendimento de plantonistas

Está nas mãos do desembargador Gilson Barbosa, do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), o atendimento médico nas três Unidades de Pronto-Atendimento de Mossoró (UPA’s). Serviços poderão ser paralisados na sexta-feira (3).

Em audiência de conciliação marcada para as 11 horas dessa quinta-feira (2), na sede desse poder em Natal, ele definirá sobre Pedido de Suspensão de Segurança protocolado pela Prefeitura Municipal de Mossoró às 12h13 do último dia 26 (domingo).

Às 14h14 de terça-feira (31), o desembargador assinou despacho sobre a audiência de conciliação entre a municipalidade e a empresa Serviço de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda. (SAMA), que atende às UPA’s com quase 200 médicos plantonistas, além do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO).

UPA's sem médicos plantonistas podem gerar consequências drásticas para população (Foto: Web)

A PMM acumula dívida de mais de R$ 2 milhões com a Sama (R$ 2.184,993,44), decorrente do atraso de três contraprestações mensais e quatro meses de acordo (de um total de 15), firmado anteriormente. Ou seja, são sete meses em atraso.

Em contrato, é assinalado que a prestadora de serviço pode paralisar atividades após 90 dias sem pagamento da contratante (prefeitura).

No âmbito da 1ª Vara da Fazenda Pública na Comarca de Mossoró, o juiz Pedro Cordeiro Júnior determinara o bloqueio de contas para pagamento parcelado do débito. Entretanto em tentativa de conciliação entre as partes ontem (terça-feira), representação da municipalidade admitiu o débito mas usou um argumento próprio de trapaceiros de boteco para que contratos não sejam honrados: deve, não nega e pagará quando puder.

Muitos milhões retidos

Além de provocar o TJRN, paralelamente a PMM entrou com uma Reclamação Constitucional (RCL) sob o número 31274/2018, no Supremo Tribunal Federal (STF), às 18h23 do domingo (29). A demanda está nas mãos do ministro Celso de Mello, que não se pronunciou ainda.

A gestão Rosalba Ciarlini (PP) sustenta arrazoado no STF, de que o bloqueio sobre verbas da municipalidade incide sobre a obrigação sine qua non (indispensável) do pagamento em dia da folha de pessoal. Vale lembrar que segunda-feira (30), o governismo se jactava de estar com pagamento de julho atualizado para comissionados, aposentados/pensionistas e servidores de carreira, apesar do bloqueio judicial.

Nessa RCL que está no STF, quem também é afetado é o Hospital Wilson Rosado (HWR). Essa empresa espera receber R$ 5.657,559,08 da administração de Rosalba Ciarlini. Sama e HWR cumulativamente têm mais de 7,8 milhões retidos pela prefeitura.

População em perigo

A possibilidade iminente de paralisação dos serviços da Sama forma uma carregada nuvem de incertezas angustiantes para clientela da saúde pública. As três UPA’s juntas atendem mais de 33 mil pacientes por mês (cerca de 1.100/dia), números que em períodos críticos passam dos 55 mil.

Sem uma teia de assistência básica que funcione a contento, a população tem as UPA’s como a panaceia de um sistema em colapso. A situação só se agrava. Mas paradoxalmente, onde falta dinheiro para o elementar, sobram recursos para festim.

O Ministério Público do RN (MPRN) em recente Ação Civil Pública (ACP) assinada pelo promotor Sasha Alves (veja AQUI), da 12ª Promotoria de Justiça de Mossoró, asseverou: “Há algo de muito errado nas prioridades constitucionais da Prefeitura de Mossoró”, censurando que houve investimento da ordem de R$ 3,7 milhões no Mossoró Cidade Junina (MCJ) e não havia aporte de pouco mais de R$ 325 mil para o Fundo da Infância e Adolescência (FIA), este ano.

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segunda-feira - 05/02/2018 - 22:34h
Mossoró

Médicos recebem parte de atrasados, mas cobram bloqueio

Apesar de ter acusado recebimento de parte de dívida da Prefeitura Municipal de Mossoró, que se aproximava de R$ 3 milhões, a Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial (SAMA) aguarda “decisão do poder judiciário quanto à solicitação de bloqueio dos demais valores inadimplidos”.

A terceira audiência consecutiva para um acordo entre as partes aconteceu à manhã de hoje, sob a condução do juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Mossoró, Pedro Cordeiro Júnior.

“Acusamos hoje o recebimento dos valores correspondentes às parcelas do acordo judicial firmado entre esta Empresa e a Prefeitura Municipal de Mossoró, vencidas nos meses de novembro, dezembro e janeiro recentes. Recebemos a informação ainda de pagamento parcial de um terço da contraprestação dos serviços executados nas UPAS e total daquele atinente ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), realizados no mês de novembro de 2017”, relatou a direção da Sama em memorando a seus profissionais.

Leia também: Prefeitura poderá ter contas bloqueadas pela Justiça

A Prefeitura de Mossoró, por sua vez, emitiu comunicado através de sua Assessoria de Comunicação, assegurando que “está empenhada em cumprir o acordo judicial firmado no ano passado”. Diz que pagou R$ 1,5 milhão à Sama, em créditos recentes, o primeiro no último dia 25.

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segunda-feira - 05/02/2018 - 08:54h
Terceira audiência

Prefeitura poderá ter contas bloqueadas por Justiça

Começa às 9 horas de hoje (segunda-feira, 5), a terceira audiência consecutiva (ufa!!) na 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Mossoró, para dar solução a impasse entre a Prefeitura Municipal de Mossoró e a empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA).

Nas duas audiências anteriores (dias 29 de janeiro e 1º de fevereiro), representantes da PMM justificaram que não tinham como apresentar proposta para pagamento de quase R$ 3 milhões a Sama, por não ter tido tempo hábil para estudar o caso.

Paralisação

A SAMA destina médicos para plantões nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) e Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). Espera o pagamento de cinco meses de serviços.

O juiz titular da 1ª VaraFazenda Pública, Pedro Cordeiro Júnior, pode decretar bloqueio de contas da municipalidade – já solicitado pela Sama – se não houver proposta alguma na audiência desta manhã.

A Sama iria parar atividades no último dia 1º, mas aquiesceu à tentativa de conciliação judicial.

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sexta-feira - 02/02/2018 - 13:50h
Justiça

Prefeitura, outra vez, não sabe quando pagará médicos

Pela segunda vez consecutiva, a Prefeitura Municipal de Mossoró não apresentou proposta para cobrir divida da ordem de R$ 3 milhões. É referente a cinco meses sem pagamentos.

A credora é a empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA), que destina médicos para plantões e Serviço de Verificação de Óbitos (SVO).

Em audiência na 1ª Vara da Fazenda, nesse dia 1º,  a municipalidade repetiu o enredo da semana passada: não teve tempo hábil para dar uma resposta segura.

A terceira audiência da “série” inédita acontecerá segunda-feira (5), às 9h.

A Sama já pediu bloqueio de contas. O juiz Pedro Cordeiro Junior vai se pronunciar.

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segunda-feira - 29/01/2018 - 18:47h
Débito na Saúde

Prefeitura não apresenta proposta e conciliação não avança

Durou cerca de duas horas a audiência de conciliação entre a Prefeitura Municipal de Mossoró e a Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA), à manhã de hoje (segunda-feira, 29), na 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Mossoró.

Pedro: nova tentativa (Foto: arquivo)

Foi presidida pelo juiz Pedro Cordeiro Júnior.

A Sama acionou a Justiça para receber quase R$ 3 milhões em pagamentos em atraso por cessão de pessoal médico para atendimento em Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) e Serviço de Verificação de Óbitos (SVO).

O juiz suspendeu audiência e definiu a próxima quinta-feira (1º), às 11h, como nova tentativa de entendimento, pois hoje a municipalidade não apresentou uma proposta sequer para término do impasse. Alegou-se falta de tempo hábil para formalizá-la.

A empresa terceirizada, por sua vez, suspendeu provisoriamente a decisão de paralisar atividades (marcada para a mesma quinta-feira, às 7h), no aguardo de uma resposta satisfatória.

São cinco meses que a gestão Rosalba Ciarlini (PP) deve à Sama.

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segunda-feira - 29/01/2018 - 04:18h
Mossoró

Audiência judicial tenta evitar paralisação de médicos

Uma audiência conciliatória está marcada para ocorrer hoje (segunda-feira, 29), às 9 horas, na 1ª Vara da Fazenda da Comarca de Mossoró.

Será presidida pelo juiz titular dessa vara, Pedro Cordeiro Júnior.

À mesa, os litigantes Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda. (SAMA) e a Prefeitura Municipal de Mossoró.

A empresa cobra valores que aproximam-se de R$ 3 milhões.

A suspensão dos serviços médicos à municipalidade deverá acontecer a partir do dia 1º de fevereiro, quinta-feira, às 7h, “caso até a véspera não conste pagamento do referido débito ou a sua garantia pela via judicial.”

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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quarta-feira - 24/01/2018 - 16:18h
Prefeitura de Mossoró

Médicos cobram quase R$ 3 milhões de pagamentos em atraso

Devido problema haverá paralisação de serviços a partir de 1º de fevereiro, atingindo sobretudo UPA's

UPA's são afetadas diretamente (Foto: arquivo)

A empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda. (SAMA) acionou judicialmente a Prefeitura Municipal de Mossoró. Cobra pagamentos referentes a trabalho realizado por sua equipe de médicos nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2017, bem como duas parcelas do acordo judicial anteriormente celebrado e descumprido pela gestão Rosalba Ciarlini (PP).

Os valores aproximam-se de R$ 3 milhões e em face disso, a Sama definiu pela suspensão dos serviços médicos a partir do dia 01 de fevereiro, quinta-feira, às 7h, “caso até a véspera não conste pagamento do referido débito ou a sua garantia pela via judicial.

Os atrasos se referem às contra-prestações dos serviços executados nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) e Serviço de Verificação de Óbitos (SVO).

Na petição judicial, a empresa chega inclusive a pedir “bloqueio de valores”.

Há uma audiência conciliatória já marcada. Será na próxima segunda-feira (29), às 9 horas, na 1ª Vara da Fazenda, com o juiz Pedro Cordeiro Júnior.

Nota do Blog – A “Silveirização” do Governo Rosalba Ciarlini se aprofunda velozmente.

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quarta-feira - 03/01/2018 - 23:54h
Mossoró

Prefeitura não paga médicos há 3 meses e sofre judicialização

Os meses de outubro, novembro e dezembro de 2017 ainda não foram pagos aos médicos que atuam no sistema de saúde municipal de Mossoró, no âmbito das Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s).

Nas três UPA’s, já há comprometimento de escalas para as próximas semanas.

O débito da gestão municipal não é de hoje, que se diga. Também não é novo.

Os três meses são da administração Rosalba Ciarlini (PP), que também atrasou pagamento de parcelas judicializadas, que derivam da gestão anterior.

Os médicos são ligados à empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA). Ela buscou entendimento pela via negociada, mas outra vez judicializou cobrança para que médicos sejam pagos.

Nota do Blog – A ladainha é a mesma. Sai governo, entra governo. Mas na propaganda oficial, Mossoró é o melhor dos mundos, algo que se aproxima de um cantão suíço em termos de qualidade de vida, bem-estar social. Amém!

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quarta-feira - 06/09/2017 - 07:40h
Caos

Prefeitura não paga médicos e pode ter contas bloqueadas

A empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda. (SAMA) aguarda no prazo de 48 horas que a Prefeitura Municipal de Mossoró pague débitos que chegam a sete meses (quatro na atual gestão), por plantões que seus médicos cumprem nas Unidades de Pronto-Atendimento(UPA’s) do município.

Sofrimento da população poderá se agravar (Foto: arquivo)

O lengalenga que foi comum na gestão passada, se repete com Rosalba Ciarlini (PP). Seis por meia dúzia.

Despacho da 1ª Vara da Fazenda Pública de Mossoró determina que a gestão municipal honre o compromisso, sob pena de bloqueio de recursos de suas contas bancárias.

Falta praticamente tudo

Uma queixa paralela, dos médicos, é a falta de praticamente tudo nas UPA’s, cenário semelhante ou bem pior nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s). “É desesperador o nosso trabalho”, comenta um médico em contato com o Blog.

– Nas UPA’s e nas UBS’s faltam remédios como Dipirona e Voltarem. Para os mais elementares procedimentos nós não temos meios para socorrer o paciente. Está um caos”, acrescenta.

“Mas a gente segue trabalhando. O pagamento médico é outra situação, pois mesmo sem recebermos, estamos trabalhando”, relata outro médico ligado à Sama, pedindo para não ter seu nome citado, temendo represálias.

A Sama acionou a Justiça, cobrando os pagamentos em atraso e aguarda o cumprimento da decisão judicial.

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quarta-feira - 05/07/2017 - 09:30h
Queixas

Pacientes sofrem com atendimento precário em UPA do BH

A Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Raimundo Benjamin Franco no bairro Belo Horizonte em Mossoró viveu um final de tarde e noite de terça-feira (4) bastante tumultuados. As reclamações pulverizaram as redes sociais, com textos, áudios e fotos.

Pessoas se amontoaram para atendimento precário na UPA (Foto: cedida)

– Apenas o doutor Rodrigo Medeiros está atendendo todo esse povo – chegou a se queixar um paciente.

– Cheguei às 18h20 e fui atendido às 20 horas. Tem só um médico – emendou outro angustiado internauta.

O Blog Carlos Santos não se prendeu apenas a ouvir as queixas. Rastreou informação online (em tempo real) quanto ao plantão na UBS do Belo Horizonte na página na Internet da Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA), responsável pela equipe de médicos plantonistas das UPA’s.

Segundo dados oficiais da Sama, à noite dessa terça-feira (4) estariam durante todo o plantão os médicos Girlane Fernandes Alves de Medeiros, Rodrigo Rebouças de Medeiros e Liana Catarina da Silva Lopes. Mas os relatos até por volta das 20h40 minutos, atestavam que apenas Rodrigo atendia à avalanche de pacientes, entre crianças e adultos.

Os dois lados

– Temos a garantia que os demais médicos estavam na Unidade. A Direção Técnica deve investigar por que não estavam na porta e punir, caso se configure negligência – reage o médico Diego Dantas, um dos diretores da Sama.

– Nesse momento (20h24) eu acabei de ser medicado. Desde às 17h30 que não para de chegar gente e só esse médico recém-formado para atender todo mundo – critica outra pessoa em contato com o Blog, acrescentando algumas fotos ao seu relato textualizado (via WhatApp).

Diego Dantas pondera que “o médico não tem apenas a atividade da porta na UPA. Tem diversas outras atividades que são empreendidas lá”. Cita que cabe ao médico ainda, “estabilização de paciente, emergência, encaminhamento de paciente para área de maior complexidade, suturas, pausas internas para alimentação etc.”

Para ele, pode ter ocorrido “falha pontual, mas devemos verificar para que não se repita”.

* Acompanhe a relação dos plantões em UPA’s e outras unidades de atendimento médico, fiscalizando atuação, através da própria página da empresa. Clique AQUI e veja em tempo real.

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terça-feira - 25/04/2017 - 19:22h
Saúde

Prefeitura afirma que regularizou pagamento a cooperativas

A Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) regulariza neste mês de abril o pagamento de todas as cooperativas médicas que prestam serviços ao município por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Além de pagar a primeira parcela do acordo judicial firmado com as cooperativas na Justiça Federal e na 1ª Vara da Fazenda Pública, a PMM também cumpre o compromisso de pagar em dia a produção do mês.

Somente neste mês de abril, o município vai repassar quase R$ 2 milhões às cooperativas entre acordos judiciais e produção atual. Boa parte desse valor é referente às dívidas herdadas da gestão passada.

Só para pagar dívidas do mês de Dezembro de 2016, a PMM teve que desembolsar R$ 805.954,87 nessa segunda-feira (24) em favor das cooperativas médicas. Para o pagamento da produção de março deste ano, o município repassou mais R$ 754.572,05, em favor da Neo Clínica, Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia (NGO) e Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM).

Sama

O município fará ainda o pagamento da primeira parcela do acordo judicial feito com a Sama (Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial LTDA), no valor de R$ 324.750,45, utilizando valores bloqueados pela Justiça em outros processos relacionados a procedimentos cirúrgicos e de outra natureza, cuja obrigação já fora satisfeita. Esse acordo envolve uma dívida de R$ 3 milhões, incluindo os meses de outubro, novembro e dezembro de 2016.

“Com os acordos feitos para pagamento de dívidas da gestão passada e a regularização dos repasses da produção mensal, nenhuma cooperativa médica tem, hoje, pagamento em atraso com a PMM”, destacou Renan Meneses da Silva, procurador do Município.

Nota do Blog – Excelente notícia. E aplausos para a Justiça Federal e Ministério Público que desencadearam providências que levaram municipalidade e o Governo do Estado a atenderem importantes necessidades da Saúde (veja AQUI).

Com informações da Prefeitura Municipal de Mossoró

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quinta-feira - 06/04/2017 - 23:14h
Justiça Federal

Audiência define medidas importantes à Saúde de Mossoró

Houve avanços consideráveis hoje, na audiência promovida pelo juiz Orlan Donato Rocha, da 8ª Vara Federal, com representantes de segmentos da Saúde Municipal e Estadual, Conselho Regional de Medicina (CRM), cooperativas médicas e Junta Interventora do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

A audiência transcorreu entre 9 e 14 horas, com as seguintes definições:

Primeiro problema

Há retenção ilegal por parte do Governo do Estado, da ordem de R$ 1,314 milhão, referentes aos meses de janeiro, fevereiro e março. Ficou decidido que o Governo do Estado repassa 876 mil até segunda-feira (10) e o restante retido repassa até o final do mês.

Neste mesmo pacote, retém ilegalmente três parcelas de 400 mil (1,2 milhão) que deveriam ter sido passadas para a Prefeitura de Mossoró pagar os custos da UTI Pediátrica no Hospital Wilson Rosado.

O Estado vai devolver estes recursos para a municipalidade. Até segunda-feira depositará 800 mil e até o final do mês o restante.

Juiz Orlan Donato (centro da mesa) conduziu audiência extensa, intensa e importante (Foto: Blog Carlos Santos)

O secretário do Estado da Saúde Pública (SESAP), George Antunes, afirmou que vai providenciar para que o Sistema Único da Saúde (SUS) repasse os recursos inerentes à UTI Pediátrica e ao HMAC direto à conta específica da Prefeitura. A partir daí, o ente municipal deve se obrigar a fazer o repasse até o dia 24 de cada mês para o hospital, dirigido por uma Junta Interventora.

Segundo problema

Dívida do Estado com as cooperativas médicas esteve em pauta. O secretário George Antunes disse que não depende dele e sim do Planejamento e Finanças a garantia de pagamentos. Chegou a sugerir que o juiz bloqueasse os recursos, como ato extremo.

– Eu não vou esperar mais. Já esperei demais. Está havendo atraso e não estão comunicando ao juízo. Atrasam e não justificam – alertou.

Falta o governo estadual cobrir os seguintes compromissos:

– Neoclínica (Cooperativa de Pediatras) – R$ 652.079,00;
– CAM (Cooperativa de Anestesiologistas de Mossoró) – R$ 224.200,00
– Fisioterapia (está em dia);
– NGO (Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia) – R$ 557.980,00;
– SAMA (Terceirizado de plantões médicos) – R$ 249.477,70.

Terceiro problema

A dívida da Prefeitura Municipal de Mossoró com cooperativas e empresas médicas foi posta à mesa. Acabou o ziguezague verbal e a pulverização de notícias “oficiais” longe da realidade dos fatos.

Estão em aberto os meses de dezembro e janeiro. Passam de R$ 1,600 milhão, admitiu o secretário municipal da Saúde, Benjamim Bento:

– CAM – R$ 235.600,00;
– Neoclínica – R$ 782,009,74;
– NGO – R$ 589.000,00;

Se forem somados os valores referentes aos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, os números chegam a R$ 2.212.283,17.

A Prefeitura, através de seus representantes, como o secretário da Saúde, Benjamim Bento, admitiu que só poderia pagar R$ 805 mil no dia 24 deste mês e parcelar o restante do valor em 15 prestações de R$ 101 mil. Apesar de queixas da parte credora, houve entendimento. Com uma advertência: A partir de agora, também ficou certo que o atraso nos pagamentos ensejará sanções à municipalidade e agentes públicos.

Quarto problema

Retenção irregular dos recursos enviados do SUS, por parte da Prefeitura de Mossoró, no valor de R$ 771.669,59, referentes à produção do HMAC, no mês de novembro de 2016.

O juiz determinou que fosse pago em 15 parcelas. Houve determinação para que a Prefeitura deva repassar os recursos ao hospital até o dia 24 de cada mês, ou será punida com sanções legais.

Empréstimo

O Blog depois fará matéria especial sobre outro aspecto delicado da audiência: empréstimos milionários feitos em 2012 e 2013 de cerca de R$ 5,5 milhões, em favor do HMAC, que geram desconto mensal de 197 mil dos repasses do SUS para o hospital.

Questão tem enredo sinuoso e pode ter desdobramento surpreendente. À época, a Associação Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) era a gestora do HMAC, também denominado de Casa de Saúde Dix-sept Rosado.

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Categoria(s): Política / Saúde
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sábado - 01/04/2017 - 23:38h
Saúde

Prefeitura paga empresa terceirizada de plantões em UPA’s

A Prefeitura de Mossoró realizou ontem, (sexta-feira, 31), o pagamento de R$ 687.908,00 à empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA), que presta serviços de plantões médicos nas Unidades de Pronto Atendimento (Upas) do município.

De acordo com o secretário de Saúde, Benjamim Bento, também foi efetuado o pagamento de R$ 51 mil aos patologistas do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO).

O secretário destacou a preocupação da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) com relação ao pagamento dos serviços. “No que tange à nossa gestão, há uma preocupação com relação ao pagamento em dia, para que os profissionais se sintam motivados”, disse Benjamim Bento.

No decorrer da próxima semana, a PMM paga às demais especialidades como ginecologia, pediatria, anestesiologia e ortopedia.

Nota do Blog – Que os anjos da boca mole digam amém. O caso tinha sido noticiado nesta página (veja AQUI). Os médicos iriam paralisar atividades na segunda-feira (30

Agora, vamos correr atrás para sanar deficiência relativa à ortopedia e insulina. Vidas estão em jogo. Crianças, adultos e idosos caminham para ficar sequelados por falta de cirurgias reparadoras.

Isso tudo é prioridade e não time de futebol e festa.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
quinta-feira - 30/03/2017 - 17:15h
Segunda-feira

Médicos de UPA’s avisam que vão paralisar atividades

Do Blog do Barreto

Se a situação da saúde já não é boa imagine a partir de segunda-feira quando os médicos que atendem nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da cidade cruzarem os braços. Também vão parar os profissionais do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO). Todos integram a empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial (SAMA).

Para retornar ao trabalho nas UPAs, os médicos exigem o pagamento dos atrasados de outubro a dezembro do ano passado. No SVO os atrasos são do período de setembro de 2016 a fevereiro de 2017.

Segunda-feira, dia 3, às 9 horas, está marcada uma audiência com o juiz da Fazenda Pública Pedro Cordeiro Junior para tentar chegar a um acordo com a Prefeitura de Mossoró.

Mas antes, às 7h, começa a paralisação dos médicos.

Nota do Blog Carlos Santos – O que tem mudado diametralmente, na Saúde municipal, é o comportamento de milhares de pessoas que recorriam às redes sociais, até o final do ano passado, promovendo linchamento moral do então prefeito Francisco José Júnior (PSD).

Hoje, não. Parece até que tudo mudou, para melhor.

Esses manifestantes virtuais praticamente não se queixam mais, não apontam mais a precariedade da Saúde municipal.

Exigir que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) repare tantos problemas em tão curto espaço de tempo, é absurdo.

Porém é também absurda a omissão de tanta gente que passa a considerar tudo “normal”, apesar do cenário de agravamento da crise.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
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quarta-feira - 08/03/2017 - 02:04h
Bom senso

Prefeitura recua e coloca mais um médico em cada UPA

A Prefeitura Municipal de Mossoró recuou à pressão e cobrança para fixar pelo menos três médicos plantonistas nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) do município.

A decisão foi comunicada pelo secretário municipal da Saúde, enfermeiro Benjamim Bento, à tarde dessa terça-feira (7).

Bento reuniu-se com diretores técnicos da UPA’s (Belo Horizonte, Santo Antônio e São Manoel) e representação da empresa terceirizada que disponibiliza os plantonistas, a Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA).

Os diretores técnicos emitiram carta conjunta (veja AQUI) ao secretário mostrando situação caótica das UPA’s, depois que a gestão Rosalba Ciarlini (PP) tinha reduzido de quatro para dois médicos nos plantões delas. Cobraram pelo menos mais um plantonistas e foram atendidos.

O assunto também foi tema de debate na Câmara Municipal.

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Categoria(s): Saúde
terça-feira - 14/02/2017 - 04:34h
UPA's de Mossoró

Saúde quer reduzir médicos, plantões e retirar terceirizada

O secretário da Saúde de Mossoró, Benjamim Bento, segue com ações para reordenar gestão das três Unidades de Pronto-Atendimento (UPA´s) do município. Definido, por exemplo, que não quer contar com a empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA).

Sama atua desde o início de 2014 na prefeitura (Foto: ilustrativa)

A Sama oferta pessoal médico para atuação nas UPA’s de Mossoró e outras instituições de Saúde no município e região.

Bento quer trabalhar com dois médicos por Upa e reduzir o valor pago por plantão. Dois pontos delicadíssimos.

Na última quarta feira (8), o secretario abriu um leque de reuniões com médicos e outros setores, para por em prática essa decisão.

Aditivo

A Sama tem 146 médicos à disposição das UPA´s, com contrato terceirizado com a municipalidade desde fevereiro de 2014, quando Francisco José Júnior (PSD) ainda estava em período de interinidade como prefeito. Priorizou três médicos por plantão e um quarto em horários de maior demanda.

Antes de encerrar seu mandato, “Francisco” garantiu aditivo de R$ 7.346,688,00 em seu contrato para assegurar médicos nas UPA’s do Santo Antônio e São Manoel.

Veja AQUI quantos médicos devem estar de plantão (neste momento) e quem são esses médicos, nas unidades de Saúde atendidas pela Sama em Mossoró e região.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
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