quarta-feira - 07/01/2026 - 08:30h
Allyson-Marcos

“Dança das cadeiras” sinaliza que começou a transição de governo

Print feito pelo BCS, a partir de vídeo do prefeito, com uso de "lupa" para ampliar caracteres

Print feito pelo BCS, a partir de vídeo do prefeito, com uso de “lupa” de edição, para ampliar caracteres

Começou a transição de governo em Mossoró?  Pelo visto, sim.

A “dança das cadeiras” em ritmo de valsa vienense (veja AQUI), anunciada pelo prefeito Allyson Bezerra (UB) no dia passado, ao lado do vice-prefeito Marcos Medeiros (PSD), mostra que a reforma administrativa municipal é também política. É um caminho-ponte.

Sinalizador forte de que Bezerra dá mais um passo para materializar o que até agora não afirmou com clareza, ou seja, se será ou não candidato a governador.

E as muitas mudanças (veja AQUI) são uma tessitura a quatro mãos, com forte possibilidade de se aprofundar mais ainda (veja AQUI).

Vem mais alterações na equipe? Possivelmente.

É, 2026 começou!

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terça-feira - 25/11/2025 - 22:46h
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Transição do governo Fátima para “Waltinho” passa por turbulência

Arte ilustrativa

Arte ilustrativa

Iniciada há alguns meses, a transição do governo Fátima Bezerra (PT) para o vice Walter Alves (MDB) passa por turbulência nos intramuros do poder.

A indicação de vários nomes a postos no governo, por “Waltinho”, inclusive com estímulo e facilitação da governadora, desacelerou mais recentemente e nem empolga mais o virtual substituto dela.

O que é estranho, convenhamos.

É possível que tenhamos algumas surpresas nos próximos meses que podem abalar a sucessão no governismo, com efeitos muito além dos limites da Governadoria e do Centro Administrativo de Lagoa Nova, sede do Governo do RN.

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sexta-feira - 01/08/2025 - 07:04h
Gestão e política

Transição de governo amplia espaços do futuro governador do RN

Rodrigues ocupa espaço que era de Roberto Sérgio desde primeiro governo Fátima (Foto: Reprodução)

Rodrigues ocupa espaço que era de Roberto Sérgio desde primeiro governo Fátima (Foto: Reprodução)

A transição de governo estadual segue passo a passo. Agora, é na Companhia de Águas e Esgotos do RN (CAERN) a mudança de nome e ajuste para o futuro governo do atual vice-governador Walter Alves (MDB), que substituirá a governadora Fátima Bezerra (PT) a partir de abril do próximo ano.

Está nomeado e foi empossado nessa quinta-feira (31), o engenheiro civil Sérgio Rodrigues. É o novo diretor-presidente da empresa. Era diretor de Empreendimentos da Companhia e passa a substituir Roberto Sérgio Linhares, que estava na função desde março de 2019, início da primeira gestão Fátima Bezerra (PT) no governo do RN.

Rodrigues é formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Tem mais de 30 anos de experiência nos setores público e privado. Antes de chegar à Caern, em 2019, foi secretário de Administração e de Infraestrutura da Prefeitura de Canguaretama. Sua carreira inclui ainda projetos de habitação social e eficiência energética em iluminação pública.

Roberto Sérgio é dos quadros da Caixa Econômica Federal (CEF), tendo passado por sua Superintendência no RN.

Mudanças

Dia 1º do mês passado, Walter Alves já tinha emplacado o ex-prefeito apodiense Alan Silveira (MDB) na Secretaria de Desenvolvimento Econômico. No mesmo dia foi empossado o ex-prefeito de Lagoa Nova e ex-presidente da Federação dos Municípios do RN (FEMURN), Luciano Santos, como secretário extraordinário para Assuntos Federativos.

Outras alterações virão.

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domingo - 13/11/2022 - 13:28h

Vitória da democracia

Por Ney Lopes

Afastadas todas as preferências pessoais ocorreram recentemente em Brasília, dois fatos que encorajam um futuro de paz e conciliação para o Brasil.

De um lado, o ministro da Defesa – general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira – enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) relatório de fiscalização do processo de votação que não aponta qualquer fraude eleitoral e ainda reconhece que os boletins de urnas e os resultados divulgados pelo TSE são idênticos.democracia - ilustração com braços coloridos

Ou seja, o boletim que a urna imprimiu registrando os votos dados ao final da votação confere com o resultado da totalização divulgada pelo tribunal.

A única sugestão, considerada normal, é que seja feita uma investigação técnica sobre eventuais riscos à segurança das urnas.

De outro lado, o presidente eleito Lula visitou Brasília, encontrou-se com os chefes dos poderes Legislativo e Judiciário e deu esclarecedora entrevista à imprensa.

Os dois fatos distensionam o cenário político e institucional.

Embora não fosse competência das Forças Armadas fazer auditoria nas urnas eleitorais, o TSE agiu com cautela e atendeu o pedido.

Agiu corretamente e o resultado é que as Forças Armadas seguiram a sua tradição de seriedade e escreveram no relatório o que viram.

Em nota, o TSE agradeceu o envio do documento e destacou justamente que o trabalho dos militares não aponta qualquer fraude ocorrida na eleição.

TSE informa que recebeu com satisfação o relatório final do Ministério da Defesa, que não apontou a existência de nenhuma fraude ou inconsistência no processo eleitoral de 2022″.

Havia, de parte das áreas radicais do bolsonarismo, a expectativa do apoio oficial das Forças Armadas, levantando dúvidas na votação, para a formalização de um longo debate no país, em busca da anulação do pleito.

Isso não ocorreu e independente de apoio à Lula, ou Bolsonaro, irá prevalecer a vontade popular.

De outro lado, cabe observar a entrevista dada pelo presidente eleito, após encontrar-se com autoridades da República.

A exemplo do que aconteceu com o bolsonarismo radical, as palavras de Lula significaram um balde de água fria no petismo radical.

O ex-presidente foi claríssimo, ao dizer que fará um governo de coalizão com todos os partidos que aceitem com ele conversar.

Disse que irá procurar os “eleitos”, que representam o povo e desmistificou a tendência de isolamento do chamado “centrão” que atua no Congresso.

A perspectiva é que haja uma mudança de água para o vinho nas relações do Executivo com o Congresso.

A ideia é que cada poder eleja os seus dirigentes, sem interferência do outro.

No momento, pelo que declarou Lula, a prioridade será a PEC de transição para possibilitar atender reivindicações sociais inadiáveis.

O presidente eleito deixou clara a sua tese de que “gastos sociais” são investimentos no sentido de justificar o bolsa familia, merenda escolar, habitação popular, farmácia popular.

Realmente, sobretudo após a pandemia, os governos democráticos têm se orientado pela prioridade social, um discurso que não pode ser propriedade privada dos chamados “progressistas”.

Esse discurso é de quem tenha sensatez e defenda a paz social.

Por último, a visita de Lula à Brasilia pôs um ponto final no choque entre os Poderes, principalmente entre o Executivo e o Supremo, ao defender a harmonia entre eles.

Sempre repeti que não há saída para o momento atual do Brasil, senão através de um pacto de diálogo.

E é isso que começa a despontar no horizonte, não significando adesismo, nem adesões aos vitoriosos.

Significa apenas a lição de que a democracia exige todos superando as suas diferenças, transcendendo as suas lutas pessoais para somarem forças numa única luta que é a preservação das liberdades, custe o que custar.

Ney Lopes é advogado, jornalista e ex-deputado federal

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Categoria(s): Artigo
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segunda-feira - 12/04/2021 - 18:00h
Allyson Bezerra

Os 100 dias de conhecimento e controle em Mossoró

Período é de enfrentamento de dificuldades incomuns e sabotagens em transição que não houve

A gestão do prefeito mossoroense Allyson Bezerra (Solidariedade) chega aos primeiros 100 dias. Com esse número emblemático vem aquela exigência que não é formal nem institucional, mas do nosso costume político e jornalístico, de se estabelecer radiografia que revele o espírito do período. Os seus erros e acertos.

O jovem prefeito mossoroense prioriza o conhecimento e o controle da máquina pública. Está claro: não dá nem dará passadas mais largas sem saber onde coloca os pés.

Primeiros 100 dias levam prefeito diariamente às ruas, a obras e a um desafio que enfrenta também a má-fé de quem não soube perder (Foto: redes sociais)

Primeiros 100 dias levam prefeito diariamente às ruas, a obras e à má-fé de quem não soube perder (Foto: redes sociais)

A prevenção faz sentido. Ele tem a missão de administrar o terceiro maior orçamento do RN – atrás apenas do Estado e Prefeitura do Natal -, está no olho do tufão da segunda onda da pandemia da Covid-19, além de ter escassa e desencontrada informação sobre a máquina pública. Houve nítida má-fé da administração anterior na passagem de governo, preparando inúmeras armadilhas para lhe causar problemas.

Continuidade de projetos remanescentes, implementação de novas políticas e diretrizes governamentais, a captura de dados para compatibilização e confecção de um planejamento de curto e médio prazos, não serão possíveis sem esse conhecimento e controle. O Plano de Metas não é a mesma coisa de “Plano de Governo”, apresentado como exigência ainda no período de candidatura.

Allyson Bezerra assumiu a prefeitura sem direito a saber o que estaria em suas mãos. A transição de governo não se efetivou. O discurso da “casa arrumada” que propagaram na campanha municipal era outro estelionato eleitoral. Deixou-se um rombo multimilionário em passivos urgentes e dívidas fundadas (longo prazo), que revelam como a municipalidade era tratada há décadas.

Nem mesmo decisão judicial (veja AQUI) determinando que a então prefeita Rosalba Ciarlini (PP) facilitasse apresentação de documentos e dados oficiais, chegou a ser cumprida. Ela não permitiu que a mudança de governo acontecesse de forma decente e republicana. Não era seu interesse, após derrota nas urnas.

Sabotagens

Passado esses 100 dias, é evidente a partir dessa fração de pouco mais de três dos 48 meses de governo que tem pela frente, que Allyson abrandou a fúria do touro bravio. Entretanto, não o domou completamente. As tentativas de sabotagem não prosperaram como desejado, mas continuam, da mesma forma que velhos vícios do serviço público precisarão de remédios mais fortes.

A estimativa por tudo que foi deliberadamente aprontado, era de que o prefeito “abestalhado” (um dos apelidos que o rosalbismo adesivou no então candidato) tivesse dificuldade de circular em público, acumulasse atraso na folha de pessoal de sua administração e o município estivesse semiparalisado.

Prefeito recebe médicos para atuação em UBS's (Foto: PMM)

Prefeito recebe médicos para atuação em UBS’s (Foto: PMM)

Erraram no cálculo da maldade e subdimensionaram a capacidade do eleito.

Porém, o prefeito terá de avançar. Após superar esse redemoinho inicial, não faltam exigências que precisam ir ao encontro de promessas de “mudanças”, de alteração não apenas de nome e sobrenome do inquilino do Palácio da Resistência, mas de costumes e modelo de governança.

Reformas

Uma reforma administrativa que modernize a municipalidade, reduza seu custo e proporcione serviço satisfatórios à clientela (os munícipes), não poderá ser levada com a barriga por meses e anos. É urgente um novo Plano Diretor que a ex-prefeita ignorou, da mesma forma que evitou reforma previdenciária.

É imprescindível a eficiência fiscal, o avanço do município no estímulo ao emprego e renda, redução de desigualdades sociais, priorização da saúde preventiva (atenção básica), além de fomento à atividade produtiva, por exemplo. A cultura não pode continuar sendo de festim e de patotas, ignorando expressões populares e eruditas, riquezas históricas e o restante dos bens arquitetônicos da cidade.

Infalível, Allyson Bezerra não o é. Consciente, tem tido a capacidade de ouvir, recuar de fórmulas ou medidas que não funcionam e montou uma equipe de nomes que fugiram ao comum (em décadas). Em sua grande maioria, é gente vitoriosa em suas respectivas áreas de atuação e técnicos por excelência.

Se esses e outros aspectos administrativos avançarem, pagar salário em dia deixará de ser feito e manchete mensal no noticiário.

Os 100 dias por outros jornalistas

Blog do BarretoAQUI;

Blog Carol RibeiroAQUI;

Blog do Magnos AlvesAQUI;

Blog Saulo ValeAQUI;

Blog de William RobsonAQUI, AQUI e AQUI;

* Impressões variadas que colaboram para que o webleitor tenha visão mais ampliada sobre o assunto abordado por nós nessa postagem especial, firmando seu próprio entendimento e compreensão.

Na política, o prefeito tem administrado com altos e baixos a convivência com bancada numerosa de 17 vereadores (eram 18, mas um foi estimulado a voltar pro rosalbismo). Lida com uma oposição que prefere atacar à sombra do anonimato e terceirização de vozes.

Sem isolacionismo 

Do zero ao Palácio da Resistência: desafio reformista (Foto: redes sociais)

Do zero ao Palácio da Resistência: desafio reformista (Foto: redes sociais)

Entretanto, abriu diálogo sem distinção com todas as forças políticas do estado, evitando o extremismo ou posições isolacionistas. Foi de Natal a Brasília, conversar com a governadora Fátima Bezerra (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Dialoga com deputados, secretários de estado e ministros da República, indistintamente.

Pode ser dito, que Allyson Bezerra sobreviveu às intempéries iniciais num tombadilho que continua escorregadio e traiçoeiro. Ele não faz um governo de continuidade oligárquica, nepotista e fechado em si.

Será reformador, para melhor, se mudar muito. Pouco não adianta. Praticamente começa do zero essa marcha, assim como foi sua campanha vitoriosa em 2020.

Se controlar a ansiedade comum à juventude, gerir a vaidade de quem coleciona façanhas na vida e na política e rechaçar qualquer faceta autoritária e personalista, vai ter muito o que comemorar (ainda mais) no primeiro ano de governo e mais adiante.  Vamos aguardar.

Leia também: O que mudou nos primeiros 100 dias com Rosalba (Os 100 primeiros dias de Rosalba)

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terça-feira - 06/11/2018 - 23:30h
Transição

Robinson garante à Fátima o que Rosalba lhe prometera

Fátima e Robinson: lembrança de 2014 (Foto: Assecom/RN)

“O novo governo terá todas as condições de iniciar dando continuidade às obras e ações em curso, diferente de quando assumi em 2015”. O comentário foi feito à tarde desta terça-feira (6) na Governadoria, pelo governador Robinson Faria (PSD).

Ele recebeu a governadora eleita Fátima Bezerra (PT) e sua equipe de transição (veja AQUI), com promessa de plena abertura do governo para a sucessora.

Há pouco mais de quatro anos (3 de novembro de 2014), quando começava a transição para começar a atual administração, Robinson ouviu algo parecido da então governadora Rosalba Ciarlini (DEM, hoje no PP):

– Uma das certezas que nós temos é que passaremos o governo melhor do que encontramos – assegurou Rosalba.

O resto você já sabe.

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segunda-feira - 29/10/2018 - 16:15h
Pós-eleições

Robinson parabeniza Fátima e garante transição transparente

O governador Robinson Faria (PSD) parabenizou sua futura sucessora pelo êxito eleitoral nas urnas, nas eleições 2018.

Emitiu Nota pessoal que pulveriza na imprensa e redes sociais, saudando o resultado. Paralelamente, assegura que dará todas as condições necessárias à transição de governo.

Nota

Parabenizo a governadora eleita Fátima Bezerra e desejo sucesso na condução dos destinos do Rio Grande do Norte pelos próximos quatro anos.

Toda nossa equipe de governo está orientada a cooperar e fornecer as informações necessárias à transição, com total transparência e com foco nos projetos em andamento, para o estado não perder um dia sequer de trabalho nas centenas de obras e ações que acontecem por todo o RN.

E ao contrário do que fizeram à nossa gestão, quando nos faltou apoio de parte da classe política nos momentos mais difíceis, nosso pensamento é de colaborar e torcer para o êxito da nova gestão que se inicia em janeiro. Nosso partido continuará a ser, sempre, o estado do Rio Grande do Norte.

Robinson Faria

Leia também: Governo Robinson Faria prepara transição para gestão Fátima.

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quarta-feira - 26/10/2016 - 18:14h
Mossoró

Prefeito antecipa início de transição de governo

Do Blog do Barreto

O prefeito Francisco José Junior (PSD) decidiu antecipar o início da entrega da documentação para os auxiliares da prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP).

Amanhã, as 11h, no Gabinete do Prefeito, será realizada a primeira reunião das equipes de transição. “Receberemos os primeiros documentos”, explicou Anselmo de Carvalho que coordena a transição pelo lado de Rosalba.

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segunda-feira - 20/10/2014 - 19:17h
Pós-eleições 2014

MPF dá orientações para transição de governo no RN

O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou nesta segunda-feira (20 de outubro), aos dois candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte, documento contendo orientações sobre algumas cautelas a serem observadas por aquele que for eleito, quando da transição de governo.

Segundo o procurador da República Kleber Martins, que assina os documentos, a razão de o MPF se antecipar ao próprio resultado é o fato de que, após as eleições, restarão apenas dois meses para a transição no cargo. Isso, associado às festividades de final de ano, poderia comprometer a adequação da medida caso o MPF aguardasse a formalização do resultado final.

O objetivo do documento é o de evitar que irregularidades sejam cometidas contra o patrimônio público, levando o Ministério Público Federal a ter que mover processo judiciais por crimes e atos de improbidade.

Além dos candidatos, o MPF também apresentou à atual governadora do Estado, Rosalba Ciarlini (DEM), documento semelhante, com foco voltado, principalmente, para a preservação da documentação de convênios.

Veja documento na íntegra clicando AQUI.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público
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