“Natal não é de ninguém”, repito o então deputado federal Djalma Marinho, que cunhou a frase nos anos 60.
“Natal é da liberdade”, complementava ele, com meu endosso hoje, observando a sucessão natalense.
Grandes lideranças políticas estão fragilizadas, com menor poder de influência; quase inaudíveis.
O governador Robinson Faria (PSD) sequer vai ter candidato próprio do seu partido, à disputa municipal, com a desistência do deputado estadual Jacó Jácome (PSD).
Procura a quem apoiar.
O ex-ministro Henrique Alves (PMDB) tenta emplacar um deputado estadual de sua confiança, na chapa do prefeito e primo Carlos Eduardo Alves (PDT), que refuga as ofertas.
O DEM do senador José Agripino é sigla subalterna.
A ex-governadora Wilma de Faria (PTdoB) está fora do páreo e com papel secundário.
É… não está fácil.
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