Do Canal e outras fontes para o BCS
Como era de se esperar, o uso de inteligência artificial já está transformando radicalmente as campanhas eleitorais neste ano no Brasil. A menos de seis meses das eleições, equipes de marketing político estão adotando ferramentas capazes de segmentar mensagens em escala, acelerar a produção de conteúdo e substituir parte das pesquisas qualitativas por “eleitores sintéticos” usados em simulações de comportamento.
Vídeos e peças digitais que antes levavam mais de um dia para serem produzidos agora ficam prontos em poucas horas. Integrantes de campanhas de pré-candidatos à Presidência e aos governos estaduais relatam o uso de softwares que monitoram em tempo real a reação de usuários nas redes sociais, mapeando temas com maior potencial de engajamento e identificando apoiadores e críticos.
Uma das campanhas mantém uma equipe de mais de 50 pessoas dedicada ao impulsionamento com nanossegmentação, permitindo personalizar mensagens para perfis específicos do eleitorado. (Folha)
Apesar do avanço tecnológico, as campanhas ainda demonstram cautela diante das regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o uso de inteligência artificial. Embora haja consenso de que deepfakes eleitorais são proibidos, persistem dúvidas sobre os limites legais de outras aplicações da tecnologia.
Acesse nosso Instagram AQUI.
Acesse nosso Threads AQUI.
Acesse nosso X (antigo Twitter) AQUI.
























Faça um Comentário