Sete vereadores que compõem a Câmara Municipal de Mossoró assinam compromisso comum.
O documento é denominado de "Pacto pela legalidade e pela democracia".
Propõe-se a assinalar a união desse grupo e sua disposição de confirmar chapa eleita no dia 2 de julho último, para comandar esse poder no biênio 2011-2012.
Veja abaixo o teor da nota.
Mais uma vez foi marcada a data para a definição da questão da eleição na Câmara Municipal de Mossoró. Uma situação que é fruto de uma série de atos autoritários e anti-democráticos por parte da atual presidência da Casa.
Mas nós, vereadores, nunca estivemos tão unidos e fortes para mostrar que Mossoró pode voltar a se orgulhar da sua Casa Legislativa. Estamos e vamos continuar unidos. Cada um de nós, por livre e espontânea manifestação volitiva, inspirados pelos ideais democráticos e pelo Estado de Direito. Unidos também em nome da honra e da confiança dos nossos eleitores e cidadãos mossoroenses.
Por tudo isso vimos a público mais uma vez para declarar o nosso compromisso pela democracia e pela legalidade.
Temos certeza de que toda a fé e confiança no desejo de mudança que nos moveram até aqui, continuarão nos mantendo firmes nessa nova etapa em que mais uma vez confirmamos que de nossa parte, envolvendo nesse ato sete vereadores que representam maioria na Câmara Municipal, manteremos, na eleição a ser realizada no dia 14 de dezembro, o mesmo posicionamento externado no pleito do dia 2 de julho de 2010, quando elegemos o vereador Francisco José Júnior como presidente da Câmara Municipal de Mossoró e o vereador Jório Nogueira, como vice.
Reforçamos o compromisso de inscrever e eleger novamente a nossa chapa para, em nome da legalidade e da democracia, dar por encerrado esse processo que de forma desnecessária e autoritária vem causando danos até mesmo à imagem da Casa Legislativa Mossoroense.
Francisco José Lima da Silveira Júnior
Jório Regis Nogueira
Jerônimo Lahyre de Mello Rosado Neto
José Domingos Gondim
Genivan de Freitas Vale
Daniel Gomes da Silva
Ricardo Soares Nogueira do Couto
Trata-se de documento de fé pública, que pode sublinhar a idoneidade de cada um ou provar em contrário, caso ocorra algum tipo de rompimento.
È aguardarmos para ver.























Da outra vez Claudionor trancou a CMM. O que ele poderia fazer para impedir essa eleição? Daria uma ótima enquete. Sugestão de respostas: a) Demolir o prédio da CMM? b) Interditar o Centro de Mossoró? c) Trancar os vereadores oposicionistas em suas próprias casas?