"Prudência é saber distinguir as coisas desejáveis das que convém evitar".
Marcus Túllio Cìcero
Jornalismo com Opinião
"Prudência é saber distinguir as coisas desejáveis das que convém evitar".
Marcus Túllio Cìcero
À próxima semana, Mossoró vai aparecer em tela no noticioso Jornal Hoje, exibido todas as tardes, de segunda a sexta, pela Rede Globo de Televisão.
Não série São João no Nordeste, a emissora dará uma mostra sobre o Cidade Junina.
As gravações acontecem neste final de semana
Nota do Blog – A Prefeitura de Mossoró acerta em cheio no investimento para divulgação do evento através da Globo.
Ano passado, acabou dando tiro no próprio pé na ânsia de arranjar o "barato". O programa "Pânico" da Rede TV transformou algo pago em oportunidade de ridicularizar a cidade e a promoção.
Boa noite, Carlos!
Há alguns meses Ivana Linhares fez um comentário em seu Blog, onde falava da insegurança no conjunto Inocoop do Nova Betânea.
Agora à noite, mais um incidente aconteceu. O morador conhecido como "Júnior de Moisés", funcionário de carreira do IBGE, ao chegar em sua residência foi abordado por duas autoridades (BANDIDOS). Já que eles chamam as vítimas de vagabundos, eles se acham autoridades!
Ao reagir, Júnior foi baleado e levado ao Hospital Regional Tarcísio Maia.
Em outras oportunidades, fiz também alguns comentários que por você foram postados, sobre esse mesmo assunto.
Até quando as autoridades de verdade vão fazer descaso com esses incidentes no Inocoop Nova Betânea? Os bandidos não estão escolhendo horário pra agir! É de dia ou de noite. E mais uma vez, até quando vão ficar impunes?
Eles sim podem andar armados. O cidadão de bem, nem em casa pode ter uma para sua defesa e de sua família.
Será que vai ser preciso acontecer uma morte com algum morador de lá para que seja realmente tomada alguma providência?
Júnior, é o segundo morador a ser baledao naquele conjunto habitacional.
Gustavo Almeida – Webleitor
Viciado em roubar, pilhar, estuprar e assassinar, Virgulino Ferreira da Silva foi facilmente convencido pelo cangaceiro Massilon Benevides Leites para convocar junção de forças dos maiores bandidos sertanejos, intuindo viabilizar a mais tresloucada aventura do banditismo rural sertanejo através de formidável raid dos sertões pernambucanos em direção ao Estado do Rio Grande do Norte com o objetivo de assaltar a segunda cidade potiguar.
Massilon Benevides Leite, antigo comboieiro que durante anos fez transportes de mercadorias para Mossoró, confidenciou ao chefe cangaceiro que conhecia cada beco da capital do Oeste potiguar, garantindo-lhe que a cidade era extremamente pequena e que possuía agência bancária, casas comerciais, estabelecimentos de exportação e importação, inúmeras fábricas que produziam diversos bens, enfim, era rica ao extremo.
Precisava alguém realmente estar exponencialmente viciado em roubar para acreditar em tal informação de que Mossoró era uma cidade muito pequena, dispondo de tais espacializações geográficas, pois o que foi descrito por Massilon Benevides Leite a Lampião caracteriza espaço urbano sofisticado, sobretudo para àquela época, ano de 1927.
Depois de exaustiva marcha em direção ao Estado do Rio Grande do Norte, marcada pelo uso profuso de violência inaudita, aberrante e abominável, o bando de Lampião chegou às portas de Mossoró. Era o dia 13 de junho de 1927, dedicado ao culto a Santo Antônio.
O bando atravessou o rio Apodi-Mossoró e quando Lampião pode visualizar de forma precisa a “cidadezinha pequena” enfatizada por Massilon Benevides Leite, qual não foi a surpresa do chefe supremo do banditismo sertanejo ao constatar que havia sido ludibriado pelo falatório inconsistente e mentiroso do bandoleiro que o convenceu a empreender marcha de mais de quatrocentos quilômetros em direção ao que desconhecia totalmente, pois em sua profissão honrada de almocreve nunca esteve em Mossoró, devido ter concentrado o transporte de algodão e peles principalmente para a Pedra de Delmiro, no Estado de Alagoas.
Lampião virou bicho quando viu a dimensão espacial de Mossoró. Passou mais de meia hora analisando pelo binóculo os prováveis lugares que poderiam estar empiquetados. Concentrou-se com especial atenção na igreja de São Vicente, construída em 1919 pelos retirantes da grande seca que atingiu o semiárido naquele ano.
O chefe cangaceiro estava com muita raiva por ter sido enganado. Ordenou o inusitado, ou seja, que o bando seguisse pela atual Avenida Alberto Maranhão, justamente em direção aos pontos fortificados. O poder de liderança de Lampião era tão impressionante que os cangaceiros obedeceram sem titubear, sem nenhuma reclamação ou protesto. Agindo assim, talvez o “rei do cangaço” estivesse dando vazão à sua raiva por ter sido novamente traído.
Lampião não entrou na cidade, pois seguiu com sua guarda pessoal para o cemitério São Sebastião, onde assistiu de camarote ao combate cerrado que a população de Mossoró e os poucos militares empreenderam intuindo expulsar o atrevido bando que atacava a segunda cidade potiguar.
No dia 19 de junho de 1927, no mesmo cemitério São Sebastião onde Lampião ficou protegido do intenso tiroteio, era assassinado um dos mais temidos cangaceiros do nordeste, o qual atendia pelo nome de José Leite de Santana, natural de Buíque (PE), cujo apelido no bando – Jararaca – definiu a periculosidade de sua personalidade transviada.
Do cemitério, Lampião notou que a portinhola da parte superior da estação ferroviária se abria. Era Vicente de Sabóia Filho, administrador da ferrovia, que tentava buscar ângulo de visão para ter melhor noção do que acontecia. Virgulino Ferreira da Silva escalou o brinquedinho fabricado pela indústria alemã Mauser, que havia recebido do Padre Cícero do Juazeiro, um ano antes do ataque a Mossoró, desferindo tiro quase certeiro que prostrou Saboinha em um ataque de apoplexia, não obstante não ter acertado o alvo.
A bala do fuzil Mauser passou milímetros da cabeça do líder da trincheira da estrada de ferro.
Lampião era tudo que não prestava e ainda sobrava espaço para mais um pouco de desmantelo, mas não era idiota. Quando viu a coisa ficar extremamente delicada, ordenou retirada vexatória, aglutinando o bando e rumando para o Estado do Ceará, onde contava com malha proto-mafiosa dos coiteiros mais afamados do nordeste.
Na verdade, o ataque foi tramado no cariri cearense, nas fazendas do famoso “Coronel” Isaías Arruda.
O governador potiguar Juvenal Lamartine invocou todas as claúsulas do convênio anti-banditismo assinado no ano de 1922 na capital pernambucana, resultando em verdadeiro desastre para o bando comandado por Lampião através de verdadeira caçada, pois dos cerca de setenta e cinco cangaceiros que atacaram Mossoró no dia 13 de junho de 1927, apenas quatro acompanharam o chefe supremo do banditismo na fuga dramática em direção ao Estado da Bahia.
O restante ou estava preso ou foi morto em combate, ou ainda executado friamente, como aconteceu com Jararaca, Mormaço e Bronzeado, assassinados por ordens expressas do vingativo e irascível chefe do executivo potiguar daquela época turbulenta marcada pela violência.
José Romero Cardoso é Geógrafo, professor-adjunto da Uern e meste em Desenvolvimento e Meio Ambiente – romero.cardoso@gmail.com
"Só é cantador quem traz no peito o cheiro e a cor de sua terra, a marca de sangue de seus mortes e a certeza de luta de seus vivos." (François Silvestre)
Além dos magistrais discursos de Odilon Ribeiro Coutinho, meus ávidos olhos de jovem militante não conseguiam enxergar “novidade nova” no decorrer da campanha eleitoral de 1982.
Até que um dia, em pleno centro urbano de Mossoró, deparo-me com um comício diferente; ou, pelo menos, algo fora do comum: um jovem candidato a deputado federal havia estacionado sua Kombi de som e iniciava a fala aos circunstantes, dizendo que deixaria outro microfone em uma das mesas do bar da esquina, à disposição de quem desejasse lhe formular perguntas.
E o meu espanto aumentou quando ele, o candidato, recitou, e distribuiu, uma poesia de sua autoria intitulada: Ir a cantoria ou ser o próprio cantador. Misto de apresentação pessoal e convocação à luta em defesa da democracia, o poema retratava o momento político que vivíamos, intercalando pitorescas imagens sertanejas, em meio a corajosas denúncias.
Vale lembrar que ainda estávamos sob o tacão do regime de exceção, e era preciso ser forte e aguerrido para contestar a situação.
Passados tantos anos, verifico que, atualmente, François Silvestre está fazendo o “diferente” na literatura potiguar. Na essência, François não mudou: carrega o mesmo caçuá transbordante de talento e ousadia. Se não peguei o microfone naquela tarde para louvar a iniciativa inovadora do comício-debate, desejo agora fazer breve comentário sobre seu (dele, François) mister literário.
Nos últimos anos, François vem lançando uma esteira de bons livros. Cito dois, especialmente: O mel de Benquerê e A pátria não é ninguém. O primeiro reúne deliciosas crônicas relativas a fatos e personagens de nosso sertão, e o segundo, em forma de romance, retrata o sombrio período da ditadura militar, numa narrativa que sugere um tom autobiográfico, esboçando, propositadamente, tênue linha entre realidade e ficção.
Já o recém-lançado Esmeralda – Crime no Santuário do Lima configura-se um romance policial ambientado no Rio Grande do Norte, e cuja trama gira em torno do assassinato da cigana Esmeralda, ocorrido, paradoxalmente, em um ambiente de oração. Os suspeitos são cuidadosamente caracterizados, tanto em seus aspectos psicossociais quanto em suas habilidades manuais, sendo tudo condizente, e habilmente pensado, para o desenlace do drama.
Enfim, além do estilo que lhe é peculiar – frases curtas, mas incisivas, e um linguajar intencionalmente calcado na oralidade popular nordestina –, François Silvestre realça, nesse Esmeralda – Crime no Santuário do Lima, outras duas louváveis características: a poética que perpassa toda a obra, do que resultam em belas construções, e o manejo dos instrumentos literários capazes de dotar o romance de uma urdidura que prende a atenção do leitor, até o desfecho. O que não é pouco, diga-se de passagem.
David Leite é advogado, professor e escritor
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil,
delicado e penetrante dos sentimentos.
O mais independente.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos,
as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação,
o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real.
Do subjetivo sobre o objetivo.
Do permanente sobre o passageiro.
Do básico sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro.
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois
que as pessoas deixaram de estar juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples
e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos
fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavra.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com.
Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo.
Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado.
Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar.
Ou quando é falar, jamais explicar, apenas afirmar.
Afinidade é jamais sentir por.
Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo.
Mas quem sente com, avalia sem se contaminar.
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
Só entra em relação rica e saudável com o outro,
quem aceita para poder questionar.
Não sei se sou claro: quem aceita para poder questionar,
não nega ao outro a possibilidade de ser o que é, como é, da maneira que é.
E, aceitando-o, aí sim, pode questionar, até duramente, se for o caso.
Isso é afinidade.
Mas o habitual é vermos alguém questionar porque não aceita
o outro como ele é. Por isso, aliás, questiona.
Questionamento de afins, eis a (in)fluência.
Questionamento de não afins, eis a guerra.
A afinidade não precisa do amor. Pode existir com ou sem ele.
Independente dele. A quilômetros de distância.
Na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar.
Há afinidade por pessoas a quem apenas vemos passar,
por vizinhos com quem nunca falamos e de quem nada sabemos.
Há afinidade com pessoas de outros continentes a quem nunca vemos,
veremos ou falaremos.
Quem pode afirmar que, durante o sono, fluidos nossos não saem
para buscar sintomas com pessoas distantes,
com amigos a quem não vemos, com amores latentes,
com irmãos do não vivido?
A afinidade é singular, discreta e independente,
porque não precisa do tempo para existir.
Vinte anos sem ver aquela pessoa com quem se estabeleceu
o vínculo da afinidade!
No dia em que a vir de novo, você vai prosseguir a relação
exatamente do ponto em que parou.
Afinidade é a adivinhação de essências não conhecidas
nem pelas pessoas que as tem.
Por prescindir do tempo e ser a ele superior,
a afinidade vence a morte, porque cada um de nós traz afinidades
ancestrais com a experiência da espécie no inconsciente.
Ela se prolonga nas células dos que nascem de nós,
para encontrar sintonias futuras nas quais estaremos presentes.
Sensível é a afinidade.
É exigente, apenas de que as pessoas evoluam parecido.
Que a erosão, amadurecimento ou aperfeiçoamento sejam do mesmo grau,
porque o que define a afinidade é a sua existência também depois.
Aquele ou aquela de quem você foi tão amigo ou amado, e anos depois
encontra com saudade ou alegria, mas percebe que não vai conseguir
restituir o clima afetivo de antes,
é alguém com quem a afinidade foi temporária.
E afinidade real não é temporária. É supratemporal.
Nada mais doloroso que contemplar afinidade morta,
ou a ilusão de que as vivências daquela época eram afinidade.
A pessoa mudou, transformou-se por outros meios.
A vida passou por ela e fez tempestades, chuvas,
plantios de resultado diverso.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças,
é conversar no silêncio, tanto das possibilidades exercidas,
quantos das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação do ponto em que parou,
sem lamentar o tempo da separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas a oportunidade dada (tirada) pela vida,
para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais,
a expressão do outro sob a forma ampliada e
refletida do eu individual aprimorado.
Artur da Távola (1936-2008) – Era o pseudônimo de Paulo Alberto Moreztsonh Monteiro de Barros, nascido no Rio de Janeiro, que teve forte atuação como jornalista, radialista, político, escritor e ainda carreira como professor e advogado.
Aos 85 anos de idade, morreu agora no começo da noite, a romanceira que ficou conhecida em todo o Brasil, dona Militana.
Dona Militana, que há poucos dias se internou no Hospital da Hapvida, em Natal, morreu em casa, na cidade de São Gonçalo do Amarante.
Com informações do Blog de Thaysa Galvão AQUI.
Saiba mais sobre dona Militana AQUI.
O Partido Progressista (PP) definiu data, horário e local de sua convenção estadual no Rio Grande do Norte.
Vai acontecer no dia 30 de junho, de 8 ao meio-dia, em sua sede, bairro Lagoa Nova (Natal).
Os filiados ao PP irão homologar as candidaturas do partido a deputado estadual e federal. Ao mesmo tempo, sairá definição quanto ao apoio ao governo e Senado.
Há forte inclinação para que o PP fique com a postulação do governador Iberê Ferreira (PSB).
Aspectos relativos à aliança ainda estão na dependência de articulações de bastidores e consultas quanto à interpretação legal pelo próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Nota do Blog – Há meses que o PP está no meio de uma gincana, puxado de um lado pelo grupo de Iberê e de outro pelo esquema adversário, em nome da postulação ao governo da senadora Rosalba Ciarlini (DEM).
O evento acontece a partir das 9h na Câmara de Vereadores.
Carlos Eduardo Alves (PDT), pré-candidato a governador, prestigia o ato político com o deputado estadual e seu pré-candidato a vice, Álvaro Dias (PDT), além do pré-candidato ao Senado, jornalista Sávio Hackradt (PCdoB).
Outros nomes de expressão de PDT e PCdoB na região e estado devem prestigiar a mobilização.
Jocsã é acadêmico de Gestão de Recursos Humanos e dirigente do PCdoB em Areia Branca. Walter é engenheiro.
O Hospital Maternidade Promater (Natal) informa que após acordo realizado entre a Sociedade de Pediatria e alguns planos de saúde, não haverá mais a suspensão dos atendimentos na urgência e emergência pediátrica.
O problema vinha ocorrendo de forma sistemática, comprometendo os dois setores.
Nota do Blog – A pediatria é um problema nacional.
Está escasseando a figura do pediatra vocacionado, anjo-da-guarda de nossas crianças.
E no interior do país é ainda mais grave o problema.
Nas faculdades de Medicina, os acadêmicos em sua grande maioria preferem outras especialidades em que possam ganhar bem mais dinheiro.
Pobre Brasil!
A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Roussef (PT), virá a Natal no próximo mês de julho.
É a primeira vez que ela visita o RN depois de ter homologada a sua candidatura pelo partido.
A informação foi passada ao Fator RRH pela deputada federal Fátima Bezerra (PT).
"Ela fará um circuito pelas festivdades juninas. Agora em junho vai a Pernambuco, Paraíba e Alagoas e em julho virá ao Rio Grande do Norte e ao Piauí", disse a deputada do PT.
Com informações do BLog Fator RRH AQUI.
A prefeita do Natal Micarla de Sousa (PV) ganhou a companhia de políticos da oposição estadual, à abertura do "Forró da Gente" e festival de quadrilhas do Natal. Ocorreu à noite dessa sexta (18) e segue até o dia 29 de junho.
A iniciativa da Prefeitura de Nata acontece na área de lazer do Panatis, na zona norte de Natal.
Os senadores José Agripino (DEM), Garibaldi Filho (DEM) e Rosalba Ciarlini (DEM) participaram da promoção ao lado da prefeita, além do deputado federal Felipe Maia (DEM)..
Depois da abertura do Forró da Gente, a prefeita convidou a todos para assistirem mais um evento que tem a parceria da Prefeitura do Natal, o jogo amistoso da Seleção Brasileira de Vôlei Feminino, contra o selecionado do Japão.
Acompahou o jogo ao lado do presidente da Assembleia Legislativa Robinson Faria (PMN), dos três senadores e Felipe Maia.
Cinco empresas concorrem à obra de pavimentação e melhorias do traçado da BR 110-RN. São 78 quilômetros de asfalto, de Mossoró a Campo Grande.
Envelopes com propostas à obra do Governo Federal foram apresentados nessa sexta (18).
A autorização do edital aconteceu no dia 29 de março deste ano na Câmara Municipal de Upanema, com a presença do superintendente e diretor do DNIT, Fernando Rocha e Gledson Maia.
Essa obra é um antigo sonho da região e velha promessa da classe política e ganhou esse avanço depois de audiência pública acontecida no dia 19 de janeiro deste ano na Câmara de Upanema, provocada pelo vereador Anízio Júnior (PMDB).
História
A BR-110 já foi chamada de BR-09. Na prática, ela foi inaugurada em 1957.
O projeto original determinava que compreendia asfaltamento de Areia Branca a Patos (PB). Até aqui, apenas o trecho Mossoró-Areia Branca foi construído, na década de 70.
O projeto que foi readequado estava engavetado em Brasília, desde 2004. Serão 78 Km orçados em 90,7 milhões. A nova estrada terá interação com as BRs 304 e 405 e com a RN 233 (Caraúbas).
Os jogos da seleção Brasileira na Copa do Mundo da África do Sul têm impacto direto no consumo de energia elétrica no Rio Grande do Norte.
Na primeira partida do mundial, ocorrida dia 15/06 (terça-feira), a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (COSERN) detectou uma redução no consumo equivalente a 180 MW, ou 30% de um dia típico. O índice equipara-se ao que é consumido nas cidades de Natal e Parnamirim juntas, ou seja, cerca de 1 milhão de pessoas.
O fato ocorreu em virtude da paralisação de vários setores da economia como comércio, indústrias, repartições públicas, dentre outros. Além disto, muitos consumidores se reúnem em casas de amigos e familiares ou em bares e restaurantes para assistirem a disputa juntos contribuindo ainda mais para a redução.
No dia da estréia da seleção o consumo de energia já apresentou um índice abaixo de um dia útil. Este fato foi devido à ocorrência de céu nublado e de chuva leve em todo o litoral leste do Estado.
Com informações da Assessoria de Comunicação da Cosern.
Nota do Brasil – País rico é assim, pode praticamente parar sua produção, suas atividades econômicas quando bem entende, porque sobra em riquezas e Índice de Desenvolvimento Humano.
Carlos Santos,
Como leitor assíduo deste espaço, desejo fazer um registro/reclamação ao orgão de trânsito competente em Mossoró.
Não se justifica a Rua Francisco Izódio, no trecho compreendido entre Avenida Alberto Maranhão (Unibanco) e Avenida Rio Branco (Teatro) ter duplo sentido, quando o bom senso manda quem transita na Rio Branco com destino a Alberto Maranhão ou Francisco Izódio, utilizar a Augusto Severo, deixando-a apenas com sentido único a Alberto Maranhão/Rio Branco, sentido este que já funciona na própria Francisco Izódio no trecho entre Alberto Maranhão/Praça Bento Praxedes.
Sabedor de sua forte penetração em toda sociedade, espero ter contribuido para solução desta aberração na engenharia de trânsito desta cidade.
Abraços.
Seu leitor Dinarte Bento.
O empresário Rútilo Coelho será o próximo presidente do PDT de Mossoró. Decisão preliminar nesse sentido foi tomada à noite dessa sexta (18).
Membros do partido reuniram-se no escritório de Rútilo para a discussão do assunto, em face do vácuo no comando partidário, visto que a Comissão Provisória do PDT mossoroense teve seu prazo de renovação vencido.
Rútilo era presidente de honra do PDT local, na antiga formação.
Suplentes de vereador como Carlinhos Silveira (PDT), Paulo Fernandes (PDT) e Tomaz Neto (PDT) participaram do encontro, ao lado dos vereadores Ricardo de Dodoca (PDT) e Jório Nogueira (PDT), além de outros componentes.
O presidente da Câmara de Vereadores e ex-presidente da sigla na cidade, Claudionor dos Santos (PDT), não participou. Alegou viagem a Brasília.
O escritor português José Saramago morreu aos 87 anos em sua casa em Lanzarote, nas Ilhas Canárias, nesta sexta-feira (18).
A informação foi divulgada pela família do escritor de "Ensaio sobre a cegueira" e confirmada em seu site oficial.
"Hoje, sexta-feira, 18 de junho, José Saramago faleceu às 12h30 horas [horário local] na sua residência de Lanzarote, aos 87 anos de idade, em consequência de uma múltipla falha orgânica, após uma prolongada doença. O escritor morreu estando acompanhado pela sua família, despedindo-se de uma forma serena e tranquila", diz uma nota assinada pela Fundação José Saramago e publicada na página do escritor na internet.
O autor de "O evangelho segundo Jesus Cristo" e "Ensaio sobre a cegueira" vivia em Lanzarote desde 1993 com sua esposa, a jornalista Pilar del Río.
Nos últimos anos foi hospitalizado em várias oportunidades, principalmente devido a problemas respiratórios.
Saiba mais AQUI.
Nota do Blog – Li recentemente "Caim" e "O caderno", deste autor.
Uma perda para a literatura mundial.
As últimas pesquisas divulgadas, oficialmente, revelaram dianteira do senador Garibaldi Filho (PMDB) por uma das duas vagas em disputa ao Senado, este ano.
O senador José Agripino (DEM) aparecia em segundo e a então governadora Wilma de Faria (PSB) um pouco atrás de ambos.
Com um quadro dessa ordem, o segundo voto vai ter peso decisivo para a eleição ao Senado no Rio Grande do Norte. Pode ser um diferencial.
A princípio, entendo que Garibaldi deverá ser mesmo o primeiro colocado. Hoje, seria reeleito à frente dos concorrentes.
O senador José Agripino e Wilma de Faria estão pela segunda vaga.
Agripino aposta em três forças, encadeadas, para ser içado à vitória: o próprio nome, uma arrancada da senadora Rosalba Ciarlini (DEM) ao governo e na composição com Garibaldi, para ter o segundo voto.
Wilma cresce muito em campanha. Parece infatigável. Ao mesmo tempo associará seu nome ao presidente Lula (PT) e à candidata presidencial, ex-ministra Dilma Roussef (PT). Não pode descartar ainda, o crescimento do candidato governista Iberê Ferreira (PSB).
Para ela, também, o segundo voto é crucial. Pode decidir seu futuro eleitoral.
"O melhor modo de encontrar a si mesmo é se perder servindo aos outros."
Mahatma Gandhi
"Nada na vida deve ser temido, somente compreendido. Agora é hora de compreender mais para temer menos."
Marie Curie
Muita gente especula, outros tantos partem para a adivinhação e existem aqueles que são mais prudentes quanto à campanha eleitoral deste ano.
Essa terceira categoria de pessoas parece mais sensata.
Nada é mais determinante à vitória de uns e derrota de outros, do que a própria "dinâmica da campanha".
Somente nessa caldeirão efervescentes será possível maior precisão quanto a candidaturas, sem ficarmos apenas no campo do "achismo".
Depois da Copa do Mundo de futebol da África do Sul, daqui a menos de um mês, a gente começa a sentir melhor todo esse cenário.
Por enquanto ficamos nessa faz-de-conta do "já-ganhou" e do "já-perdeu".
Depois dos "bafanas-bafanas" da África do Sul, onde não faltam assaltos, é aguardar os "afana-afana" na Copa do Mundo de futebol no Brasil, em 2014.
Segurem as carteiras.
A rapinagem começa com uma montanha de dinheiro público, em jogo, para construir e reformar estádios, além da infraestrutura mínima às cidades que sediarão os jogos.


