segunda-feira - 23/09/2013 - 06:55h
Uern

Rosalba garante apoio para projetos de novo reitor

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) assumiu o compromisso com o futuro reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), professor Pedro Fernandes, de trabalhar junto ao governo federal para a oferta de mais uma turma de Medicina na instituição.

Rosalba afirmou que vai procurar os Ministros da Educação, Aloísio Mercadante, e da Saúde, Alexandre Padilha, em busca de parceria para melhorar a infraestrutura da Faculdade de Ciências da Saúde, da Uern. Como a interiorização do curso de Medicina é uma das metas do governo federal para suprir a falta de médicos nos municípios brasileiros, a governadora disse acreditar que a Uern  receberá atenção especial.

“A Uern se enquadra perfeitamente nessa proposta de formação de médicos no interior, principalmente, por se tratar de uma universidade pública que tem conceito 5 no curso de Medicina”, ressalta a governadora.

Rosalba demonstrou interesse na proposta do reitor Pedro Fernandes em transformar o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) em um Hospital/Ensino para os alunos dos cursos da área de saúde da instituição, além de aumento de 26 para 60 vagas para o curso de Medicina.

Além do empenho para a ampliação das vagas de Medicina, Rosalba Ciarlini assegurou uma emenda  do governo ao Orçamento Geral da União (OGU) 2014. Será a segunda vez que isso ocorrerá. No OGU de 2013, a governadora também escolheu a UERN para ser contemplada com uma emenda de R$ 40 milhões, dentro da cota do governo do Estado.

“Estamos confiantes que a UERN alcançará esses objetivos porque a governadora e nossos parlamentares conduzirão essa luta, em Brasília. Essa manifestação venho recebendo de todos eles”, exaltou.

Com informações da Assessoria de Imprensa de Pedro Fernandes.

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Categoria(s): Educação
domingo - 22/09/2013 - 23:56h

Pensando bem…

“Quando somos bons para os outros, somos ainda melhores para nós”.

Benjamin Franklin

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domingo - 22/09/2013 - 12:10h

Levo ou deixo, doutor?

Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.

Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.

Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o, quando este tentava pular o muro com os patos, disse-lhe:

Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas, sim, pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à
socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei, com minha bengala fosfórica, bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.

E o ladrão, confuso, diz:

Dotô, resumino, eu levo ou deixo os pato?

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Categoria(s): Folclore Político
domingo - 22/09/2013 - 10:41h

Sobre estar sozinho

Por Flávio Gikovate

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.

A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.

O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher; ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.

A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria.

Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.

Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração.

Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.

O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou.

Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.

A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.

E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.

Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.

A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.

As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único.

Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém. Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.

Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.

Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.

O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Esse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo…

Flávio Gikovate é médico-psiquiatra, psicoterapeuta e escritor

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domingo - 22/09/2013 - 09:51h
O clube dos corações partidos

Bartô Galeno – o ídolo gentil das multidões

Por Fabiana Moraes (Jornal do Commercio-PE)

Unanimidade entre os fãs da música popular romântica, cantor e compositor citado e gravado por diversos cantores presentes nesta série, Bartô Galeno é tratado como rei por onde passa. Humilde, a voz macia e a cabeleira farta, é ainda um dos mais requisitados cantores de seu gênero, com uma agenda que pode chegar a cinco shows semanais. Aqui, acompanhado pela esposa Socorro, ao seu lado desde o início de sua carreira, Bartô fala sobre sucesso, bebida e uma possível – e sempre protelada – aposentadoria.

Sentando no camarim improvisado, Bartô Galeno não acreditava: eram 7h30 da manhã de um domingo e o largo do Arouche, região central de São Paulo, concentrava uma multidão. Essa tinha um caráter universal particular: era formada pelos novinhos, os coroas, os de mãos dadas, os solteiros, os que haviam acabado de chegar, os que, latinha na mão e pouco sóbrios, passaram a noite à procura de algo que não sabiam identificar. Mulheres e homens chamavam por seu nome.

Bartô é destaque em série especial do Jornal do Commercio

Quando ele entrou, os cabelos em dramáticos cachos, veio o barulho: palmas, gritos, fotos, “Bartô!”, “Bartô!”. Era uma recepção e tanto, principalmente para um horário malvado daquele. O cantor, era verdade, estava acostumado a um público efusivo: 30 anos antes daquele 3 de abril de 2009, estava em um camarim improvisado no garimpo de Serra Pelada.

Escutou os novinhos, os coroas, os vários solitários, todos homens e poucos sóbrios, as garrafas de cerveja na mão. Chamavam por seu nome. Palmas, gritos, “Bartô!”, “Bartô!” e tiros. Muitos tiros. Se assustou, a voz tremeu, se acalmou quando explicaram os disparos: “É porque gostam de você”. Era verdade: no fim do show, jogavam pepitas de ouro aos seus pés.

Das apresentações nos garimpos da selva amazonense (“era tanto nordestino ali isolado do resto do mundo”) até o show realizado na Virada Cultural paulistana, Bartô, nascido em 1950, 40 anos de carreira, esteve em frente a milhões de pessoas que o tratam como um rei. Modesto, nunca reclamou para si o título relacionado tanto àquele que é sua grande inspiração (Roberto Carlos) quanto a outro cantor que compartilha de sua seara musical (Reginaldo Rossi).

Mas a coroa, note-se, não é necessária: um exemplo é que o cantor e compositor de Sousa, na Paraíba, foi constantemente citado tanto pelos artistas que aparecem nesta série quanto pelos fãs da música popular romântica do país. Bartô chama atenção por onde passa: foi assim no dia da entrevista para esta reportagem, marcada em um shopping center no bairro do Meireles, em Fortaleza.

No jardim do restaurante, um grupo de garçons reuniu-se para ver o cantor posar para fotos acompanhado por uma fita cassete. Antes, quando se dirigia ao local, um relógio dourado no pulso, o blue jeans à 70, acenou para fãs nos corredores. Fotos e “Bartô! Bartô!”.

Não é fácil precisar a afetividade instantânea que sentimos pelo cantor e compositor a partir de qualquer contato mais aproximado (em um show, em uma simples audição ou em uma entrevista de duas horas). Baixa estatura, magrinho, o cabelo meio RC nos anos “Lady Laura” (1978), a voz amaciada e meio tremida, ele é dono de uma conhecida simplicidade.

Personifica o cara boa-praça que assume o tom conciliatório quando os egos ficam mais alterados, o moço simpático que não precisa sorrir mais alto, nem falar por último, nem mostrar que é o mais sagaz do grupo.

Simplificando: Bartô é gente boa. Um exemplo foi a postura do cantor durante esta conversa: várias de suas respostas foram interceptadas pela esposa, Socorro, com quem está casado desde 1975. Perguntou-se quando ele deixou a Paraíba para morar no Rio. “Ah, foi em 1969, no dia 2 de julho de 1969, eu…” “Ah, foi no dia em que a Apollo chegou à Lua… Ele sempre conta essa história.” O cantor sorri, toma outro gole de água e só responde: “É, foi, foi”. (A expressão em repeteco seria usada várias outras vezes, nos momentos em que Socorro tomou a fala para si.)

Mas antes de o homem chegar à Lua e Bartô ao Rio, há, é claro, a gênese do mito: o filho de João de Deus e Carlota foi pequeno, 10 anos, morar em Mossoró, Rio Grande do Norte (terra fértil dos cantores da música popular romântica, como atesta esta própria série). A família, que passava por dificuldades financeiras, logo montou um tabuleiro de frutas em uma pequena feira local.

Bastinho Silva, o futuro Galeno, ajudava a vender os produtos enquanto começava a tocar violão e a cantar. A voz agradava e chegou aos ouvidos de um locutor da rádio Rural, Manuel, dono de um programa de auditório. Bastinho terminou lá no palco, aplaudido (começava ali sua relação de amor com o público).

Aí veio 1969: enquanto a ditadura militar provocava dor e assombro para alguns e felicidade e segurança para outros, o rapaz vencia o concurso “A Mais Bela Voz”. O título foi a mola que o impulsionou para o Recife. “Fiquei por lá somente duas semanas.” Trabalhou em um restaurante, arrumou as malas, foi para São Paulo, se aquietou no Rio.

De Bartolomeu para Bartô

Não foi uma chegada solitária, é verdade: quem estava por lá era Oséas Lopes, o futuro Carlos André (presente nesta série), que mais tarde viraria estrela com ”Se Meu Amor Não Chegar” (1974). Era, no entanto, já prestigiado por conta do Trio Mossoró – o grupo já havia encontrado o menino de Sousa em São Paulo, e foi lá que Bastinho morreu para dar vez a Bartô.

“Isso não é nome de artista”, disseram. Na operação do rebatizado, o Bartolomeu tomou o rumo natural do Bartô, mas o sobrenome era um problema. Pensaram até em manter o Silva, mas era simplicidade demais para concorrer com os adrianis e sorianos do momento. Aí surgiu o Galeno, bom reforço para o desenvolvimento da gênese do mito.

No Rio, Bartô escreveu canções para nomes como Odair José e Genival Santos (o homem do “Eu Lhe Peguei no Flagra“, presente nesta série), também para Carlos André e Fernando Mendes. Seu parceiro mais comum era Antônio Pires (irmão do cantor Roberto Müller, outro dos sete cantores de coração partido trazidos neste especial). Havia uma espécie de fraternidade entre os diversos cantores nordestinos que tentavam ocupar um espaço legítimo em meio a imensa produção fonográfica carioca. “Era tudo muito difícil, mas nós nos ajudávamos. Escrevíamos à mesa, saíamos para beber e compor”, lembra.

Começou a ganhar dinheiro com a composição, mas não havia esquecido do título de Mais Bela Voz. Queria cantar. Como era comum na época, passou pelos programas de auditório, entre eles, é claro, o de Chacrinha. Bartô lembra-se bem da longa fila para o teste, no qual a triagem era baseada em um enorme pragmatismo: “Esse canta, esse não canta, esse só tem boniteza, bota ele pra cá”.

Com a ajuda de Carlos André, que estava trabalhando na Copacabana, conseguiu ser apresentado aos produtores da gravadora Tapecar. Em 1975, gravou o LP Só lembranças, lançado no ano seguinte. O álbum, relançado em 1978, fez sucesso: “Cadeira Vazia” e “Amor Vagabundo” tornaram-se hits.

Em 1977, veio Pelo menos uma palavra, que antecedeu aquele que seria o Sgt. Pepper’s, o Dark Side of the Moon de Bartô: o LP No Toca-Fitas do Meu Carro, cuja faixa-título o elevou para o panteão da música popular romântica nacional. A música, autobiográfica, foi inspirada nos momentos de solidão que o cantor passou enquanto dirigia seu Chevette, o primeiro carro que comprou na vida.

Sucesso

Bartô diz que praticamente sustentava toda a Tapecar com a venda dos seus discos – o sucesso fez com que o cantor passasse por gravadoras maiores, como a WEA, a Continental, a RGE (nos anos 90, ele também foi lançado pela recifense Polydisc).

Disco dos anos 70: grande sucesso

Vendas e cabeleiras fartas, ele manteve a mão no freio e não deixou o sucesso provocar abalroamentos: continuou a prezar pela própria humildade. Mantinha, também, o hábito de beber com os colegas cantores e compositores. Socorro, que compartilha a entrevista e uma água mineral com o marido, conta que era uma época difícil. “Ele saía e não voltava, passava dias fora de casa.” Enfrentava, não em um Chevette, mas em casa, a solidão quando o marido saía em turnê. “Eu chorava, me sentia só.” Bartô, lembrando-se das farras e dos shows com os amigos, pensa alto o que talvez não devesse ser verbalizado: “Era tão bom…”.

Hoje, com a saúde mais frágil, ele jura ter deixado a bebida para trás. Precisa de fato cuidar de si para dar conta da agenda apertada: há noites em que faz três shows. “Eu penso em parar, mas, quando acaba um mês, já tem outro todo lotado.” Geralmente, vende as apresentações em uma espécie de “pacote”: três shows comprados por determinado cliente saem por R$ 15 mil. Se for um show único, o preço é elevado. Apresenta-se bastante no Sudeste, onde vive (Rio de Janeiro).

Os shows são concorridos e é comum, segundo ele, encontrar jovens que estão o descobrindo agora. Os depoimentos dos novos fãs por vezes provocam o riso do cantor. “Eles dizem ‘meu pai, quando era vivo, gostava de você’, ou então ‘ele não bebe mais, mas quando bebia, curtia muito seus discos’”, conta. Outra gafe comum – e que Bartô adora falar – é confundirem músicas populares de outros cantores como sendo dele. “Bartô, canta ‘Fuscão Preto’”, “Bartô, canta ’no hospital, na sala de cirurgia’.” Ri de novo.

Pouco depois, quando lhe pedem para se enrolar na fita cassete que remete ao seu maior sucesso, ele se anima. Apesar de meio abatido (Bartô estava doente no dia da entrevista), apesar de estar a poucas horas de realizar mais um shows, ele passa quase uma hora posando para fotos. No final, enrola toda a fita magnética. “Vão precisar dela? Quero pra mim.” Levou a fita como uma espécie de suvenir de mais um dia de trabalho. Como se a celebridade, quem devesse ser cortejado e lembrado, não fosse ele.

Fabiana Moraes é jornalista e socióloga, repórter especial do Jornal do Commercio (Recife), autora de reportagens especiais como “Ave Maria“, “A Vida é Nelson“, “O nascimento de Joicy” (Prêmio Esso de reportagem em 2011) e “Os sertões” (Esso de Jornalismo em 2009). Publicou, no formato livro-reportagem, Os Sertões (2011) e Nabuco em Pretos e Brancos (2012). A série “O clube dos corações partidos” foi publicada originalmente no Jornal do Commercio.

Contatos para shows: (21)8668-0623 – (21)2558-5191 – (91)8170-4640 (falar com Naldo Kleber)

 

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Categoria(s): Cultura
domingo - 22/09/2013 - 09:33h
Antes da posse

Reitor da Uern procura ampliar vagas para Medicina

Uma semana antes de assumir o cargo, o reitor Pedro Fernandes busca o fortalecimento da luta pela ampliação das vagas do Curso de Medicina, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). E neste sentido, vem conversando com a bancada federal do Rio Grande do Norte.

Fátima (à frente da mesa) e Pedro (de lado) discutiram tema importante

Neste sábado (21),  o reitor se reuniu com a deputada federal Fátima Bezerra (PT), a quem pediu apoio para que a Uern possa oferecer mais uma turma de Medicina, conforme decisão aprovada pelo colegiado da Faculdade de Ciências da Saúde.

Pedro Fernandes argumentou que para passar das atuais 26 vagas para 60, como foi proposto na semana passada, a Universidade vai precisar do apoio do governo federal. E para isso espera contar com o parlamento potiguar na procura de condições para dobrar as vagas, nos Ministérios da Saúde e de Educação.

Pedro Fernandes explicou que com a criação das novas vagas, a UERN precisa aumentar a infraestrutura, como laboratórios, por exemplo. Para isso, a parceria do Mec e Ministério da Saúde, órgãos que já foram contactados, é essencial.

Expansão

No entendimento do Reitor, a Uern pode perfeitamente se  enquadrar no programa de expansão dos cursos de Medicina das universidades brasileiras para suprir a falta de médicos no interior do país.

“Temos  conceito 5, a avaliação máxima do curso no país, afirma Pedro Fernandes, atestando a qualidade de Medicina da instituição.

“Nós precisamos formar médico com o perfil generalista, humanista,  e na hora em que interiorizamos o curso de Medicina, o jovem formado tem muito mais vocação e identidade com o exercício da profissão. É meritória essa iniciativa da UERN e conta com meu total apoio”, assegurou a deputada, acrescentando que esse é um dos direcionamentos do Programa Mais Médicos que visa levar assistência imediata aos municípios e ações estruturantes, como essa da Universidade do Estado.

Além do curso de Medicina, o professor Pedro Fernandes  pediu apoio para o movimento em favor de financiamento federal para as universidades estaduais, em especial, a Uern. O encontro entre o reitor e a deputada também contou com a participação do diretor da Faculdade de Ciências da Saúde, médico José Hélio Cabral; futura chefe de Gabinete da Uern, professora Fátima Raquel, vereador Luiz Carlos de Mendonça Martins (PT) e do novo presidente da Associação dos Docentes (ADUERN), professor Valdomiro Morais.

Com informações da Assessoria de Imprensa de Pedro Fernandes

Nota do Blog – Excelente, professor Pedro.

Mas aproveito a oportunidade para lhe pedir maior rigor no processo seletivo de ingresso na Uern, principalmente para o curso de Medicina. Continuam existindo fraudes, a porteira continua aberta. Há anos este Blog denunciou a situação. O caso chegou ao Ministério Público e parece que o problema continua sem solução.

O acesso especial para alunos de escolas públicas tem sido utilizado desde o princípio como atalho para gente abonada, que não cumpre com essa exigência legal. São vagas suprimidas de quem realmente as merece e atende aos critérios exigidos.

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domingo - 22/09/2013 - 08:49h
Hoje

Trinta baleias encalham no litoral de Areia Branca

Blog Voz de Areia Branca (Carlos Júnior)

Trinta mamíferos marinhos da espécie baleia-piloto (Globicephala macrorhynchus) encalharam na madrugada deste domingo (22), na praia de Upanema, litoral de Areia Branca-RN.

Cinco animais ficaram mortos na Praia de Upanema (Foto: Carlos Júnior)

Os animais foram avistados por volta das 4h00 por um guarda noturno que realizava ronda naquela praia. Os técnicos do Projeto Cetáceos da Costa Branca foi acionado e prontamente iniciou as operações para salvamento os animais que encalharam em uma área que possui muitas pedras.

Utilizando uma embarcação de pequeno porte da Capitania dos Portos, técnicos do Cetáceos da Costa Branca ainda estão no mar tentando encaminhar vários animais para águas profundas. 25 foram devolvidos ao mar com vida. Outras 5 baleias morreram e estão na praia.

Depois do árduo trabalho de salvamento que contou com auxílio de voluntários,  os veterinários do monitoramento ambiental, afirmaram que ainda é cedo estimar as eventuais causas do encalhe coletivo. Os animais mortos serão recolhidos para necrópsia no laboratório do projeto.

Em 2011 uma baleia da espécie jubarte encalhou na praia de Upanema e depois de um longo trabalho foi devolvida ao mar.

Veja mais fotos clicando AQUI.

 

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Categoria(s): Gerais
domingo - 22/09/2013 - 08:32h
Comunicação

Jornais da TV: perto do fim? Por quê?

Por Sílvio Meira

Uma das notícias da semana, que os jornais “da TV” não deram [pelo menos eu não vi, porque não vejo jornais “na TV”] é que há muito menos gente vendo jornais “na TV”. E há quem comemore um prematuro fim dos jornais “da TV”, como se isso fosse consequência de um viés editorial conservador das TVs e seus “jornais” no brasil.

Mas não é. A TV –como um todo- é uma das instituições afetadas pelo fim do parêntesis de gutenberg, e isso é um fenômeno mundial.

O fenômeno vem de antes da internet, causado pelo aumento da penetração da TV a cabo, que aumentou em ordens de magnitude o universo de canais e escolhas. Se você olhar para notícias e TV, mais recentemente e em qualquer lugar, vai ver a queda de audiência de TV se acelerar ainda mais, mesmo em anos eleitorais, onde o debate político deveria fazer o contrário.

E o que a internet tem a ver com isso? tudo. No mercado americano, toda a mídia clássica cai, e muito, com os jornais reduzidos a 2/3 de seu público e a audiência dos jornais noturnos de TV a menos da metade

E o que a internet –em especial a rede móvel– tem a ver com isso? Se trata de um fenômeno global, a queda dos noticiários dos jornais, rádio e TV. Tem muito boa correlação com o aumento radical das notícias nos dispositivos móveis.

Daí… o que a tabela abaixo mostra, sobre a queda de audiência dos telejornais no brasil, é fato indiscutível. E não tem absolutamente nada a ver com a qualidade e viés editorial dos jornais e suas empresas.

É simplesmente um efeito colateral da entrada de uma nova infraestrutura, serviços e aplicações que têm hoje, no brasil, 70% de quem nasceu depois de 1985 e tem 18 anos ou mais com um smartphone e presente, na rede móvel, sete horas por dia, em média. Se isso não mudasse o cenário da mídia, em qualquer país, o que mudaria?…

A audiência do que ainda é o principal jornal da TV brasileira, na década passada, está abaixo. O “nacional” caiu bem menos do que as TVs americanas [e seus noticiários] e nem isso é uma boa notícia para a TV brasileira ou o brasil; quer dizer, simplesmente, que estamos atrasados, que a penetração de redes fixas e móveis, no Brasil, ainda está muito longe do que deveria ser, que nossa banda larga daqui não é tão larga assim e que nosso poder aquisitivo médio ainda está longe de deixar a TV pra lá.

Olhe que os dados dos dois gráficos anteriores, do ibope, são apenas da grande são paulo, a maior, mais rica e mais bem conectada região metropolitana do brasil.

Ainda há um grande país ao redor, mais de oito milhões de quilômetros quadrados dele, pra ter rede, banda e cobertura móvel como São Paulo. A TV e seus jornais, queiramos ou não, vão levar um tempo pra se tornar irrelevantes em seu formato atual. Mas, por outro lado, isso é só questão de tempo… pouco, talvez. Só depende de rede, fixa e móvel, cobertura, banda, renda e… educação.

Só depende da gente construir, bem mais rápido, o país que deveríamos estar construindo há tempos.

Sílvio Meira é professor titular de engenharia de software na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e presidente do conselho do Porto Digital de Pernambuco

 

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domingo - 22/09/2013 - 07:51h
De volta

Sem mais delongas

Estou de volta pro meu aconchego.

Depois de quase uma semana fora de meu lugar, cruzando sertão do Rio Grande do Norte, Paraíba e o Cariri (Ceará), retorno ao cotidiano e à labuta de uma forma regular nesta página.

Sem mais delongas, vamos ao trabalho.

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Categoria(s): Comunicado do Blog
domingo - 22/09/2013 - 06:25h

O teu olhar

Por Florbela Espanca

Passam no teu olhar nobres cortejos,
Frotas, pendões ao vento sobranceiros,
Lindos versos de antigos romanceiros,
Céus do Oriente, em brasa, como beijos,
Mares onde não cabem teus desejos;

Passam no teu olhar mundos inteiros,
Todo um povo de heróis e marinheiros,
Lanças nuas em rútilos lampejos;

Passam lendas e sonhos e milagres!
Passa a Índia, a visão do Infante em Sagres,
Em centelhas de crença e de certeza!

E ao sentir-se tão grande, ao ver-te assim,
Amor, julgo trazer dentro de mim
Um pedaço da terra portuguesa!

Florbela Espanca (1894-1930) – Poetisa portuguesa

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domingo - 22/09/2013 - 03:55h

O mundo é uma aldeia global

Por Honório de Medeiros

Dia desses, estando em Martins, aproveitei uma madrugada para caminhar. Saí da “Morada dos Ventos”, no Sítio Canto, e peguei a estrada de barro que o liga à cidade.

Um pouco mais à frente dois moradores do Sítio, de cócoras, tomavam canecas de café e conversavam. Quando passei ao lado deles, e antes de cumprimentá-los, escutei um fragmento de diálogo:

– E ele comprou como?

– Foi pelo computador. Pediu na internet.

Imediatamente evoquei minha adolescência em Natal, meados da década de 70,  recém-chegado de Mossoró e maravilhado com a biblioteca de minha tia, Elza Sena, professora da Ufrn, na qual encontrara dois livros muito estranhos, tanto em relação à forma com a qual foram escritos quanto ao seu conteúdo:

“O Meio é a Mensagem”, e “A Galáxia de Gutemberg”.

Eu os li várias vezes.

Não compreendia o alcance de suas hipóteses, mas intuía que eram extremamente significativas. Nunca os esqueci.

Já cinquentão pude comprovar, pessoalmente, quão revolucionário era o pensamento do seu autor. Pois foi McLuhan, o autor dessas duas obras, escritas sob a forma de apotegmas e inseridas em um meio gráfico sofisticado e diferenciado, que pela primeira vez tratou dos meios de comunicação enquanto extensões do Homem. Não somente isso.

De sua lavra também é, entre outras, a hipótese de que em algum momento uma “rede mundial de ordenadores tornará acessível, em alguns minutos, todo o tipo de informação aos estudantes do mundo inteiro.”

Estava lançado o conceito de “Aldeia Global”.

Dele decorre o ousado corolário de que com o surgimento da energia elétrica – leia-se, hoje, “internet” – as relações sociais passam, necessariamente, a ser tribalizadas, em decorrência da maior interação entre os indivíduos.

A compreensão de que os meios de comunicação são extensões de Homem ainda não foi plenamente assimilada, mesmo quando tratada à luz da Teoria da Seleção Natural. McLuhan chamava essas extensões de “próteses técnicas”.

Um computador, por exemplo, seria uma extensão do cérebro. As consequências dessa concepção constituem campo fértil para epistemologias evolucionárias.

Quanto à idéia de “Aldeia Global”,  McLuhan entende que é/será um “topos” de convergência, no qual  se permitiria, em qualquer circunstância a comunicação direta e sem barreiras. Ou seja, trocando em miúdos, a “internet”.

O mundo é/será uma imensa “Aldeia Global”, graças à possibilidade de comunicação instantânea entre seus moradores.

Esse evocar se desdobrou, enquanto eu caminhava, em uma série de conexões com leituras de outras obras, tal como “A Biblioteca de Babel”, uma metáfora acerca da Sociedade de informação, genial texto de Jorge Luis Borges, a “Teoria de Sistemas” de Ludwig von Bertalanffy, e a relação entre a “Sociologia de Marx e a Teoria da Seleção Natural”, de Darwin.

Tudo quanto torna fascinante o mundo dos livros e dos seus leitores, essa eterna tentativa de entender o que somos, e para onde vamos…

Mas essa já é uma outra história. Curioso, mesmo, é constatar o quanto anda esquecido McLuhan.

Honório de  Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Estado do RN

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Categoria(s): Artigo
sexta-feira - 20/09/2013 - 23:59h

Pensando bem…

“Ter escravos não é nada, mas o que se torna intolerável é ter escravos chamando-lhes cidadãos.”

Denis Diderot

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sexta-feira - 20/09/2013 - 22:50h
Sucessão

Wilma discorda de candidatura de Campos

Do Blog do Barbosa

A presidenta estadual do PSB e vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, que tenciona disputar um cargo eletivo nas eleições do próximo ano – deputada federal ou senadora – está claro que discorda de uma eventual candidatura do presidente nacional da legenda, governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à Presidência da República.

Wilma gazeou a reunião da executiva nacional do seu partido na última quarta-feira (18) onde foi decidido o rompimento com o governo Dilma porque teria que se posicionar diante dos colegas da executiva. A desculpa que só foi informada de última hora sobre a reunião é conversa pra boi dormir.

Não à toa sempre que indagada sobre se Eduardo Campos será ou não candidato à sucessão presidencial, Wilma de Faria hesita em falar porque pra ela o melhor será que isso não ocorra.

Necessariamente, acaso venha ocorrer a candidatura de Campos, Wilma não terá que sair candidata ao governo novamente, mas, sendo ela detentora de um grande capital eleitoral, ficaria numa situação constrangedora diante do partido nacionalmente.

Embora figure na última pesquisa pra intenção de voto em primeiro lugar para o governo do estado, o que Wilma de Faria deseja mesmo é o Senado.

Pessoalmente acho que ela ficaria satisfeita com uma candidatura à Câmara dos Deputados para não ter que romper com o PT no Rio Grande do Norte, já que a prioridade dos petistas nas próximas eleições será a candidatura da deputada Fátima Bezerra ao Senado. Contudo, Wilma tem conversado nos bastidores sobre a possibilidade de formar uma chapa com Garibaldi Alves (PMDB).

O ministro saindo candidato a governador e ela ao Senado. Acho pouco provável essa composição. Garibaldi tem medo do efeito Orloff – Wilma seria a Rosalba amanhã.

Como as indefinições sobre quem será candidato a governador – exceto Robinson Faria (PSD) – continuarão até, pelo menos, janeiro, Wilma faz ronda pelo estado atrás de votos tendo no seu encalço a deputada Fátima Bezerra. Para a petista, seguro morreu de velho.

De certo mesmo é que com a saída do PSB do governo Dilma, dificilmente os petistas no Rio Grande do Norte aceitarão subir no mesmo palanque que os socialistas, no caso de uma eventual e pouco provável chapa entre Garibaldi (governo) e Wilma (Senado).

Mas certo seria ou será Wilma concorrer a uma vaga à Câmara dos Deputados, independente da candidatura de Eduardo Campos ao Planalto.

A conferir!

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 20/09/2013 - 21:23h
Tragédia

Professor anuncia o próprio suicídio pela Net e se mata

Do Blog de Jota Belmont

De acordo com o blog Passando na Hora, um jovem professor de inglês publicou no Facebook uma mensagem de despedida, afirmando que iria se matar. Infelizmente aconteceu. Na tarde desta sexta-feira (20), a jovem foi encontrado morto no bairro Abolição III, em Mossoró, num motel, com um disparo de arma de fogo.

Arma e vítima: Tragédia

Confira a despedida na íntegra:

Hello! Good-bye!

Hoje estou partindo sem volta… Eu simplesmente cansei de tudo… cansei de tentar…

Me encontrava exausta e já não conseguia mais fingir. Cansei de fingir sorrisos e que tudo tava bem… não estava bem.

Eu fui tomada e invadida por mágoas, decepções, desilusões, angústias, tristeza e o pior eu amei demais, quis demais e acabei sofrendo demais.

Ninguém ouse me julgar porque quase ninguém me estendeu a mão ou até mesmo o ombro amigo…contei nos dedos os que estavam ali mas infelizmente eu fiz a minha escolha… Escolhi não mais sentir falta, saudades…resolvi esquecer, apagar tudo e acabar com todo o meu sofrimento.

Nåo ouse me julgar porque cansei dos julgamentos e das pedras que sobre mim foram atiradas. Todos que morrem se tornam bons assim diz o ditado.

Não façam isto comigo… logo eu que tinha tantos defeitos. Eu sei que tentei até então… Fiz o meu melhor e também dei o meu melhor mas nem tudo sai como a gente quer, planejou ou gostaria… muitas vezes é preciso aceitar ou até mesmo engolir seco.

Alguns conseguem continuar e outros não. Hoje e u desisti de mim. A viagem pra mim acabou pois não acredito em outra vida, seja paraíso ou inferno. O INFERNO é aqui. Este mundo, o cruel inferno, dominado e regido pelo egoísmo, egocentrismo, guerra, falta de amor, injustiça, violência, etc E de tudo isto que cansei… Cansei de me importar, cuidar, me doar…cansei de AMAR sem ser amada. Cansei desse mundo e dessa vida.

Desculpas por ter sido uma pessoa ruim, terrível amiga, péssima filha, horrível professora e o pior ser humano…não pedi pra nascer nem muito menos ser considerada um monstro como se eu tivesse algo contagioso…

Nada mais importa…acabou! Não levo nada comigo mas deixo meu abraço mais quente, meu beijo mais saboroso, minha amizade mais verdadeira, meu carinho mais sincero e o meu verdadeiro amor por você, W.C., que foi a pessoa que mais amei.

Desde que te conheci…eu te amei até o momento em que perdi a respiração e parti.

Adeus pra todos. Sejam mais fortes do que eu fui e me perdoem!!!

Oséias de Souza Alves

Nota do Blog – Lamentável. Às vezes falta algo simples: a mão estendida, o ombro largo ou apenas ouvidos solidários.

Que descanse em paz.

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sexta-feira - 20/09/2013 - 20:19h
Mossoró

Ausência de Conferência das Cidades é criticada

Carlos Santos,

Como já é do conhecimento público de todos a 5ª conferência das cidades no Rio Grande do Norte foi realizada na capital do Estado nos dias 18 e 19 de setembro de 2013.

A delegação mossoroense deveria se fazer presente com 13 delegados, porém a Coordenação da etapa municipal inviabilizou a participação no debate excluindo propostas e a própria cidade.

O município de Mossoró é o responsável pela convocação da conferência, do seu processo e procedimento, sendo assim, titular da lisura do ato público.

Ocorre que a municipalidade não cumpriu as normas e diretrizes da Conferência, pois não garantiu o translado dos delegados até Natal, quando era obrigatório conforme ofício em anexo, o que reduziu a representatividade da cidade a 5 delegados; não enviou no prazo o relatório final da conferência municipal a Coordenação Executiva Estadual, quando enviou o conteúdo não estava na integra, ou seja, não foi o mesmo deliberado pelos delegados na conferência mossoroense.

Sendo assim, desejo que a Coordenação Executiva Estadual oficie o município de Mossoró, além de registrar o ocorrido, que seja também, formalizado a nota de repúdio a tal prática antidemocrática.

José Nildo – Webleitor

Nota de Repúdio

a Coordenação Municipal de Mossoró da 5ª Conferência das Cidades pelo ato do não envio do relatório na integra com as emendas e propostas deliberadas por assembleia e o não cumprimento das normas ou regimentos da 5ª Conferência das Cidades, inviabilizando o processo democrático.

Enfim, quem muda a cidade somos nós?

Assinam este documento:

José Nildo – CTB
Pedro Idalino – SINDIPETRO
Albaniza Bandeira – FECEB
Assis – ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA

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sexta-feira - 20/09/2013 - 16:03h
Política

PMDB prepara filiação de Fafá Rosado

O Diretório Municipal do PMDB, em Mossoró, através da presidente Izabel Araújo Montenegro, prepara filiação partidária que ocorrerá na Câmara Municipal de Mossoró.

Será no dia 23/09 (segunda-feira), às 17hs.

Na oportunidade estarão presentes o Ministro Garibaldi Alves Filho e o Presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves.

A principal filiação será da ex-prefeita de direito mossoroense Fafá Rosado (DEM).

Ela já foi do partido e saiu em 2002.

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sexta-feira - 20/09/2013 - 14:36h
RN

PR vai decidir sua relação com Governo

Do Blog Panorama Político

O Partido da República (PR), presidido pelo deputado federal João Maia, já tem data para definir o destino no Governo Rosalba Ciarlini (DEM).

No dia 17 de outubro os representantes dos núcleos regionais da legenda estarão reunidos para discutirem a posição do partido junto ao Executivo estadual.

O PR está dividido sobre que rumo adotar.

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quinta-feira - 19/09/2013 - 23:59h

Pensando bem…

“O esforço só é expresso em recompensa, quando uma pessoa se recusa a desistir”.

Napoleon Hill

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quinta-feira - 19/09/2013 - 21:17h
Perdas

RN afugenta grandes empresas atacadistas

Por Marcos Aurélio de Sá

Com o tipo de mentalidade que, infelizmente, está prevalecendo na área econômica do Governo Rosalba Ciarlini (DEM), o Rio Grande do Norte, além de estar perdendo a fábrica de cerveja da Ambev e os poucos voos que as operadoras de turismo ainda remetem para Natal, também está afugentando para os estados vizinhos vários grupos empresariais que se dedicam ao comércio atacadista.

Segundo uma fonte ligada à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio Grande do Norte (Fecomércio/RN), um número crescente de comerciantes dedicados às vendas no atacado vem revelando publicamente a intenção de transferir os seus negócios para a Paraíba, já que lá podem obter facilmente para suas empresas a condição de contribuintes regidos por regime especial de tributação, benefício que agora lhes é negado no território potiguar.

O problema se agravou em meados do mês passado, quando a governadora assinou decreto proibindo a renovação dos tais regimes especiais, que há anos vinham sendo concedidos, de modo a permitir que o comércio atacadista local pudessem competir em igualdades de condições com concorrentes de fora.

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quinta-feira - 19/09/2013 - 20:29h
Impeachment

Uma palavra que é manifestação de vontade

Ouvi, cá de longe (no Ceará), eco de uma palavra que não é de nossa língua, mas que às vezes traduz a vontade de muitos:

“Impeachment”.

Vem do RN.

O Orçamento Geral do Estado (OGE) pode ser o estopim de tudo.

Anote.

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  • Art&C - PMM - 09 a 30 de Junho de 2026 - Cidade Junina
quinta-feira - 19/09/2013 - 16:53h
Carnaubais

Prefeito e vice-prefeito são cassados

Do Jornal de Fato

A Justiça Eleitoral acaba de cassar o mandato de Luiz Gonzava Cavalcante Dantas, Luizinho, do PSB, de Carnaubais, por compra de votos.

O vice-prefeito Júnior Liberato também teve seu registro de candidatura cassado e a Justiça Eleitoral deternina realização de eleição suplementar.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 19/09/2013 - 14:43h
Mossoró

Audiência pública debate transporte coletivo

A Câmara Municipal de Mossoró reuniu nesta quinta-feira (19) as principais autoridades em transporte público em Mossoró para discutir o problema e encontrar soluções a curto, médio e longo prazo.

O vereador Genivan Vale (PR) foi o autor da proposição que deu origem à audiência pública. Pediu a sensibilidade das autoridades presentes para o problema e apresentou alguns números que retratam a realidade mossoroense.

Segundo ele, devido a falta de um sistema de transporte público coletivo eficiente, a população não tem outra alternativa a não ser usar o transporte particular e individual, ou caminhar a pé por longas distâncias. O vereador também ressaltou a demora dos poucos veículos que fazem o sistema de transporte e aos altos preços cobrados por transportes alternativos.

“Isso é uma anomalia. Precisamos de um transporte público digno, que atenda às necessidades da nossa cidade, que é apontada como metrópole do futuro”, afirmou o vereador.

Estiveram presentes à audiência pública, o subsecretário de trânsito e transportes do município, Marlos Ciarlini; o representante do Movimento Pau de Arara, Yuri Thiago; o presidente do Sindicato dos Motoristas de Mossoró (SINTROM), Francisco de Assis Medeiros; o gerente do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do RN (SETRANS), amaro Eduardo Cabral; o Comandante do 2º DPRE, Maximiliano Bezerra; além de representantes da secretaria de trânsito do município, UFERSA, UERN, OAB, representantes das empresas de ônibus, e população em geral.

Nota do Blog – Mossoró tem mais de 115 mil veículos entre carros e motos licenciados.

Nesse volume não entram os ciclomotores e veículos que diariamente aportam em Mossoró, de outras cidades.

Não há nada planejado para administrar esse caos e o futuro. Pior: não existe transporte público de massa.

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Categoria(s): Administração Pública
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