A empresa pernambucana A-Sim, que ganhou "licitação" para promover o Cidade Junina, continua no aguardo de liberação do restante do pagamento por seus serviços. Mas não tem do que reclamar.
Quem se queixa mesmo é um rol de prestadores de serviços. Continuam na fila aguardando pagamento.
Em nota que distribuiu em setores da imprensa, a A-sim explicou que desmontou seu escritório sazonal na cidade, que funcionava no Centro Empresarial Caiçara. Não significa que tenha fugido de Mossoró.
Justificou o atraso em vários compromissos, apontando que a prefeitura ainda estava lhe devendo.
No edital de licitação, a A-Sim tinha a garantia do repasse de mais de R$ 2,4 milhões, mais R$ 300 mil apenas por produção, além de comissão por propagandas obtidas à promoção.
Também entra na conta um aditivo de mais de R$ 340 mil.
Entretanto, mesmo se somando esses números, o que passa de R$ 3 milhões, é impossível até o momento se dimensionar quanto a empresa empalmou.
A Câmara de Vereadores (bancada oposicionista) tentou levantar dados minuciosos sobre essa relação entre PMM e A-sim, mas não obteve respaldo do governismo.























Devido as loas que cantaram em prosa e verso acerca da experiência e tempo no mercado desta empresa (A-Sim), a mesma tivesse fôlego financeiro para adimplir os compromissos assumidos, independentemente do recebimento dos valores relativos ao contrato com a Prefeitura. Alias, a municipalidade, antes de contratar com a mesma, deveria ter avaliado este aspecto também, pois corre o risco de terminar arcando com as despesas que a sua contratada não conseguir quitar.
Concordo plenamente com o Sr. Pedro Oliveira. A maior demonstração do protecionismo, apesar de todos alertas feitos por este Blog que existiu para esta empresa ( a-sim ), está se concretizando, se desnudando agora.
Como Empresário da construção Civil no passado, participei de centenas de Licitações.
Como titular da empresa, tinha que apresentar documentos que comprovavam a saúde financeira da mesma. Não interessava se o contratante ( o estado ) me pagasse ou não. Eu tinha que cumprir minhas obrigações para com quem estivesse envolvido na obra.
Muitas foram as vezes que vendí meu próprio carro para pagar meus servidores e poder parar a obra.
No caso da a-sim, muito me estranha que a mesma não tenha suporte financeiro para pagar a seus credores.
Não posso acreditar que nem este pequeno detalhe tenha sido esquecido pela comissão de Licitação. É roubo explícito.
Pelo que lí acima, a mesma já está se retirando de Mossoró, o tempo vai passar, ela receberá suas mau cheirosas faturas e, beijinho, beijinho, tchau tchau para os credores.