domingo - 24/05/2026 - 06:40h

As mangas de doutor Paulo Renato

Por Marcos Ferreira

Imagem ilustrativa com recursos de IA para o BCS

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Vejam só o título a seguir: “As mangas de doutor Paulo Renato”. Pertence a um texto homônimo de autoria do poeta e prosador mossoroense Júlio Rosado. Recebi o link com o conto (este o gênero literário em destaque) enviado através do WhatsApp pelo próprio Júlio. O enredo foi publicado no Blog João Dantas, mais precisamente no dia 19 deste mês. Trago aqui essa informação por julgar que o referido conto merece, ao contrário das mangas, ser saboreado por outros leitores.

Admito que o nome do relato não me causou muita curiosidade. Avançando na trama, porém, senti logo que não era mais possível não ir adiante. Isto porque Júlio Rosado sabe contar uma história e prender o leitor com admirável competência. Foi o que se deu comigo, que a princípio julguei ter em mãos uma simples crônica ou um mero artigo.

O doutor Paulo Renato, a exemplo da senhora Gildete, pessoa esta de idade avançada e saúde precária, não recebem muito tratamento descritivo. Aliás, pouco sabemos acerca dessas duas personagens. E isso já é o bastante, sem prejuízo para o desenrolar dos fatos. Considero que as mangas é que assumem o protagonismo da fabulação. Exato, as frutas são as protagonistas da narrativa.

Nada mais comentarei a respeito da urdidura que lhes recomendo ler. Agora o que me resta é providenciar um pouco de café para animar as minhas ideias, deitar na página fluorescente do computador algum assunto que também desperte interesse nos leitores. Sei que ultimamente estou deixando a desejar nas linhas que remeto ao BCS — Blog Carlos Santos. É isso mesmo, estou devendo ao meu editor uma página à altura desse espaço de opinião e cultura.

Quem sabe seja interessante requentar um tema mais badalado, o das guerras que estão em curso no Oriente e Europa. Os Estados Unidos, país que possui o maior número de armamento nuclear, não querem permitir que o pequenino Irã também desenvolva as suas armas atômicas. É um poder soviético, como se dizia antigamente no tocante a algo muito autoritário.

Ninguém, todavia, suporta mais falar em guerras. Porque isso é despejado de maneira abundante na cabeça de todo mundo via televisão, internet e redes sociais. Alguém aí tem por acaso um tema que possa me recomendar? Estou aberto a sugestões. Não esqueçam as mangas de doutor Paulo Renato.

Marcos Ferreira é escritor

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Categoria(s): Crônica

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