É sempre assim. Aqui e alhures. Não é apenas de nossa cultura polÃtica e midiática. É da própria essência polÃtica e da natureza humana, esse burburinho pós-eleição e pré-posse.
Porém eu recomendaria que as senhoras e senhores refletissem quanto a um detalhe em especial: Rosalba foi eleita para governar o Rio Grande do Norte e não ser prefeita, pela quarta vez, de Mossoró.
São 167 municÃpios à espera do cumprimento de promessas, com necessidade de tessitura de uma base parlamentar sólida e equipe de governo capaz de atender a tantas expectativas que foram criadas.
Algumas figurinhas carimbadas e amareladas pelo tempo, que costumavam compor o elenco de auxiliares da senadora, então prefeita, simplesmente estão fora desse carteado.
Qual o perfil da próxima turma de primeiro escalão do Estado?
Necessariamente não será com a cara de Mossoró, ou a senadora cairá na primeira armadilha do discurso viral dos seus adversários, que pregavam a ideia de transformação da Governadoria numa espécie de "República mossoroense".
Virão surpresas, haverá predileção por nomes de expressão em si só e pequenas acomodações de ordem polÃtica, em ligação direta com a Assembleia Legislativa. Boa parte dos nomes poderá até soar estranho a Mossoró e ao "rosalbismo" histórico, mas será dessa forma que a coisa será feita.
Contudo até lá, é normal e necessário alimentarmos a caldeira da "indústria da especulação". Só que acho pouco provável que prosperem alguns lobbys particulares.
É bom não esquecer que por trás da "Rosa" há um Carlos, há um Carlos por trás da "Rosa". E esse Carlos não sou eu. É Carlos Augusto de Souza Rosado (DEM), seu marido, o grande arquiteto desse projeto de ascensão polÃtica.
























