As eleições no Chile dão bem uma mostra de como é difícil transferir votos. O quadro por lá precisa ser atentamente observado no Brasil.
Aprovada por cerca de 89% dos chilenos, a presidente MIchelle Bachelet não consegui empurrar seu candidato, Eduardo Frei, para o topo. Ele apareceu com menos de 30% da preferência dos votos.
O candidato conservador, Sebastián Piñera, está com mais de 42%. Portanto deverá acontecer segundo turno nas eleições presidenciais chilenas.
No próximo ano, o presidente Lula deverá apoiar sua chefe da Casa Civil, Dilma Roussef (PT) à disputa presidencial brasileira. Experiência parecida com a vivida por Bachelet.
Os dois, Lula e Bachelet, são mitos e campeões de popularidade. Mas sabem como é complicada essa transfusão de prestígio e votos.

























