Com base na postagem "Samu e UPA´s sofrem com falta de materiais básicos", o estudante de Fisioterapia na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Johnnatas Mikael Lopes dá consistente opinião. Vale ser lido.
Veja abaixo:
Olá caro jornalista.
Ao ler esta postagem, gostaria de fazer um comentário em relação à ultra-estrutura de funcionamento das UPA’s.
De nenhuma forma, e muito pelo contrário, serve como justificativa para a falta de material de atendimento nessas unidades.
Hoje, no cenário de Saúde Pública do nosso país existe uma grande discussão sobre a eficácia e modo de como se disponibilizar os serviços das UPA’s que destinam-se aos casos de urgência de baixa e média complexidade, desafogando os atendimentos hospitalares.
Os críticos esbravejam que essa forma de atendimento de saúde não pode ser disvinculada da atenção básica, aquela que é prestada nas UBSF, os famosos Centros de Saúde dos bairros.
O que parece verdade é que o distanciamento entre essas duas formas de serviços gera uma procura muito grande ao atendimento de urgência, o que congestiona e atrapalha o andamento das atividades.
Isto se deve a certas ineficiências da atenção básica do nosso município, onde as UBSF não funcionam no período nortuno, muito menos nos fins de semana, e a falta da clínica médica especializada como um todo.
Talvez se houvesse uma didicação maior em gerenciar e promover uma atenção básica de melhor qualidade e pensar em uma forma de atrelar os dois serviços seria de boa valia.
Johnnatas Mikael Lopes, acadêmico de Fisioterapia – UEPB.

























