
Problemas de Flávio causam mal-estar e muitos aliados querem distância dele (Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS)
Do Canal Meio e outras fontes para o BCS
O cheiro de sangue tomou conta do oceano político por onde partidos de direita, do Centrão e até do que se convencionou chamar de direita democrática navegam. Rapidamente antigos aliados do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) trataram de se distanciar do, até o momento, principal herdeiro do bolsonarismo. O ex-governador de Goiás e pré-candidato pelo PSD, Ronaldo Caiado afirmou que uma pessoa “contaminada” por Daniel Vorcaro não teria condições de ocupar a Presidência da República.
Já o ex-governador mineiro e pré-candidato pelo Novo, Romeu Zema, inovou. Vazou para a imprensa que dará uma coletiva para criticar Flávio Bolsonaro por suas relações com Vorcaro. A madrasta e potencial rival Michelle Bolsonaro não quis comentar a crise que envolve o enteado, e, com um sorriso nos lábios, recomendou que os repórteres perguntassem a Flávio sobre suas relações com Vorcaro. E até Aécio Neves reapareceu. Segundo seus interlocutores, o PSDB já avalia apresentar seu nome como candidato à Presidência. (Globo)
Sem conseguir reagir à profunda crise que tomou conta de seu nome como candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro decidiu trocar o comando do marketing de sua pré-campanha. Em comunicado divulgado nesta quarta-feira, o publicitário Marcello Lopes deixou oficialmente a equipe após reunião com o senador. De acordo com a nota, Lopes afirmou que pretende priorizar os próprios negócios e retornar aos Estados Unidos para cumprir compromissos familiares. (UOL)
O publicitário Eduardo Fischer será o novo marqueteiro da pré-campanha presidencial do senador. (CNN Brasil)
As explicações de Flávio Bolsonaro sobre sua relação com Daniel Vorcaro caíram tão mal entre seus aliados de partido a ponto de o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, vir a público negar que tenha estabelecido um prazo de 15 dias para avaliar o desempenho eleitoral do senador como pré-candidato à Presidência da República. Nos bastidores, no entanto, aliados do senador admitem preocupação com os impactos da crise sobre a viabilidade eleitoral do parlamentar. Muitos nomes influentes começaram a se afastar dele, temendo contaminação (Poder360)
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Não faz muito tempo que o assunto principal era o produto YPÊ. agora só se fala no Flávio e esqueceram da mesada do Lulinha (300 mil) por mês, dinheiro desviado dos aposentados do INSS.
Em referência a essa suposta derrocada de políticos em desfavor do Flávio, quero salientar que em 2018 o capitão Bolsonaro não precisou dessa mundiça para subir a rampa do palácio do Planalto.
Ponto final.