De novo, outra vez, novamente, mais uma vez. A Liga Desportiva Mossoroense (LDM) frustrou-se em nova tentativa de parar obra de transformação do Estádio Manoel Leonardo Nogueira (Nogueirão) na Arena Nogueirão. Após ter o pedido de liminar negado na Justiça local (veja AQUI), também não teve acolhimento do seu pleito no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN).
A nova investida da entidade associativa de direito privado, que reúne os clubes profissionais Potiguar, Baraúna e Mossoró, além de diversos outros amadores que só existem no papel, foi barrada nesta quarta-feira (6).
Na decisão, o desembargador Amílcar Maia manteve o entendimento da Justiça de Mossoró e negou a paralisação da obra, que avança e já teve vencida a primeira fase, com demolição do que restava do Nogueirão, inaugurado em 1967.
O magistrado destacou que os atos administrativos do Município são considerados legais. Foi formatada uma Parceria Público-Privada (PPP), que permitirá a construção de um equipamento multiuso, ultramoderno, pela empresa vencedora da licitação – a Nacional Construtora e Incorporadora Ltda., controlada pelo empresário local Júnior Rebouças (Grupo Rebouças Supermercado).
Investimento passará de R$ 215 milhões. Somente na arena será aplicado um montante de mais de R$ 180 milhões, mas estrutura vai muito além, com shopping de convivência, comércio e entretenimento, com hipermercado, centro de convenções, estacionamento subterrâneo etc. Município ainda receberá da Nacional um Centro Administrativo totalmente novo para abrigar todas as suas secretarias em outro local da cidade.
Esporte e política
A LDM começou a tentar a reversão do terreno onde foi construído o Nogueirão, coincidentemente no ano de 2024, no calor da disputa eleitoral municipal. O estádio foi privatizado pela Prefeitura de Mossoró em 2021 e três anos depois a entidade entendeu que teria ocorrido fraude na transição. Daí em diante, a peleja foi pauta muito mais político-eleitoral do que esportiva.
Veja abaixo entrevista com Júnior Rebouças, no dia 23 de março, quando foi assinado contrato da PPP:
Nota do BCS – Não tem sido fácil para os falsos desportistas, as cassandras e políticos que adotaram o estelionato político-eleitoral como regra, testemunhar a nova realidade do velho Nogueirão. Não vão parar por aí, que se diga. Para eles, “quanto pior, melhor.” Conhecemos cada um dos personagens que se esconde nas sombras, verdadeiros quasímodos morais.
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