quarta-feira - 22/04/2026 - 01:20h
Shopping center

Os corredores estão ficando mais vazios

Fenômeno tem pelo menos três fatores que pesam (Foto ilustrativa da Thinkstock)

Fenômeno tem pelo menos três fatores que pesam (Foto ilustrativa da Thinkstock)

Do The News para o BCS

Depois de anos como símbolo do consumo nacional, os shoppings centers têm enfrentado uma fase delicada dos negócios.

No ano passado, os centros comerciais registraram 471 milhões de visitas mensais, o primeiro recuo desde a recuperação pós-pandemia. Na comparação com 2019, o fluxo caiu pouco mais de 6%.

Já nas vendas, o cenário é ainda mais preocupante. Embora tenha ultrapassado a casa dos R$ 200 bilhões em faturamento, quando se desconta a inflação, houve queda de 25% desde 2019.

Essa desaceleração se deve a três grandes fatores:

Compras online: O e-commerce cresceu 15% em 2025, movimentando R$ 235 bilhões e superando os shoppings em receita pelo segundo ano consecutivo.

O declínio do cinema: Um dos principais atrativos de público, o cinema viu seu número de espectadores despencar 36% devido à popularização do streaming.

Trabalho Híbrido: Mais pessoas no home office significam menos almoço na praça de alimentação e menos compras não planejadas em lojas.

Diante da pressão pelo fim da escala 6×1 e do aumento dos custos operacionais, lojistas discutem mudanças. Uma possibilidade é passar a abrir e fechar as lojas mais cedo — considerando que o horário do almoço é o mais movimentado do dia.

Na contramão, lá fora, os shoppings viram uma maior presença da geração Z. Americanos de 18-24 anos fizeram 62% de suas compras em lojas físicas no ano passado. É diferença cultural ou tendência que ainda vai chegar por aqui?

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Categoria(s): Economia

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