domingo - 28/10/2012 - 23:33h

Pensando bem…

“Eu sou sim. Eu sou não. Aguardo com paciência a harmonia dos contrários.”

Clarice Lispector

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domingo - 28/10/2012 - 23:04h
Luiz Gonzaga e Gonzaguinha

Letra e Música – 191

Vi hoje à noite “De pai para filho”, filme sobre a relação conflituosa de dois gênios, pai e filho: Luiz Gonzaga e Gonzaguinha. Bravo, bravíssimo.

Impossível não se emocionar com tudo.

Enredo, texto, figurino, locações, fotografia, edição de imagens e interpretações estão ótimos.

Para homenagear pai e filho, eis “A vida do viajante” que marcou o primeiro encontro de ambos no palco no início dos anos 80. O vídeo acima tem o acompanhamento do grande Wagner Tiso, mineiro dos bons, embalando Gonzagão e Gonzaguinha.

Minha vida é andar
Por esse país
Pra ver se um dia
Descanso feliz
Guardando as recordações
Das terras por onde passei
Andando pelos sertões
E dos amigos que lá deixei.

Chuva e sol
Poeira e carvão
Longe de casa
Sigo o roteiro
Mais uma estação
E a saudade no coração

Minha vida é andar…

Mar e terra
Inverno e verão
Mostra o sorriso
Mostra a alegria
Mas eu mesmo não
E a alegria no coração

Minha vida é andar…

Boa semana para você, webleitor.

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Categoria(s): Letra e Música
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domingo - 28/10/2012 - 18:53h
Definido

Carlos Eduardo Alves é eleito prefeito do Natal

Carlos Eduardo Alves (PDT) é o novo prefeito do Natal. Na verdade, parte para o terceiro mandato.

As eleições no segundo turno da capital potiguar, realizadas hoje, o colocam à frente do deputado estadual Hermano Morais (PMDB). Uma maioria de 16,62 pontos percentuais para Carlos Eduardo Alves e a sua vice Wilma de Faria (PSB).

Veja os números finais do pleito:

Carlos Eduardo Alves (PDT) – 58,31% (214.687 votos)
Hermano Morais (PMDB) – 41,69% (153.522 votos)
Branco – 3,71% (15.749 votos)
Nulo – 9,46% (40.135 votos)
Abstenções – 19,44% (102.324 votos)
Votos Válidos – 86,82% (368.209)
Votos Apurados – 424.093

Nota do Blog – Carlos Eduardo já fora prefeito em 2002, com a renúncia da então prefeita Wilma de Faria (PSB) para se candidatar (e ser eleita) ao Governo do Estado. Ele era seu vice.

Em 2007, ele obteve a reeleição.

Ele nasceu no Rio de Janeiro (RJ), é ex-deputado estadual, foi secretário da Justiça e Cidadania no governo Garibaldi Filho (PMDB), além de candidato a governador em 2010, quando ficou em terceiro lugar com 160.828 votos.

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Categoria(s): Eleições 2012
domingo - 28/10/2012 - 10:37h

A arte de ser avó

Por Raquel de Queiroz

Netos são como heranças: você os ganha sem merecer. Sem ter feito nada para isso, de repente lhe caem do céu. É, como dizem os ingleses,um ato de Deus.

Sem se passarem as penas do amor, sem os compromissos do matrimônio, sem as dores da maternidade. E não se trata de um filho apenas suposto, como o filho adotado: o neto é realmente o sangue do seu sangue, filho de filho, mais filho que o filho mesmo…

Quarenta anos, quarenta e cinco… Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem as suas alegrias, as suas compensações – todos dizem isso embora você, pessoalmente, ainda não as tenha descoberto – mas acredita.

Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade. Não de amores nem de paixões: a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade.

Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor.

Meu Deus, para onde foram as suas crianças?

Naqueles adultos cheios de problemas que hoje são os filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento a prestações, você não encontra de modo nenhum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres – não são mais aqueles que você recorda.

E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis – nisso é que está a maravilha.

Sem dores, sem choro, aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino seu que lhe é “devolvido”.

E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário, causaria escândalo e decepção se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor recalcado que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração.

Sim, tenho certeza de que a vida nos dá os netos para nos compensarde todas as mutilações trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis. Aliás, desconfio muito de que netos são melhores que namorados, pois que as violências da mocidade produzem mais lágrimas do que enlevos.

Se o Doutor Fausto fosse avó, trocaria calmamente dez Margaridas por um neto…

No entanto – no entanto! – nem tudo são flores no caminho da avó. Há, acima de tudo, o entrave maior, a grande rival: a mãe. Não importa que ela, em si, seja sua filha. Não deixa por isso de ser a mãe do garoto. Não importa que ela, hipocritamente, ensine o menino a lhe dar beijos e a lhe chamar de “vovozinha”, e lhe conte que de noite, às vezes, ele de repente acorda e pergunta por você.

São lisonjas, nada mais.

No fundo ela é rival mesmo. Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes aoda esposa e da amante dos triângulos conjugais.

A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe de comer, dá-lhe banho, veste-o. Embala-o de noite. Contra si tem a fadiga da rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar.

Já a avó, não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto. Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas não programadas. Leva a passear, “não ralha nunca”. Deixa lambuzar de pirulitos. Não tem a menor pretensão pedagógica. É a confidente das horas de ressentimento, o último recurso nos momentos de opressão, a secreta aliada nas crises de rebeldia.

Uma noite passada em sua casa é uma deliciosa fuga à rotina, tem todos os encantos de uma aventura. Lá não há linha divisória entre o proibido e o permitido, antes uma maravilhosa subversão da disciplina. Dormir sem lavar as mãos, recusar a sopa e comer roquetes, tomar café – café! -, mexer no armário da louça, fazer trem com as cadeiras da sala, destruir revistas, derramar a água do gato, acender e apagar a luz elétrica mil vezes se quiser – e até fingir que está discando o telefone.

Riscar a parede com o lápis dizendo que foi sem querer – e ser acreditado! Fazer má-criação aos gritos e, em vez de apanhar, ir para os braços da avó, e de lá escutar os debates sobre os perigos e os erros da educação moderna…

Sabe-se que, no reino dos céus, o cristão defunto desfruta os mais requintados prazeres da alma. Porém, esses prazeres não estarão muito acima da alegria de sair de mãos dadas com o seu neto, numa manhã de sol. E olhe que aqui embaixo você ainda tem o direito de sentir orgulho, que aos bem-aventurados será defeso.

Meu Deus, o olhar das outras avós, com os seus filhotes magricelas ou obesos, a morrerem de inveja do seu maravilhoso neto! E quando você vai embalar o menino e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz: “Vó!”, seu coração estala de felicidade, como pão ao forno.

E o misterioso entendimento que há entre avó e neto, na hora em que a mãe o castiga, e ele olha para você, sabendo que se você não ousa intervir abertamente, pelo menos lhe dá sua incondicional cumplicidade…

Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menininho – involuntariamente! – bateu com a bola nele.

Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beiço pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque “ninguém” se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, Vó?

Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague…

Raquel de Queiroz – (1910-2003) – Escritora cearense

* Texto extraído do livro “O brasileiro perplexo”, 1964.)

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Categoria(s): Crônica / Grandes Autores e Pensadores
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domingo - 28/10/2012 - 09:28h

Luiz Gonzaga, Cortez Pereira e o sonho da Serra do Mel

Por Nilson Gurgel

Falar sobre Luiz Gonzaga é um prazer tão grande quanto é ouvi-lo. Orgulho-me de ter tido um momento com ele, foi no final do ano de 1974.

Na época eu era Diretor Técnico e Executivo da Cimparn e estávamos concluindo a implantação física do projeto das vilas rurais da Serra do Mel, quando o governador Cortez Pereira me chamou e disse:

– “Cabeludo” (como carinhosamente me chamava), meu mandato foi reduzido em um ano e quero encerrá-lo com uma grande festa de inauguração do Projeto lá na Serra do Mel. Prepare tudo, você tem 15 dias!

Aí lhe respondi: “Sem problema, doutor Cortez.”

Tratei de arrumar tudo e na véspera da dita, fui ao Palácio Potengí para fazer uma checagem das coisas com ele. Ao final, o governador olhou para mim e disse:

– Só está faltando uma coisa, mas um amigo vai mandá-lo para nós. É o Luiz Gonzaga que está fazendo um show no Recife hoje à noite e amanhã o Zé Lins ( José Lins de Albuquerque, superintendente da Sudene na época) traz ele para nós no Asa Branca (nome do avião da Sudene).

E completou: “Já está tudo acertado, volte para Serra e me espere amanhã cedo.”

No dia seguinte chega doutor Cortez e logo em seguida Luiz e Zé Lins.

Caro amigo Carlos Santos, foi um dia inteiro na companhia do rei. Tanto ele cantava, como tocava, como contava piadas e conversava. Era só alegria e terminei indo deixá-lo no Recife no avião do estado, pois o Zé Lins, em razão de compromissos, teve que ir antes.

Luiz atendeu a todos tocando, cantando e autografando. Para se ter uma idéia da dimensão do evento, só famílias já assentadas havia no projeto 518 com cerca de 6,2 pessoas em média para cada uma e todas estavam presentes.

Faltaram guardanapos e pratos de papelão. Todos viraram autógrafos. O autógrafo que pedi, único de minha vida por anos, se juntou anos mais tarde ao de Tânia Alves (cantora e atriz) que quando me deu o dela e soube que ia fazer companhia ao de Luiz Gonzaga, saiu com esta:

– É uma honra fazer companhia ao meu rei. Mas Nilson, bote o meu bem coladinho ao dele, quem sabe eu faça umas carícias nele!

E deu aquela risada gostosa que só ela sabe dar.

Meu neto que ainda não “interou” três anos, quando vou visitá-lo, ele olha para mim e diz: “Vovô, vovô Nilson”. Ee logo vai cantando (só as duas primeiras estrofes) “Estrada de Canindé”, que segue para quem quiser:

Ai, ai, que bom
Que bom, que bom que é
Uma estrada e uma cabocla
Cum a gente andando a pé
Ai, ai, que bom
Que bom, que bom que é
Uma estrada e a lua branca
No sertão de Canindé
Artomove lá nem sabe se é home ou se é muié
Quem é rico anda em burrico
Quem é pobre anda a pé
Mas o pobre vê nas estrada
O orvaio beijando as flô
Vê de perto o galo campina
Que quando canta muda de cor
Vai moiando os pés no riacho
Que água fresca, nosso Senhor
Vai oiando coisa a grané
Coisas qui, pra mode vê
O cristão tem que andá a pé.

Amigo, desculpe a extensão do comentário, mas estou falando do único rei brasileiro que reverencio.

E encerro meu texto com uma frase do discurso de Cortez a quem, sem ser rei, exalto também e tenho saudades do dia da inauguração, final de1974:

– Este projeto nasceu da coragem e imaginação de um governo que soube antecipar o futuro!

Nilson Gurgel é economista

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Categoria(s): Crônica
domingo - 28/10/2012 - 09:19h

Gosto muito do Facebook

Por Honório de Medeiros

Gosto muito do facebook. E do Google também. Aliás, pelo Google tenho certa reverência.

Penso no Google como a biblioteca de Babel, descrita em um conto de Jorge Luis Borges no livro Ficções, de 1944. O conto, metafísico, diz-nos acerca de uma realidade constituida por uma biblioteca que abriga uma quantidade infinita de livros que são, cada um deles, uma possibilidade alternativa da existência.

Como não reverenciar um ambiente virtual que lhe apresenta, quando consultado, em tempo real, um erudito artigo acerca do “Código de Leicester”, um manuscrito de 36 páginas escrito por Leonardo da Vinci e comprado por Bil Gates por U$ 30,8 milhões?

Entretanto não é acerca do Google que quero escrever. É acerca do “face” como nós o denominamos. O “face” é uma imensa praça virtual. Não sei se fui a primeira pessoa a utilizar essa metáfora, mas é assim que a “batizei” desde o início. Uma praça como o Hyde Park em Londres, só que em ambiente virtual.

Aliás, uma praça como qualquer outra deste mundo de meu Deus. Nela é possível encontrar de tudo. E, usando novamente essa expressão virótica, em “tempo real”.

Muita fofoca, muita coisa ruim, mas também, em contraposição, informações atualizadas, considerações críticas interessantes, rasgos de inteligência fulgurantes, muito humor, tomadas de posição acerca de assuntos candentes, e, talvez o que seja mais importante, a possibilidade de interagir com pessoas com as quais habitualmente você não encontra, mas por quem tem afeto. Não é ele um fabuloso “nicho sociológico”?

Esses dias, por exemplo, houve um apagão no Nordeste. Perto da meia-noite. Eu estava acordado e fui cascavilhar nos sites e blogs de notícia em busca de informação. Nada.

Fui, então, para o “face”. Quando entrei fiquei logo sabendo que o apagão atingira todos os bairros de Natal, as cidades vizinhas, Recife, Mossoró, Sousa, na Paraíba, e até Manaus.

Depois comecei a me divertir com os comentários. Um deles, impagável, dizia que Dilma estava reunida com o ministério, em Brasília, à luz de velas, criando, para o Nordeste, o Programa “Minha Vela, Minha Vida” e o “Bolsa Lamparina”. Essa história, depois, me foi ratificada por uma querida amiga e ex-aluna.

Onde encontrarmos algo semelhante, ou seja, quase tudo em quase nada? No “face” já vi e li pedido de sangue para transfusão e, em pouco tempo, o agradecimento. Vi e li oração, súplica, declaração de amor, de ódio, pedido e oferta de emprego, fotos belíssimas, outras muito ruins, flagrantes da vida real, diatribes, solidão, felicidade, narcisismo, analfabetismo, enfim, tudo quanto caracteriza o ser humano.

Parodiando Terêncio, tudo que é humano interessa ao “face”.

Por outro lado, não consigo aceitar as declarações que atribuem ao “face” um poder alienante sobrenatural. Compreendo que nessas críticas está presente a primitiva mania de antropomorfizar as coisas, de a elas atribuir o que somente a nós diz respeito, tais como os valores a partir dos quais julgamos o que nos cerca, a nós mesmos e aos outros.

O mal está em nós, não nas coisas.

O “face” é um instrumento como outro qualquer. Cabe a nós dar-lhe o destino apropriado. E, me parece, para finalizar, que não há outra opção, no que diz respeito ao “google”, ao “face”, a esse mundo virtual que é o grande salto no futuro: render-se ou se render.

Ficar fora dessa “aldeia global” – fantástica premonição intelectual de Marshall MacLuhan -, em algum tempo será praticamente impossível.

Momentos atrás acompanhei, de perto, um senhor já idoso, frentista, lutando contra as dificuldades que lhe impunha o manuseio, na tela do computador, do programa de pagamento de cartões, em um posto de venda de gasolina. Em certo sentido muito próprio, lutava ele pela sobrevivência em um mundo totalmente desconhecido seu quando era menino.

Bom, quanto aos que torcem o nariz para o “face”, ainda há tempo de correr atrás do prejuízo…

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e Governo do RN

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Categoria(s): Artigo
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domingo - 28/10/2012 - 08:13h

Poeminha sentimental

Por Mario Quintana

O meu amor, o meu amor, Maria
É como um fio telegráfico da estrada
Aonde vêm pousar as andorinhas…
De vez em quando chega uma
E canta (Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!)
Canta e vai-se embora Outra, nem isso,
Mal chega, vai-se embora.
A última que passou
Limitou-se a fazer cocô
No meu pobre fio de vida!
No entanto, Maria, o meu amor é sempre o mesmo:
As andorinhas é que mudam.

Mario Quintana (1906-1994) – Poeta e cronista gaúcho

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Categoria(s): Poesia
domingo - 28/10/2012 - 06:32h

Só Rindo (Folclore Político)

O café de Tomaz Neto

Naide Rosado passava alguns dias em Mossoró, com seu pai, o prefeito mossoroense Dix-huit Rosado.

“Serra Grande”, apelido carinhoso com que ela batizara o longilíneo Dix-huit, recebe o vereador Tomaz Neto em sua casa no bairro Nova Betânia.

– Minha filha, prepare um cafezinho para Tomaz Neto.

Começa o drama de Naide. Atributos culinários não são o seu forte. Porém não podia decepcionar o pai e o convidado.

Com todo esmero e boa vontade, ela resolve se arriscar ao fogão, em vez de pegar alternativas mais fáceis, como um café solúvel.

Encantada com a sua própria “capacidade”, ela serve aos dois interlocutores em xícaras especiais, elementos raro na casa espartana de Serra Grande.

Os dois saboreiam os cafés quentinhos. Entretanto, não emitem um único elogio ou revelam traços faciais de satisfação.

Afoita, como sempre, Naide provoca:

– Tomaz, que tal o seu café?

A resposta só não a fez chorar.

– É… bom para fumar um cigarro!

Dix-huit não se atreve a falar.

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Categoria(s): Folclore Político
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domingo - 28/10/2012 - 03:30h
Conversando com... Alex Moacir

Campeão de votos promete levar mandato aos bairros

Alex Moacir de Souza Pinheiro (PMDB), 42, casado, dois filhos, nascido em Caicó, graduado em administração pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), foi o campeão de votos na corrida à Câmara Municipal de Mossoró no pleito deste ano. Obteve a considerável marca de 4.701 votos.

Alex Moacir teve 4.701 votos e, agora, prefere não falar sobre presidência (O Câmera)

Ex-secretário de Serviços Urbanos durante quase sete anos e meio (duas gestões da prefeita de direito Fátima Rosado-DEM, “Fafá”),  ele era originalmente ligado ao grupo da deputada federal Sandra Rosado (PSB). A ligação oportunizou experiência em posto de confiança durante gestão (70 dias) de Sandra na Prefeitura de Mossoró, em seu gabinete na Assembleia Legislativa, além da coordenação de trabalhos na extinta Secretaria de Governo e Projetos Especiais (SEGOV) do Governo Garibaldi Filho (PMDB) – em Mossoró.

Com a mudança de Fafá para o sistema da hoje governadora Rosalba Ciarlini (DEM) em 2002, Alex seguiu a nova opção e chegou a compor sua equipe, com ótima performance. Por pouco não foi indicado a vice, na chapa vencedora à prefeitura, encabeçada pela vereadora Cláudia Regina (DEM).

Encaixado na chapa proporcional, a sua vitória foi expressiva. Em nosso bate-papo com ele, conversamos sobre gestão municipal, perspectivas pro próximo governo, presidência da Câmara Municipal e seu papel como legislador. Eis o “Conversando com…”

Blog Carlos Santos – O senhor transformou-se num campeão de votos logo no primeiro teste eleitoral a que se submeteu, sendo o vereador mais votado no pleito deste ano. O que tens planejado como prioridade para seu mandato?

Alex Moacir – Quero iniciar essa entrevista, mais uma vez de forma humilde, agradecendo aos 4.701 cidadãos que acreditaram nas minhas propostas. Em relação à sua pergunta, vou trabalhar desde o primeiro dia para cumprir o que prometi durante a minha campanha. Avalio que minha prioridade é levar o meu mandato aos bairros, para ouvir a população e prestar contas das ações que estiver desenvolvendo. Não ficarei só no gabinete do vereador.

BCS – O senhor foi durante um bom tempo o nome mais cotado para ser vice na chapa governista à prefeitura, mas foi preterido. Sua eleição com votação retumbante o credencia a, naturalmente, ser o candidato do governismo à presidência da Câmara Municipal de Mossoró? Há algum acordo nesse sentido?

Alex Moacir – Tenho dito e reafirmo que pretendo inicialmente aprender como funciona o tramite do legislativo mossoroense. No entanto, entendo que a escolha do Presidente da Câmara envolve muita articulação política e que, por uma questão ética, só vou opinar no devido momento.

BCS – As últimas duas legislaturas da Câmara de Mossoró foram marcadas por escândalos. Tivemos até mesmo caso de vereadores alcançados por mandados de prisão. O que a “nova câmara” pode ofertar como diferencial, também pelo fato de ter maior representatividade popular, com 21 componentes em vez de 13?

Alex Moacir – Considero dois pontos importantes para você trabalhar bem como vereador de sua cidade: cumprir o que prometeu e dar total transparência a seus atos como homem público eleito pelo voto popular. Vou-me pautar nesses dois pilares para corresponder à confiança em mim depositada.

BCS – A bancada governista na atual legislatura sofreu duras críticas, por exercer o poder da maioria, derrubando projetos e matérias que cobravam informações e transparência ao governo. Essa deve ser a tônica da nova legislatura?

Alex Moacir – É muito importante para o funcionamento da democracia o debate de opiniões divergentes, pois do contrário de idéias é que se nascem as melhores soluções para a população. Antes de falar em “situação” e “oposição”, entendo que a Câmara Municipal é uma casa plural, que abriga homens e mulheres públicos eleitos representantes dos diversos segmentos da sociedade civil organizada e que terão como prioridade o bem comum do povo de Mossoró.

Cláudia, Fafá, Chico Carlos e Alex: governismo (Pádua Campos)

BCS – O senhor fez parte de praticamente todo o período da “Era Fafá Rosado”, como secretário de Serviços Públicos. Em sua avaliação, quais os maiores acertos da gestão e o que faltou para ter melhor performance?

Alex Moacir – Quero aproveitar esta pergunta para fazer dois agradecimentos: a Prefeita Fafá Rosado pela confiança em mim depositada e a equipe da Secretaria dos Serviços Urbanos que colaborou comigo para que a população pudesse sentir, de forma satisfatória, o serviço prestado por essa Secretaria. Avalio que o maior acerto foi trabalhar ouvindo as demandas legitimas da população, procurando atendê-las, demonstrando que o contribuinte municipal é o fiscal do gestor público.

Entretanto, vejo que na área de mobilidade urbana, mais especificamente o trânsito de nossa cidade, precisa fazer adequações rápidas para que ele possa fluir melhor.

BCS – A eleição de Cláudia Regina (DEM) a prefeito, além da vitória do senhor e do professor Chico Carlos (PV) a vereador, sinaliza como uma renovação do grupo da governadora Rosalba Ciarlini e da prefeita Fafá, contraponto ao modelo oligárquico que se arrasta há tempos em Mossoró?

Alex Moacir – Na realidade, a eleição de Cláudia Regina como prefeita e a renovação ocorrida na Câmara Municipal, sinalizam perfeitamente o que a população espera de seus gestores. Cada vez mais, numa cidade do porte de Mossoró, com aproximadamente 165.000 eleitores, os cidadãos votam confiando nas pessoas que poderão resolver os problemas do município.

BCS – O que esperar do governo a ser instalado a partir de janeiro em Mossoró, com a vereadora Cláudia Regina, eleita à prefeitura no dia 7 de outubro último?

Alex Moacir – Pelo que conheço da capacidade e competência da Prefeita eleita Cláudia Regina não abrigo a menor dúvida de que ela fará uma grande gestão à frente de executivo municipal de Mossoró. As propostas feitas durante a campanha de 2012 serão executadas pela prefeita. A cidade cresceu muito nos últimos anos e continuará crescendo ainda mais com as ações que serão desenvolvidas pela nova gestão.

Aproveito para agradecer a oportunidade de externar minhas opiniões ao público leitor do seu blog. Muito obrigado!

* Esta entrevista era para, originalmente, ter sido publicado no domingo passado. Mas devido uma falha de contato deste Blog, não tivemos como postar o material acima. Nossas desculpas ao entrevistado, webleitores e anunciantes.

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sábado - 27/10/2012 - 23:55h

Pensando bem…

“Os autoritários costumam ser criaturas muito infelizes: além dos ressentimentos íntimos, se cercam de falsos amigos e se sentem solitários.”

Flávio Gikovate

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sábado - 27/10/2012 - 23:50h
Para inglês ver

Nossa adorável falta de vergonha

Do coluna de Giba Um

O tablóide inglês The Sun acaba de publicar uma matéria sobre o Brasil, falando das belezas naturais do país que abrigará a Copa 2014 e os Jogos Olímpicos 2016.

Quem assina é Michael Palin, que tem um programa na BBC e gravou um especial por aqui.

De cara, ele lamenta problemas na infraestrutura dos transportes e dos hotéis. E descreve a praia de Copacabana: “Avós de biquíni, com barrigas ondulantes de sunga, fisiculturistas socando o ar, ciclistas passeando de tanga, todos exibindo o que pode ser a maior diferença entre os britânicos – a completa falta de vergonha”.

E emenda: “É o lugar perfeito para tomar caipirinhas e apreciar a diversidade de seres humanos praticamente nus”.

Nota do Blog – Os branquelos ingleses adoram nossa falta de vergonha.

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sábado - 27/10/2012 - 23:26h
Segundo turno

Ibope garante vitória de Carlos Eduardo Alves

A InterTV Cabugi divulgou hoje a última pesquisa eleitoral do segundo turno das eleições a prefieto do Natal, serviço contratado ao Instituto Ibope. Segundo o Ibope, Carlos Eduardo Alves (PDT) caminha para ser eleito outra vez à Prefeitura do Natal.

Os números da sondagem estimulada são estes abaixo:

Carlos Eduardo Alves (PDT) – 51%
Hermano Moraes (PMDB) – 32%
Branco/Nulo – 13%
Não sabe – 4%

A pesquisa foi realizada nos dias 25 e 27 de outubro, ouvindo 805 pessoas – com margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número 00241/ 2012.

No primeiro turno, Carlos Eduardo teve 40,42% dos votos válidos, e Hermano Moraes, 23,01%

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sábado - 27/10/2012 - 23:17h
Economia

O futuro da pioneira Usibras em Mossoró

Conhecido como o maior castanheiro do mundo, o mega-empresário Francisco de Assis Neto, o “Assis da Usibras”, mantém expansão de seus negócios no planeta.

Unidades industriais em Mossoró, Ceará, Estados Unidos e África dão-lhe mais robustez.

Entretanto, Mossoró segue como um gargalo, apesar de pioneira em seus investimentos no ramo de beneficiamento de castanha de caju.

A Usibras tem sido sitiada pela verticalização imobiliária às margens da Avenida do Contorno (em duplicação).

Muita gente se pergunta até quando Assis a manterá aberta.

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Categoria(s): Economia
sábado - 27/10/2012 - 22:53h
OAB/Mossoró

Chapa Seguir Avançando será lançada quarta-feira

Será na próxima quarta-feira (31), às 19h, no Requinte Buffet, o lançamento da Chapa 1 à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseccional de Mossoró.

O atual vice-presidente da Subseccional, Aldo Fernandes, encabeça essa chapa denominada de Seguir Avançando. O seu vice é Jonas Segundo.

Eles têm o apoio dos candidatos a presidente e vice na disputa da Seccional do Rio Grande do Norte da OAB, respectivamente Sérgio Freire e Marcos Guerra, também da Chapa 1.

A Subseccional de Mossoró é presidida por Humberto Fernandes e a Seccional do RN tem a presidência de Paulo Eduardo Teixeira.

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sábado - 27/10/2012 - 09:40h
Festa em 2013

Prefeitos enfrentam equação complicada para carnaval

Alguns prefeitos eleitos correm contra o tempo.

Atuam em nome de uma prioridade: o carnaval. Em vários municípios potiguares, esse tipo de evento é responsável por ampliação do meio circulante, empregos e rendas temporários significativos.

Para início de gestão, é sempre complicado organizar algo dessa natureza, quando também existem prioridades como a própria organização burocrática do governo, para poder funcionar a contento.

Em Tibau (42 quilômetros de Mossoró), o prefeito eleito Naldinho (Josinaldo Marcos de Souza-PSD) apressa os passos e praticamente fechou detalhes para que o carnaval aconteça nos moldes do promovido este ano pela empresa Gondim & Garcia, ao lado de outros parceiros.

Em Areia Branca e Apodi existem alguns complicadores, como cerco do Ministério Público para controle de gastos, devido decreto de calamidade em face da estiagem.

Os prefeitos Luana Bruno (PMDB) e Flaviano Monteiro (PCdoB), de Areia Branca e Apodi – respectivamente, vão ter que se virar.

É uma equação complicada.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
sábado - 27/10/2012 - 09:29h
Cafeteria

Convite tentador no West Shopping

Ricardo Maia/Santana do Restaurante Dona Teca deve inaugurar até o próximo mês uma cafeteria no Mossoró West Shopping.

Ficará pertinho da Livraria Saraiva.

Um convite tentador para quando eu tiver um monte de coisas para não fazer.

Sai um carioquinha aí, menina!

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Categoria(s): Economia
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sábado - 27/10/2012 - 09:16h
2012

Tudo ainda muito confuso para 2014

As eleições do Natal, no segundo turno, que vão ocorrer amanhã, completam uma importante fase da política potiguar. Prévia, sem dúvidas, para as eleições estaduais de 2014.

Mas qualquer previsão agora é muito precipitada.

Os cenários vão continuar confusos.

Foi-se o tempo em que tudo era dividido por cores, gestos e expressões como “bacurau” e “bicudo”.

Hoje, tudo tem relação direta com oportunidade e oportunismo.

O aliado de hoje poderá ser o adversário de amanhã.

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Categoria(s): Eleições 2012 / Opinião da Coluna do Herzog
sábado - 27/10/2012 - 08:54h
OAB

Lançamento de chapas em Mossoró é bem prestigiado

Estive ontem à noite no lançamento da Chapa 2 à Subseccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Mossoró e à Seccional do  Rio Grande do Norte, no Kikos Eventos (Mossoró). Foi bastante prestigiado.

Os candidatos a presidente e vice da Subseccional, respectivamente Aurino Carlos e Thiago Rego, conseguiram importante mobilização – mesmo com o curto tempo de formação e apresentação pública da chapa.

Quem prestigiou-os foi o candidato à presidência da Seccional, Aldo de Medeiros Filho, além de sua vice Lúcia Jales.

Outros componentes da chapa de ambos, procedentes de Natal, reforçaram a movimentação.

Ficou nítida a presença de numeroso elenco de jovens advogados, um dos principais focos de ambas as chapas.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público
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sábado - 27/10/2012 - 07:59h
Veja on line

Agripino diz que “apagão” é resultado de politicalha do PT

Veja On Line

O presidente do DEM, senador José Agripino (RN), responsabilizou o aparelhamento dos cargos públicos pelo governo do PT pelos apagões ocorridos no país.

Em nota divulgada nesta sexta-feira, Agripino lembra que, desta vez, a falta de energia atingiu o Nordeste e o Norte.

– “A origem do novo apagão de Dilma está no abandono da meritocracia pelo governo do PT, nas estatais e na ocupação desenfreada e inconsequente de cargos estratégico por critérios exclusivamente partidários”, acusa.

Na avaliação do partido Democratas, a desorganização das empresas de energia nos governos petistas “fragiliza a manutenção e a operação do sistema”. “Some-se a isso a falta de investimento”, acrescenta. A nota lembra que os apagões ocorreram em várias regiões do Brasil, onde as estatais operam no limite da capacidade.

“O alívio de carga não funciona. É o retrato do desprezo pela qualidade técnica”, reitera. “Esses apagões não acontecem por causas naturais ou simples falhas, como procura sistematicamente justificar o governo do PT. Há o uso das empresas estatais de forma irresponsável pelo governo”, afirma a nota.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 26/10/2012 - 23:59h

Pensando bem…

“A recompensa do conhecimento é o próprio conhecimento .”

Michael Hart

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Categoria(s): Pensando bem...
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sexta-feira - 26/10/2012 - 16:50h
Eleições

O DEM está vivo e forte, garante Agripino

Em entrevista à Folha de São Paulo, hoje, o senador e presidente nacional do DEM, José Agripino, voltou a sinalizar para fortalecimento do seu partido no plano nacional, mesmo com desnutrição em termos quantitativos de eleitos a prefeito e vereador no primeiro turno.

Afirma que em caso de vitória em Salvador – com ACM Neto, será a grande vitrine que o partido vai expor para o Brasil, mas a sua sobrevivência já está garantida.

“A sobrevivência está garantida. Ganhamos Aracaju (SE), Feira de Santana (BA) e Mossoró (RN)”, afirma.

As doações dos partidos refletem as fichas em jogo: o DEM repassou R$ 3,6 milhões para ACM Neto; o PT nacional, R$ 712 mil para Pelegrino.

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Categoria(s): Eleições 2012
sexta-feira - 26/10/2012 - 16:20h
Disputa

Chapas à OAB serão lançadas hoje em Mossoró

Será hoje (sexta-feira, 26), o lançamento da “Chapa OAB Renovação”, no Kiko´s Buffet, às 19h – em Mossoró.

Ela concorre à direção da Subseccional de Mossoró da Ordem dos Advogados dos Brasil (OAB). Os advogados Aurino Carlos e Thiago Rego encabeçam a chapa como presidente e vice, respectivamente.

Eles vão ter a presença dos advogados Aldo de Medeiros Filho e Lúcia Jales, da “Chapa 2 – OAB Pra Frente”, que participa das eleições da Seccional da OAB do RN.

As duas chapas têm postura de oposição.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público
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