As eleições municipais de Mossoró, deste ano, sepultaram o mínimo sinal de surgimento de uma “terceira via” política em Mossoró. Não ficou sequer um rastro dessa hipótese. Foi pífia a votação dos três candidatos a prefeito por partidos de pequeno porte.
Voltou, com força total, a bipolarização fechada entre dois grupos do clã Rosado.
Em 2008, eleições municipais anteriores, o então vereador Renato Fernandes (PR) ainda apareceu como uma tênue alternativa, mesmo com uma campanha “soft” (leve). Obteve 11.306 votos (9,17%). Com a soma dos 464 votos (0,38%) de Heronildes Bezerra, “Heró” (PRTB), a oposição não-Rosado alcançou 9,55 pontos percentuais de votos válidos.
Nas eleições deste ano, os três candidatos não-Rosado tiveram desempenho sofrível. Josué Moreira (PSDC) – 1.932 (1,43%); Raimundo Nonato Sobrinho (Psol), “Cinquentinha” – 948 (0,70%) e Edinaldo Calixto (PRTB) – 0 (votos sob questionamento judicial).
Cláudia Regina (DEM) – 68.604 (50,90%) e Larissa Rosado (PSB) – 63.309 (46,97%), que bipolarizaram a disputa, somaram 97,87 pontos percentuais dos votos válidos.



























