D´O Jornal de Hoje
A “professorinha” Amanda Gurgel, do PSTU, continua sendo um fenômeno em sua primeira campanha eleitoral. Despontando em todas as pesquisas de intenção de voto para vereador como uma das mais citadas, Amanda foi a primeira nos números divulgados pela Consult. Teve 5,39% das citações de voto, o que representa, se o cenário demonstrado na pesquisa for repetido nas eleições, mais de 28 mil votos.
Para se ter uma ideia desse montante, Paulo Wagner, em 2008, foi o vereador mais votado, com 14 mil votos e conseguiu puxar Aquino Neto e Edivan Martins, ambos do PV, para a Câmara. Por isso, caso o cenário se confirme nas urnas, Amanda Gurgel vai poder levar para o Poder Legislativo municipal nomes como os dos candidatos Santino Arruda e Sandro Pimentel.
“Amanda Gurgel já vinha se destacando nas pesquisas anteriores e não chega a ser uma surpresa esse crescimento dela. Porém, resta saber se a coligação a qual pertence conseguirá elegê-la, afinal, além dos votos dela, é preciso que os demais candidatos também sejam bem votados”, avaliou o diretor da Consult, Paulo de Tarso.
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Continuando na lista dos mais votados pela Consult, aparecem Chagas Catarino (3,67%), Luiz Almir (3,44), novamente como terceiro mais citado, Adão Eridan e Aquino Neto (ambos 2,22%). Rafael Mota, filho do presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ricardo Mota, ficou logo depois. Na primeira disputa eleitoral dele, teria 2,17%.
Atual presidente da Câmara Municipal, Edivan Martins ficou com 1,72%. Raniere Barbosa, um dos principais apoiadores de Carlos Eduardo Alves, ficou com 1,5%. Ele, inclusive, seria o mais votado da coligação União por Natal II, à frente de Vober Júnior, George Câmara e Justina Iva, que não aparecem entre os 30 mais citados.
Do grupo do PSB/PDT, a coligação União por Natal I, Júlia Arruda (PSB) e Júlio Protásio seriam os mais votados. Além deles, Franklin Capistrano e Bispo Francisco de Assis também aparecem dentro das 29 vagas da Câmara Municipal de Natal. “A listagem demonstra os mais votados, mas isso não quer dizer que demonstra os eleitos. Desses 30 primeiros, podemos ressaltar 20 ou 25 que são nomes que, realmente, devem ir para a Câmara, baseado no cálculo de uma eleição proporcional”, explicou Paulo de Tarso.




























