No Rio Grande do Norte já falaram em “reforma administrativa”, em “choque de gestão” e em “reforma de Estado”. Nunca se fez nada disso. O mamute definha.
Modelo administrativo que temos hoje foi implantado por Aluízio Alves, há mais de 50 anos. Revolucionário. Não é por acaso que o “cigano feiticeiro” é uma legenda que atravessa o tempo, por sua ousadia.
O Estado mudou. O mundo mudou.
Com Rosalba Ciarlini (DEM), esse formato não avançou um milímetro. Pior: está distorcido. É extremamente centralizador, não premia o mérito, impede a autonomia de ações e é pífio em resultados.
Insiste em manter bolsões de privilégios, punindo a massa de barnabés, sem conseguir fazer do Estado uma máquina de eficiência.
O Governo Rosalba praticamente copia a hierarquia da caserna e conceito fordiano de gestão, já ultrapassado há décadas. Nada de novo acontece. Por isso velhas mazelas se repetem aos borbotões, ganhando dimensão elouquente.
A vida está on line, passa num flash, mas a administração provinciana da “Rosa” vê tudo como se estivesse no centro de um arraial.
E não é por falta de apoio político que testemunhamos o atraso: governo tem sobra de maioria na Assembleia Legislativa, uma oposição vaga lá fora, canal aberto com o Palácio do Planalto e maioria de representação federal no Congresso Nacional.
Falta o quê?
Recorro aos “universitários” e meus webleitores para tentar encontrar respostas.
Ajudem-me.



























