Palavra não é o forte da grande maioria dos políticos brasileiros, mas mudar de opinião e palavra de uma semana para a outra, é demais. O PT mossoroense é o mais novo exemplo disso.
Até sexta-feira (25), portanto à semana passada, Larissa Rosado (PSB) era “o atraso” e comandos partidários do PT prometiam ser “elementos de destruição” de sua candidatura. Hoje, negociam lugar como vice em sua chapa, como se fossem a “salvação”.
A ala do PT que radicalizou para que o professor Josivan Barbosa fosse candidato a prefeito, agora radicaliza para que ele seja vice. De Larissa, claro.
É a ‘coerência da força’, nunca da palavra.
Temos aí um exemplo clássico de ‘relativismo moral’. Seria feio no outro, no adversário, em nós, não. Trata-se de ‘tática política’.
Ah, tá!



























