O promotor Guglielmo Marconi reuniu representantes da prefeitura, vereadores, profissionais da Saúde, sindicalistas, pacientes, OAB e membros da comunidade. Cerca de 30 pessoas superlotaram a sala à reunião iniciada às 14h30. Foi além das 17h30.
A gerente executiva da Saúde – contabilista Jaqueline Amaral (PV) – e membros de sua equipe estiveram representando a prefeitura. O loquaz Chico Carlos (PV), secretário da Cidadania, preferiu não comparecer, devido ao seu desgaste.
Os vereadores Lahyrinho Rosado (PSB) e Genivan Vale (PR) estavam em nome da Câmara Municipal.
A princípio, pelo menos três importantes medidas consensuais foram tomadas:
1) – Os Centros de Apoio Psicossociais (CAPS) nao serão mais fechados;
2) – A Prefeitura de Mossoró fará relatório técnico sobre fechamentos, remanejamentos e outras providências na Saúde, com argumentação que possa provar a não-existência de prejuízos à sociedade. Saúde não pode ter "redução de gasto", como o secretário da Cidadania, Chico Carlos (PV), chegou a afirmar há poucas semanas no Palácio da Resistência diante de várias pessoas;
3) – Prefeitura e Covisa irão visitar unidades de Saúde, avaliando condições técnico, estruturais e de pessoal para hipotéticas mudanças desencadeadas pelo governo municipal.
Depois trago outra postagem sobre este assunto.

























