O internauta João Paulo (jpccomputacao@yahoo.com.br) dá sugestão de pauta ao Blog. Toma como base um problema enfrentado em família.
Ele queixa-se que sua mulher chegou a um aborto involuntário, devido uso de fogos de artifício na escola em que ela ensina – a municipal Celina Guimarães.
Ele quer que eu faça uma "uma avaliação acerca das colocações da gerente de Educação do Município, Ieda Chaves, sobre as bombas que os alunos do Celina Guimaraes soltaram em maio".
Afirma que "minha mulher, que é professora, estava gravida e se assustou bastante, vindo a perder o bebê semana passada".
Ele relata que a gerente deu declarações ao jornal Gazeta do Oeste no final de semana, eximindo o município de culpa.
O que o Blog pensa sobre isso, com a ajuda dos seus milhares de internautas?
Vamos lá.
Olha João, o espaço escolar desde os primórdios que é um ambiente de ensino. Ele também é uma base de formação cidadã.
Com o esgarçamento da família nas últimas décadas, muitos querem transferir para a escola obrigações que não lhe cabem. É fundamental que a família seja resgatada. Essa deve ser a prioridade nossa e de Estado.
Na Grécia helênica, berço de boa parte da cultura ocidental que chega a nossos dias, existiam os preceptores. Eram filósofos e outros letrados, que davam os rumos diferenciados à educação de jovens abastados.
Nos dias atuais, os herdeiros dos preceptores são os professores. Contudo eles não podem substituir pai, mãe e a família como um todo.
Em relação ao episódio narrado pelo internauta, é necessário que a Justiça seja provocada. Há uma perda irreparável, mas é preciso reagirmos.
Bem, agora o próprio webleitor fica à vontade para também colaborar nesse debate.
























