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A Prefeitura de Mossoró continua demitindo em conta-gotas. São casos de nepotismo. Mas não é tudo. O Ministério Público passa a ter material em mãos, para agora rastrear se todo esse pessoal realmente trabalhava ou apenas faturava no final do mês. Existem certas situações suspeitas. Alguns demitidos sequer residiriam em Mossoró. Assim estaria configurada mais uma improbidade administrativa. Receber sem labutar é sinecura. Nada mais posso adiantar, para não atrapalhar a atuação do MP. |
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O advogado Robson Wagner, irmão de Paulo Wagner (PV), recém-eleito vereador em Natal, está de malas prontas. Vai ajudá-lo em Natal. Robson foi convidado para trabalhar na capital, o que o levará a se despedir de assessoria direta ao grupo empresarial dirigido por Fernando Rosado, em Mossoró. "Eu não tinha como segurá-lo", comenta Fernando. Paulo foi eleito com votação estonteante, superior a 14 mil votos. |
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Com casa em Búzios (região dos Lagos no Rio de Janeiro), o deputado federal João Maia (PR) pode acomodar a governadora Wilma de Faria (PSB) por lá. A vista ajuda. Os dois políticos vivem um momento de abalo no relacionamento, em face da disputa eleitoral em Natal. A saída do engenheiro Marcelo Rosado (PR) da Secretaria Estadual do Desenvolvimento, também reforça a suposta cisão. A governadora e João sumiram do RN. Ela foi com destino ao Rio. |
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O ex-secretário do governo Garibaldi Alves Filho (PMDB), Jaime Mariz, é figura obrigatória nesse índex. Além de ser da confiança da cúpula peemedebista, é primo da governadora.
O ex-secretário da Educação do estado e ex-candidato a vice-prefeito do Natal Luiz Eduardo Carneiro, também está em alta. Saiu bem na foto ao lado da deputada federal e candidata a prefeito Fátima Bezerra (PT).
Entretanto antes de qualquer nome, é preciso amarrar a composição PSB-PT-PMDB com vistas às eleições de 2010. Não é fácil.
E PR, PMN, PP, PPS etc?
Parece carga de pote essa arrumação política no RN. Qualquer descuido e quebra tudo.
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Ele informa que a recém-eleita prefeita Lanice Ferreira (PMDB) e seu vice Júnior Afonso (PMDB) foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 1º de outubro, quatro dias antes das eleições.
A dúvida é saber se a sentença implica em cassação da conquista de ambos ou não.
De antemão, é preciso assinalar que se houver perda do diploma ou cassação de mandato, o município passaria a figurar no elenco de locais onde aconteceria outra disputa, uma eleição suplementar.
* Veja o Blog de Erasmo Carlos AQUI.
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A tentativa era induzir a governante a não exercer qualquer ingerência quanto à discussão para montagem da chapa governista à Prefeitura do Natal. Brincadeira, né?
Para resumir a “ópera”, Wilma fez composição com adversários e ungiu a deputada Fátima Bezerra (PT) como sua candidata. O jeito Wilma de ser. Houve antípodas e toma o rumo que bem entende.
Acreditar que Wilma ficaria à margem de um processo político que a interessava diretamente, passou a ser uma bobagem ou um blefe dos propagadores da proposta.
Risível até.
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Leio hoje na coluna de César Santos (diretor-geral do Jornal de Fato), que a prefeita Fafá Rosado (DEM) disse que “não meterá o bedelho na disputa”.
Em ambos casos, com todo o respeito aos informantes, não acredito nas afirmações. Não é o normal. Nem poderia sê-lo.
Afirmo isso com base em nossa cultural política. Há também um componente científico na questão.
A Constituição afirma que os poderes são “independentes” e “harmônicos entre si”, mas na prática não ocorre isso. Com raras exceções, legislativo e executivo funcionam assim.
Carlos tem preferência e deve sinalizar pró-Niná Rebouças (DEM), a quem deu apoio direto à eleição.
Quanto à prefeita, realmente ela não meterá o bedelho. Continuará em sua “redoma” no gabinete do Palácio da Resistência, enquanto o agitador cultural Gustavo Rosado (DEM), seu irmão e líder de sua facção familiar, cumprirá essa tarefa.
* Volto ao tema em seguida.
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Ele relata que houve considerável “irrigação” da campanha, a partir de articulação de Agripino com o PIB paulistano. Repassa o comentário, a partir do que ouviu de interlocutores de peso em São Paulo.
Faz sentido.
Nada mais posso contar, apesar da vontade.
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Ele cunhou essa frase emblemática: "Um burro pode arrebentar um celeiro, mas você precisa de carpinteiros para construir outro".
O "Mister Sam", como era conhecido, ficou 48 anos na Câmara dos Deputados, sendo que 17 na sua presidência. Não falava com lobistas e morava num dois quartos e sala.
Quando morreu, tinha 15 mil dólares no banco. Era seu patrimônio material. Seus bens palpáveis na Meca do capital, da livre concorrência e das oportunidades e oportunistas.
Remeto-me ao exemplo de Rayburn para identificar como possível a reconstrução da Câmara Municipal de Mossoró.
Ela não está no fundo do poço. Foi jogada – de forma vil – no subsolo do fundo do poço. É um ambiente muito pior, pois além de ermo é fétido e insalubre.
Constitucionalmente, a câmara é o mais legítimo foro de debates e de intermediação do desiderato popular. É por sentido filosófico a Casa do Povo, ainda mais representativa do que as “ágoras”, praças gregas onde eram promovidas as assembléias populares. Portanto é herdeira superior desse tempo, com suas virtudes e defeitos.
A decisão popular de excomungar a maioria da atual composição da Câmara de Mossoró não deve ser entendida como uma condenação ao poder. Enxerguemos diferente: trata-se de um aviso a todos e a cada um de nós, políticos ou não. Cidadão, isso que o somos, se assim fizermos por onde.
A política não mudou, não é degenerada ou deixou de ser uma atividade superior. Como qualquer outro ofício humano, só quem tem estatura moral pode edificá-la.
Recorro ao falecido Mário Covas, símbolo de um Brasil politicamente melhor, para fechar minha pregação: “Sou, por formação e por índole, um homem que fundamentalmente crê. Desejo morrer réu do crime da boa-fé, antes que portador do pecado da desconfiança.”
Sim, é possível melhorarmos a política.
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A vida boa, em detrimento do contribuinte e do cidadão que espera melhor atendimento nos hospitais públicos, é algo antigo. Muito antigo mesmo.
Há casos que remontam ao início dos anos 80, com a presidência da Casa nas mãos do então deputado Carlos Augusto Rosado (que era do PDS). Uma pouca vergonha.
O salário também é considerável. O montante chega aos R$ 7 mil/mês. Mufunfa excepcional, que é ganha com a cara e o compadrio politiqueiro.
Como o Ministério Público anda pressionando a Casa (veja matéria postada dia passado neste Blog), o jeito é simular trabalho uma manhã por semana em Natal. Esses médicos têm feito o trajeto Mossoró-capital nos últimos tempos.
Já no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) e dezenas de municípios, faltam médicos e gente morre à míngua.
Essa terra ainda vai cumprir seu ideal.
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Nomes como os deputados João Maia (PR) e Robinson Faria (PMN), além da governadora Wilma de Faria (PSB), trataram de se dispersar. Saíram do epicentro da intriga.
Há um êxodo proposital de todos eles, fugindo do “olho do tufão”. Assim, entre mortos e feridos devem escapar quase todos. Por enquanto.
Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.
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Sem despertar a atenção da mídia, Obery circula com a nítida missão de oferecer contribuição a um ajuste técnico-administrativo ao futuro governo Fafá Rosado (DEM).
Para quem não sabe – ou não lembra – Obery articulou diretamente a reforma no terceiro e último governo municipal de Rosalba (2001/2004), quando surgiram as gerências executivas. O modelo ainda é adotado por Fafá.
Depois trago mais novidades dos bastidores.
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No partido do ex-secretário do Desenvolvimento do estado, a exoneração que ele apresentou não teria outra origem. "Tomou a gente até de surpresa", comenta o vereador Renato Fernandes (PR).
A tese "familia" é repassada pelo deputado federal João Maia (PR), dirigente estadual do partido.
Noutra vertente, a "indústria da especulação" vê sinais de uma mudança de rumo na vida político-pessoal de Marcelo, para o futuro secretariado da prefeita reeleita de Mossoró, enfermeira Fafá Rosado (PR).
Na verdade, existe canal. Não há – pelo menos por enquanto – um viés de confirmação dessa versão.
Vale lembrar que DEM e PR, em Natal, estão afinadíssimos em torno da prefeita eleita Micarla de Souza (PV).
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A indagação foi feita ao vereador Renato Fernandes (PR), pelo deputado federal João Maia (PR). A sondagem aconteceu após João ser cientificado da saída do engenheiro Marcelo Rosado (PR), da secretaria estadual do Desenvolvimento, ocorrida na segunda (13).
O relato é feito ao Blog pelo próprio Renato.
O vereador saiu agora de uma campanha à Prefeitura de Mossoró. “Sou seu liderado”, afirma ter respondido Renato, numa referência à pergunta de João, dirigente estadual do PR.
Para Renato, a exoneração a pedido de Marcelo não é um prenúncio de ruptura entre o PR e o governo Wilma de Faria (PSB). “Continua tudo como está”, comenta Renato, de novo reproduzindo o que teria ouvido de João.
* Volto já com outro ângulo dessa questão.
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Ministério Público e Justiça Eleitoral podem se inclinar a medidas que ensejem anulação do resultado das urnas, quanto à disputa à prefeitura..
Se isso ocorrer, o vencedor Ademar Ferreira (PSB) e o atual prefeito não-reeleito Eugênio Alves (PSB) tendem a ficar de fora de uma outra disputa. Os subterrâneos das eleições teriam implicações para ambos os lados.
Vamos aguardar.
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Osnildo convive há algumas semanas com delicado estado de saúde de sua mulher. A dificuldade tem unido a família.
Minha torcida pela superação, meu caro.
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Passa dos R$ 326,781 milhões o projeto de Orçamento Geral do Município de Mossoró para 2009. Uma fábula que esconde certos "caroços".
O orçamento vigente chegou a quase R$ 300 milhões e deverá ser superado em pelo menos 20% (ficando em torno de R$ 360 milhões). Quase R$ 1 milhão por dia.
Para 2009, os alquimistas da prefeitura de novo produzem uma peça ficcional, com expectativa reprimida. Nada é por acaso.
A explicação é simples: garantir que a sobra extraorçamentária seja movimentada sem qualquer interveniência, ao deus-dará, longe do olhar da câmara.
Dessa forma, uma montanha de dinheiro ganhará destinos diversos, sem que haja a menor discussão ou questionamento direto.
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O Ministério Público convidou vereadores eleitos no dia 5 passado, em Mossoró, para uma reunião. A iniciativa andou assustando alguns parlamentares.
A reunião de esclarecimento, para ajudar a próxima legislatura a não cometer certos erros, deixou alguns reeleitos com olhos esbugalhados. O sobressalto aconteceu quando um oficial de Justiça fazia protocolo dos convites.
Depois de esclarecido que não se tratava de qualquer intimação quanto à "Operação Sal Grosso", é que o "convidado" aliviava o batimento cardíaco.
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Recebo e-mail de Wandemberg, dirigente do Instituto Gama de Fortaleza (CE). Ele faz balanço do trabalho da empresa e outras abordagens.
Wandemberg trabalha desde o início dos anos 90 na política de Mossoró, além de dezenas de municípios do RN.
Quanto a Mossoró, este ano atuou para a aliança “Mossoró Pra Você”, com a finalidade de servir de ferramenta de orientação interna à campanha a prefeito de Larissa Rosado (PSB). Havia o compromisso contratual, salienta meu interlocutor, de que nenhuma sondagem poderia ser divulgada.
Noutro trecho, agradece ao Blog por respeito a informações confidenciais a que tive acesso, não comprometendo o instituto e não ferindo a lei.
"Diariamente procurava seu blog para ficar mais informado sobre as políticas e as novidades do estado (…). O considero o melhor nessa área no RN", salienta.
"Quero, nessa ocasião, lhe agradecer por nunca ter dado qualquer número das nossas pesquisas de Mossoró, pois a legislação eleitoral não permitia que isso fosse feito e você, com muita ética, assim se comportou (imagino a sua vontade de passar os números para seus leitores", salienta o dirigente do Gama.
O.K., meu caro. Obrigado.
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As eleições de 5 de outubro garantiram mais um mandato ao vereador martinense, Antonio de Clemente (PSC). É o oitavo consecutivo.
Sempre com votações crescente e respaldado pelo povo de Martins, o vereador Antonio de Clemente tem garantido êxito nas urnas. Nas eleições recentes, ele foi reeleito com 447. Garantiu mais uma vitória.
Tem sido vencedor desde as eleições municipais de 1972. É o vereador que mais vezes se reelegeu na cidade serrana.
* Com colaboração do jornal O Vale do Apodi (Márcio Morais).
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O vereador recém-eleito Jório Nogueira (PDT) tem motivos para comemorar a vitória, em Mossoró. Mas também há algo preocupante.
Ele está sob cuidados médicos há algum tempo e à semana passada chegou a ser socorrido às pressas, devido alteração em seu quadro clínico.
Cuide-se, vereador.
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Em Upanema, a vereador Maria José Bezerra (PMDB) passou o bastão político ao filho Anísio Júnior, “Juninho” (PMDB). Ele vai sucedê-la na próxima legislatura.
Juninho foi eleito como 694 votos (maior da história local), depois de cinco mandatos da mãe (também cinco vezes presidente da câmara).
Boa sorte, tricolor!

























