Mais de 80% dos eleitores estão sem candidato ou preferem o voto em branco/nulo.
Os números estão em mãos de um grupo político local, para consumo interno, norteando posições e estratégias.
* Depois retorno com mais detalhes.
Jornalismo com Opinião
Mais de 80% dos eleitores estão sem candidato ou preferem o voto em branco/nulo.
Os números estão em mãos de um grupo político local, para consumo interno, norteando posições e estratégias.
* Depois retorno com mais detalhes.
Como recusar? E por que o faria?
"(…) Do alpendre que você bem conhece, a visão que temos é de encher os olhos e o coração de alegria. Querendo desfrutar um pouco deste meu contentamento, é só dispor", atrai Eriberto.
Meu querido, peça a dona Neli para colocar mais água no feijão, reforçar a panela com arroz-de-leite e preparar aquele suco. Afine o violão, areje a garganta e avise minha "sobrinha" Laura que estou chegando. Já já esbarro por aí.
Com três açudes em sangria, cheirinho de vida renovada no campo, aquela mansidão a perder de vista e gente da melhor espécie, o aceno é irrecusável.
O jornalista Thurbay Rodrigues, seu amigo em tenra idade no Colégio Diocesano, entendeu de se escalar à viagem. Vou ver o que faço.
Um abraço.
O massacre à candidatura Larissa Rosado (PSB) a prefeito começa pela mídia. Não é fácil transpor esse cipoal do contra.
A prefeitura comprou horários e espaços de forma subliminar em praticamente todos os veículos de imprensa. Diz a linha editorial, escolhe os contratados e garante folha.
Não é fácil vencer essa máquina.
Estou catalogando essa composição.
O que isso significa a união de ambas em tantos palanques?
Primeiro que não há fronteiras partidárias ortodoxas como no passado, separando "verde" do "escarnado" etc. Ambas pensam mais adiante.
A senadora alimenta o desejo de ser governadora e a governadora de chegar ao Senado.
Essa miscelânea revela a desmoralização de princípios partidários e o enxovalhamento de ideologias. Prevalece o vale-tudo e pronto. As duas podem muito bem se afinar, o suficiente, à campanha de 2010.
Anote, por favor.
Tive que garimpar muito para encontrar um vídeo sequer desse grande músico-compositor. Aproveite abaixo.
Ótima semana. Um abraço, saúde e paz.
Menina
Menina, que um dia conheci criança
Me aparece assim de repente, linda, virou mulher.
Menina, como pude te amar agora?
Te carreguei no colo, menina.
Cantei pra te dormir
Lembro a menina feia
Tão acanhada, de pé no chão
Hoje maliciosa
Guarda um segredo em seu coração.
Menina, que muitas vezes fiz chorar
Achando graça quando ela dizia:
– Quando crescer vou casar com você.
Menina, por que fui te encontrar agora.
Te carreguei no colo, menina
Cantei pra ti dormir.
* Veja o vídeo AQUI.
* Se você quer ficar ainda mais anestesiado, clique AQUI. Outro vídeo, em que Paulinho toca "Bachianinha Número 1", em parceria com Toquinho.
O rol de debatedores cresce em número e qualidade. Ótimo.
Eis mais um: o promotor público Ítalo Moreira. Ele defende esse órgão e expõe meandros de determinadas demandas processuais. Ajuda-nos a entender o papel do MP e sua relação com o poder político, a força plutocrata e a própria sociedade.
A postagem "Mais uma morte no Porcino Park Center", veiculada à noite de sexta (11), é o ponto de partida à sua intervenção.
Leia-o, por favor:
É muito comum em tragédias como essa, opiniões e conclusões precipitadas, sem conhecimento de causa, serem apresentadas. Um dos motivos para isso deve-se, em parte, ao histórico recente de possíveis envolvimentos de um dos organizadores da vaquejada em atos de natureza delituosa, uma delas, inclusive, outra morte por eletroplessão (morte ocasionada por descarga elétrica) no mesmo parque de vaquejadas, evento este ocorrido, se não me falha a memória, em abril do ano de 2005.
À época fui o Promotor a receber o Inquérito Policial que apurou as causas da morte, bem como investigou os responsáveis pela sua ocorrência. Apenas um eletricista, responsável pela instalação da rede elétrica no local em que ocorreu o acidente, foi indiciado pela Autoridade Policial como autor do delito por ter agido com imperícia (homicídio culposo).
Como titular da ação penal, tivemos entendimento diverso e apresentamos denúncia-crime também contra os dois organizadores da vaquejada (até hoje escuto críticas de pessoas mencionando que nada aconteceu com os organizadores do evento, ignorando elas que, assim como o eletricista, aqueles também são réus na mesma ação penal).
Agimos dessa forma por entendermos, pelas evidências contidas no Inquérito, que os mesmos podiam e deveriam ter agido para impedir o resultado (morte). Ou seja, era possível, com o mínimo de atenção e cuidado dos organizadores, ter sido evitada aquela tragédia. O processo referido encontra-se em fase de instrução.
As providências tomadas à época foram de caráter exclusivamente criminal, não estando relacionadas à eventual interdição do parque de vaquejadas por um simples motivo: nossa atribuição é exclusivamente criminal. Eventual tentativa de interdição (providência de natureza civil) é da atribuição de outro órgão do Ministério Público.
Voltando ao caso recente, não é possível afirmar, por enquanto, se alguém poderá ser responsabilizado criminalmente, pois há de ser investigado se houve imprudência ou negligência dos organizadores da vaquejada ou ainda de terceiros. O mais importante neste momento não é encontrar culpados e sim esclarecer os fatos.
Após o esclarecimento destes aí sim poderemos chegar àqueles, se for o caso.
Ítalo Moreira.
* Veja mais AQUI.
Os dois fizeram a segunda partida decisiva da semifinal entre ambos. Rafael (contra) e Diego fizeram para o América aos 3 e 42 do primeiro tempo. Aos 35 da etapa final, Rafael diminuiu para o Potyguar.
Os dois times fizeram uma partida muito disputada, sobretudo no segundo tempo. O estreante Madson, meio-campista do América, foi um dos destaques do confronto, ao lado do meia Paulinho Andrade do tricolor currais-novense e do goleiro americano Azul.
A partida foi realizada em Mossoró, porque o campo do Potyguar foi interditado. Daí a Federação Norte-rio-grandense de Futebol (FNF) definiiu que ambos atuassem no Nogueirão.
Na primeira partida, em Natal, no Estádio Machadão, os times empataram em 1 x 1.
Agora, o América vai pegar o Potiguar de Mossoró na final do segundo turno. A primeira partida está acertada para a próxima quinta (17), às 20h30, no Machadão. No domingo (20), às 18h30, os dois devem se confrontar no Nogueirão.
O campeão fará a decisão do campeonato contra o ABC, campeão do primeiro turno.
Sua intervenção, como de tantos outros internautas, reforça este foro de debates.
Leia-o, por favor:
Você tá certo, Carlos Santos: "Chega de reeleição".
Outra pantomima: Prorrogação de mandato. Depois partem para a coincidência de mandatos. Para, em seguida, voltar a estaca zero. Chega de tanta lengalenga. Respeitem a Lei.
Aqui em Mossoró tivemos três mandatos intercalados de seis anos. Vingt/Joaquim Felício de Moura 53/59. Raimundo Soares/Joaquim Borges 63/69 e Dix-huit 83/89. O restante, de 1948 até 2008, foram períodos de quatro anos.
Só Deus sabe, e poucos se lembram, quanto custou aos cofres da Nação aquela prorrogação, de mais um ano, para o presidente Sarney. Os cidadãos eleitos que procurem saldar seus compromissos com o povo, no espaço para o qual foram votados.
Francisco Rodrigues da Costa.
Trata-se de uma jocosa brincadeira, jogo lúdico de palavras, para tornar o domingo mais leve. Seu título: "As mentiras mais contadas". Fiz uma adaptação para tentar torná-lo mais enxuto.
Veja-o abaixo:
1 – O advogado para o cliente: "Esse processo é rápido."
2 – O anfitrião ao convidado ao final da festa: "Já vai? Tá cedo. Fique mais um pouco."
3 – O aniversariante para o convidado: "Não precisa presente. Sua presença é mais importante."
4 – O bêbado para o interlocutor sóbrio: "Eu estou ótimo. Sei o que estou (hic, hic) fazendo."
5 – O ambulante para o freguês incauto: "Qualquer coisa pode trazer que eu troco. Tem garantia."
6 – O dentista para o paciente: "Não vai doer nada."
7 – A mulher desiludida com o amor; "Não quero mais saber de homem."
8 – O devedor contumaz: "Amanhã eu pago, sem falta. Pode ter certeza."
9 – A filha adolescente para os pais: "Dormi na casa de uma colega."
10 – O filho adolescente para a mãe: "Não se preocupe. Volto antes das 11h".
11 – Gerente de banco a quem tenta um empréstimo : "Nosso interesse é só em ajudá-lo."
12 – O jogador de futebol após outra pancada no adversário: "Eu toquei na bola."
13 – O vendedor de seguro/plano de saúde após pegar mais um trouxa: "O senhor fez o melhor negócio de sua vida."
14 – O ladrão profissional ao repórter: "Eu não sei por que estou aqui. Não fiz nada."
15 – O homem, após "falha mecânica", diante da parceira: "Isso nunca aconteceu comigo."
16 – A mulher, diante da brochada: "Não esquente, isso é normal. "Eu entendo."
17 – O político nativo em mais uma entrevista: "Meu mandato é do povo."
18 – O orador para a platéia: "Eu vou ser rápido. São só duas palavrinhas."
19 – O jornalista: "Sou imparcial."
20 – O padre diante dos recém-casados: "Até que a morte os separe."
21 – A sogra em conversa com uma amiga: "Eu nunca me meto nas brigas deles."
22 – O apostador da mega-sena acumulada: "Eu quero ajudar minha família e às pessoas pobres."
23 – O gordinho diante de outro chocolate prestes a ser consumido: "Só esse e pronto."
24 – O vagabundo justificando o desemprego: "Procuro trabalho, mas não encontro. Tá difícil."
25 – O webleitor deste Blog: "É a última vez que acesso."
* Sugira também com bom humor, outras situações que estão se eternizando como pequenas ou grandes "inverdades".
Contam-me que um dos alvos prediletos de ladrões na região da fruticultura irrigada, a partir de Mossoró, é o roubo e furto de latas com sementes de melão. Empresas que atuam no setor chegam a guardar o produto em locais ermos ou em cofre.
Outro problema também é o roubo de transformadores de energia. Há pelo menos 15 registros anotados. Prejuízo médio de R$ 15 mil por peça. Visam o cobre, metal que compõe o equipamento.
Que coisa! Sostô!
Filho do professor universitário Carlos Escóssia, o infante Carlos Heitor de apenas 4 anos se escala para acompanhá-lo no dia das eleições de 2004, em Mossoró, até à cabine eleitoral. Mais do que isso: negocia que ele, o próprio Heitor, manuseará o teclado da urna eletrônica para marcar “seus” votos.
Combinado.
Com seu irmão Júnior Escóssia candidato à reeleição a vereador, Carlos indica a Heitor os números, para que ele proceda a votação.
Depois de encerrar a digitação e ver a foto de Júnior aparecer repentinamente no visor da máquina, Heitor não resiste. Começa a cantarolar em voz alta, refrão do jingle já bastante conhecido da campanha do tio, com sua linguagem ainda trôpega e trocando letras:
– Júnior Escóssia de novo, é "espelança" para nosso povo…
Essa chuvarada, com rios transbordando, a cidade e o campo tomados pelas águas, veio mesmo a calhar. É político saindo por todos os lados. Quanta solidariedade da boca para fora.
Ação mesmo, "de vera", é uma raridade. Entretanto o principal está sendo feito: posar para fotografias e filmagens ao lado da escumalha inocente.
Quem faz uma crônica que espelha essa realidade com crueza, mas profunda fidelidade aos fatos, é o blogueiro Toni Martins, do Vale do Açu.
Leia-o AQUI.
O poder é visto como se fosse um atributo pessoal ou uma parte (mesmo que transitória) do patrimônio do ocupante do cargo público.
Não se pensa na contrapartida de responsabilidades e deveres. Essa, na opinião dominante, é uma parte retórica. Útil para discursos em solenidades ou declarações destinadas ao grande público. E só. Talvez porque haja descrença generalizada quanto à eficiência da fiscalização do exercício do poder.
A sensação é de que uns se amparam nos maus exemplos dos outros e todos se sentem protegidos por uma generosa imunidade/impunidade (um “céu em que todos os pecados são perdoados”).
Daí a significação que tem o exemplo de um governante – como foi o Monsenhor Walfredo Gurgel – que se preocupava sempre e principalmente com suas responsabilidades e deveres. Que nunca se deixou deslumbrar pelo poder. E, por isso mesmo, nunca o utilizou para engrandecer-se ou tentar destruir os adversários.
Estava atento ao que lhe cumpria fazer, como governante, para gerir corretamente o dinheiro público e aplicá-lo da melhor forma possível. Não fazia concessões eleitoreiras na realização de obras públicas. Primeiro, avaliava sua prioridade e, depois, a possibilidade de comprometimento das finanças do Estado. Era nisso de um escrúpulo que chegava a irritar correligionários, que atribuíam esses cuidados à ingenuidade ou ao excesso de boa-fé do sacerdote.
O que eles queriam era o rendimento político das realizações. O ônus podia ficar para o próximo governo. Mas o Monsenhor pensava no Estado e não em seu futuro político. Mesmo assim, o seu governo construiu obras pioneiras e fundamentais, nos mais diferentes setores da Administração Pública.
Foi no seu governo que aquela velha ponte rodoferroviária de Igapó, estreita, precária, perigosíssima, foi substituída por uma verdadeira ponte, segura, moderna, adequada às suas finalidades de ligar os bairros tradicionais da cidade à emergente Zona Norte, em constante processo de expansão, e de servir de meio de acesso a grande parte do interior do Estado.
Devemos ao governo Walfredo Gurgel a primeira biblioteca pública de Natal – a “Biblioteca Câmara Cascudo”. Talvez nenhum outro governo tenha investido tanto, proporcionalmente às suas disponibilidades financeiras, e com maior êxito, em face dos critérios de rigoroso controle dos gastos, na eletrificação urbana e rural do Estado.
O Hospital Walfredo Gurgel foi o primeiro hospital de emergências médicas de nossa Capital. Até hoje – ampliado por exigência do elevado número de pacientes – é a principal (ou talvez única) unidade hospitalar que oferece serviços de pronto-socorro às faixas mais humildes da população estadual. E esse atendimento estende-se a pessoas das mais diferentes classes sociais vítimas de acidentes.
Por sua vez, a Fundação José Augusto, sob a direção de Ilma Melo, fez algo que me parece essencial: a publicação de autores da terra.
Por que estou aqui a relembrar o Monsenhor Walfredo e o seu governo? Porque este é o ano do centenário de seu nascimento (1908-1971).
O que destacar em sua biografia? Sua origem extremamente humilde, sem condições sequer para cursar o seminário? Seus estudos, em Roma, de Filosofia e Teologia e posterior doutorado em Direito Canônico pela Universidade Gregoriana? A atuação do vigário-geral de Caicó que fundou o Ginásio Diocesano e foi nele, durante vários anos, o providencial faz-tudo? O Deputado Federal eleito para a Constituinte de 1945? A sucessão de grandes conquistas eleitorais: Vice-Governador, Senador e Governador do Estado (1966-1971)?
Era um líder carismático, um homem simples e íntegro. Usou a política – sem nunca se afastar da ética – para servir ao Estado. Muito me honra ter sido Consultor-Geral em seu governo.
Ivan Maciel de Andrade – Advogado
O confronto pela semifinal do segundo turno do Campeonato Carioca de Futebol-2008, a partir das 16h, tem ampla estrutura para torcedores. Imperdível.
Telão e televisores num amplo espaço físico, estacionamento e área para diversão infantil formam o ambiente. Cenário ideal para a magia do clássico.
Vamos brindar ao bom futebol.
Seria um "encosto?"
O presidente foi claro: "É bobagem!" Só tergiversou quando apontou a origem dessa onda: "É falta de assunto da oposição." Menos, presidente.
Entre setores do governismo o assunto borbulhou em tom de seriedade. A oposição apenas realimenta o caso, com natural apreensão.
A reeleição em si é casuísmo, sobretudo num país com as características socio-econômicas, culturais e políticas como o Brasil. Oficializa o uso da coisa pública em favor de pessoas, grupos e partidos.
A isonomia necessária numa disputa eleitoral majoritária, é banida com o instituto da reeleição. Mesmo não querendo, o governante no exercício do poder é impelido a manipular e aparelhar a máquina estatal a seu favor. O resto que se dane.
Há na própria essência da reeleição, uma violenta negação da democracia. O princípio da alternância no poder é decepado com naturalidade. Se não existe alternância, inexiste democracia. Não adianta ficar maquiando os fatos com uma enxurrada de eleições viciadas.
É frágil o argumento da "continuidade administrativa" que seus defensores utilizam para sustentá-la. A reeleição pode garantir também o "continuísmo", sinônimo de atitudes abjetas e nocivas à sociedade. Tem sido assim no Brasil. Do Planalto ao sertão.
A continuidade gerencial é possível, mesmo entre governos distintos, rivalizantes, desde que tenhamos instituições mais sólidas e um Estado de Leis de verdade. Uma nação que se propõe a ser democrática e civilizada, não pode viver a remendar sua Constituição ao sabor das ambições de alguns espertalhões.
Chega de reeleição. Com ou sem Lula.
A sucessão natalense também passa pelas mãos do seu pupilo, que engrossou o cangote, prefeito Carlos Eduardo Alves (PSB). O resultado eleitoral interessa aos dois, mas talvez não satisfaça a ambos.
Daí a enorme dificuldade de fechar a chapa majoritária governista. Estão todos de olhos voltados para 2010 e não apenas em outubro deste ano.
Aguardemos os próximos lances.
Como nosso povo dependente e ignorante sofre, meu Deus. É duplamente vítima: acertado pela natureza em fúria e pela astúcia da natureza humana.
Não faltam sanguessugas, beneméritos de ocasião, chororôs artificiais, solidariedade de toma-lá-dá-cá e outros predadores. A quantidade de répteis em meio ao aguaceiro é incalculável.
Esta terra ainda vai cumprir seu ideal.
A Associação dos Auditores Fiscais do Tesouro Estadual do RN (ASFARN) vai inaugurar sua sede praiana. Será no próximo sábado (19), na Praia do Tibau, a 42Km de Mossoró. Um churrasco marcará o evento, a partir do meio-dia. A sede ganha o nome de "Chiquinho Germano", atual prefeito de Rodolfo Fernandes.
Obrigado à leitura deste Blog a jornalista Patrícia Cordeiro (Natal), gráfico Railton Melo (Mossoró) e ex-vice-prefeita pau-ferrense Maria Rego (PMDB).
Leia-o, por favor:
Sempre acreditado Carlos Santos, ontem, vimos pela grande imprensa, a soltura do casal Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá, sua atual esposa. Não me cabe questionar, e, não o estou fazendo, nada acerca da decisão Judicial, até porque, não costumo fazer juízo de valor.
Agora, aproveito a sua constante boa-vontade para perguntar à sociedade quando nós, cidadãos comuns e anônimos, teremos o nosso habeas-corpus. Os suspeitos são soltos, e, nós que até o momento não somos suspeitos de nada, permanecemos encarcerados em nossas casas.
Sou mais uma vítima de meliantes.
Há cerca de cinco anos tive minha casa invadida por três e, só não me mataram porque imaginaram que eu estivesse morto. Passei 40 dias internado no Hospital Wilson Rosado somente para curar a parte física, pois, bateram tanto em mim que, quebraram meus dentes, me deixaram com nove focos de isquemia cerebral e o mais grave, uma lesão na ponte, elemento do corpo humano que liga a coluna ao cérebro.
Escapulí de mais esta, mas a sequela emocional me persegue até hoje. A Polícia foi cientificada, fez vistorias e, até hoje, nada foi revelado.
Pergunto novamente, quando teremos nosso habeas-corpus?
Valtércio Silveira
Foram ver de perto o estrago da cheia do rio Mossoró/Apodi, alargando a Barragem Santa Cruz.
Segundo a senadora, mais de mil pequenos irrigantes perderam tudo: animais, equipamentos ao plantio, casas e ainda são vítimas da execução bancária.
Mãos à obra em socorro a essa gente, senadora.
– Se eu tivesse sonhos políticos eu iria participar da campanha não apenas em Natal, mas em outros municípios. Mas eu estou encerrando completamente meu ciclo político. Que nunca chegou a ser um ciclo completo, ele sempre foi eventual. E houve um momento até que ele foi trucidado, foi cassado, foi eliminado, foi suspenso por dez anos…Agora, eu quero me dedicar ao jornalismo como vocês – declarou Agnelo.
– Mas e se o seu filho, Carlos Eduardo (PSB), for candidato a governador? – Indagou um jornalista.
– Mas isso será em 2010, né. Aí eu participarei da campanha no estado todo. Não pelo fato dele ser meu filho, mas pelo fato dele ser um grande administrador, no estilo que eu fiz em Parnamirim. A prova disse é a grande aprovação ao seu governo – assinalou Agnelo.
* O prefeito de Parnamirim anunciou na mesma entrevista hoje pela manhã, que seu candidato à sucessão será o vice-prefeito Maurício Marques (PDT).
* Extraído do Blog de Oliveira Wanderley.
Temos um que foi, outro que é e dois que são. Um de fato e outro de direito. Ambos da mesma família. Um é pai, outro é filho desse.
Vamos tentar explicar.
O médico Adail Vale (PSB) renunciou ao mandato no dia 4 passado, alegando estafa e necessidade de descanso para cuidar da saúde. O filho e presidente da Câmara de Vereadores, médico Anaximandro Vale (PSB), assumiu para poupar o pai.
O vice, que teria direito natural à assunção, Nelson Morais (DEM), também renunciara, argumentando que tinha muitos compromissos empresariais e o poder o atrapalharia.
Pois bem, continuemos…
Agora, acompanhando o Blog do Tio Colorau, desde essa acrobacia político-jurídica, regularmente vejo o ex-prefeito ao lado do atual, seu filho, cumprindo agenda de intenso trabalho.
Em meio à cheia do rio Mossoró, o ex-prefeito Adail Vale foi pessoalmente ajudar na distribuição de feira e tentativa de socorro a animais e desabrigados. O filho, agora prefeito de direito, também.
Ontem à noite, os dois estiveram em Natal, despachando com um secretário do governo estadual. Adail, o ex-prefeito, com o prefeito e seu filho, "Anax."
Hoje, sábado (12), pai e filho, o ex e o atual prefeito, um de fato e outro de direito, cumprem agenda de trabalho como médicos na zona rural. Cada um pro seu lado, consultando a massa famélica e ignara.
Entre várias interrogações que essa passagem de poder guarda, numa caixa-preta, faço uma – a mais inocente delas:
– Quando o prefeito doente, Adail Vale (PSB), vai descansar? Afinal de contas, sua renúncia advém de proecupação com a saúde delicada. Ou não?


