A tromba d’água, por exemplo, levou de roldão o anúncio de apoio da governadora Wilma de Faria (PSB), à postulação à prefeitura da deputada estadual Larissa Rosado (PSB). Os desdobramentos da decisão são inversos ao propósito agendado.
A reação do PR apresentando o nome do vereador Renato Fernandes (PR) ao mesmo cargo, também foi levada pela cheia.
Até mesmo a prefeita Fafá Rosado (DEM), com tudo à mão para dar braçadas sozinha, sem admoestação, sai desgastada. Podia ter ficado calada. Ganharia mais.
A prefeita chegou ao ponto de bradar, no sábado (5), que queria 10% do dinheiro federal a ser transferido ao estado, para cuidar dos efeitos da enchente. A princípio isso seria equivalente a R$ 6 milhões.
Sem nenhum critério para o cálculo, mal orientada, Fafá expôs-se à ridicularização e à "saia justa". Se o governo Wilma fizer a transferência do que ela solicitou, ficará quite com a cobrança e deixará o ônus da restauração da cidade inteiramente à prefeita.
Qualquer leigo no assunto sabe que esse montante não atende sequer a assistência alimenar às famílias socorridas.
Para completar a pantomima desastrada, a prefeita – outra vez com a ajuda inestimável de sua Assessoria de Comunicação – espalhou fotos e textos pela imprensa, a colocando em pose vexatória. Surgiu com remo a mão, dentro de uma canoa, simulando apoio aos desabrigados.
A cena foi repudiava ostensivamente. Um termômetro é este Blog, que postou a foto, com textualização da cena grotesca.
Os comentários dos internautas foram 100% de reprovação.
O rescaldo das águas de abril precisam começar logo. Os estragos talvez sejam ainda maiores do que é constatado aqui.

























