A medida foi tomada pelo juiz substituto da 8ª Vara Federal em Mossoró, Tercius Gondim Maia, a pedido do Ministério Público Federal. Laíre e os demais atingidos são acusados de envolvimento num esquema de desvio de verbas públicas e enriquecimento ilícito.
Nos anos de 2001 e 2002, o Ministério da Saúde celebrou dez convênios com a Fundação Vingt Rosado e com a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (Apamim), para a aquisição de equipamentos e materiais usados no atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A partir daí, o enredo é nebuloso e cheio de situações policialescas.
Laíre recorreu da decisão em segunda instância, tentando o desbloqueio dos bens e contas na Justiça Federal em Recife (PE).
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