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segunda-feira - 24/06/2024 - 08:00h
Literatura

Marcelo Alves lança dois livros que mergulham na cultura francesa

Marcelo Alves é natural de Natal (Foto: cedida)

Marcelo Alves é também colaborador dominical do BCS (Foto: Arquivo)

É nesta segunda-feira (24), às 18 horas, na Aliança Francesa de Natal, Rua Potengi, 459, Petrópolis, em Natal, o lançamento dos livros Essais Français e Littératures Françaises.

Os títulos são de Marcelo Alves Dias de Souza, membro Academia Norte-rio-grandense de Letras (ANRL), procurador regional da República e também colaborador dominical do Blog Carlos Santos.

Leia tambémOs livros franceses

Marcelo Alves apresenta publicações bilíngues (francês e português), com uma contendo ensaios e outra formatada editorialmente com crônicas e artigos sobre a literatura francesa. Tudo que for arrecadado será destinado à bolsa de estudo de alunos de baixo poder aquisitivo, que estudam na Aliança Francesa.

Emmanuel Lenain, embaixador francês no Brasil, confirmou presença no evento.

Nota do BCS – Sucesso, Marcelo. Sempre bom demais esse seu entusiasmo e notório conteúdo, ofertando ao mundo conhecimento, extraído do seu apetite literário e densa cultura.

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Categoria(s): Cultura
segunda-feira - 24/06/2024 - 07:24h
Indefinições

Vice fica para julho ou mesmo agosto

Arte da Web/Google

Arte da Web/Google

Os três pré-candidatos a prefeito de Mossoró que declaradamente se apresentam nesse papel, até aqui, seguem sem um nome a vice. Conversas, especulações ou nem isso marcam essa fase que antecede a campanha.

O prefeito Allyson Bezerra (UB) foi pressionado e sitiado, inclusive chegou a receber ultimado do PL para anunciar um nome da legenda, com data definida para esse fim. Não aceitou a imposição e manteve a promessa de que só cuidará do assunto após o Mossoró Cidade Junina (MCJ). A partir de julho, diga-se.

O PL, que tanto tentou lutou para ser o vice de Allyson Bezerra, não conseguiu um para si ainda. Tem uma pré-candidatura a prefeito desde 26 de março, portanto há quase três meses, do ex-vereador Genivan Vale. Vice? Ninguém.

Provavelmente vai de ‘puro-sangue’, pois não viabilizou apoio do grupo da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e não convenceu o escorregadio líder oposicionista na Câmara Municipal, vereador Tony Fernandes (Avante), a subir na sua garupa.

Pode apostar na ex-vereadora grossense Clorisa Linhares como solução no padrão ‘é o jeito.’

PT, nem pensar

Quanto a Lawrence Amorim (PSDB), presidente da Câmara Municipal de Mossoró, que também tentou ser vice de Allyson Bezerra, só existe uma certeza: não ter um vice petista em sua chapa, devido o desgaste considerável do governo Fátima Bezerra (PT) e da líder local da legenda – deputada estadual Isolda Dantas (PT).

O apoio do PT está confirmado (veja AQUI), mas com ele, muitos problemas (veja AQUI e AQUI)).

O nome do ex-candidato a vice e a prefeito, Gutemberg Dias (PCdoB), veio à tona (veja AQUI) à semana passada. Porém, não é ponto pacífico.

O vice de Allyson, o vice de Genivan e o vice de Lawrence vão mesmo ficar para mais adiante, julho ou agosto, quando fecha prazo para convenções e formalização de chapas.

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Categoria(s): Política
domingo - 23/06/2024 - 23:54h

Pensando bem…

“Quem se modera, raramente se perde.”

Confúcio

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domingo - 23/06/2024 - 16:12h

Os livros franceses

Alliance Française em Paris (Foto: reprodução)

Alliance Française em Paris (Foto: reprodução)

Por Marcelo Alves

Todo livro tem uma história por detrás da sua concepção e parto. Acredito que as histórias de “Essais français: droit et philosophie en édition bilingue français/portugais” (“Ensaios franceses: direito e filosofia em edição bilíngue francês/português”) e “Littératures françaises: récits sur les livres et les écrivains en édition bilingue français/portugais” (“Literaturas francesas: crônicas sobre livros e escritores em edição bilíngue francês/português”), livros siameses, que agora jubilosamente entrego aos leitores, merecem ser contadas.

Alguns acontecimentos foram decisivos para as suas existências.

Espiritualmente, “Essais français” e “Littératures françaises” são o fruto tardio da minha estada, em 2006, na capital da França. Então, com “Paris é uma festa” na cabeça, eu para lá parti. No Brasil, havia deixado coisas inacabadas, que perturbavam a minha paz. A ideia era passar alguns meses longe delas. Tomei quarto num pequeno hotel na Rue Madame, em Saint-Germain-des-Prés. E matriculei-me na Alliance Française de Paris, nas abas do bairro de Montparnasse, pertinho de onde eu estava morando. Foi uma das mais acertadas decisões que já tomei.

A Aliança de Paris, mais do que uma escola, é um espaço cultural fantástico. Aqueles meses sabáticos e alegres foram uma catarse. Se aprendesse uma palavra, estava ótimo. Escrevi quase nada, é vero. Mas bebi muito. Café, vinho e outras coisas mais, embora não quisesse fazer parte de geração perdida alguma. Coisas inusitadas aconteceram. E há uma frase mais que famosa de Hemingway: “Se, na juventude, você teve a sorte de viver na cidade de Paris, ela o acompanhará sempre até ao fim da sua vida, vá você para onde for, porque Paris é uma festa móvel”.

Essais français” e “Littératures françaises” são ainda efeitos colaterais – positivos, bien sûr – da pandemia do Covid-19. Uma limonada que busquei fazer de um trágico limão. Naqueles meses de isolamento, estive refazendo o curso da Aliança Francesa, vinculado à sua sede de Natal/RN (cujo presidente do conselho de administração, Eduardo Gurgel Cunha, assina o prefácio de “Essais français”).

Comecei a escrever em francês para a Aliança, como era demandado no final do curso, e em português, sobre a mesma temática, para as minhas colaborações na Tribuna do Norte e no Diário de Pernambuco (vocês identificarão algumas nos livros). Constatando a existência de um bom material bilíngue, decidi traduzir todas as minhas crônicas, sobre as “coisas” da França, do português para o francês. Deu uma trabalheira dos diabos. Mas, aparentemente, deu certo. Assim me disseram. Eu acreditei. E decidi fazer a coisa avançar e crescer em forma de livros.

É por esse momento que surge o meu contato com a Aliança Francesa do Recife, por intermédio de amigos Procuradores da República, também amantes da língua de Molière, com quem trabalho na capital de Pernambuco. Fui muitíssimo bem atendido, tanto por Maria de Lourdes de Azevedo Barbosa (presidente do conselho de administração e autora do prefácio de “Littératures françaises) e Stéphane Garin (diretor executivo). Associei-me à Aliança do Recife. Eles me colocaram em contato com Heloísa Arcoverde de Morais, que “assina” a revisão da tradução. Com esse apoio, o material estava, digamos, quase “pronto”.

Os conteúdos de “Essais français” e “Littératures françaises” representam minha curiosidade transdisciplinar sobre o direito, a política, a filosofia, a arte e a literatura da França e da francofonia. Coisa de francófilo atrevido. E as traduções? Maior atrevimento ainda.

Mas sobre o conteúdo e, especialmente, sobre a forma/tradução dos livros, eu tratarei na semana que vem.

Deixem-me agora convidar todos vocês para os lançamentos: em Natal/RN, no dia 24 de junho de 2024, às 18 horas, na Aliança Francesa, sita na Rua Potengi, nº 459, bairro de Petrópolis; em Recife, no dia 25 de julho de 2024, às 19 horas, na respectiva Aliança Francesa, sita na Rua Amaro Bezerra, nº 466, bairro do Derby.

Marcelo Alves Dias de Souza é procurador Regional da República, doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL e membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

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Categoria(s): Crônica
domingo - 23/06/2024 - 11:24h

A influência das ideologias e a busca pelo voto

Arte do IA

Arte do IA

Por Vonúvio Praxedes

As eleições municipais funcionam diferente das gerais. É muito mais fácil você encontrar nas ruas um candidato a vereador do que um que disputa vaga ao Senado Federal, Governo Estadual ou Presidência. As demandas urbanas que interferem diretamente em nosso cotidiano, são aquelas onde normalmente as soluções partem dos gestores que conhecemos, onde moram e sabemos a rotina política.

É mais comum ver um prefeito passando na rua pedindo voto tendo contato direto com os eleitores. Esta obviedade mostra que nos municípios votamos em pessoas conhecidas e pouco em partidos. As cores definem os grupos, mas os nomes nos ligam e conquistam. Falar em ideologia quando tratamos em escolha de vereador(a) e prefeito(a) é algo distante no aspecto convencimento. Talvez fosse mais fácil o eleitor se sentir repelido que atraído em meio às falas normalmente destacadas no debate Nacional. Essa é uma compreensão de massa, mas é claro que existem aqueles críticos fundamentalistas que enxergam primeiro o lado ideológico.

Neste momento é interessante deixar as teorias ideológicas daqueles que nas cadeiras acadêmicas se debruçam sobre Antoine Destutt de Tracy ou Karl Marx para a lógica diária de quem vive política municipal, aquela raiz. Isso porque a ideologia não é fácil de ser compreendida no aspecto teórico nem mesmo por quem estuda este assunto.

Imagine, portanto, como alguém que sequer tem estudos elementares conseguiria apropriar-se deste pensamento crítico para embasar a definição de voto ou cobranças de políticas públicas. Aos de classes mais abastadas, onde talvez isso pudesse ser mais bem consumido e compreendido, existe um enviesamento do pensar.

Certamente, a conduta mais ideológica em termos da famigerada “pauta de costumes” pode causar tanta controvérsia, quanta desinformação, justamente pela falta de preparo dos que dela se apropriam. E veja que os vieses forjados não são limitados a um lado da balança, mas de ambos os espectros dominantes, esquerda e direita.

Existe um esforço por parte do bolsonarismo para reivindicar a propriedade dos assuntos mais “conservadores” em detrimento daquilo que é apontado como pautas lulistas dos valores encabeçados e defendidos pela esquerda. Comum entre os dois lados é a busca pelo populismo que abraça grandes multidões trazendo um efeito de manada, onde tópicos se confrontam e mantêm a separação das defesas, não permitindo a coexistência, mas tão somente protagonismo único.

Certo x errado; Bem x mal; Deus x diabo. Cada lado querendo estar do lado da sua verdade absoluta.

Estrategicamente, nenhum candidato a vereador ou prefeito vai chegar numa visita de campanha na casa quem não conhece, para esbravejar a defesa nacional de Bolsonaro ou Lula. Primeiro pede voto para si, deve falar das necessidades locais e soluções viáveis, além das tradicionais promessas.

Vonúvio Praxedes Foto: Arquivo)

Vonúvio Praxedes (Foto: Arquivo)

Se, e somente se, achar que pode entrar neste quesito, podendo emitir alguma posição, e com isso fazer necessariamente parte do convencimento usará o argumento ideológico do embate nacional.

“Você vota em mim e mais adiante a gente fala sobre Lula e Bolsonaro”. Escutaremos assim nos pedidos de votos este ano. Basicamente, o eleitor nos municípios votam em nomes conhecidos e por serviços prestados.

Claro que os eleitos em 2024 darão sustentação à votação de 2026, mas este é assunto para um outro momento.

Vonúvio Praxedes é jornalista com atuação no Grupo TCM (rádio 95 FM e TCM Canal 10) e editor do Diário Político

Série Eleições Municipais 2024

Leia tambémConvidados especiais vão nos ajudar a entender as eleições 2024

Leia tambémUma eleição fria, por enquanto – Por Sávio Hackradt

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Categoria(s): Opinião / Política / Série Eleições Municipais 2024
domingo - 23/06/2024 - 10:52h

Lutas e vitórias

Foto ilustrativa

Foto ilustrativa

Por Odemirton Filho

No Pingo da Mei Dia uma multidão dançava, bebia e ia “atrás do trio elétrico”; eram pessoas de todas as idades e classes sociais. Os camarotes estavam lotados, com atrações dos mais variados gêneros musicais. Pelo menos, por algumas horas, as pessoas estavam felizes, esquecendo os seus trabalhos e as dificuldades cotidianas.

Enquanto isso, numa rua lateral, ao lado da empresa Socel, um senhor montou a sua barraca e comercializava chapéus dos mais variados tipos, cores e tamanhos. Esperando uma neblina parar de cair, eu fiquei sob a barraca, e puxei dois dedos de prosa. Ele não estava muito animado com as vendas e perguntou:

– O povo daqui não gosta muito de chapéu, né?

– Só quem gosta mais é o prefeito – respondi, em tom de brincadeira.

Ele sorriu. Falou-me que era da região do Seridó, das bandas de Caicó, e há anos viajava por esse mundão de meu Deus, vendendo chapéus. Durante toda a sua vida tirou o seu sustento por intermédio desse ofício. Era acostumado a viajar por várias cidades do Nordeste, participando de festas de padroeiro, de emancipação política, de vaquejadas, de São João.

– Consegui formar dois filhos: um engenheiro, o outro, nutricionista, disse-me, com uma ponta de orgulho.

E aí fiquei a imaginar a luta diária do nosso povo pela sobrevivência. Quantos pequenos comerciantes, ou empreendedores, para usar o termo da moda, não labutam dia a dia pelo sustento? Quantas pessoas não estão melhorando a renda vendendo seus produtos nesta época de festas juninas? São muitas, milhares, milhões.

Eu, particularmente, sinto um nó na garganta ao ver idosos e crianças, à noite, tentando ganhar um dinheirinho, quando poderiam estar em casa. Enquanto isso, os artistas recebem cachês de alto valor; não tenho nada contra os artistas (contrata quem quer), apenas quero ressaltar a histórica desigualdade social existente em nossa sociedade, mas isso é outro assunto.

O fato é que, quando a garoa parou de molhar a terra de Santa Luzia, o vendedor desmontou a sua barraca e arrumou os chapéus. Eu e a minha mulher acompanhamos o trio elétrico, ele tomou o rumo de outras cidades, carregando na mala as suas mercadorias e, na alma, as suas lutas e vitórias.

Odemirton Filho é colaborador do Blog Carlos Santos

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Categoria(s): Crônica
domingo - 23/06/2024 - 10:02h

Madrugada

Foto do autor da crônica

Foto do autor da crônica

Por Bruno Ernesto

Quem é do Nordeste espera o mês de junho a partir do dia primeiro de julho, para poder aproveitar novamente o melhor mês na região, e é inegável que todo nordestino tem uma memória afetiva desse mês, quer seja pelo cheiro, som, paladar ou visual.

A maioria de nós lembra dessa época da infância como se a noite jamais tivesse acabado, mesmo que a fogueira tenha queimado até a última lenha, alguém tenha comido a última espiga de milho, o sanfoneiro tenha tocado o último acorde, e o último fogo de artifício tenha estourado, deixando um zumbido interminável como recado para o próximo junho.

Quem tem filho pequeno, certamente tem mais memórias afetivas desse período e, claro, lembro dos primeiros são-joões de minha filha no colégio.

Gosto de registrar o máximo possível desses momentos para a posteridade, pois o tempo só corre para frente, uma única vez, e o que não se registra se perde.

Assim, registrei tudo o que pude dessa primeira fase escolar de Mel. Desde o primeiro dia de aula, quando ela entrou puxando sua mochila, de franja bem cortada, farda engomada e de sandálias, com aqueles olhos curiosos olhando tudo ao seu redor, sem dizer uma palavra. Pensei que iria chorar, mas nunca chorou.

Não me lembro de ter faltado a nenhuma de suas apresentações dos festejos juninos no colégio para prestigiar a minha princesinha que, a cada ano, foi crescendo com uma rapidez tamanha. Sua infância me escapava por entre os dedos.

Seguindo a régua do tempo, ontem foi a sua última apresentação, e, confesso, segurei as lágrimas, pois no mesmo instante em que filmava os onze minutos e quarenta e três segundos de sua apresentação, passavam na minha cabeça todas as apresentações dos anos anteriores.

Ao final da apresentação, fui ao seu encontro e, de longe, a vi junto aos amigos de turma tirando fotos juntos; todos sorrindo. Só interrompi para fazer um breve registro comigo, como sempre faço, e fui embora, num misto de saudade e resignação por saber que é o curso natural da vida.

Sim, claro que a música que tocou durante a sua apresentação ficou marcada na minha mente. Não só por ter se repetido várias vezes, mas também por ser uma música das quais mais gosto, tendo sido uma coincidência muito feliz para mim, pois lembrarei desse dia para sempre, uma vez que, além da melodia, gosto das letras.

Há quem diga que a poesia é maior que a prosa. Não sei e nem me atrevo a opinar.

Sei que há uma diferença fundamental entre uma e outra: na poesia, as palavras vêm primeiro, os sentimentos depois.

Penso que sou mais tendente à prosa, pois primeiro me vêm os sentimentos, só depois as palavras.

Assim, embora tenda à prosa, também gosto de poesia, especialmente as declamadas por Antônio Abujamra; e ontem, ao me despedir de minha filha e sair do colégio, ressoou na minha mente a música É Madrugada, de autoria de Antônio Barros e interpretada pelo Trio Nordestino: “Eu saia chorando, pela rua gritando, cadê o São João, Pra que tanta fogueira, se pra mim a noite inteira vai ser grande a solidão.”

Bruno Ernesto é advogado, professor e escritor

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Categoria(s): Blog
domingo - 23/06/2024 - 09:22h

Uma eleição fria, por enquanto

Ilustração IA

Ilustração IA

Por Sávio Hackradt

Faltando pouco mais de três meses para as eleições municipais, o processo sucessório de Natal está mais frio do que bunda de pinguim. Sem emoção, sem debate sobre os reais problemas da cidade e sem embate político, a sucessão do prefeito Álvaro Dias vai caminhando a passos de tartaruga. Aqui e acolá aparece um balão de ensaio como fofoca e/ou desejo do autor, mas que não resiste a 24 horas na agenda da sociedade e fica restrito apenas aos círculos mais fechados dos partidos e dos pré-candidatos.

Independentemente da frieza da campanha, o fato é que existem 5 pré-candidaturas postas para o natalense escolher em outubro, e eleger quem vai governar a capital do estado pelos próximos 4 anos, de 2025 a 2028. São elas: O ex-prefeito Carlos Eduardo (PSD), a deputada federal Natália Bonavides (PT), o deputado federal Paulinho Freire (União Brasil), o ex-deputado federal Rafael Motta (Avante) e Nando  Poeta (PSTU).

De fevereiro de 2023 até junho de 2024 foram divulgadas 40 pesquisas sobre as eleições para prefeito em Natal. Em todas elas, o ex-prefeito Carlos Eduardo lidera com folga, com as intenções de votos variando de 38% a 45%, nos diversos cenários que os institutos testaram nos últimos meses. A segunda colocação é disputada entre a deputada federal Natália Bonavides e o deputado federal Paulinho Freire, que mostra um empate técnico na faixa de 13% a 15% das intenções de votos, variando a posição de cada um de acordo com o instituto que fez a pesquisa. Em terceiro lugar aparece o ex-deputado federal Rafael Motta, variando de 5% a 8% de intenções de votos.

Paulinho Freire (União Brasil) foi quem construiu a maior aliança partidária, reunido com o PP, Federação PSDB/Cidadania, PL, Republicanos e Podemos. A segunda maior aliança é de Natália Bonavides (PT), que recebeu o apoio do MDB e da Federação PT/PV/PCdoB. Carlos Eduardo (PSD) fez aliança com a Democracia Cristã. Rafael Motta (Avante) e Nando Poeta (PSTU) correm em faixa própria, sem qualquer aliança partidária.

Entre as pré-candidaturas, Paulinho Freire (União Brasil) fechou a chapa com a vice Joana Guerra (Republicanos), enquanto Nando Poeta (PSTU) fechou com a vice Luciana Lima (PSTU). Natália Bonavides (PT) continua com a vaga da vice aberta, mas a indicação pode ser do MDB do vice-governador Walter Alves. Carlos Eduardo (PSD) também não fechou a chapa, assim como Rafael Motta (Avante).

Nomes para ser vice de Carlos, como Kelps Lima (Solidariedade), Rafael Motta (Avante) e Jacó Jácome (PSD), foram especulados. Carlos Eduardo tem dito que anunciará o seu vice na segunda quinzena de julho. Até lá, muitas especulações e desejos vão surgir e nos resta aguardar.

Sávio Hackradt (Foto: Arquivo)

Sávio Hackradt (Foto: Arquivo)

O eleitor natalense parece não ter embarcado no histerismo da briga Lula X Bolsonaro. Preocupado com os problemas do sistema de saúde, que não funciona, com o transporte público de péssima qualidade, com a falta de emprego e renda, com a baixa qualidade da educação para os seus filhos, entre tantos outros que encontra no decorrer do seu dia a dia, o natalense está calado, aguardando a oportunidade de se manifestar.

A  pré-campanha não ofereceu essa oportunidade ao natalense. Nem o São João, com as fogueiras queimando e foguetões subindo aos céus, conseguiu esquentar o clima da pré-campanha. Politicamente, Natal está fria como os polos Norte e Sul, parecendo até que está habitada por pinguins, que adoram o gelo. Quem será que vai tocar fogo no rabo dos pinguins nessa campanha?

Sávio Hackradt é jornalista e consultor político

Série Eleições Municipais 2024

Leia tambémConvidados especiais vão nos ajudar a entender as eleições 2024

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Categoria(s): Opinião / Política / Série Eleições Municipais 2024
domingo - 23/06/2024 - 07:22h

Animal exótico

Por Marcos Ferreira

O autor em fotografia de José Arimatéia

O autor em fotografia de José Arimatéia

Seria bom que eu estivesse de barba feita e usando uma loção mais forte ou marcante. Contudo a foto saiu desse jeito. Foi, digamos, um raro ensejo de bem-estar em meio aos ruídos e vaivém de tanta gente desconhecida.

Aqui estou inserido na “vida em rebanho”, como diria meu amigo multifacetado (pensador, filósofo contemporâneo) Antonio Alvino da Silva Filho. A foto foi batida por outro amigo, o designer e artista gráfico José Arimatéia. Pois bem. Eis a fuça deste escriba num momento de relax com seus “semelhantes”. Essa sem-cerimônia ocorreu na área externa do Partage Shopping, onde nossa marca Verboletras expõe uma variedade dos seus produtos por ocasião do evento denominado Feira Bangalô, que acontece às segundas e terças e só dura até o próximo dia 25 de junho.

Talvez alguém diga que tal assunto é irrelevante para este espaço dominical, passarela onde desfilam cronistas e articulistas do melhor naipe. Julgarão ainda menos apropriada a imagem que escolhi para ilustrar meu texto. Ou seja, uma espécie de autopromoção; de exibicionismo, dirá um leitor mais duro.

Bom, meus caríssimos, a propaganda está feita. Tanto dos produtos Verboletras quanto do autor destas linhas. Todavia a questão não é bem essa. O que me impele a assim proceder é o estado de espírito em que me encontro ao longo desses dias. Acho isso digno de nota. Ou melhor, de uma crônica. Porque não é do meu feitio e pendor expor-me de tal modo, sair da toca, permitir-me uma interação com caracteres sociais que nunca vi mais gordos. Sim, este animal exótico mostrou a cara.

Conselhos não me faltaram. De outra feita Elias Epaminondas, por exemplo, andou por aqui, tomamos um cafezinho e ele tocou nesse ponto durante o bate-papo. Referiu-se à importância de (vez por outra) eu buscar justamente conhecer alguns lugares de Mossoró. Citou, a propósito, as cafeterias da urbe.

“Há pelo menos umas duas ou três de que você vai gostar”, afiançou Epaminondas. É isso aí. Elias considera salutar que eu lute contra a minha natureza arredia, algo que de tempos em tempos adquire maior intensidade. Meu psiquiatra e amigo Dr. Dirceu Lopes joga no time de Elias. Dr. Dirceu não se ancora apenas nos psicofármacos. Recomenda-me, entre outras coisas, que eu ingresse em uma academia de musculação. Considero esse ponto uma prova de fogo. Pois sei que sofreria horrores com as doses cavalares de dejetos sonoros que rolam nesses lugares.

A verdade é que se trata de algo que venho empurrando com a barriga. Mas estou inclinado a enfrentar o desafio. Protetores auriculares ou fones de ouvido (com músicas do meu agrado) podem mitigar o desconforto.

Portanto, com o estímulo de amigos e tornando minhas fraquezas em forças, este animal exótico tem figurado como um tipo caricato de mascote da Verboletras na Feira Bangalô, no Partage Shopping, neste mês de junho. Então, como não bastasse, ainda se deixou fotografar pelo amigo José Arimatéia. Além disso, quiçá para o desagrado de alguns leitores, transferi esta fotografia para cá.

Perdoai-me quem me perdoar possa.

Marcos Ferreira é escritor

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Categoria(s): Crônica
sábado - 22/06/2024 - 23:58h

Pensando bem…

“Uma mentira dá uma volta inteira ao mundo antes mesmo de a verdade ter oportunidade de se vestir.”

Winston Churchill

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sábado - 22/06/2024 - 20:46h
HWR

Carlos Augusto é internado e vai passar por ressonância magnética

Carlos Augusto tem dois interesses urgentes, vendo na 'nova oposição' a chave de resolução (Foto: reprodução/arquivo)

Carlos Augusto foi internado neste sábado (Foto: reprodução/arquivo)

Do Blog da Chris

Deu entrada por volta das 14h, deste sábado (22) no Hospital Wilson Rosado (HWR), o ex-deputado Carlos Augusto Rosado, marido da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Segundo informações que chegaram ao blog, o quadro clínico inspira cuidados pela idade e pela recente internação do ex-deputado. Carlos Augusto esteve internado no mês passado no Hospital do Coração em Natal, em virtude de uma forte anemia (veja AQUI).

Nota do Blog Carlos Santos – Carlos Augusto, 79 anos, vai passar por ressonância magnética nesse domingo (23). Acomodado no apartamento do filho Marlos Rosado, ele apresentou sinais de falhas na comunicação verbal, que levaram familiares à suspeita de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Apesar de inspirar cuidados, ele descansa no HWR com plena consciência e interlocução com médicos, enfermeiros (as) e familiares.

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Categoria(s): Política
sábado - 22/06/2024 - 12:12h
Edmílson Caminha

Obras de Drummond têm a palavra de um de seus organizadores

Caminha é um amante e estudioso da obra de Drummond (Foto: Web)

Caminha é um amante e estudioso da obra de Drummond (Foto: Web)

Neste domingo (23), teremos outra edição do programa “Pedagogia da Gestão”, na TV Cabo Mossoró (TCM Telecom), Canal 10, das 10 às 11h (acompanhe AQUI ao vivo). No horário, espaço para focalizar o escritor Edmílson Caminha.

Neste programa, haverá abordagem da produção literária do autor, com foco em seu novo livro “A noite em que dei autógrafo a Belchior”, assim como o seu trabalho como um dos organizadores da mais nova edição das obras de Drummond, agora pela editora Record.

O autor

Escritor, jornalista, professor de literatura brasileira e de língua portuguesa, Edmílson Caminha nasceu em Fortaleza, Ceará. É membro da Academia Brasiliense de Letras, do Conselho Editorial Drummond da Editora Record e do Observatório da Língua Portuguesa (Lisboa, Portugal); sócio da Associação Nacional de Escritores (ANE) e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).

O Pedagogia da Gestão é apresentado por Clauder Arcanjo, Dinoá e João Maria e bateu a marca de 20 anos no ar.

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sábado - 22/06/2024 - 10:26h
Candidatura e voto

Sem ir à disputa eleitoral este ano, rosalbismo atrofia mais ainda

Rosalba chega à campanha de reeleição com imagem desgastada e um culpado de plantão: Francisco José Júnior (Foto: assessoria)

Rosalba participou da campanha municipal de 2020 e não conseguiu reeleição (Foto: Arquivo)

Cá para nós e o povo da rua: presidente do Progressistas (PP) no RN, o deputado federal João Maia é defensor de candidatura própria de seu partido à Prefeitura de Mossoró.

A candidatura da ex-prefeita (quatro vezes) Rosalba Ciarlini, sejamos claros.

Seu argumento é simples e direto:

– Time que não joga não tem torcida.

A de Rosalba tem atrofiado profundamente, mas ainda é um capital superior à fragmentada oposição que anda se saracoteando à disputa este ano.

Em entrevista ao Diário do RN dia 5 de abril, falando à jornalista Carol Ribeiro, João Maia foi claro nas palavras, mesmo que até hoje não tenham tido eco algum no Sítio Cantópolis, residência mossoroense da ex-prefeita.

A “Rosa” sumiu e até refreou negociações de apoio a algum pré-candidato. O rosalbismo que sempre foi protagonista poderá ser simples satélite. Ou nem isso.

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Categoria(s): Política
sábado - 22/06/2024 - 07:30h
Eletrônicos

Anatel endurece regras contra venda de equipamentos não aprovados

Anatel tem preocupações com riscos de equipamentos sem amparo legal e técnico (Foto: oficial)

Anatel tem preocupações com riscos de equipamentos sem amparo legal e técnico (Foto: oficial)

A Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL), vinculada ao Ministério das Comunicações, publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira (21) novas regras para combater à comercialização na internet de equipamentos eletrônicos não aprovados no país.

O endurecimento de medidas da Anatel visa gerir com qualidade o funcionamento das redes de telecomunicações no Brasil e impor aos vendedores mais responsabilidade ao anunciar produtos que não cumprem todos os requisitos básicos de saúde e segurança ao consumidor.

“Acerta a Anatel ao endurecer as regras, porque as plataformas digitais precisam se atentar ao que vendem. Anunciar produtos sem homologação da agência significa violar regulamentações brasileiras e isso pode causar interferência em outros serviços regularmente estabelecidos, como o Controle de Tráfego Aéreo e redes de comunicação móvel. Significa minimizar riscos ao consumidor, como choques elétricos, explosões do aparelho e vazamento de material tóxico”, disse Juscelino Filho, ministro das Comunicações.

Uma das regras é a inclusão do número do código de homologação do telefone celular a ser ofertado, no campo obrigatório, como condição para anúncio de venda. A agência reguladora também institui procedimento de validação do código de aprovação dos aparelhos cadastrados em relação aos códigos de validação da base de dados da agência, com isso, será possível verificar se o telefone celular anunciado corresponde ao mesmo produto, marca e modelo homologado na Anatel.

Se no prazo de 15 dias após a publicação dessas medidas, a plataforma digital não regularizar seus anúncios e praticar vendas de equipamentos eletrônicos sem a homologação pela Anatel, elas podem sofrer duras sanções, entre elas multa diária de R$ 200 mil.

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sexta-feira - 21/06/2024 - 23:40h

Pensando bem…

“Fracassar não é cair, é recusar-se a levantar.”

Provérbio Chinês

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sexta-feira - 21/06/2024 - 21:22h
Mossoró

Jogos dos Comerciários 2024 será lançado segunda-feira

Jogos dos Comerciários 2024Chega-nos convite para o lançamento dos Jogos dos Comerciários 2024. Será no próximo dia 24 de junho (segunda-feira), às 8h30, na sede do Serviço Social do Comércio (SESC), em Mossoró.

Presença do presidente do Sistema Fecomércio RN (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN), Marcelo Queiroz.

Café da manhã vai marcar o evento, considerado o maior campeonato esportivo do setor no estado.

Convite aceito.

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sexta-feira - 21/06/2024 - 20:32h
Organização

É uma questão de tempo católicos do RN ganharem nova Diocese

Dom João Santos estava como bispo na Bahia (Foto: Web)

Dom João Santos chegou com planos de mudanças (Foto: Web)

É uma questão de tempo, mas o processo não é tão simples assim, que católicos do RN ganhem pelo menos mais uma Diocese.

Há décadas que existe a própria Arquidiocese de Natal, além das dioceses de Mossoró e Caicó, cobrindo 167 municípios.

Desde a posse de arcebispo Dom João Santos Cardoso na Arquidiocese de Natal, em 7 de outubro do ano passado, ele desembarcou tendo foco nesse propósito.

O que é uma Diocese? – É uma circunscrição territorial administrada por um bispo. É também referida como um bispado, área episcopal ou sede episcopal, abrangendo as paróquias e outras unidades eclesiásticas.

Leia também: Assú sonha em ter uma sede episcopal.

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sexta-feira - 21/06/2024 - 20:00h
MCJ 2024

Deputado Kleber Rodrigues percorre o Cidade Junina e exalta evento

Kleber, Petras, Ivanilson e Allyson: MCJ Foto: redes sociais)

Kleber, Petras, Ivanilson e Allyson: MCJ (Foto: redes sociais)

O deputado estadual Kleber Rodrigues (PSDB) percorreu vários núcleos do Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2024, nessa quinta-feira (20). Foi ciceroneado pelo pré-candidato a vereador Petras Vinícius (UB).

Também teve a companhia do colega de legislativo, Ivanilson Oliveira (UB).

“Estou impressionado com a organização, diversidade e segurança”, enumerou.

Antes de retornar a Natal, Rodrigues esteve com o prefeito Allyson Bezerra (UB) em meio à multidão da Estação das Artes Elizeu Ventania.

Em 2022, Kleber Rodrigues foi reeleito tendo 1.222 votos em Mossoró, tendo apenas Petras Vinícius como articulador de apoios. No RN, ele obteve 61.074 (terceiro mais votado/empossado).

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sexta-feira - 21/06/2024 - 18:24h
Segurança pública

RN é o segundo estado do país em redução de homicídios

Nova filosofia de combate ao crime é um dos segredos do resultado, diz estudo (Foto: Governo do RN)

Nova filosofia de combate ao crime é um dos segredos do resultado, diz estudo (Foto: Governo do RN)

O Rio Grande do Norte é o estado com a segunda maior redução da taxa de homicídios no país, entre os anos de 2017 e 2022, de acordo com o Atlas da Violência 2024, divulgado nessa terça-feira (18) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). O RN reduziu em 49,1% a taxa de homicídios registrados por 100 mil habitantes, atrás apenas do resultado obtido pelo estado do Acre (-57%), e Ceará em terceiro lugar com -45,9%.

Os pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada atribuem a redução registrada nesses estados à “implantação de uma filosofia de gestão orientada por resultado para a diminuição de crimes violentos, a partir da junção de um trabalho de inteligência e análise criminal”. E acrescentam que “estados como Rio Grande do Norte, Ceará, Sergipe e Goiás têm investido nos últimos anos nessa linha de gestão por resultados, com base em um trabalho integrado das organizações de segurança pública e ações orientadas pela análise criminal, conjugado a trabalho de inteligência policial.

Em 2017, o Atlas da Violência apontava que o Rio Grande do Norte registrava uma taxa de homicídios de 63,8 casos por 100 mil habitantes. Em 2022, na edição publicada esta semana, o Ipea constata uma realidade bastante diferente 32,5 casos/100 mil habitantes.

O estudo, que é considerado entre os mais conceituados do país, corrobora com os dados divulgados periodicamente pelo Governo do Estado e, de acordo com a governadora Fátima Bezerra, indica que ações e investimentos não apenas salvam vidas, mas permitem a redução de outros indicadores de criminalidade.

Viaturas

Redução de homicídios tem números expressivos (Foto: Governo do RN)

Redução de homicídios tem números expressivos com uso de inteligência e tecnologia (Foto: Governo do RN)

“Concursos públicos para contratação de mais agentes de segurança — registro que já são mais de 3 mil —, valorização das carreiras em todas as instituições e investimento em mais condições de trabalho. São mais de 600 viaturas, equipamentos diversos. Mas, não podemos esquecer do trabalho integrado, seja entre as nossas polícias, ou com instituições federais, especialmente”, ressaltou.

No comparativo das quantidades de homicídios registrados nos anos de 2017 (2.203 casos) e 2022 (1.167 casos), foram salvas 1.036 vidas. “Temos muito trabalho pela frente, mas não podemos deixar de valorizar os resultados, porque os dados desse estudo corroboram com tudo que temos divulgado através da nossa Secretaria de Segurança Pública. Mas, todos esses resultados são possíveis graças também ao espírito público de cada servidor e servidora que diariamente deixam suas famílias para prevenir e combater a criminalidade”, complementou a governadora do Rio Grande do Norte.

O estudo do Ipea constata que o Rio Grande do Norte é o segundo estado com maior redução — comparativo 2022/2017 — no número de homicídios entre jovens com idade entre 15 e 29 anos: -56,8%. Estado do Acre, em primeiro lugar no Brasil, reduziu 62,3%. Sobre a taxa de homicídios por 100 mil habitantes, o RN divide com o Distrito Federal a terceira maior redução (53,8%). A taxa de assassinatos de adolescentes entre 15 e 19 anos de idade, no Rio Grande do Norte, tem a maior redução entre todos os estados para o período: -70,5%. No país, essa redução foi de 48,6%.

Os indicadores do Atlas da Violência 2024 retratam um avanço significativo quanto à taxa (-54,1%) e o número (-52%) de homicídios contra mulheres, com destaque para o Rio Grande do Norte, o segundo estado com maiores reduções. O Governo do Estado, a partir do ano de 2019, desenvolveu uma série de ações e investimentos voltados à proteção e acolhimento às mulheres vítimas da violência. Ampliou de cinco para 12 o número de delegacias especializadas em atendimento à mulher, as DEAM.

“Reduzir índices de criminalidade e violência é um trabalho árduo onde quer que seja. No Rio Grande do Norte, ter os servidores públicos empenhados é parte fundamental desse processo. Com melhores condições de trabalho, a atuação dos profissionais de todas as instituições que fazem parte do sistema de segurança pública é refletida em mais tranquilidade ao povo potiguar”,  afirma o secretário de Segurança, coronel Francisco Canindé de Araújo.

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sexta-feira - 21/06/2024 - 17:22h
MCJ 2024

Globo destaca “Chuva de Bala” na festa junina mossoroense

Em reportagem sobre a força da tradição das festas juninas, no Nordeste, a Rede Globo de Televisão focalizou no Jornal Hoje desta sexta-feira (21), o Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2024.

Em maior relevância, um dos nossos grandes diferenciais, a encenação “Chuva de bala no país de Mossoró.”

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Categoria(s): Cultura
quinta-feira - 20/06/2024 - 23:54h

Pensando bem…

“Criamos nosso próprio destino pela maneira com a qual fazemos as coisas. Temos que aproveitar as oportunidades e sermos responsáveis pelas nossas escolhas.”

Ben Carson

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quinta-feira - 20/06/2024 - 20:20h
UFRN

Com 59 dias de greve, professores decidem voltar ao trabalho

Arte ilustrativa

Arte ilustrativa

Professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) decidiram pelo encerramento da greve da categoria. Foram 59 dias parados. A partir de consulta ontem e hoje (quinta-feira, 20), através do site do ADURN-Sindicato, veio a posição majoritária para fim do movimento.

Participaram do plebiscito 1.760 docentes, dos quais 61,48% votaram pelo retorno das atividades, 36,59% pela continuidade do movimento grevista e 1,93% se abstiveram.

A expectativa é de que as aulas retornem já na segunda-feira (24). Ou seja, 63 dias depois do início do movimento.

Na última terça-feira (18), a diretoria do ADURN-Sindicato já havia se posicionado em nota, orientando a categoria a votar pelo encerramento.

Houve assinatura do Termo de Acordo pelo PROIFES-Federação, garantindo aos professores o reajuste linear de 9%, em 2025, e de 3,5%, em 2026, além da reestruturação das carreiras do Magistério Superior e do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT); o reajuste dos valores dos auxílios alimentação, creche e saúde; e o anúncio feito pelo Governo de R$5,5 bilhões para a consolidação e a expansão das universidades e dos hospitais universitários federais.

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