“Quando você mostra profunda empatia pelos outros, a energia defensiva deles diminui e a energia positiva a substitui.”
Stephen Covey
Jornalismo com Opinião
“Quando você mostra profunda empatia pelos outros, a energia defensiva deles diminui e a energia positiva a substitui.”
Stephen Covey
Não deu para o ABC. Em jogo à tarde deste sábado (8) no Estádio Campos Maia, sua casa, o Mirassol (SP) venceu o time natalense por 2 x 0.
O resultado lhe deu o título de campeão da Série C 2022 do Brasileirão de futebol. No primeiro jogo no fim de semana passado, em Natal, os dois times tinham empatado em 0 x 0.
Camilo e Vinícius Mingotti marcaram para o time local ainda no primeiro tempo.
O ABC é vice-campeão, mas já estava classificado para a Série B 2023, ao lado do próprio Mirassol, Vitória da Bahia e Botafogo de Ribeirão Preto (SP).
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São muitas as teorias, em boa parte com base em preferências e repulsas, que tentam explicar o baixo desempenho de Mossoró na eleição de nomes à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados. São muitas as razões que se somam e estabelecem esse quadro desolador de 2022.

Isolda conseguiu vitória com proporção de votos bem maior fora de Mossoró; prioridade do PT (Foto: Wigna Ribeiro)
Apenas a deputada estadual Isolda Dantas (PT) conseguiu vitória nas urnas, ou seja, sua reeleição. Em 2018, ela e o também estreante Allyson Bezerra (Solidariedade) tinham sido eleitos. O outro político com base local, deputado federal Beto Rosado (Progressistas), fracassou ao tentar chegar ao terceiro mandato consecutivo.
Que fique claro: não faltaram candidatos à peleja de acesso a essas duas casas legislativas. Ao mesmo tempo, não se pode reclamar da ausência de certa dose de bairrismo do mossoroense.
Entre os oito primeiro colocados à Assembleia Legislativa em Mossoró, todos são desse município. Em relação à Câmara dos Deputados, os três mais votados são de Mossoró. A partir daí, aparecem em 7º, 8º, 11º, 12º e 14º lugares outros concorrentes nativos.
Mas, por que o município que já elegeu quatro deputados estaduais em 1974 e três em 1990, 1998 e 2002 (veja AQUI), agora chegou a esse resultado pífio?
Por que zerou sua representação na Câmara dos Deputados, depois de já ter conseguido eleger três deputados num único ano (1998) e dezenas de mandatos desde 1945 (veja AQUI)?
Fracasso como gênese
O ponto de partida à compreensão está no próprio fracasso de quem dominou a política de Mossoró por mais de 70 anos: a oligarquia Rosado. É a gênese. Seu enfraquecimento continuado até a queda livre este ano, não elegendo ninguém, revela a perda de um mando que privilegiava apenas seus membros.
Sempre houve escassa oportunidade de prosperidade eleitoral a qualquer outro não-Rosado local ou de fora. Os fatos falam por si.
Com o vácuo, surgem não apenas candidaturas viáveis e propósitos ousados, mas também uma diversidade de nomes e projetos que ambicionam seu quinhão em terra arrasada. Muitos são aventureiros e sonhadores, mas mesmo assim fracionam bastante os votos.
Estadual – Mossoró
1º lugar – Jadson (Solidariedade) – 17.781 votos – R$ 174.500,00
2º lugar – Cabo Tony Fernandes (Solidariedade) – 15.647 votos – R$ 186.964,04
3º lugar – Isolda Dantas (PT) – 15.489 votos – R$ 551.814,54
4º lugar – Jorge do Rosário (Avante) – 6.861 votos – R$ 234.500,007
5º lugar – Isaac da Casca (MDB) – 6.520 votos – R$ 18.000,00
6º lugar – Zé Peixeiro (PMN) – 5.957 votos – R$ 57.386,08
7º lugar – Larissa Rosado União Brasil) – 5.796 votos – R$ 776.107,13
8º lugar – Marleide Cunha (PT) – 5.342 votos – R$ 181.346,80
Federal – Mossoró
1º lugar – Lawrence Amorim (Solidariedade) – 33.303 votos – R$ 782.5000,00
2º lugar – Pablo Aires (PSB) – 14.997 votos – R$ 513.636,00
3º lugar – Beto Rosado (Progressistas) – 11.136 votos – R$ 1.295,650,00
7º lugar – Samanda Alves (PT) – 4.216 votos – R$ 792.565,45
8º lugar – Sandra Rosado (União Brasil) – 3.254 votos – R$ 1.336,934,13
11º lugar – Fernandinho das Padarias (Republicanos) – 2.598 votos – R$ 553.405,74
12º lugar – Heliane Duarte (MDB) – 2.573 votos – R$ 546.277,14
14º lugar – Gideon Ismaias (Cidadania) – 1.589 votos – R$ 124.900,00
*Natália Bonavides (PT), com 10.290 votos; Fernando Mineiro (PT), com 6.963 votos e General Giral (PL), que empalmou 6.193 votos votos, ocuparam respectivamente a 4ª, 5ª e 6ª posição entre os mais votados. Major Brilhante (Progressistas) ficou em 9º com 3.233 votos; Carla Dickson (União Brasil) foi a 10ª com 3.141 votos e João Maia (PL) o 13º com 1.761 votos.
*Números financeiros atualizados até o dia 8 de outubro de 2022.
Esse abalo sísmico no modelo político meramente familiar, da oligarquia, tem eco forte e consequências diversas. O surgimento e a consolidação de sistemas de substituição não são instantâneos. Não é uma mero processo de reposição de peça avariada por algo novo ou recauchutado. O tempo e as urnas vão fazer essa maturação.
Fundão, nominata, concorrência
Outro ponto que passa despercebido à maioria, é a competitividade financeira proporcionada pelo Fundão Eleitoral. Diferentemente do passado de décadas, pequenos partidos e candidatos de menor posição econômica conseguem fazer campanhas eficazes, com visibilidade e meios à conquista do eleitor.
O quadro acima nesta postagem mostra, por exemplo, os dados financeiros e de votações oficiais disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sobre candidatos a deputado estadual e a federal com origem mossoroense. Fácil perceber, que pela primeira vez em décadas um Rosado não é primeiro lugar nas duas disputas. Tem posições secundárias.
Nessa contabilidade, não se deve esquecer que Mossoró é município polo e todos procuram votos no seu acervo. Dos 187 candidatos oficiais a deputado federal, apenas 12 não foram votados em suas urnas. Dos 320 disputantes à Assembleia Legislativa, 49 não obtiveram nada num total de 129.956 válidos a estadual e 131.239 a federal.
Outro grau de dificuldade à eleição, seja federal ou estadual, foi a complexidade de montagem das nominatas, sob novas regras da minirreforma política, sem coligações, com cada partido se virando para fechar lista com bem menos candidatos do que em pleitos anteriores.
Voto em casa/voto fora
Vencer um pleito de dimensão estadual é uma campanha de guerra. Regionalizada ou estadualizada, mas de enormes exigências em termos de planejamento, organização e ação. No caso de Isolda Dantas, por exemplo, a grande maioria dos seus votos foi obtida fora de Mossoró. Somou 15.489 votos em Mossoró e 57.046 no estado. Venceu. Sua candidatura era uma das prioridades partidárias e foi trabalhada sob esse prisma.
Consciente que teria baixa no seu capital de votos em solo mossoroense, sem Rosalba Ciarlini (Progressistas) na prefeitura como antes, Beto Rosado apostou pesadamente na sua nominata (que não correspondeu), distribuição de emendas parlamentares em dezenas de municípios e deixou Mossoró em segundo plano. Colheu bons resultados fora e votação sofrível em sua terra. Foram 11.136 votos em Mossoró e 83.968 votos em termos gerais. Não se reelegeu.
Em relação ao grupo do prefeito Allyson Bezerra, os números da votação paroquial são muito bons. Seus candidatos foram campeões. Adiante, a performance não foi igual. Não se elegeram.

Lawrence, Allyson e Jadson numa campanha em que os interesses da cúpula estavam na capital (Foto: campanha/divulgação)
Faltaram votos além dos limites de Mossoró para a eleição de Jadson (Solidariedade) e Lawrence Amorim (Solidariedade), candidatos respectivamente a estadual e federal. Jadson conseguiu 17.781 votos em Mossoró e 27.763 no RN. Lawrence bateu um recorde com maior votação da história no município, a federal. Foram 33.303 votos. No plano estadual, ele recebeu 57.598 votos.
Erro capital: o governismo local ficou à mercê dos interesses próprios da cúpula partidária e chapa majoritária ao Governo do RN, em Natal, que tinham como prioridades a reeleição da deputada estadual Cristiane Dantas e a eleição de Luiz Eduardo à AL, além da candidatura do atual deputado estadual Kelps Lima à Câmara Federal. Só falhou a ascensão de Kelps, comandante-em-chefe do partido no estado.
Rescaldo
O ano de 2022 é emblemático. Vira a chave e arrima as condições primárias de uma nova era política em Mossoró. Todavia, é ainda muito vago o que deixa em números, para que possamos enxergar o que virá adiante e compreendermos completamente as mensagens das urnas.
É preciso um período de rescaldo, estudos, avaliação de cenário pós-eleições, para leitura mais precisa da voz do povo.
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O ministro da Educação, Victor Godoy, anunciou nessa sexta-feira (7), em vídeo publicado em seu Instagram, que irá liberar o orçamento das universidades e institutos federais. A decisão acontece um dia após forte pressão de reitores e estudantes, e de denúncia da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES) quanto ao bloqueio de R$ 328 milhões, nas verbas já previstas para este ano.

Ministério da Educação mudou de posicionamento e de avaliação dos fatos dando razão à Andifes (Foto: arquivo)
No vídeo, Godoy não esclarece se os valores liberados serão totais ou parciais, apenas afirma que: “O limite de empenho será liberado para universidades federais, institutos federais e a Capes”. Ontem, a Andifes afirmou que instituições não teriam dinheiro para pagar contas básicas caso o MEC insistisse no bloqueio”.
O bloqueio no orçamento ocorreu dois dias antes do 1º turno das eleições e foi assinado pelo Ministério da Economia, em que Paulo Guedes é o titular da pasta, e pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).
Segundo Godoy, antes de recuar e liberar o orçamento, ele conversou com Guedes, que foi sensível ao assunto. Num primeiro momento, o ministro gravou vídeo garantindo que não haveria cortes, mas um ‘contingenciamento’. E apontou que tudo não passava de distorção dos fatos com interesse eleitoreiro.
Agora, na real, volta atrás.
Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Publiquei nota da Andifes na quinta-feira (6) – veja AQUI – sobre o assunto, e dia passado, pronunciamento do ministro e do presidente dessa entidade, professor Ricardo Marcelo Fonseca (veja AQUI).
Em área interna de rede social cheguei a ser ameaçado de levar surra e tratado com palavras pesadas, por ter noticiado um fato real, com base em fontes oficiais. Agora, o ministro e seu governo voltam atrás. Quanta ironia.
Ó tempos, ó costumes!
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Começa às 9h30 deste sábado (8), na Universidade Potiguar (UnP) da Avenida Roberto Freire, em Natal, a segunda edição do Encontro de Alto Impacto (EAI) do Nordeste. O evento terá sequência no domingo (9), como iniciativa do Movimento Empresa Júnior (MEJ).
O encontro tem como propósito reunir estudantes universitários integrantes das empresas juniores de maior maturidade de todo o Nordeste. Promovido em 2022 pela RN Júnior – Federação de Empresas Juniores do Rio Grande do Norte, o EAI Nordeste visa o público de empresas juniores espalhadas pelos 9 estados do Nordeste que possuem faturamento anual entre R$ 40 mil e R$2.2 milhões.
Dessas empresas, 18 já confirmaram presença, que tem participação de cerca de 300 estudantes.
Entre os palestrantes, Fred Alecrim (palestrante), Marcos Rodrigues (Ambev), Lucas Trindade (WAWS&CO), Arquimedes Dantas (ACCENTURE), Núbia Elias (Lojas RENNER), Filipe Gentil (Gentil Negócios), Dirceu Simabuco (InterTV), Beatriz Souto (CORA) e Luiz Amadeu (XP).
As palestras acontecem durante todo esse sábado, com sequência amanhã.
A primeira edição da EAI Nordeste aconteceu em Recife-PE em 2019. Agora, volta a ocorrer após o período de pandemia nos anos de 2020 e 2021.
Acompanhe evento pelo Instagram @eainordeste.
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“O ódio e a guerra que declaramos aos outros gasta-nos e consomem a nós mesmos.”
Marquês de Maricá

Câmara dos Deputados tem campeões de votos de tendências variadas (Foto: Wesley Amaral)
O Antagonista
Apenas um em cada 20 deputados federais se elegeu este ano com os próprios votos. Esses candidatos receberam votos suficientes para atingir ou ultrapassar o quociente eleitoral, o que significa que conseguiram cadeiras na Câmara dos Deputados sem depender dos votos totais conquistados pelo conjunto do partido ou da federação.
Neste ano, 25 deputados (lista abaixo) do total de 513 (4,85%) atingiram ou superaram a meta. O número é menor do que o verificado em 2018, quando 27 foram eleitos com votos próprios.
Os outros 488 deputados eleitos foram “puxados” com os votos dados aos partidos e aos demais candidatos, já que o sistema de eleição para a Câmara dos Deputados é o proporcional.
PL (oito deputados): Nikolas Ferreira (MG), Carla Zambelli (SP), Eduardo Bolsonaro (SP), Ricardo Salles (SP), André Ferreira (PE), Filipe Barros (PR), Eduardo Pazuello (RJ), Bia Kicis (DF)
PP (quatro deputados): Delegado Bruno Lima (SP), Clarissa Tércio (PE), Arthur Lira (AL) e Doutor Luizinho (RJ)
PSOL (três deputados): Guilherme Boulos (SP), Taliria Petrone (RJ), Fernanda Melchionna (RS)
PT (dois deputados): Gleisi Hoffmann (PR) e Paulo Pimenta (RS)
União Brasil (dois deputados): Silvye Alves (GO) e Daniela do Waguinho (RJ)
Avante (um deputado): André Janones (MG)
Cidadania (um deputado): Amom Mandel (AM)
Novo (um deputado): Marcel van Hattem (RS)
Podemos (um deputado): Deltan Dallagnol (PR)
PSB (um deputado): Tabata Amaral (SP)
Republicanos (um deputado): Tenente Coronel Zucco (RS).
Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Confira abaixo a lista dos 50 deputados federais mais bem votados no país:
Nikolas Ferreira (PL), com 1.492.047 votos em Minas Gerais;
Guilherme Boulos (PSOL), com 1.001.472 votos em São Paulo;
Carla Zambelli (PL), com 946.244 votos em São Paulo;
Eduardo Bolsonaro (PL), com 741.701 votos em São Paulo;
Ricardo Salles (PL), com 640.918 votos em São Paulo;
Delegado Bruno Lima (PP), com 461217 votos em São Paulo;
Deltan Dallagnol (PODE), com 344.917 votos no Paraná;
Tabata Amaral (PSB), com 337.873 votos em São Paulo;
Celso Russomanno (REP), com 305.520 votos em São Paulo;
Kim Kataguiri (UNIÃO), com 295.460 votos em São Paulo;
Amom Mandel (CID), com 288.552 votos no Amazonas;
André Ferreira (PL), com 273.267 votos em Pernambuco;
Gleisi (PT), com 261.247 votos no Paraná;
Tenente Coronel Zucco (REP), com 259.023 votos no Rio Grande do Sul;
Dra. Alessandra Haber (MDB), com 258.907 votos no Pará;
Marcel Van Hattem (NOVO), com 256.913 votos no Rio Grande do Sul;
Erika Hilton (PSOL), com 256.903 votos em São Paulo;
Delegado Palumbo (MDB), com 254.898 votos em São Paulo;
Silvye Alves (UNIÃO), com 254.653 votos em Goiás;
Filipe Barros (PL), com 249.507 votos no Paraná;
Clarissa Tércio (PP), com 240.511 votos em Pernambuco;
Capitão Derrite (PL), com 239.772 votos em São Paulo;
André Janones (AVANTE), com 238.967 votos em Minas Gerais;
Marina Silva (Rede), com 237.526 votos em São Paulo;
Baleia Rossi (MDB), com 236.463 votos em São Paulo;
Fabio Teruel (MDB), com 235.165 votos em São Paulo;
Marcos Pereira, com 231.626 votos em São Paulo;
André Fernandes (PL), com 229.509 votos no Ceará;
Carol de Toni (PL), com 227.632 votos em Santa Catarina;
Sâmia Bomfim (PSOL), com 226.187 votos em São Paulo;
Paulo Pimenta (PT), com 223.109 votos no Rio Grande do Sul;
Pastor Marco Feliciano (PL), com 220.595 votos em São Paulo;
Arthur Lira (PP), com 219.452 votos em Alagoas;
Rosângela Moro (UNIÃO), com 217.170 votos em São Paulo;
Júnior Mano (PL), com 216.531 votos no Ceará;
Rosana Valle (PL), com 216.437 votos em São Paulo;
Bia Kicis (PL), com 214.733 votos no Distrito Federal;
Daniela do Waguinho (UNIÃO), com 213.706 votos no Rio de Janeiro;
Duda Salabert (PDT), com 208.332 votos em Minas Gerais;
Beto Preto (PSD), com 206.898 votos no Paraná;
Delegado Eder Mauro (PL), com 205.543 votos no Pará;
General Pazuello (PL), com 205.324 votos no Rio de Janeiro;
Célio Studart (PSD), com 205.106 votos no Ceará;
Otto Filho (PSD), com 200.909 votos na Bahia;
Gustavo Gayer (PL), com 200.586 votos em Goiás;
Fernanda Melchionna (PSOL), com 199.894 votos no Rio Grande do Sul;
Taliria Petrone (PSOL), com 198.548 votos no Rio de Janeiro;
Alex Manente (CID), com 196.866 votos em São Paulo;
Reginaldo Lopes (PT), com 196.760 votos em Minas Gerais;
Doutor Luizinho (PP), com 190.071 votos no Rio de Janeiro.
*Dados do G1
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A governadora Fátima Bezerra (PT) comanda o início da campanha de Lula (PT) à presidência da República, em Mossoró. Após reunião em área fechada, um auditório do Hotel Villa Oeste na Ilha de Santa Luzia, ela puxa carreata na cidade.
A mobilização conta com representantes de diversos partidos, nomes eleitos/reeleitos em 2 de outubro e militantes.
PV, PCdoB, PSB, Cidadania, PDT e Avante são alguns dos partidos envolvidos na movimentação.
Além de Fátima Bezerra, estão presentes a deputada federal Natália Bonavides (PT), deputada estadual reeleita Isolda Dantas (PT), deputada estadual eleita Divaneide Basílio (PT), ex-candidato ao Senado Carlos Eduardo Alves (PDT), vice-governador eleito Walter Alves (MDB) e outros políticos.
No dia passado, a mobilização aconteceu em Natal, dando início a programação de campanha nesse período de disputa.
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O União Brasil anunciou apoio no Rio Grande do Norte à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL). Esperado.
O ex-senador José Agripino, presidente estadual da legenda, fez o comunicado em redes sociais nesta sexta-feira (7).
“Por decisão dos líderes do partido a Secção do União Brasil no RN anunciou apoio à candidatura de Jair Bolsonaro à presidência da República”, marcou Agripino.
O partido, que nasceu da fusão do PSL com o DEM, estreou bem nas urnas. No RN, o União Brasil elegeu dois nomes à Câmara dos Deputados e igual número à Assembleia Legislativa.
Benes Leocádio foi reeleito e Paulinho Freire obteve o primeiro mandato a deputado federal. Para estadual, os estreantes Ivanilson Oliveira e Taveira Júnior foram os vitoriosos do União Brasil.
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Que lástima. O segundo maior colégio eleitoral do Rio Grande do Norte, com um total de 183.285 eleitores aptos ao voto, não elegeu sequer um deputado federal este ano. É, de verdade, uma situação inusitada, se computados os pleitos desde a retomada do Estado Democrático de Direito, pós-Estado Novo, ditadura de Getúlio Vargas.

Vingt Rosado colecionou 7 mandatos e seu lado familiar totalizou 13 desde 1962 (Foto: arquivo/reprodução)
Levantamento em primeira mão e exclusivo do Canal BCS (Blog Carlos Santos) mostra como Mossoró sempre esteve presente na Câmara dos Deputados, desde uma época em que a Capital Federal ainda era o Rio de Janeiro.
Essa trajetória de eleições e eleitos está listada abaixo, tendo início há 77 anos, precisamente no pleito de 1945:
1945 – Mota Neto
1950 – Dix-huit Rosado e Mota Neto (Ficou na suplência, mas assumiu com a eleição a vice-presidente do natalense Café Filho, também eleito deputado federal, simultaneamente)
1954 – Dix-huit Rosado
1958 – Xavier Fernandes e Tarcísio Maia (Nascido em Catolé do Rocha-PB, mas radicado em Mossoró)
1962 – Vingt Rosado
1966 – Vingt Rosado
1970 – Vingt Rosado
1974 – Vingt Rosado
1978 – Vingt Rosado
1982 – Vingt Rosado
1986 – Vingt Rosado e Wilma de Faria
1990 – Laíre Rosado
1994 – Laíre Rosado e Betinho Rosado
1998 – Laíre Rosado, Betinho Rosado e Múcio Sá
2002 – Sandra Rosado e Betinho Rosado
2006 – Sandra Rosado e Betinho Rosado (Ficou na suplência de Nélio Dias, mas com morte desse em 20 de julho de 2007, assumiu o mandato)
2010 – Sandra Rosado e Betinho Rosado
2014 – Beto Rosado
2018 – Beto Rosado (Assegurou mandato judicialmente, em decisões liminares. O eleito foi Fernando Mineiro, do PT)
2022 – Nenhum
O empresário Mário Rosado, filho do ex-prefeito Dix-huit Rosado, chegou a assumir mandato interinamente no dia 1º de janeiro de 1995, final da legislatura eleita em 1990.
Xavier Fernandes, com a morte do deputado federal Aristófanes Fernandes no 8 de dezembro de 1965, no Rio de Janeiro, acabou efetivado para seu segundo mandato parlamentar federal.
Outra curiosidade, entre tantas outras, é que de forma contínua o clã Rosado tinha eleições à Câmara dos Deputados desde 1962, quando foi eleito Vingt Rosado. Ele também é o segundo político do RN com mais mandatos federais, num total de 7, só perdendo para o ex-deputado Henrique Alves que somou 11 a partir de 1970 – consecutivamente.
21 mandatos Rosados
Os Rosados cumulativamente foram eleitos 21 vezes à Câmara dos Deputados e ainda assumiram mais duas, em virtude de falecimento de um titular e renúncia de outro.
Desde a eleição de 1945, Mossoró teve entre eleitos e suplentes o total de 30 mandatos federais.
A ala Rosado do tronco familiar de Vingt Rosado somou desde 1962 o total de 13 mandatos: ele, com sete; além de Laíre Rosado e Sandra Rosado com três legislaturas cada um.
DTV
Em 1958 há um fato muito interessante sobre a eleição de Tarcísio Maia. Ele foi eleito deputado federal, seu único mandato obtido pelo voto direto. Aliado aos primos Vingt Rosado e Dix-huit Rosado, ele formou chapa ‘não oficial’ denominada de DTV – Dix-huit/Tarcísio e Vingt,
Dix-huit foi eleito ao Senado e Vingt à Assembleia Legislativa do RN, além do próprio Tarcísio Maia à Câmara dos Deputados.
Três
Em 1998, dos oito deputados federais eleitos pelo Rio Grande do Norte, três foram de Mossoró. Uma marca única até hoje: na lista de vitoriosos, Laíre Rosado, Betinho Rosado e Múcio Sá.
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Do Correio Braziliense, Andifes e outras fontes
Depois da publicação do decreto de reprogramação orçamentária publicado pelo Governo Federal no último dia 30, que prevê ‘contingenciamento’ de cerca de R$ 3 bilhões na pasta da Educação, o ministro dessa pasta Victor Godoy afirmou, em entrevista coletiva nessa quinta-feira (6/10), que o bloqueio na verba não irá comprometer as despesas básicas das universidades federais. Ou seja, a supressão mantém tudo como está.
“Quero deixar claro que não há corte do Ministério, não há redução do orçamento das universidades federais, não há por que dizer que faltará recurso ou paralisação nos institutos federais. Nós tivemos uma limitação na movimentação financeira baseada na Lei de Responsabilidade Fiscal”, disse o ministro.
Do outro lado da mesa de discussão, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES) manifestou-se através de nota oficial (veja AQUI), com pensamento e exposição diametralmente oposta à apresentada pelo ministro.
O presidente da Andifes e reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Ricardo Marcelo Fonseca, considera o novo corte “dramático, decepcionante, inadmissível e inusitado”.
“Se a universidade tiver de fazer um empenho maior do que o limite legal estabelecido pelo governo, pode me procurar, e vamos ajustar com o Ministério da Economia. Há previsão para isso”, destacou o ministro.
Se somados, as instituições de ensino superior perderam R$ 763 milhões, e as unidades de educação básicas federais, mais de R$ 300 milhões de orçamento com bloqueios. O decreto 11.216/2022, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, foi publicado na última sexta-feira (30/09), às vésperas das eleições, e não foi divulgado pela área econômica, que não apresentou o detalhamento dos cortes, como é de praxe.
Veja nesta postagem vídeos com o ministro Victor Godoy e com o professor Ricardo Marcelo Fonseca, que possuem posicionamentos distintos sobre o caso.
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Vendo lista de votação de uma penca de apoios que a governadora Fátima Bezerra (PT) amontou no primeiro turno, na tentativa bem-sucedida de reeleição, observo que ela não terá dificuldades para divisão de “espaços”.
Alguns apoiadores estão com grande saldo devedor.
No caso de Mossoró, então…
“Mais fracos que água de cuscuz”, diz a sabedoria popular nesse pedaço de chão sertanejo.
Gente que não tem voto para si, como pode acrescentar à votação estelar de Fátima em Mossoró e no estado?
Ô luta medonha!
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“Lembre-se que o dinheiro pode vir tão rapidamente quanto ir; mas o tempo, uma vez que foi, nunca mais volta.”
Damon Brown
Satanismo, xenofobia, religião, canibalismo e outros temas do gênero dominam segundo turno nas redes sociais.
Pelo visto, país vai escolher um chefe aldeão da Idade Média, em vez do presidente da República.
Merecemos.
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A Câmara Municipal de Mossoró promoveu debate sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA) do Município para 2023, na manhã de hoje (6). No primeiro momento da audiência pública, o secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Frank Felisardo, apresentou síntese da proposta orçamentária, contida no Projeto de Lei do Executivo nº 21/2022.

Felisardo mostrou o foco do planejamento e prioridades como a saúde e educação (Foto: Edilberto Barros)
Segundo ele, a Prefeitura mantém o propósito, iniciado em 2021, de ajustar o Orçamento à realidade fiscal do Município e evitar distorções dos últimos anos, quando havia discrepância entre o valor previsto na LOA e o total efetivamente executado. Daí, a estimativa de R$ 1 bilhão e 190 mil para 2023, realista, baseada na execução orçamentária de 2022.
Em estudo comparativo, de 2017 a 2022, Felisardo mostrou que o Orçamento de Mossoró era subestimado. “Em 2018, por exemplo, a Prefeitura executou R$ 774 milhões, mas, para 2019, sem motivo plausível, enviou à Câmara um Orçamento de R$ 536 milhões, porém executou R$ 714 milhões naquele ano, 33% a mais. Queremos evitar isso”, explicou.
Emendas e prioridades
O secretário também destacou a reserva de R$ 12,4 milhões para emendas impositivas, sendo R$ 541 mil para cada vereador e vereadora. Informou que a reserva das emendas impositivas deve obedecer: 70% para saúde, educação, assistência social, 5% para enfrentamento à fome e desigualdade social e os 25% restantes para livre destinação pelos parlamentares.
Frank Felisardo enalteceu ainda a programação de investimento de 63% das receitas próprias na saúde, bem acima do mínimo constitucional, de 15%, e 36% para educação, acima do mínimo de 30% – 25% na Constituição Federal e mais 5% na Lei Municipal Niná Rebouças. “O norteador da LOA é o plano de governo da atual gestão”, frisou.
Cronograma
Realizada a audiência pública, a Câmara se concentra, com relação à análise da LOA, na apresentação de emendas ao projeto pelos (a) parlamentares, na Comissão de Orçamento, Finanças e Contabilidade (COFC). O prazo para isso segue até o próximo dia 18. Passada a fase das emendas (propostas de alteração no texto original), o projeto vai à votação no plenário. A previsão é que seja totalmente votado até o dia 6 de dezembro.
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Quarto candidato mais votado nas eleições do último domingo (2), o deputado estadual Kleber Rodrigues(PSDB) reafirmou o compromisso em defender os interesses de Mossoró, segundo maior município do RN. “Estou à disposição de Mossoró e região, como já estava e atuo nesse mandato”, assinalou.
Com apoio do ex-vereador Petras Vinicius (sem partido), Kleber obteve 1.222 votos em Mossoró e hoje recebeu-o em Natal. Não faltou comemoração, visto que o deputado também foi votado em Governador Dix-sept-Rosado, Baraúna, Serra do Mel, Tibau , Areia Branca, Felipe Guerra, Caraúbas, Paraú, Martins e Assú.
“Agradeço cada voto recebido dos mossoroenses e eleitores de municípios vizinhos. Considero cada voto a renovação do meu compromisso de continuar lutando pelo desenvolvimento da região e causas importantes, como pautas de inclusão social”, disse.
Nas eleições de 2022, Kleber Rodrigues recebeu 61.074 votos. Foi votado em vários municípios do RN e se tornou o segundo mais votado do PSDB.
Durante esse primeiro mandato, ao lado do ativista Petras Vinícius, Kleber se dedicou à defesa das famílias dos autistas que moram na região Oeste. Ajudou associações e defendeu direitos que facilitam o dia a dia das pessoas com deficiência.
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Nada me faltará.
Amém!
Pregação do pastor Sérgio Pereira, catarinense de Indaial, 43 anos, na Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Cacoal, Rondônia, em agosto deste ano.
Que sirva de exemplo.
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A Rede Globo manteve a data, mas alterou o horário do seu debate com os candidatos à Presidência da República, no segundo turno. Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) vão debater dia 28 próximo, às 21h30.
A princípio, o horário seria de 22h30, como ocorreu com o debate do primeiro turno.
A Globo antecipou, a pedido das assessorias dos dois candidatos.
Dia 28 é uma sexta-feira, anterior ao domingo de votação, dia 30.
O programa, com moderação do jornalista William Bonner, terá duas horas de duração.
No primeiro turno foram três horas e 20 minutos.
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A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES) manifesta-se sobre novo bloqueio de recursos às instituições, por decreto do Governo Federal.
Segundo a entidade, esse novo contingenciamento de orçamento no fim de um exercício financeiro leva ao colapso as instituições federais.
Veja a nota abaixo:
Governo federal faz novo corte na educação e inviabiliza funcionamento das universidades
Considerando a já preocupante situação financeira vivenciada pelas universidades federais, agravada pela edição de novo Decreto, a Diretoria da Andifes está convocando uma reunião extraordinária de seu conselho pleno, para o dia de amanhã, 06/10, às 10h, em modalidade remota, para discutir o contexto e debater as ações e providências.
Na última sexta-feira, dia 30/09, às vésperas do primeiro turno das eleições, o Governo Federal publicou uma norma (o Decreto 11.216, que altera o Decreto nº 10.961, de 11/02/2022, que se refere à execução do orçamento deste ano em curso) sacramentando novo contingenciamento no orçamento do Ministério da Educação. Dessa vez, no percentual de 5,8%, resultando em uma redução na possibilidade de empenhar despesas das universidades no importe de R$ 328,5 milhões de reais. Este valor, se somado ao montante que já havia sido bloqueado ao longo do ano, perfaz um total de R$ 763 milhões em valores que foram retirados das universidades federais do orçamento que havia sido aprovado para este ano.
Na tarde de ontem (terça-feira), fomos chamados pelo Secretário da Educação Superior, Wagner Vilas Boas de Souza, para reunião, juntamente com o secretário adjunto da SESu, Eduardo Salgado, e, na manhã dessa quarta-feira, a diretoria executiva da Andifes e sua secretaria executiva ouviram o seguinte detalhamento deste contingenciamento:
– Que na data de ontem (04/10) o MEC foi comunicado pelo Ministério da Economia destas “limitações de empenho” e que imediatamente tomou a iniciativa de marcar esta reunião com a Andifes;
– Que o decreto formaliza o contingenciamento no âmbito de todo o MEC de R$ 2.399 bilhões (R$ 1.340 bilhão anunciado entre julho e agosto e R$ 1.059 bilhão agora). Esse bloqueio impacta, inclusive, nos recursos frutos de emendas parlamentares – RP9. Na prática, toda emenda que ainda não tenha sido empenhada, será retirada do limite;
– Por uma análise preliminar deste novo Decreto, este contingenciamento afetou praticamente todos os ministérios, mas o mais afetado foi o Ministério da Educação, que arcou com quase metade da limitação das despesas;
– Diferentemente do que ocorreu por ocasião do outro bloqueio ocorrido em agosto, quando os cortes no MEC foram assimilados em uma ação orçamentária específica do FNDE, desta vez as limitações foram distribuídas em todas as unidades do MEC (incluindo universidades federais, institutos federais, CAPES), que sofreram o mesmo corte linear de 5,8%;
– Conforme consta no Anexo II do decreto, no dia 1º de dezembro deste ano; os valores serão descontingenciados e os limites de empenho serão retomados. Mas não há garantia de que não possa haver uma nova normatização que mude este quadro.
A diretoria da Andifes, que já buscava reverter os bloqueios anteriores para o restabelecimento do orçamento aprovado para 2022, sem os quais o funcionamento das universidades já estava comprometido, aduziu que este novo contingenciamento coloca em risco todo o sistema das universidades. Falou ainda da surpresa com esse critério de limitações de empenhos no mês de outubro, quase ao final do exercício, que afetará despesas já comprometidas, e que, em muitos casos, deverão ser revertidas, com gravíssimas consequências e desdobramentos jurídicos para as universidades federais. Que essa limitação estabelecida pelo Decreto, que praticamente esgota as possibilidades de pagamentos a partir de agora, é insustentável. Pediu-se, por fim, que, dada a gravíssima situação, fosse considerada a hipótese de o MEC absorver essa restrição de gastos das universidades com outras rubricas da pasta, tal como ocorreu no bloqueio anterior.
Lamentamos, por fim, a edição deste Decreto que estabelece limitação de empenhos quase ao final do exercício financeiro, mais uma vez inviabilizando qualquer forma de planejamento institucional, quando se apregoa que a economia nacional estaria em plena recuperação. E lamentamos também que seja a área da educação, mais uma vez, a mais afetada pelos cortes ocorridos.
Diretoria Executiva da Andifes
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Reeleita para o segundo mandato como a quinta mais votada do RN, com 57.046 votos, a deputada estadual Isolda Dantas (PT) é a entrevistada desta quinta-feira do PodFalar, da Super TV.
O programa vai ao ar hoje, às 20h, pelo canal 14.1 da TV aberta em Mossoró e 173 da Brisanet, além de todas as redes sociais da emissora.
O podcast é apresentado pelo jornalista Saulo Vale e pelo advogado Jailton Magalhães, com produção do jornalista Nilton César.
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Do portal 98 FM do Natal
O senador eleito Rogério Marinho (PL) foi o mais votado em 108 dos 167 municípios do Rio Grande do Norte. O adversário principal, Carlos Eduardo Alves (PDT), levou a melhor em 24, enquanto Rafael Motta (PSB) ganhou em 35. Dos seis maiores colégios eleitorais do Estado, por exemplo, o ex-ministro do Desenvolvimento Regional venceu em quatro: Mossoró, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante e Macaíba.
Vitorioso no último domingo (2), o ex-ministro do Desenvolvimento Regional obteve no total 708.351 votos, o equivalente a 41,85% dos votos válidos. Em 2º lugar, ficou Carlos Eduardo (PDT), com 33,4% dos votos válidos, o equivalente a 565.235 votos. E Rafael Motta (PSB) terminou em 3º, com 385.275 votos, o que dá 22,76% do total.
No maior colégio eleitoral do estado, Natal, Rogério Marinho ficou em 2º lugar, com 160.575 votos, o equivalente a 41,48%. O mais bem votado na cidade foi Carlos Eduardo (PDT), com 42,3%, que dá 163.778 votos.
Confira as cidades e onde cada um venceu:
Rogério Marinho (PL)
1 Acari
2 Alto do Rodrigues
3 Antônio Martins
4 Arez
5 Baraúna
6 Barcelona
7 Boa Saúde
8 Bodó
9 Bom Jesus
10 Brejinho
11 Caicó
12 Caiçara do Norte
13 Caiçara do Rio do Vento
14 Campo Grande
15 Canguaretama
16 Caraúbas
17 Carnaúba dos Dantas
18 Coronel Ezequiel
19 Cruzeta
20 Doutor Severiano
21 Encanto
22 Equador
23 Espírito Santo
24 Extremoz
25 Felipe Guerra
26 Fernando Pedroza
27 Florânia
28 Galinhos
29 Goianinha
30 Gov Dix-Sept Rosado
31 Itajá
32 Itaú
33 Jardim de Angicos
34 Jardim do Seridó
35 Jaçanã
36 João Dias
37 Jucurutu
38 Jundiá
39 Lagoa de Velhos
40 Lagoa Nova
41 Lajes
42 Lajes Pintadas
43 Lucrécia
44 Macaíba
45 Major Sales
46 Marcelino Vieira
47 Martins
48 Maxaranguape
49 Messias Targino
50 Monte Alegre
51 Monte das Gameleiras
52 Mossoró
53 Nova Cruz
54 Nísia Floresta
55 Olho D’Água do Borges
56 Ouro Branco
57 Paraná
58 Parazinho
59 Paraú
60 Parelhas
61 Parnamirim
62 Passa e Fica
63 Passagem
64 Patu
65 Pedra Grande
66 Pedra Preta
67 Pedro Avelino
68 Pilões
69 Portalegre
70 Rafael Fernandes
71 Rafael Godeiro
72 Riacho da Cruz
73 Riacho de Santana
74 Rio do Fogo
75 Ruy Barbosa
76 Santana do Seridó
77 Santo Antônio
78 Senador Georgino Avelino
79 Serra Caiada
80 Serra de São Bento
81 Serra do Mel
82 Serrinha
83 Serrinha dos Pintos
84 São Bento do Norte
85 São Bento do Trairi
86 São Gonçalo do Amarante
87 São José de Mipibu
88 São José do Campestre
89 São José do Seridó
90 São Miguel
91 São Miguel do Gostoso
92 São Paulo do Potengi
93 São Pedro
94 São Rafael
95 São Tomé
96 Taboleiro Grande
97 Tangará
98 Tenente Ananias
99 Tenente Laurentino Cruz
100 Tibau do Sul
101 Timbaúba dos Batistas
102 Touros
103 Triunfo Potiguar
104 Upanema
105 Venha-ver
106 Vera Cruz
107 Vila Flor
108 Várzea
Carlos Eduardo (PDT)
1 Almino Afonso
2 Baía Formosa
3 Ceará-Mirim
4 Currais Novos
5 Frutuoso Gomes
6 Ielmo Marinho
7 Janduís
8 Japi
9 Jardim de Piranhas
10 José da Penha
11 João Câmara
12 Lagoa de Pedras
13 Lagoa Salgada
14 Luís Gomes
15 Macau
16 Natal
17 Pau dos Ferros
18 Poço Branco
19 Riachuelo
20 Santa Cruz
21 Santana do Matos
22 São Francisco do Oeste
23 Sítio Novo
24 Taipu
Rafael Motta (PSB)
1 Afonso Bezerra
2 Alexandria
3 Angicos
4 Apodi
5 Areia Branca
6 Assú
7 Bento Fernandes
8 Campo Redondo
9 Carnaubais
10 Cerro Corá
11 Coronel João Pessoa
12 Francisco Dantas
13 Grossos
14 Guamaré
15 Ipanguaçu
16 Ipueira
17 Jandaíra
18 Lagoa D’Anta
19 Montanhas
20 Pedro Velho
21 Pendências
22 Porto do Mangue
23 Pureza
24 Rodolfo Fernandes
25 Santa Maria
26 Serra Negra do Norte
27 Senador Elói de Souza
28 Severiano Melo
29 São Fernando
30 São João do Sabugi
31 São Vicente
32 Tibau
33 Umarizal
34 Viçosa
35 Água Nova
Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Em Natal, a maioria de Carlos Eduardo foi de apenas 3.203 (0,82%), onde ele esperava obter uma grande diferença.
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Samanda é pessoa de plena confiança de Fátima, com quem trabalha há vários mandatos (Foto: redes sociais)
A governadora reeleita Fátima Bezerra (PT) começa a fazer acomodações pós-primeiro turno eleitoral, no seu governo. As mudanças e ajustes vão continuar, mas de olho ainda no segundo turno presidencial e sua segunda gestão.
Uma das primeiras providências da governadora foi nomear a mossoroense Samanda Alves (PT) como chefe de gabinete na secretaria de Educação, Cultura, Lazer e Esporte (SEEC) do RN. Há muito tempo, Samanda compõe equipes de trabalho e assessoramento de Fátima, inclusive no governo estadual.
Foi secretária-adjunta do Gabinete Civil e subsecretária do Trabalho, Emprego e Renda, coordenando o SINE/RN, além de mandatos da governadora na Câmara Federal e Senado.
Samanda concorreu à Câmara dos Deputados este ano, mas ficou na primeira suplência com 31.240 votos. Além de não se eleger, ainda ganhou notoriedade negativa, haja vista que teve seu nome envolvido em caso de suposta compra de votos (veja AQUI).
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