Do Poder 360
O Brasil alcançou a marca de 1,4 milhão de novos negócios abertos, de maio a agosto. É um recorde nunca visto desde 1930, quando esse tipo de levantamento começou a ser feito. O dado consta em estudo elaborado pelo ministério da Economia. 
De acordo com o material, foram fechadas apenas 484,6 mil companhias no período –deixando um saldo positivo de 936,2 mil negócios abertos de maio a agosto, o 2º quadrimestre do ano. Com isso, o país alcançou 18,4 milhões de empresas em funcionamento. A maior parte está no setor de serviços (48,2%).
Em seguida, os segmentos com mais negócios são comércio (33,2%), indústria de transformação (9,4%) e construção civil (7,9%).
O número de empresas abertas no último quadrimestre representa aumento de 1,9% em relação ao anterior, e de 26,5% em comparação com o mesmo período de 2020. O comércio varejista de vestuário e acessórios foi o que impulsionou a alta, com 82.943 empresas abertas.
É um avanço de 11% em relação aos primeiros meses de 2021 e de 20,7% em relação ao 2º quadrimestre de 2020.
Agilidade burocrática
Outros ramos que tiveram destaque foram os de promoção de vendas (67.888 abertas), cabeleireiros, manicure e pedicure (46.137 abertas) e obras de alvenaria (45.957 abertas).
O secretário especial Caio Paes de Andrade (Desburocratização, Gestão e Governo Digital) avalia que mudanças promovidas pelo governo tem ajudado na melhora do ambiente de negócios no país. Ele cita o uso da plataforma GOV.BR nas juntas comerciais para a redução de custo e tempo dos usuários para a formalização do negócio.
O tempo médio para a abertura de uma empresa no Brasil chegou a 2 dias e 16 horas. São 13 horas a menos do que o registrado nos primeiros 4 meses do ano.
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