sexta-feira - 11/10/2013 - 17:14h
Eduardo Campos

Presidenciável carrega na retórica como força alternativa

Em sua entrevista coletiva hoje em Mossoró (veja postagem mais abaixo), o presidenciável e governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), carregou na retórica para justificar aliança com Marina Silva (ex-PV e que busca legalizar a Rede). Pregou um novo jeito de caminhar, sem execrar contribuição da era Lula-Dilma (PT).

Campos foi bastante assediado (Robson Carvalho)

“O país mudou e quer mudar mais, para não perder o que já conquistou e avançar”, declarou o presidenciável.

Ele chegou a Mossoró por volta de 10h30, desembarcando no Aeroporto Dix-sept Rosado e encaminhando-se para a Câmara Municipal de Mossoró, onde deu entrevista e participou de evento partidário com jovens e lideranças de diversos municípios do RN.

“A nossa união não é contra quem quer que seja. É a favor do Brasil”, lapidou.

– Isso já aconteceu com o próprio PT lá atrás – lembrou. Em seguida, acrescentou: “Estamos criando uma alternativa à polaridade”, numa referência implícita ao duelo que se arrasta há algumas eleições entre PT e PSDB de José Serra, Aécio Neves e Fernando Henrique Cardoso.

– Ou a gente melhora a política ou não melhora o Brasil – imprimiu na mesma entrevista, diante de uma amontoado de jornalistas, câmeras, microfones, gravadores etc.

Eduardo Campos tentou minimizar a ruptura com o PT, com consequente afastamento da base da presidente Dilma. “PT e PSB tem uma relação”, disse. Lembrou que no Governo do Recife-PE e em sua administração estadual existem quadros do PT, apesar de confrontos anteriores nas urnas entre as duas legendas.

“Já na Paraíba é diferente”, lembrou.

Segundo Eduardo Campos, é preciso se respeitar as peculiaridades de cada lugar (veja postagem sobre o tema AQUI). Mostrou-se motivado com a chegada da também presidenciável Marina Silva e sem medo de que uma futura legalização da Rede, organização partidária dela, cause migração em massa de filiados que a seguem no caminho do PSB.

Em sua ótica, essa aliança tem muito a oferecer ao país, capaz de fazê-lo avançar.

Lembrou que a maciça aprovação de seu governo é um sinalizador do que pode ser feito de diferente para o Brasil. “Temos um quadro de metas, escolhas por mérito no serviço público, planejamento e tudo o que a gente fez teve mecanismo de participação popular”, justificou.

– Posso andar pelas ruas com meu caçula, sem medo (…) Não vale a pena ganhar de qualquer jeito – proclamou.

Após palestra no plenário da Câmara Municipal, Eduardo Campos participou de um almoço em hotel da cidade e voou de volta a Recife.

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Categoria(s): Política

Comentários

  1. chagas diz:

    Será o próximo presidente do Brasil, se Deus quiser, ou seja , o PT deve ser derrotado, por ser fiador do mensalão o maior roubo do pais, por mostrar a riqueza de lula estimada em 2 bilhões de dólares; por fazer ou aceitar sua ala xiita bagunçar o país, com quebra-quebra nas manifestações, afastando o povão das ruas , por ter o Mst sua força armada própria invaDINDO O QUE quer e destruindo o que quer; aceita a guerra civil com 500 mortes diaria; aceita a droga livremente no país inteiro destruir as crianças pobres e sem defesa, criando um terror no país , parece como quanto pior melhor, morte por falta de saude básica são vista todos os dias, quebra da ordem e da lei é feita diuturnamente, onde as reformas prometidas???????????????? ////// o povão saiu da rua com medo do MST, da CUT e do PT. O PT está fazendo tudo contrário do que falou na oposição, veja quem apoia o PT hoje : Sarney, Collor, Maluf e suas companhias mafiosas e ladronas, o PT se prostituiu.

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