domingo - 02/08/2026 - 10:52h

Reminiscências que me remetem ao Hotel Caraúbas

Por Assis Nascimento

Hotel Caraúbas, anos 60, Acervo de Maria Lucineide, printada do Facebook

Hotel Caraúbas, anos 60, Acervo de Maria Lucineide, printada do Facebook

Foi no ano de 1968, o meu primeiro pernoite na cidade de Mossoró, e o local a nossa disposição foi o Hotel Caraúbas, que na época era administrado por Salvador Marinho e o Antônio Caraúbas.

Pois bem, naquela época eu e meu irmão Chagas estudávamos internos no Colégio Marista de Aracati-CE, e a viagem de Porto do Mangue a Mossoró era feita em Jeep, na companhia de meu pai e do motorista Sebastião Peres do Amaral, que ele dizia dizia ter nome de deputado e que o chamávamos carinhosamente de “Bastinho.”

Nessa época, a Rodoviária em Mossoró ainda estava sendo construída, e o ônibus da Expresso Rápido Mossoró, que fazia linha para Fortaleza-CE, saía exatamente do Hotel Caraúbas. Lá tinha uma bilheteria onde comprávamos a passagem. Na frente do hotel, rua Dionísio Filgueira, havia um espaço reservado para o ônibus estacionar.

Lembro-me ainda, que na época, lateral do hotel, na rua Meira e Sá, ficava um pequeno comércio de carne de sol, queijos e outros produtos oriundos do sertão, tocado por Pedro Salvador, irmão de Salvador Marinho.

Guardo com carinho, esses momentos vividos no local e das pessoas que nos acolheram, entre os anos de 1968 e 1970, antes da nossa vinda em definitivo para a Terra de Santa Luzia em 1971.

Deixo aqui o registro, do que vivi ao longo desses anos, para que não caia no esquecimento, pois a idade avança a passos largos, e com ela a minha memória.

Assim penso, por isso escrevo o que me vêm à cabeça.

Assis Nascimento é bancário aposentado

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Categoria(s): Crônica

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