sexta-feira - 24/04/2026 - 03:50h
Mercado de trabalho

Setor de serviços convive com dispersão de contratados

Como segurar quem foi qualificado? Eis a questão (Imagem The Wall Street Journal)

Como segurar quem foi qualificado? Eis a questão (Imagem The Wall Street Journal)

The News para o BCS

Começar como office boy e subir até um cargo de liderança? Isso parece ter ficado no passado. O mercado de trabalho em serviços no Brasil vive um paradoxo: empregar ficou mais fácil, mas reter ficou mais difícil.

Entre fev/2021 e fev/2026, o número de contratações cresceu cerca de 80%. O ponto é que um dos principais motivos dessa alta foi a redução de 27% no tempo médio que uma pessoa fica no emprego, caindo para 6,8 meses.

Na prática, as empresas contratam, treinam… e pouco tempo depois precisam começar tudo de novo.

A relevância

Mais demissões e novas admissões significam gastos maiores com seleção, treinamento e adaptação — além de queda de produtividade até a equipe engrenar de novo.

A escassez de mão de obra aperta empresas justamente no setor mais importante da economia: os serviços, que respondem por 57% dos empregos formais do país e cerca de 70% do PIB.

Dentro desse grupo, os segmentos mais afetados são os mais dependentes de mão de obra, como bares, restaurantes, hotelaria, transporte e armazenagem.

Com desemprego menor e mais vagas abertas, o profissional ganhou poder de escolha. Muitos passaram a trocar de emprego em busca de melhores condições, especialmente trabalhadores mais experientes, entre 50 e 64 anos.

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Categoria(s): Economia

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