sábado - 30/11/2024 - 05:40h
Pacote fiscal

Municípios deverão ter mais de R$ 20 bilhões de perdas financeiras

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Contrariando a expectativa dos anúncios referentes ao corte de gastos necessários para o cumprimento da meta fiscal, a proposta de aumentar a faixa de isenção do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) até R$ 5 mil surpreendeu e trouxe muita preocupação aos Municípios. É o que aponta estudo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), em nota assinada pelo seu presidente, Paulo Ziulkoski.

O pacote do Governo Lula (PT) caminha para gerar mais de R$ 20 bilhões de perdas financeiras para os entes municipais.

“Infelizmente, a medida mostra falta de seriedade e representa novamente propaganda com chapéu alheio, tendo em vista que boa parte dos impactos dessa proposta será sentida pelos Entes locais. Destaca-se que o governo alega que a medida não trará impacto fiscal. Para os Municípios, no entanto, a história é diferente. Hoje, cabe lembrar, cerca de 40% dos Entes locais já estão com déficit,” diz a nota.

“Ressalta-se, inicialmente, que o impacto do IR acontece na prefeitura por duas vias: a arrecadação direta do imposto dos servidores e a fatia do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) distribuída aos Entes locais. A perda de arrecadação própria será irreversível, uma vez que não há servidores municipais com supersalários para compensar o volume da isenção. A CNM estima uma perda anual de R$ 9 bilhões com essa medida, uma vez que afetará não somente os isentos, mas também os servidores que ganham acima do valor mínimo com alíquotas menores,” reforça.

Pelo lado do FPM, o impacto ainda é incerto, uma vez que não é conhecido o volume de recursos de IR que serão arrecadados pelos estratos de renda mais elevados, que, por sinal, mais difíceis de serem executados no Brasil. Assim, somente a isenção de R$ 5 mil forneceria uma queda de FPM de R$ 11,6 bilhões, totalizando, no agregado, mais de R$ 20 bilhões de perda.

“Outras medidas anunciadas também trarão impacto para as administrações municipais. No caso do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e do Bolsa Família, por exemplo, foi anunciado o endurecimento das regras de acesso e o aumento de obrigatoriedades, como a atualização obrigatória para cadastros desatualizados há mais de 24 meses, além da inscrição e atualização de unipessoais ter de ser realizada obrigatoriamente em domicílio. Importante destacar que são os servidores municipais que realizam essas atividades. Para os Municípios, isso significa mais uma imposição de obrigação sem nenhuma indicação de suplementação dos recursos. Os Municípios recebem apenas R$ 4 por cadastro do Bolsa Família e precisam bancar com os custos de pessoal para executar o mesmo,” aponta a CNM.

“As mudanças referentes às emendas parlamentares também devem ter impacto aos Municípios. A proposta estabelece que o crescimento fica limitado ao arcabouço fiscal. O pacote restringe emendas nas despesas discricionárias do Poder Executivo; veda crescimento real das emendas não impositivas; destina 50% dos valores de emendas de Comissão para o Sistema Único de Saúde (SUS) e bloqueia emendas proporcionalmente aos bloqueios do Poder Executivo.

“Para os Municípios isso significa, na prática, menores recursos e maior burocratização para a liberação dos repasses. As alterações no abono salarial, com redução das pessoas elegíveis ao auxílio, também traz um maior contingente de trabalhadores descobertos de auxílio, o que pode demandar ações das prefeituras,” salienta.

“Importante destacar que muitos Municípios hoje estão no vermelho em decorrência do excesso de responsabilidades repassada da União aos mesmos. Infelizmente, apesar de compreender a urgente necessidade de cortar gastos para o balanceamento das contas públicas no país, é preciso também seriedade do Governo Federal e respeito ao pacto federativo”, aponta e finaliza.

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segunda-feira - 23/09/2024 - 16:30h
TSE

No Brasil, apenas 35,6% dos candidatos são negros ou pardos

Arte ilustrativa

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Apenas 35,6% (5.275) dos candidatos às Eleições Municipais de 2024 se declaram negros. Esses candidatos estão presentes em 58% das disputas eleitorais das administrações municipais. Já os que se destacaram como brancos representam 63,6% (9.425) dos candidatos e estão presentes em 84% das disputas.

Somente 1,3% dos Municípios têm algum candidato amarelo ou indígena. Os dados fazem parte da série de pesquisas temáticas da Confederação Nacional de Municípios (CNM) sobre as Eleições Municipais de 2024.

O estudo apresenta a declaração de raça dos candidatos, suas características e a comparação com os estratos populacionais de raça. Enquanto a maioria dos candidatos se declararam brancos, o Censo Demográfico de 2022 revelou que a população autodeclarada como branca é de 43%. Já em relação aos candidatos negros, classificação do IBGE que abarca os pretos e pardos, enquanto o percentual de candidatos é de 36%, a representação da população é de 56%.

Candidatos x população 

A CNM analisou, por raça, o percentual de candidatos em relação à proporção do eleitorado e da população. Em 24 Estados os candidatos negros são subrepresentados, ou seja, a participação de negros na população é superior à sua participação entre os candidatos a prefeito. A baixa representatividade dos negros pode ser observada principalmente nos Municípios de Santa Catarina: enquanto 23% da população se declare negra, apenas 4% dos candidatos a prefeito se declararam negros. No Ceará, 71% da população é negra, enquanto 45% dos candidatos é negro.

Veja percentual de candidatos em relação à proporção do eleitorado e da população (CNM/TSE)

Veja percentual de candidatos em relação à proporção do eleitorado e da população (CNM/TSE)

Histórico

O estudo também identificou que os candidatos negros são mais jovens, enquanto os declarados brancos são mais escolarizados e possuem proporcionalmente mais candidatos à reeleição. Avaliando as ocupações, os candidatos brancos possuem maior representação entre empresários, advogados e agricultores, enquanto os candidatos negros são mais frequentes entre os vereadores, servidores municipais e professores.

O levantamento da CNM também fez um comparativo para avaliar a evolução da classificação dos candidatos a prefeito nas últimas três eleições municipais (2016, 2020 e 2024 período em que o TSE passou a registar informações sobre raça).

A proporção de candidatos a prefeito em relação a sua raça apresentou mudança: entre os candidatos brancos a proporção recuou de 66,4% em 2016 para 63,5% em 2024 e, entre os negros, aumentou de 32,8% para 35,9%. Destaca-se, entre os candidatos negros, que há um aumento de representatividade desde 2016, embora entre 2020 e 2024 a mudança não tenha tido tanta relevância.

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sexta-feira - 16/08/2024 - 14:10h
CNM

Estudo mostra caminhos de gestores na busca da reeleição

Estudo da CNM sobre intenção de reeleição de prefeitos em 2024A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulga o estudo A intenção de reeleição nas prefeituras em 2024, com informações muito interessantes. Tive acesso à integra desse material, que ouviu milhares de gestores em todas as regiões do país.

Quanto ao comportamento na campanha eleitoral, a CNM questionou o que traz melhores resultados na disputa municipal, na avaliação dos governantes (que puderam escolher mais de uma opção). Entre os que responderam, 83% apontaram ações em redes sociais particulares, 74,3% deles disseram apoio político de autoridades estaduais e federais e 71,8% listaram contato direto (corpo a corpo) na campanha.

Muitos prefeitos e outros políticos, com mandato ou não, que ainda vivem num mundo analógico ou desgarrado da realidade, devem sofrer bastante na corrida eleitoral 2024.

Sigo na leitura desse material.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 20/12/2023 - 23:08h
Alerta

Coberturas vacinais estão abaixo da meta e sobrecarregam municípios

Poliomielite - sintomas, causas,Conforme dados preliminares divulgados pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira, 19 de dezembro, a cobertura vacinal, com recorte para crianças menores de cinco anos, ainda não reconquistou os índices que o país apresentava há uma década. Com cobertura abaixo da meta preconizada, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta que os repasses do governo federal para essa finalidade não são adequados para enfrentar o problema.

A vacinação contra a poliomielite (doença que causa a paralisia infantil) em 2023 atingiu 74,6%, um crescimento de menos de 1% em relação a 2022. Esse percentual ainda está muito aquém da meta preconizada de ao menos 95%, com sério risco de permitir que uma doença há 33 anos considerada eliminada retorne ao país. Outro exemplo é a primeira dose da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola e apresenta 85,6% de cobertura em 2023, também abaixo dos 95%.

Mesmo diante do cenário preocupante, a União repassou em 2023 pouco mais de R$ 136 milhões aos Municípios para que realizassem a estratégia de multivacinação. Algumas prefeituras não receberam nem R$ 3 mil, recurso insuficiente para a realização de ações adequadas.

No Brasil, a execução das políticas de vacinação é uma responsabilidade compartilhada entre os três Entes federados. Porém, enquanto o Ministério da Saúde faz apenas a aquisição e distribuição das vacinas, são os Municípios que executam todas as ações na ponta.

A atenção primária à saúde, promovida pelos entes locais, desempenha papel fundamental na garantia de coberturas vacinais, contribuindo para a prevenção de diversas doenças e a manutenção da saúde da população, mas isso tem custo alto para as gestões municipais, já que não há o devido apoio financeiro dos Estados e da União.

Crise de imunização

Para o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, é necessário reconhecer que o Brasil está diante de uma séria crise de imunização da população e que há riscos de retornos de doenças já eliminadas, se não houver o devido investimento por parte dos governos federal e estaduais.

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quinta-feira - 05/10/2023 - 21:44h
Recomposição

CNM denuncia manobra contra alívio de perdas dos municípios

FPMA Confederação Nacional de Municípios (CNM) afirma em nota, que exist manobra no Congresso Nacional, contra projeto que dispõe sobre recomposição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo a entidade, enxerto de dispositivo no projeto original poderá reduzir enormemente o repasse, para amenizar crise na grande maioria dos municípios brasileiros.

Veja nota abaixo, emitida nesta quinta-feira (05):

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) denuncia com perplexidade manobra realizada no Congresso Nacional no projeto que cria recomposição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) até o fim de 2023. O projeto buscava amenizar a crise enfrentada pelos Entes locais, mas foi inserido um texto que permite a flexibilização do mínimo constitucional a ser aplicado pela União em Saúde. Estima-se que o montante pode chegar a R$ 20 bilhões a menos para serviços à população, que já está desprotegida pelo colapso na área.

Cabe destacar, inicialmente, que a Constituição em seu art. 198, parágrafo 2º estabelece o mínimo que deve ser aplicado por cada Ente em Saúde com base na Receita Corrente Líquida (RCL) do exercício financeiro. O Projeto de Lei Complementar (PLP) 136/2023 altera esse mínimo para se basear “na estimativa da RCL”. Espantoso é a ampla maioria do Congresso Nacional alterar, por meio de um projeto complementar, a Constituição. Alguns senadores chegaram a se manifestar contrários ao artigo 15, inclusive com emenda destacada para supressão na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, mas esta foi derrubada por 15 votos a 11 em votação nominal.

Desrespeitam a Carta Magna e prejudicam o direito mais básico do cidadão, que é o acesso à Saúde, pegando carona em um projeto legítimo defendido pelo movimento municipalista para socorrer os Municípios. Até agosto, a diferença entre o estimado e o realizado já é de -6%, totalizando R$ 10 bilhões a menos para a saúde. Infelizmente, dão com uma mão e tiram com outra e quem paga essa conta mais uma vez é o cidadão.

Mobilização realizada em Brasília, nesta semana, com a presença de três mil gestores locais já havia alertado para o atual cenário que a população vive na saúde, bem como para o compromisso dos Municípios em continuar prestando os serviços essenciais em meio à alta demanda e à grave crise financeira. Enquanto os Municípios aplicam R$ 46 bilhões a mais em saúde do que prevê a Constituição, o governo federal adiciona somente R$ 12 bilhões no valor que é obrigado a pagar. Ou seja, o acréscimo de investimentos das cidades brasileiras, em valores absolutos, é quatro vezes maior do que a soma do governo federal. A denúncia fez parte de agendas do movimento com a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU).

Os Municípios destinam à área de saúde mais do que 15% do orçamento, percentual mínimo obrigatório. Em 2022, a média nacional ficou em 22,27% e cerca de 1,5 mil Municípios aplicaram percentuais acima de 25%, chegando a 30% em 457 Municípios. Com recursos próprios, os Entes locais custearam 60% das despesas em atenção primária em 2022.

Os recursos recebidos da União pagaram apenas 40%. Considerando o valor total pago pelos Municípios em saúde em 2022, de R$ 233 bilhões, 59,6% foram arcados com recursos próprios dos Entes locais. A omissão da União explica o atual cenário: há 857 milhões de procedimentos ambulatoriais e 3,1 milhões de procedimentos hospitalares que foram represados no período de 2020 a 2022. Para atender à demanda reprimida, a entidade calcula que são necessários R$ 11,5 bilhões. Ou seja, o governo e o Congresso Nacional andam em caminho oposto à necessidade da população.

Importante ressaltar que a Confederação vai buscar entidades para acionar o Judiciário a fim de que o dispositivo inserido na proposta seja imediatamente suspenso e a população brasileira priorizada. É inaceitável que poderes federais usem uma proposta legítima como a defendida pela CNM para, por meio de uma redação jabuti, brincar com a vida das pessoas. Além disso, apesar de saber que se trata de uma articulação do governo federal, a CNM também vai atuar para que o texto seja vetado pelo governo, com base na ilegalidade da alteração.

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quarta-feira - 30/08/2023 - 10:38h
Manifesto

Prefeituras no RN e país fecham em busca de apoio contra crise

Manifesto da Confederação Nacional dos Municípios para apoio contra crise financeira nas prefeituras, 30-08-2023Movimento estadual e nacional das prefeituras, nesta quarta-feira (30), que luta para enfrentamento de crise financeira nos erários municipais, tem hoje protesto na maioria dos municípios do RN e boa parte do país. Sob liderança da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a pauta busca apoio do Congresso e Governo Federal para uma pauta capaz de oxigenar as receitas, viabilizando cumprimento de compromissos elementares.

A CNM lança manifesto (veja AQUI) e trabalha aprovação da proposta que aumenta o FPM em 1,5% (PEC 25/2022); a redução da alíquota patronal do INSS para 8%; a recomposição do ICMS (PLP 94/2023); a atualização dos programas federais defasados (PEC 14/2023); a ampliação da Reforma da Previdência para os Municípios (PEC 38/2023), entre outras.

“Essas não são medidas definitivas, mas amenizam o cenário atual. É preciso e urgente um debate federativo sério que possibilite uma melhor prestação de serviços à população”, diz o manifesto assinado pelo presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.

Prefeituras que aderiram ao protesto:

1 – Vila Flor
2 – São João do Sabugi
3 – Lagoa Salgada
4 – Poço Branco
5 – Passa e Fica
6 – Santo Antônio
7 – Santana do Seridó
8 – Serra Negra do Norte
9 – Barcelona
10 – Florânia
11 – Severiano Melo
12 – Riacho de Santana
13 – Itaú
14 – Lajes pintadas
15 – Jaçanã
16 – São Tomé
17 – Canguaretama
18 – Patu
19 – Paraú
20 – Ruy Barbosa
21 – Campo Grande
22 – Senador Eloi de Souza
23 – Várzea
24 – Cruzeta
25 – Caraúbas
26 – Messias Targino
27 – João Dias
28 – Nísia Floresta
29 – Lucrécia
30 – Vera Cruz
31 – Rodolfo Fernandes
32 – Sen Georgino Avelino
33 – Bodó
34 – Itajá
35 – Riachuelo
36 – Rafael Godeiro
37 – Bom Jesus
38 – Riacho da Cruz
39 – Luís Gomes
40 – Nova Cruz
41 – Lagoa Nova
42 – Apodi
43 – Pedro Velho
44 – São Paulo do Potengi
45 – João Câmara
46 – Equador
47 – Portalegre
48 – Marcelino Vieira
49 – Encanto
50 – Acari
51 – Taipu
52 – Jundiá
53 – Coronel João Pessoa
54 – Ceará Mirim
55 – São Rafael
56 – São Miguel do Gostoso
57 – Venha Ver
58 – Espírito Santo
59 – Alto do Rodrigues (autorizado no grupo da amcevale)
60 – Pendências (autorizado no grupo da amcevale)
61 – Ipanguaçú (autorizado no grupo da amcevale)
62 – Frutuoso Gomes
63 – Serra Caiada
64 – Fernando Pedroza
65 – Santa Cruz
66 – Viçosa
67 – Serra de São Bento
68 – Porto do Mangue
69 – Lagoa de Pedras
70 – Francisco Dantas
71 – Carnaúba dos Dantas
72 – Tenente Laurentino Cruz
73 – Olho D’água do Borges
74 – Touros
75 – Parelhas
76 – Lajes
77 – Pedra Grande
78 – Tibau do Sul
79 – Alexandria
80 – Martins
81 – São Francisco do Oeste
82 – São Fernando
83 – Triunfo Potiguar
84 – Japi
85 – Caicó
86 – Brejinho
87 – Jardim do Seridó
88 – Baía Formosa
89 – Serrinha dos Pintos
90 – Jardim de Angicos
91 – Ielmo Marinho
92 – Galinhos
93 – Janduis
94 – Jucurutu
95 – Ipueira
96 – Upanema
97 – São Bento do Trairi
98 – Pedro Avelino
99 – Carnaubais
100 – Umarizal
101 – Boa Saúde
102 – Lagoa de Velhos
103 – São José do Seridó
104 – Major Sales
105 – Parazinho
106 – Maxaramguape
107 – Tenente Ananias
108 – Rio do Fogo
109 – Governador Dix-Sept Rosado
110 – Cerro Corá
111 – Campo Redondo
112 – Felipe Guerra
113 – Jardim de Piranhas
114 – Rafael Fernandes
115 – Monte das Gameleiras
116 – Serra do Mel
117 – Pureza
118 – Caiçara do Norte
119 – Antônio Martins
120 – São José de Mipibu
121 – Lagoa D’anta
122 – Doutor Severiano
123 – Goianinha
124 – Macau
125 – Angicos
126 – Água Nova
127 – São José do campestre
128 – Almino Afonso
129 – Timbaúba dos Batistas
130 – Santana do Matos
131 – São Miguel
132 – Pedra Preta
133 – Mossoró
134 – Coronel Ezequiel
135 – São Vicente
136 – Currais Novos
137 – Ouro Branco
138 – Caiçara do R. do Vento
139 – Bento Fernandes
140 – Passagem
141 – Sítio Novo
142 – Extremoz
143 – Área
144 – José da Penha
145 – Baraúna
146 – Taboleiro Grande
147 – Macaiba
148 – Paraná

Estados com adesão:

1- Bahia
2 – Maranhão
3- Alagoas
4- Paraná
5- Minas Gerais
6- Rio Grande do Norte
7- Piauí
8- Tocantins
9- Ceará
10- Pernambuco
11- Pará
12- Paraíba
13- Goiás
14- Mato Grosso
15- Mato Grosso do Sul
16- Santa Catarina.

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segunda-feira - 10/04/2023 - 21:28h
Para baixo

FPM de abril começa em queda de 11,38%; confira valores os valores

O primeiro decêndio de abril do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em queda nominal de 10,11% e de 11,38%, quando considerada a inflação, na comparação com o mesmo período de 2022. Os valores, que entram nas contas das prefeituras nesta segunda-feira, 10 de abril, somam R$ 5.411.600.475,19, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB).FPM

Embora o repasse esteja em queda, a expectativa para o mês, de acordo com dados disponibilizados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), é de um crescimento de 12,6% em relação a abril de 2022. Porém, para esse resultado se concretizar, análise da Confederação Nacional de Municípios (CNM) aponta que os dois próximos decêndios devem, juntos, apresentar um crescimento superior a 42%.

No acumulado do ano, o FPM de 2023 está com crescimento real de 3,28% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Censo
Além dos reiterados alertas para cautela na gestão dos recursos do Fundo, a CNM reforça que, com a iminência da divulgação do Censo 2022, que define os coeficientes de distribuição, é preciso estar atento às possibilidades. Com isso, os cuidados com planejamento e execução de despesas devem ser redobrados.

Para evitar mudanças bruscas, a entidade municipalista atua pela aprovação do Projeto de Lei Complementar 139/2022, que propõe uma transição em caso de redução de coeficiente após a edição de cada novo censo demográfico. Além disso, a CNM defende que, considerando o prazo já longo de defasagem na contagem populacional e de muitas discrepâncias, que o novo Censo passe a valer assim que for, de fato, divulgado. A previsão é que isso ocorra ainda em abril.

Acesse aqui os valores que serão pagos a cada Município por coeficiente de Estado.

Com informações da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

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sexta-feira - 12/08/2022 - 19:18h
Municípios

Femurn fará Feira de Oportunidades e Negócios

Com realização da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN), os representantes dos municípios potiguares terão a oportunidade de participar do 1° Congresso e Feira de Oportunidades de Negócios para Municípios do RN. As inscrições já estão abertas pelo site //conefern.com.br/.Femurn - Feira de Negócios e oportunidades - Natal

O evento será na Arena das Dunas nos dias 24 e 25 de agosto. A programação contará com discussões em torno de quatro eixos temáticos: Gestão, Projetos, Inovação e Sustentabilidade.

O evento é promovido pela Femurn em parceria com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Amlap, Amcevale, Amso-Tr, e Amop, entidades municipais regionais no RN. Ainda conta com apoio do Governo do RN, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE/RN), Banco do Nordeste e Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN).

O público alvo são os prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais, vereadores, servidores públicos, empresários, empreendedores, parceiros públicos e dirigentes de entidades privadas.

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quarta-feira - 23/02/2022 - 15:08h
PEC

Municípios dão apoio a relatório para Reforma Tributária Ampla

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) anuncia apoio ao relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110/2019, que promove a Reforma Tributária Ampla sobre o Consumo, bem como reforça o pedido de se que seja dada a garantia de que nenhum Município terá queda de receita.

Esse compromisso foi firmado novamente junto ao relator do texto no Senado, Roberto Rocha (PSDB-MA), na noite desta terça-feira, 22 de fevereiro.imposto-transporte

A entidade destaca que é urgente a atualização do sistema tributário brasileiro, a fim de que se tenha a simplificação, a melhora no ambiente de negócios, a ampliação da segurança jurídica e, consequentemente, o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Importante esclarecer que, diferentemente do que alguns setores (algumas entidades) afirmam, não é verdade que a reforma beneficia apenas os pequenos Municípios.

Estimativas da CNM apontam que mais de 99% dos Municípios mais pobres ganharão com a reforma. Quanto aos Entes do chamado G-100, esse percentual se aproxima de 95.

“A reforma tributária vai reduzir a concentração de receitas em Municípios e proporcionar uma distribuição mais equânime dos recursos na Federação, reduzindo significativamente a desigualdade no país”, diz a entidade em Nota Oficial.

Alguns pontos da  proposta são destacados:

i. Adoção do princípio do destino no Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), com a definição do imposto devido no Estado consumidor e de critérios mais adequados para a distribuição da cota-parte do IBS entre os Entes locais do Estado, sendo 60% pela população, 5% repartido em partes iguais pelos Municípios de cada Estado e 35% conforme lei estadual. Com esse conjunto de critérios que atendem ao princípio do destino, há uma redistribuição importante de arrecadação fluindo de centros produtores para centros consumidores. A CNM defendeu o critério populacional por ser efetivo em alocar recurso proporcionalmente à demanda pela prestação de serviços públicos, porém, como apresenta também um viés concentrador em centros urbanos, a negociação também enfatizou a necessidade de uma cota igualitária, que atende à necessidade de serviços dos Municípios que não é proporcional à população, como a criação de malha viária, transporte público para descolamentos da população por grandes distâncias em Municípios de perfil rural, entre inúmeros outros aspectos importantes.

ii. Gestão paritária do IBS entre Estados e Municípios no Conselho Federativo, órgão que ficará responsável por toda a operacionalização da arrecadação e distribuição com imposto. Uma autarquia com representação igualitária entre Municípios e Estados, que inclusive vai garantir repasse automático aos Municípios, sem intermediação de outros Entes da Federação.

iii. Competência para que os Municípios definam suas próprias alíquotas no IBS, que será composto por uma alíquota estadual e uma municipal, garantindo autonomia para que cada Município pratique com liberdade a alíquota que melhor se adequar a sua realidade.
iv. Transição lenta para o novo IBS, garantindo perda zero ao longo do processo para todos os Entes. A CNM defendeu uma transição longa para o novo modelo, desenhada para garantir que efetivamente nenhum Ente federado tenha redução de arrecadação em razão da mudança.
v. Participação dos Municípios na distribuição dos recursos do Fundo de Desenvolvimento Regional em percentual proporcional à contribuição para a formação do Fundo, que virá dos recursos do crescimento do IBS.

vi. Participação dos Municípios na distribuição da arrecadação do Imposto Seletivo, com o mesmo critério do atual IPI, 24,5% pelo Fundo de Participação dos Municípios, que vai ser criado com carácter regulatório de desestímulo ao consumo.

vii. Obrigatoriedade de atualização do IPTU uma vez a cada quatro anos, por meio de decreto, mecanismo fundamental para o fortalecimento dessa importante arrecadação própria, bem como a ampliação da incidência do IPVA sobre veículos aquáticos e aéreos.

viii. Vedação às demais esferas de impor atribuições aos Municípios sem a correspondente fonte de receita, a não incidência da CBS e do IBS sobre compras realizadas pelo poder público e o fortalecimento do papel e relevância das administrações tributárias municipais, sendo assegurada e ampliada suas atribuições.

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terça-feira - 18/01/2022 - 17:12h
Piso do magistério

Municípios aguardam MP como solução para critério de reajuste

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulga sua posição de que o critério de reajuste do piso nacional do magistério, fixado na Lei 11.738/2008, perdeu sua eficácia. Para Paulo Ziulkoski, presidente da entidade, é urgente a apresentação, pelo Executivo Federal, de solução para o problema do piso nacional do magistério, e, por esta razão, a Confederação aguarda a edição de Medida Provisória com reajuste pela inflação.Reajuste-Professores

“Essa nova formatação para a correção do piso tem de ser por Lei. Hoje, fica tudo no ar. De imediato, defendemos uma medida provisória [MP], pois, enquanto em análise pelo Congresso para conversão em lei, tem vigência legal. Hoje, temos um vazio na legislação. Infelizmente, apesar de termos alertado isso, só agora essa definição está sendo buscada”, alerta o presidente da CNM.

Um novo critério de reajuste tem sido uma bandeira defendida pela CNM há mais de 13 anos. Advoga a aprovação do texto original do Projeto de Lei (PL) 3.776/2008, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com a adoção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) nos doze meses anteriores para reajuste do piso.

AGU

O reajuste para 2022 é de 33,23%, visto inclusive como inviável para muitos estados e municípios. O Piso é calculado com base no crescimento percentual dos valores mínimos do Fundeb de dois anos anteriores.

A Lei do Piso estabelece como indexador o percentual de crescimento dos dois últimos anos do valor anual mínimo nacional por aluno dos anos iniciais urbano do ensino fundamental do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), fazendo referência à Lei 11.494/2007, expressamente revogada pela Lei 14.113/2020, do novo Fundeb.

O entendimento da CNM sobre a validade jurídica do critério de reajuste do piso foi confirmado por manifestação do Ministério da Educação (MEC), por meio de Nota de Esclarecimento publicada no dia 14 de janeiro, na qual registra posição da Advocacia-Geral da União (AGU). Segundo a AGU,  “o critério previsto na Lei 11.738/2008 faz menção a dispositivos constitucionais e a índice de reajuste não mais condizente com a mudança realizada pela EC 108/2020, que cria o novo Fundeb” e que, portanto, é “necessária a regulamentação da matéria por meio de lei específica”.

Leia também: Governo do RN faz as contas e vê Fundeb com reajuste difícil de ser pago.

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segunda-feira - 25/10/2021 - 05:38h
Covid-19

Cerca de 95% dos Municípios deram doses de reforço a idosos e saúde

Avanço de vacinação é garantia de maiores chances de enfrentamento à doença (Foto: CNN Brasil)

Avanço de vacinação é garantia de maiores chances de enfrentamento à doença (Foto: CNN Brasil)

Cerca de 95% dos Municípios brasileiros já iniciaram a aplicação da dose de reforço em idosos e profissionais de saúde. Os que ainda não deram início, quase todos já estão organizados para começar essa imunização. Os dados constam da 29ª edição da pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), que ouviu 1.855 gestores municipais entre os dias 18 e 21 de outubro.

A pesquisa também aponta que um em cada quatro Municípios ficou sem imunizantes nesta semana. Desses, 67,4% informaram que foi impactada a aplicação da primeira dose, sendo a Pfizer a principal vacina em falta.

Destaca-se que apenas esse imunizante pode ser aplicado em adolescentes entre 12 e 17 anos no Brasil, faixa etária que está sendo vacinada em quase 100% dos Municípios. Apenas 3,8% vacinam pessoas entre 18 e 24 anos.

Já para a aplicação da segunda dose, relatada por 43,8% dos respondentes que alegaram insuficiência de imunizantes, a vacina Astrazeneca foi a que mais faltou nos postos de saúde, sendo apontada por 91,3% dos gestores que responderam essa questão.

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sexta-feira - 01/10/2021 - 21:00h
Pandemia

Pelo menos 62,3% dos gestores pretendem manter uso de máscara

Mesmo com toda a população vacinada, 1.348 (62,3%) dos gestores municipais pretendem manter o uso obrigatório de máscaras e apenas 69 (3,2%) Municípios devem flexibilizar o equipamento de proteção individual. Outros 708 (32,7%) ainda decidiram sobre a manutenção da obrigatoriedade. Essas informações estão na 27ª pesquisa da Confederação Nacional de Municípios (CNM) sobre a Covid-19, promovida entre os dias 27 e 30 de setembro com 2.165 prefeituras.

Uso obrigatório de máscaras é predominante entre prefeitos (Foto ilustrativa)

Uso obrigatório de máscaras é predominante entre prefeitos (Foto ilustrativa)

O último levantamento semanal da entidade mostra ainda que, atualmente, o uso de máscaras é obrigatório em lugares coletivos de 2.097 (96,9%) Municípios e em 2.080 (96,1%) nos ambientes públicos. Quase 100% dos 2.108 gestores afirmam manter comunicados a respeito da necessidade e da importância do equipamento, o que representa 97,4% dos Municípios que responderam tal pergunta.

Em relação a punições pelo descumprimento da obrigatoriedade, 826 (38,2%) das prefeituras respondentes afirmam ter instituído penalidades e 1.290 (59,6%) não instituíram infrações para o não uso de máscaras nos locais obrigatórios.

A pesquisa, que teve sua primeira edição publicada em março deste ano, aponta um afrouxamento nas medidas restritivas, apenas 884 (40,8%) Municípios afirmam manter regime diferenciado de circulação ou para atividades econômicas.

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sexta-feira - 23/07/2021 - 22:12h
Pesquisa

Aumentam municípios sem doses, mas caem mortes por Covid-19

CNM - observatório Covid-19 - pesquisaAumenta pela segunda semana seguida o número de Municípios com falta de doses para vacinar a população, nesta semana 797 gestores municipais relataram não ter recebido imunizantes. A informação consta na 18ª edição da pesquisa sobre o cenário da Covid-19 no Brasil, 3181, ou 57,1%, dos Municípios brasileiros participaram do levantamento que ocorreu de 19 a 22 de julho.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) verificou que mesmo com a falta de imunizantes, 146 Entes locais já aplicaram doses em pessoas acima dos 18 anos e 20 cidades já vacinaram adolescentes acima dos 12.

De acordo com a pesquisa, 79.9% (2.541) dos Municípios entrevistados, pretendem vacinar adolescentes a partir dos 12 anos – com as vacinas autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) -, e 11,4% (364) ainda não pretendem iniciar a vacinação desta faixa etária. Dos que responderam sobre a pretensão de vacinar a faixa etária abaixo dos 12 anos, 68,2% (1.746) afirmaram que só aplicarão a vacina nessa faixa, após a imunização de toda população acima dos 18 anos.

Sem mortes

Outro dado importante da pesquisa da CNM é que em 1.689, ou 34,4%, dos Municípios não registraram mortes nesta semana. Desde a semana 15, quando a questão foi incluída no levantamento que esse número se mantém acima de mil Municípios sem registros de óbitos. Cerca de 527 gestores responderam que as mortes reduziram, ou seja, 16,6% dos respondentes; enquanto em 310 Municípios, ou 9,7%, esse número aumentou. Os óbitos ficaram estáveis nesta semana em 606, ou seja, 19,1%.

Nesta edição, 531 (16,7%) dos Municípios pesquisados declararam que houve aumento do número de pessoas infectadas, em 1.095 (34,4%) se manteve no mesmo patamar e em 1.310 (41,2%) houve diminuição no número de casos.

A CNM demonstra preocupação com esses resultados, pois a manutenção de novos infectados em níveis altos está sendo apontada pela quarta vez consecutiva na pesquisa.

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terça-feira - 16/02/2021 - 21:30h
General Eduardo Pazuello

Confederação Nacional de Município pede saída de ministro

Pazuello: sem rumo (Foto: Folha Press)

Pazuello: sem rumo (Foto: Folha Press)

Do Folha de São Paulo

Com a interrupção da campanha de vacinação contra a Covid-19 por falta de doses em várias cidades, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) pediu nesta terça-feira (16) a troca do general Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde.

Em nota, a entidade afirmou que os gestores municipais “assistem e vivem desesperadamente a angústia e o sofrimento da população que corre aos postos de saúde na busca de vacinas” e manifestou “indignação com a condução da crise sanitária” pela pasta.

Segundo a confederação, prefeitas e prefeitos de várias partes de país têm relatado a suspensão da vacinação dos grupos prioritários a partir desta semana, em consequência da interrupção da reposição das doses e da falta de previsão de novas remessas pelo Ministério. Não foram listados os municípios que estão com falta do imunizante.

“Seu comando não acreditou na vacinação como saída para a crise e não realizou o planejamento necessário para a aquisição de vacinas. Todas as iniciativas adotadas até aqui foram realizadas apenas como reação à pressão política e social, sem qualquer cronograma de distribuição para estados e municípios. Com uma postura passiva, a atual gestão não atende à expectativa da federação brasileira, a qual deveria ter liderado, frustrando assim a população do país”, diz a nota assinada pelo presidente da entidade,  Glademir Aroldi.

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quinta-feira - 28/05/2020 - 19:30h
Pandemia

Mossoró receberá quase R$ 30 milhões de Auxílio Emergencial

A Prefeitura Municipal de Mossoró receberá mais um considerável reforço de caixa em meio à pandemia da Covid-19. Receberá quatro créditos do Governo Federal, que vão chegar a quase R$ 30 milhões. Serão R$ 29.704,046,83.

Natal o total esperado é de R$ 88.311.849,88.

Esses valores foram definidos no Projeto de Lei Complementar (PLP) 39/2020 e sancionado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.A Confederação Nacional de Municípios (CNM) disponibiliza informações sobre todos os municípios do país, informando estimativa quanto ao recebimento do Auxílio Emergencial a esses entes públicos.

São 20 bilhões que foram destinados aos Municípios para seu uso definido pela gestão local e o repasse de R$ 3 bilhões para ações de saúde e assistência social, para serem usados na contratação e no pagamento de pessoal ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

Quatro parcelas

É importante lembrar que esse valor será repassado em 4 vezes ao longo dos próximos meses no exercício de 2020.

Os valores das parcelas que caberão a cada um dos entes federativos será realizado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), sendo que os valores deverão ser creditados pelo Banco do Brasil S.A. na conta bancária em que são depositados os repasses regulares do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e do Fundo de Participação dos Municípios.

Veja AQUI como ficará a situação de repasse de Mossoró ou qualquer outro município do país.

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domingo - 05/05/2019 - 09:50h

Reforma da Previdência e o sufoco dos estados federados

Por Josivan Barbosa

A decisão do governo federal de condicionar as discussões sobre um novo pacto federativo à aprovação da Reforma da Previdência enerva governos estaduais, que cobram urgência no diálogo com a equipe econômica para que uma nova proposta comece a ser debatida imediatamente, com transparência.

A  saída do momento para se construir uma recuperação financeira mais sólida dos entes federados é repartir de maneira negociada o dinheiro da cessão onerosa do pré-sal.

O consórcio bolsonarismo quer ver qual moeda de troca os governadores vão oferecer pela aprovação da reforma da Previdência, mas a situação dos Estados é grave demais para que se adie o debate do pacto federativo.

O consórcio não mostra disposição para topar votar a cessão onerosa porque está trabalhando com aquela tese que o Tribunal de Contas da União (TCU) vai autorizar os leilões, independentemente desta legislação.

Caern

A gestão atual da Companhia de Águas e Esgotos do RN (CAERN) tem um grande desafio: modernizar a empresa e para ontem. Trata-se de umas das empresas públicas que não avançou no tempo. Se isto não acontecer logo, fica muito difícil fugir do desejo do consórcio bolsonarismo de colocá-la como contrapartida no programa de recuperação fiscal como aconteceu com a CEDAE do RJ.

O ministro Paulo Guedes e seus auxiliares querem impulsionar o processo de privatização das empresas de saneamento não só com o avanço da MP 868, medida provisória que muda o marco regulatório do setor, mas como contrapartida ao resgate federal para Estados mais endividados. A venda da estatal Copasa, por exemplo, é esperada como parte do socorro da União para Minas Gerais e já teria aval do governador Romeu Zema (Novo).

Publicada nos últimos dias do governo Michel Temer, a MP 868 favorece a participação da iniciativa privada no saneamento. O principal ponto é a exigência de que novos contratos para o abastecimento de água ou coleta e tratamento de esgoto tenham chamamentos públicos feitos pelos municípios (titulares do serviço).

Prefeituras

As perspectivas para repasses do Governo Federal para as prefeituras são otimistas para o próximo ano. Isto pode contribuir para aumentar a aceitação da atual prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), pois, como trata-se de uma prefeitura de porte médio, os recursos podem fazer a diferença. As transferências da União às prefeituras para investimentos tendem a se expandir em ano de eleições municipais, evidenciando uma relação entre os repasses federais e os ciclos eleitorais.

O quarto ano dos prefeitos no poder coincide normalmente com o segundo do mandato do presidente da República, o que favorece a liberação de repasses aos municípios.

Entre 2013 e 2016, sob efeito da forte desaceleração da economia brasileira a partir de 2014, o valor total repassado aos municípios para investimento encolheu 8% na comparação com o quadriênio imediatamente anterior (2009-2012), totalizando R$ 47,4 bilhões, conforme dados compilados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Mesmo assim, as transferências de capital cresceram em 2016, frente ao ano anterior, apesar de duas contrações sucessivas do Produto Interno Bruto (PIB) registradas no período – em 2015 a economia brasileira teve contração de 3,5% e, no ano seguinte, a retração foi de 3,3%.

Aquacoco

A Empresa AquaCoco, que reutiliza 100% da casca do coco na plantação, vai começar a exportar. A primeira remessa de produtos genuinamente potiguares para a Europa está prevista para acontecer no início do mês de maio.

A água de coco envazada e o coco verde são os carros-chefes da empresa, mas ela também produz vários derivados de frutas, como polpa de coco, doce de coco, sucos de frutas tropicais, açaí, polpa de açaí e, em maio, também vai lançar um novo produto que é o Coco Diamante, o tradicional coco verde com um toque a mais de seleção e elegância, pois se apresenta totalmente sem a casca dura.

O Rio Grande do Norte já teve uma experiência na exportação de coco in natura para a Europa no início da década passada. Na oportunidade o saudoso empresário Claus Geller de Rio do Fogo enviou experimentalmente alguns paletes de coco via marítima para a Europa.

RN tem jeito

Uma boa alternativa para a atração de empresas para o Rio Grande do Norte pode estar na indústria do calcário, a exemplo do que aconteceu com a Cimento Mizu em Baraúna e a Cimento Apodi e a Fabrical, ambas em Quixeré-CE.

Nesse sentido, a Estrada do Melão (Trecho Baraúna – BR 437) e a Estrada do Cajueiro (BR 437) são fundamentais para a facilitar a logística de transporte do calcário para os centros consumidores ou para o Porto do Pecém, no caso de exportação para o mercado internacional, principalmente o chinês.

Bolsonaro

Em meio à perda de apoio junto à população de baixa renda, o presidente Jair Bolsonaro deflagrou nesta semana uma ofensiva de comunicação para se reaproximar do eleitorado e explicar a necessidade de aprovação da Reforma da Previdência.

Nos últimos cinco dias, Bolsonaro deu entrevistas a programas de TV populares e a um canal no YouTube. Na segunda-feira, em Ribeirão Preto (SP) falou com a youtuber Esther Castilhos, de oito anos, do canal “Esther e famosos”, com apenas 5 mil inscritos; na terça-feira, falou ao apresentador da TV Bandeirantes José Luiz Datena, quando justificou que o Brasil não poderia eventualmente ir à guerra contra a Venezuela porque não estava “bem de armamento”; ontem gravou entrevista ao “Jornal do SBT” e para emissoras locais de Santa Catarina, onde participou de um evento evangélico.

Bolsonaro II

É clara a estratégia de falar mais aos canais de maior alcance popular. Ele fez dois pronunciamentos em rede nacional de rádio e televisão. O primeiro foi na semana passada, quando ele agradeceu aos parlamentares a aprovação da reforma previdenciária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Foi um aceno aos deputados, que reclamam da relação do Planalto com o Congresso.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido

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quinta-feira - 14/03/2019 - 10:24h
Municípios

Benes assumirá vice-presidência de Frente Parlamentar

Leocádio: vice (Foto: arquivo)

O deputado Federal Benes Leocádio (PRB) ocupará a vice-presidência da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Municípios Brasileiros (FMB).

Esse movimento se movimenta no Congresso Nacional.

O convite foi feito durante encontro de lançamento da frente realizado na sede da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), nessa quarta-feira (13).

Benes já presidiu a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN) e ocupou a vice-presidência da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

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quarta-feira - 04/01/2017 - 06:46h
Francisco José Júnior

Ex-prefeito tenta presidir entidade de câmaras municipais

O ex-prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) deu “expediente” em tempo integral ontem (terça-feira, 3) na sede da Federação das Câmaras Municipais do RN (FECAM), em Natal. Sua missão parece e é surreal: ser eleito presidente da entidade, sem ser vereador ou sequer suplente.

Francisco José Júnior e Paulo Ziulkoski da CNM: inspiração para esperteza (Foto: montagem do Blog)

Os estatutos da entidade que ele já presidiu à época em que era presidente da Câmara Municipal de Mossoró  foram alterados duas vezes no final do ano passado, ensejando a esdrúxula eleição de um “ex-presidente”. No caso, ele mesmo.

O registro de chapas estava definido como data-limite de terça-feira, 3, dois dias após a posse dos novos presidentes das casas legislativas. A publicação do edital que trata da eleição foi feita somente no jornal interno da entidade, limitando a publicização do pleito, que deve acontecer hoje.

Precedente

Há precedente no Brasil, em que “Francisco” se ampara para dar essa cambalhota e permanecer em evidência político-institucional. O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, há anos dirige a entidade sem ser prefeito de qualquer município.

Ele é ex-prefeito de Mariana Pimentel (RS), onde teve dois mandatos, o último concluído em 2004. Desde então, não exerceu outro cargo similar.

Nota do  Blog – O ex-prefeito ‘Francisco’ tem enorme talento para o antimarketing. Quem o orienta, Senhor? Não sabe o que faz. Cava a própria cova dia a dia.

Quando o Blog atestou hipótese do então prefeito Francisco assumir cargo (veja AQUI) na Agência Mossoroense de Regulação dos Serviços Públicos (AMR), que queria criar e não aprovou na Câmara Municipal, fomos motivos de chacota. Estaríamos exagerando.

Pelo visto, outra vez, não mentimos nem superdimensionamos o caso. Hoje, ele estaria nomeado para cargo na AMR, em pleno governo Rosalba Ciarlini (PP).

Ex-prefeito de Mossoró continua zombando de tudo e de todos, cinicamente tratando povo e poderes, instituições fiscalizadoras etc. na piada.

Certo ele, que zomba daquilo que não teme nem parece lhe importunar.

“A esperteza, quando é demais, cresce muito e engole o dono.” (Tancredo Neves).

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domingo - 27/11/2016 - 09:34h
O Globo

Mossoró é citada como exemplo de salário irreal para prefeito

Do jornal O Globo

Em sua edição de hoje, o jornal carioca O Globo mostra o conflito entre realidade sofrível do erário municipal/população, em contraposição a altos salários de prefeitos que vão assumir prefeituras (principalmente no Nordeste), a partir de 1º de janeiro de 2017.

Entre as prefeituras citadas na reportagem sob o título “Marajás em meio à miséria: prefeitos têm salários de até R$ 33 mil” (veja AQUI), aparece a de Mossoró.

A reportagem lembra que “remunerações lembram a do presidente da República”.

Veja no boxe abaixo a abordagem sobre Mossoró:

Nem mesmo os orçamentos no vermelho e as despesas com pessoal acima do limite permitido por lei têm inibido a fixação de altos salários. Em Mossoró (RN), a discussão do subsídio de R$ 30.339 para o futuro prefeito, a ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP), ocorreu em regime de urgência.

O último balanço da cidade ao Tesouro Nacional mostrou que a prefeitura está gastando 57% da sua receita com folha de pagamento. O máximo permitido é 54%. O município tem parcelado os salários dos servidores este fim de ano. Na campanha eleitoral, Rosalba prometeu que, se eleita, abriria mão do reajuste.

— O reajuste foi necessário para que os auditores fiscais, que têm o salário atrelado ao do prefeito, tivessem aumento — justificou a vereadora Izabel Montenegro (PMDB).

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski, se surpreendeu com os salários encontrados pelo GLOBO. Ele disse acreditar que são casos pontuais.

— É um péssimo exemplo, no momento em que estão todas as prefeituras quebradas. Mesmo que o município esteja com as contas em ordem, o dinheiro não é para isso — reagiu.

Para o dirigente, essa questão salarial é mais uma prova de que é urgente reorganizar a Federação brasileira.

Nota do Blog – A matéria foi aprovada neste exercício, pela Câmara Municipal de Mossoró, mas também houve favorecimento aos futuros vereadores, que vão receber mensalmente R$ 12,6 mil. Os atuais vereadores recebem R$ 9,5 mil. Elevação superior a 30%.

A justificativa de majoração, pela suposta cobrança-pressão dos auditores fiscais do município, é descabida.

O atrelamento pode ser desfeito, se assim desejarem os gestores/vereadores.

Esse “efeito-cascata”, de aumento vinculado, explica mas não justifica o contrassenso.

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quarta-feira - 22/06/2016 - 16:18h
Recursos

FPM “zero” alcança menor número de municípios

As Prefeituras receberam na última segunda-feira, 20 de junho, o segundo decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) do mês de junho.

De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o valor a ser partilhado entre os municípios será de R$ 1.632.773.120,62, já considerado o desconto destinado ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

Neste decêndio, 15 cidades do Rio Grande do Norte tiveram o repasse zerado. Menos mal. No decêndio anterior, foram 41 (veja AQUI:

MUNICÍPIOS DO RN ZERADOS DE FPM NA PRIMEIRA E NA SEGUNDA COTA DE JUNHO/2016:

ALTO DO RODRIGUES

AREIA BRANCA

BARAÚNA

CAICÓ

EXTREMOZ

GOV. DIX-SEPT ROSADO

IELMO MARINHO

JOÃO CÂMARA

MAXARANGUAPE

NOVA CRUZ

PARNAMIRIM

PAU DOS FERROS

PENDÊNCIAS

PUREZA

TIBAU

Além dos municípios com saldo zero neste repasse, a cidade de Florânia recebeu R$ 8.170,00 neste decêndio.

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terça-feira - 08/03/2016 - 22:40h
Senado

Pauta municipalista tem apoio de senadores em Brasília

Os senadores Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), Ana Amélia (PP-RS) e Eduardo Amorim (PSC-SE) garantiram apoio à proposta da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) no sentido de que seja reservada uma semana para votação, na Casa, de uma pauta municipalista. As matérias de interesse dos prefeitos serão apresentadas durante a XIX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que ocorrerá entre os dias 9 e 12 de maio.

Garibaldi: pauta importante (Foto: assessoria)

Nesta terça-feira (8), o 1º vice-presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Glademir Aroldi, levou o pleito ao presidente do Senado, Renan Calheiros. Ele participou da audiência acompanhado pelos três senadores solidários aos municípios. “Queremos votar propostas importantes que não mexem em Orçamento da União, nem dos estados, mas que incomodam muito os municípios no momento atual”, antecipou Glademir Aroldi.

Regras do ISS

Entre as matérias em análise no Senado, os prefeitos pedem a aprovação das mudanças nas regras do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) conforme o substitutivo da Câmara (SCD) 15/2015 ao projeto de lei do Senado (PLS) 386/2012. Segundo a CNM, se aprovada, a regra vai permitir que os municípios participem de forma igualitária da distribuição dos recursos arrecadados nas operações de cartão de crédito, leasing, planos de saúde e construção civil, hoje concentrada em alguns municípios do estado de São Paulo.

Lei da Repatriação

Os prefeitos ainda defendem a derrubada do veto (VET 4/2016) da presidente da República à Lei de Repatriação (Lei 13254/2016). O Executivo vetou o trecho que regulamentava que valores repatriados fariam parte dos impostos que compõem a base de cálculo dos Fundos de Participação dos Municípios e dos Estados (FPM e FPE).

CPMF

Com relação à Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), Aroldi revelou que os prefeitos não chegaram a um acordo quanto ao apoio à recriação do imposto, mesmo com a necessidade de receita dos municípios. Em encontro na última sexta-feira (4), a presidente Dilma Rousseff pediu que os gestores municipais defendam a Reforma da Previdência, a prorrogação da Desvinculação das Receitas da União (DRU) e a recriação da CPMF. No entanto, falta consenso para as regras de distribuição dos possíveis recursos oriundos do imposto.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Presidência do Senado

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quarta-feira - 27/05/2015 - 08:09h
Brasília

Prefeito é eleito 4º vice da Confederação Nacional de Municípios

O presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN), Francisco José Júnior (PSD), foi empossado na tarde desta terça-feira, 26, como 4º vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM). A solenidade de posse da nova diretoria para triênio 2015-2018 aconteceu durante a programação da XVIII Marcha em Defesa dos Municípios, em Brasília.

“A luta em defesa Rio Grande do Norte está sendo reforçada. O Estado ganha agora uma dimensão a nível nacional. Estamos somando forças, fortalecendo os municípios, contribuindo também com o desenvolvimento do país. Muito me honra mais esse desafio, que assumo com responsabilidade e entusiasmo.”, afirmou Francisco José Júnior.

A nova diretoria, que tem como presidente reeleito Paulo Ziulkoski, foi eleita no dia 30 de março deste ano e assume já com inúmeros desafios, com a defesa do novo pacto federativo e a implantação da Rede Municipalista.

“Temos pela frente um grande desafio, que é manter o trabalho de luta que foi realizado nos últimos anos. Os Municípios estão acima de qualquer um de nós, é preciso utilizar essa força nesse momento de dificuldades”, reforçou Marcelo Beltrão, 2º secretário da CNM.

Com informações da Femurn.

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