segunda-feira - 23/11/2015 - 21:36h
Em Brasília

Ministro encaminha pleito do Hospital Wilson Rosado

O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB), se reuniu, em Brasília, com os diretores do Hospital Wilson Rosado, de Mossoró. Eles conversaram sobre a ampliação dos serviços médicos de alta complexidade, conveniados ao SUS, oferecidos pela unidade de saúde à população do Oeste do Rio Grande do Norte.

Reunião aconteceu hoje em Brasília (Foto: divulgação)

Os diretores Bernardo Rosado Miranda, Marcos Antônio e George Antunes explicaram ao ministro que a capacidade de atendimento do hospital supera a atual prestação de serviços.

Mais recursos

Segundo eles, o hospital poderia ampliar o atendimento em serviços com demanda reprimida como cardiologia e neurocirurgia, duas das especialidades do hospital.

Por sugestão do ministro, a proposta do hospital foi apresentada à equipe técnica do Ministério da Saúde que cuida do credenciamento de serviços médicos. Se aprovado, o projeto implica em mais recursos federais para o Rio Grande do Norte e precisa ser pactuado com as secretarias de Saúde do estado e do município.

Com informações do Ministério do Turismo.

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terça-feira - 17/11/2015 - 17:17h
UTI Pediátrica

Hospital aciona prefeitura na Justiça para receber atrasados

O Hospital Wilson Rosado (HWR) protocolou Mandado de Segurança (Processo nº 0120035-42.2014.8.20.0106) com pedido de liminar,em trâmite na 2ª Vara da Fazenda Pública de Mossoró/RN), em desfavor da Prefeitura do Município de Mossoró. Objetiva levar a Municipalidade a arcar com os valores em atraso da prestação de serviço de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) Pediátrica do hospital.

Há mais de 18 meses que a Secretaria de Finanças e a Prefeitura de Mossoró vêm constantemente sendo notificadas sobre o atraso de pagamentos referentes ao atendimento na UTI Pediátrica desse hospital, efetuando pagamento somente em juízo. Segundo comunicado do hospital, “inúmeras vezes a diretoria do HWR procurou a Prefeitura de Mossoró para dialogar e negociar a dívida, não obtendo sucesso”.

A dívida atual está em torno de R$ 717.000,00 referente ao pagamento de cinco meses de convênio.

“Temos hoje oito crianças internadas na UTI Pediátrica. Elas terão seus tratamentos garantidos até sua alta ou transferência,” informa Marcos Antônio de Moura Filho – Administrador do Hospital.

Sem saída

O Hospital Wilson Rosado, para não suspender o serviço no setor de UTI pediátrica, entendendo a importância deste para a população, “solicitou à Prefeitura que pagasse apenas um mês, dentre os outros já devidos. Mesmo depois dessa proposta, a PMM não se mobilizou e não efetuou o pagamento, não deixando alternativas ao Hospital se não a suspensão do serviço”, reitera o hospital.

No último dia 04 de novembro, a prefeitura foi notificada mais uma vez, dessa vez sobre a suspensão, que iria ocorreria no dia 10 de Novembro.

Ontem, com a formalização da decisão do HWR, a Prefeitura emitiu nota (veja AQUI) sobre o caso, afirmando que o serviço não será suspenso, mas não estabelecendo qualquer compromisso de cobertura da dívida.

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segunda-feira - 16/11/2015 - 23:54h
Saúde

Hospital formaliza fim de UTI, mas prefeitura nega fechamento

Documento do Wilson...

Como o Blog Carlos Santos antecipou há algumas horas (veja AQUI), o Hospital Wilson Rosado (HWR) protocolou hoje (veja reprodução) decisão de suspender serviços de sua UTI Pediátrica – com dez leitos – à Prefeitura de Mossoró, pelo SUS.

O HWR alega que são cinco meses de atraso, com montante superior a R$ 719 mil.

Cansou de tentar resolver o impasse sem maiores atropelos.

A Prefeitura emitiu nota sobre o assunto agora à noite, garantindo que não haverá fechamento, mas não informa quando sanará o débito. Entretanto adianta que recorrerá ao Governo do Estado e União para que dividam o custo com o equipamento.

Veja abaixo:

Nota de Esclarecimento

A Secretaria Municipal de Saúde esclarece que os 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica continuarão em funcionamento.

A Prefeitura reconhece a dívida que tem com o Hospital Wilson Rosado, pelo aluguel do espaço da UTI, mas nunca se furtou a negociar e a conversar no sentido de manter a boa relação. Infelizmente a crise econômica é geral e tem reduzido drasticamente a capacidade financeira do Município.

... foi protocolado hoje (reprodução)

Porém, por ser um atendimento de alta complexidade, a Secretaria Municipal de Saúde acionará a União e o Estado na Justiça para que os dois entes também tenham participação no custeio do equipamento, processo que tramita na Justiça Federal.

Essas ações garantirão, a curto prazo, recursos para reduzir o débito com a unidade hospitalar. O município ainda vai tomar medidas legais para que a UTI não sofra qualquer interrupção neste momento.

Portanto, a pasta assegura à população que não há riscos de fechamento e que a UTI, administrada pelo Município, continuará oferecendo o importante socorro à vida.

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segunda-feira - 16/11/2015 - 11:02h
Mossoró

Prefeitura dá calote e hospital fechará UTI Pediátrica

A direção do Hospital Wilson Rosado (HWR) decidiu fechar sua UTI pediátrica. São dez leitos.

Sua garantia por razões ética e humanitária é assegurar o tratamento apenas daqueles bebês já em internamento.

A Prefeitura assegurou pagamento dos meses de repasses do SUS em atraso, para a sexta-feira (13). Não cumpriu.

A UTI é a única do gênero em Mossoró. Foi inaugurada em 2013, no período de gestão Cláudia Regina (DEM).

O HWR pretende mantê-la apenas para atendimento privado-convênios.

São cinco meses de atraso, com montante superior a R$ 719 mil.

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terça-feira - 10/11/2015 - 15:48h
Wilson Rosado

Vereadores apoiam hospital e cobram pagamento de UTI

O vereador Vingt-un Neto (PSB) durante a sessão ordinária desta terça-feira (10), na Câmara Municipal, para que o prefeito Francisco José Júnior (PSD) formalize pagamento de débito com o Hospital Wilson Rosado (HWR). Trata-se de conta de mais de três meses da UTI Pediátrica.

Vingt-un teme promessa da Prefeitura (Foto: Valmir Alves)

Diante de rumores de que o serviço poderia ser suspenso, único existente em Mossoró, o vereador foi conversar com a direção da unidade hospitalar que explicou o atraso nos repasses por parte da Prefeitura de Mossoró.

Na conversa, narrou Vingt-un, tomou conhecimento que a prefeitura prometeu quitar parte do débito o mais rápido possível e assim manter o serviço à disposição da comunidade mossoroense. “Nós precisamos ficar atentos, acompanhar o caso de perto, já que as vezes prometem e não cumprem. Oposição e situação terão que fiscalizar e cobrar para que o débito total seja quitado”, convocou o vereador.

Desagravo

Outro pronunciamento envolvendo o HWR foi feito pelo vereador Francisco Carlos (PV). Fez um desagravo em favor do Hospital Wilson Rosado, segundo ele, agredido nesta casa.

“Acusaram seus proprietários como responsável pela invasão de um terreno público na área de construção da unidade hospitalar, mas temos os documentos de escritura pública, e deixo à disposição de todos, que comprovam a compra e venda da área injustamente citada, inclusive com aval de autoridades do executivo”, expôs o vereador.

A acusação foi feita pela vereadora Izabel Montenegro (PMDB), com reforço do secretário municipal do Desenvolvimento Econômico, Luiz Antônio Costa. O HWR defendeu-se (veja AQUI).

Nenhum apresentou pedido de desculpas.

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sexta-feira - 06/11/2015 - 07:54h
Ataque e defesa

Vereadora acusa Wilson Rosado de ocupação irregular

Mas direção de hospital reage apresentando documentação que provaria aquisição de terreno em 2005

Desapropriação foi na era Fafá...

A vereadora governista Izabel Montenegro (PMDB), com endosso do secretário municipal do Desenvolvimento Econômico (que acumula com a Transparência), Luiz Antônio, provocou outra polêmica. De novo, com dirigentes do Hospital Wilson Rosado (HWR).

A vereadora atribuiu ao HWR, durante audiência pública para debater as Doações de Terrenos no Município, nessa quinta-feira (5) na Câmara Municipal, a invasão de terreno público.

Segundo a vereadora, terreno onde está o imóvel onde fica o gabinete do vice-prefeito, denominado de Casarão Lili Duarte, teve parte da área ‘invadida’ pelo hospital.

A arquiteta Elisabeth Rosado, ‘Betinha’, do grupo controlador do HWR, reagiu de forma incisiva em endereço próprio nas redes sociais.

Desapropriação

– Hoje fomos surpreendidos com uma acusação caluniosa da Sra Vereadora D. Izabel Montenegro a qual foi endossada pelo Sr Secretário Municipal da Transparência Sr. Luiz Antônio que afirmaram ter o Hospital Wilson Rosado ” Se apropriado de um terreno da PMM, terreno este que foi desmembrado no ano de 2005″…. Quanta desinformação dessas autoridades! – escreveu.

...que assegurou a negociação (Foto: redes sociais)

Ela anexou cópias do “Decreto de Desapropriação onde mostra claramente todos os trâmites da compra do referido terreno.” PMM teria pago mais de R$ 190 mil pelo imóvel, durante Governo Fafá Rosado (DEM, hoje no PMDB), em 2005.

Oncologia

Não é a primeira vez que Izabel fustiga o WHR. Tem esgrimado principalmente quanto à questão do tratamento da oncologia, considerando que o hospital tem agido de má-fé para bancar o serviço (veja AQUI).

Prefeitura, na gestão Francisco José Júnior (PSD), também tem batido de frente com o HWR, até judicialmente (veja AQUI). Nas administrações Fafá Rosado e a episódica Cláudia Regina (DEM), o cenário foi outro.

Aguardemos o próximo “round”.

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sexta-feira - 31/07/2015 - 08:10h
Mossoró

Hospital Wilson Rosado consegue bloquear conta de Prefeitura

O juiz Pedro Cordeiro Júnior, da Vara da Fazenda Pública de Mossoró, determinou o bloqueio, através do sistema BACENJUD (Sistema do Judiciário, via Banco Central), de R$ 1.732.632,00 das contas do Município de Mossoró. O valor é referente à pagamentos de serviços hospitalares prestados por Cardiagnóstico Ltda., mais conhecido por Hospital Wilson Rosado (HWR).

Em virtude da possibilidade de vir a agravar consideravelmente a situação financeira do Município, a forma de pagamento será da seguinte maneira: R$ 577.544,00 de forma imediata; R$ 577.544,00 no dia 15 do mês de agosto/2015; e R$ 577.544,00 no dia 30 de agosto/2015.

A medida atende pedido feito pela empresa no Mandado de Segurança nº 0120035-42.2014.8.20.0106, com pedido de tutela de urgência, contra ato supostamente abusivo/ilegal praticado pelo Secretário Municipal de Saúde, Controlador Geral do Município de Mossoró e pelo Prefeito Municipal de Mossoró, com o objetivo de obter judicialmente o pagamento dos serviços hospitalares prestados àquele Município.

Após o bloqueio, o valor será transferido para conta judicial, expedindo-se o respectivo ofício à gerência da instituição financeira responsável, para que a quantia seja transferida para a conta de titularidade do Hospital Wilson Rosado.

(Mandado de Segurança nº 0120035-42.2014.8.20.0106)

Com informações do TJRN.

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sexta-feira - 26/06/2015 - 21:53h
Mossoró

Audiência sobre oncologia aponta para união e não disputa

A Câmara Municipal de Mossoró realizou nesta sexta-feira, 26, audiência pública que debateu a situação da Oncologia da cidade. As discussões iniciadas às 15h avançaram pela noite, em face da importância da temática.

Izabel presidiu, com Tomaz, a audiência (Foto: CMM)

Proposta pelos vereadores Izabel Montenegro (PMDB) e Tomaz Neto (PDT), a audiência teve o intuito de institucionalizar a criação da Frente Parlamentar de Estudos e Combate ao Câncer no Município de Mossoró.

A vereadora Izabel Montenegro ressaltou a dificuldade dos pacientes em conseguir uma cirurgia ou um tratamento custeado pelo SUS.

“É necessário destacar a situação periclitante que vivem as pessoas acometidas com essa doença em nossa cidade. Conseguir uma cirurgia ou um tratamento custeado pelo SUS transformou-se em uma verdadeira via crúcis, o que coloca os doentes em situação de risco de morte”, disse Izabel.

Já o vereador Tomaz Neto questionou a aplicação dos recursos públicos do Governo Federal, Estadual e Municipal.

“Hoje não sabemos a realidade da aplicação dos recursos públicos do Governo Federal, Estadual e Municipal, as parcerias, convênios e outros instrumentos de cooperação na área”, falou Tomaz.

Crise sem precedentes

Quanto à Frente Parlamentar, para os edis ela deverá lutar pelo acesso digno aos serviços de saúde por parte da população acometida com a doença.

“Precisamos empreender formas de combater o descaso das autoridades no trato com esse problema que já beira uma crise sem precedentes”, afirmaram.

Em outro momento da audiência, os convidados se pronunciaram. Hematologista Cure Medeiros detalhou o trabalho do Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM), que ele dirige.

“Já passaram-se 20 anos de serviços prestados a população de Mossoró e Região. Desde 1995 quando o serviço era isolado em Quimioterapia, o objetivo sempre foi o de prover à população carente de um serviço de qualidade, mais próximo de sua casa e de sua família”, disse Cure.

Em seguida, o médico Bernardo Rosado apresentou números do Hospital Wilson Rosado (HWR), e explicou que em nenhum momento o Hospital tentou monopolizar os serviços de saúde em Mossoró.

“Nunca pensamos em monopolizar os serviços de saúde da cidade. Nosso objetivo é somar, disponibilizando o serviço à população”, ressaltou Bernardo.

George Antunes, do Instituto do Coração, defendeu a união de todos em favor de um serviço de suma importância para a população. Em sua ótica, uma competição no setor é prejudicial a quem mais precisa: o paciente. Também assinalou que os serviços cobrados por UTI´s em Mossoró estão defasados, num comparativo com a capital, onde se cobra em média “R$ 1,5” por diária.

Ronaldo Fixina, representante dos anestesiologistas, elogiou estrutura do HWR e do COHM, assegurando que têm ótimas condições para que os profissionais trabalhem. Cobrou priorização da Saúde e criticou incapacidade dos gestores públicos em todas as esferas, de investirem na Saúde.

Participaram da audiência presidida pela vereadora Izabel Montenegro: Dr. Cure Medeiros, Diretor Técnico do Centro de Oncologia de Mossoró; Dr. Bernardo Rosado, Diretor do Hospital Wilson Rosado; Leodise Cruz, Secretária de Saúde de Mossoró; Aécio Mares Tarouco, representante do Ministério Público Federal (MPF); Sávio Bastos, Promotor de Justiça; Fábio Bezerra, Prefeito de Serra do Mel; Diego Tobias, representante da OAB; Gilberto Pedro, Presidente do Conselho Municipal de Saúde; Ronaldo Fixina, Anestesiologista; Paulo Mendes, Coordenador da Auditoria do Sistema Municipal de Saúde de Mossoró; Thiago Demetrio, representante da UERN; e Andrea Taborda, representante da UFERSA.

Além dos propositores da audiência, Izabel Montenegro e Tomaz Neto, estiveram presentes os vereadores: Jório Nogueira (PSD), Alex Moacir (PMDB), Francisco Carlos (PV), Vingt-un Neto (PSB), Genilson Alves (PTN), Nacízio Silva (PTN), Flávio Tácito (DEM), Genivan Vale (PROS) e Alex do Frango (PV).

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terça-feira - 23/06/2015 - 16:02h
Mossoró

Audiência pública sobre oncologia está confirmada

Está confirmada a audiência pública proposta pela vereadora Izabel Montenegro (PMDB), de Mossoró, para discussão sobre problemas da oncologia em Mossoró, com foco no Hospital Wilson Rosado (HWR).

Será às 15h da próxima sexta-feira (26) no plenário da Casa.

Mas há informação de bastidores apontando para crescente pressão para esvaziamento do debate.

Vamos apurar o caso.

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terça-feira - 16/06/2015 - 22:09h
Mossoró real

Tratamento contra câncer gera temor de “chuva de morte”

A Câmara de Mossoró deverá realizar audiência pública para dissecar o atendimento oncológico (câncer) na cidade.

Falta definir uma data.

Uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) também é cogitada, se a audiência pública não for esclarecedora.

Na sessão ordinária de hoje, o tema voltou à tona. Tomaz Neto (PDT) disse que pessoas aflitas o procuram, temendo por familiares com tratamento suspenso. Aí apelou:

– Vamos deixar de perder tempo discutindo Cidade Junina e Chuva de Bala para abordarmos o combate ao câncer e evitarmos uma chuva de morte em Mossoró.

Izabel Montenegro (PMDB) repetiu acusação contra o Hospital Wilson Rosado (HWR), de que tenta provocar fechamento do Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) e Hospital da Solidariedade.

Francisco Carlos (PV) disse que a culpa do problema é do poder público, que não honra seus compromissos.

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sábado - 13/06/2015 - 21:20h
Tomaz Neto

Vereador quer levar polêmica da oncologia para Câmara

O vereador Tomaz Neto (PDT) vai propor a realização de uma audiência pública na Câmara Municipal de Mossoró sobre a questão do tratamento oncológico (câncer) em Mossoró.

Ele quer os principais antagonistas e protagonistas da polêmica que parece nunca terminar, finalmente esclareçam o porquê de tanto nebulosidade e informações conflitantes.

Essa semana, Tomaz visitou o Hospital Wilson Rosado (HWR). Adiantou para seu diretor, médico Bernardo Rosado, que fará essa proposição.

Teve a garantia do médico de que estará no Legislativo, para relatar o papel do HWR nesse enredo.

Nos últimos dias, Bernardo e a vereadora Izabel Montenegro (PMDB) – veja AQUI) – andaram se chocando (veja AQUI). Em pauta, justamente a questão da oncologia.

– A audiência pública pode esclarecer isso e tomarmos uma nova direção para o caso – comenta a Tomaz Neto. “Centenas e milhares de pessoas não podem ser vítimas do câncer e desse lengalenga nebuloso”, complementa.

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terça-feira - 09/06/2015 - 18:49h
Oncologia

Vereadora acusa Wilson Rosado de agir de má-fé

Lembrando que “Mossoró é a cidade do já teve”, citando o fechamento de vários hospitais, como por exemplo, Casa de Saúde Santa Luzia,

Izabel: acusação seria (Foto: arquivo)

Duarte Filho, e a própria Casa de Saúde Dix-Sept Rosado que não se sabe ao certo como vem sendo administrada, entre outros, a vereadora Izabel Montenegro (PMDB) denunciou, segundo ela, a manobra que vem sendo feita pelos que dirigem o Hospital Wilson Rosado. No entendimento da parlamentar a ideia vai no sentido de fechar o Centro de Oncologia de Mossoró.

 

A vereadora foi mais além citando que, de forma não muito legal, o Hospital Wilson Rosado se credenciou para atendimento dos pacientes nesse setor, atraindo os profissionais médicos que atendem ou atendiam no Centro de Oncologia.

“Se hoje o governo do estado paga o plus de Caicó e Natal, também deve pagar de Mossoró e não o faz. Mossoró tem que exigir isso”, denuncia Izabel.

Falência

A preocupação da vereadora é no sentido de que o Wilson Rosado diminua despesas para participar de licitação, o que pode decretar a falência do Centro de Oncologia, fruto da luta de muitas pessoas que se doaram nos últimos anos, citando como exemplo o nome do Dr. Curi.

“Se isso acontecer, como ficarão os pacientes do Centro de Oncologia, onde serão atendidos”, preocupa-se Izabel.

Além de encaminhar o pedido para que o governador Robinson Fárias cumpra com sua parte, a vereadora Izabel Montenegro lembra os mais de 60 municípios que são atendidos em Mossoró e, seus prefeitos, simplesmente lavam as mãos.

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quarta-feira - 31/12/2014 - 07:34h
Segunda-feira, 5

Cirurgias oncológicas serão retomadas no Wilson Rosado

As cirurgias oncológicas pelo SUS no Hospital Wilson Rosado (HWR), em Mossoró, vão ser retomadas na próxima segunda-feira (5 de janeiro de 2015). A notícia é dada ao Blog pelo oncologista clínico Thiago Rego.

O convênio assinado pela Prefeitura de Mossoró tem alcance de um raio de 1 milhão de habitantes no diagnóstico precoce do câncer e tratamento (cirurgias oncológicas e quimioterapia).

Os pacientes que aguardam por biópsias, cirurgias e quimioterapia podem procurar o Hospital Wilson Rosado a partir da segunda-feira, 5, reitera o médico.

“Devido ao grande número de pacientes estamos realizando triagem para dar prioridade aos casos mais urgentes”, salienta ele.

A equipe de oncologia do Hospital Wilson Rosado é formada por oito cirurgiões nas especialidades de cirurgia oncológica, cirurgia torácica, urologia e mastologia, dois oncologistas clínicos e 15 anestesistas.

O convênio foi publicado no Jornal Oficial de Mossoró (JOM) no último dia 17.

A situação da oncologia em Mossoró e região ganhou contornos dramáticos nos últimos meses. Centenas de tratamentos e cirurgias passaram a ter comprometimento por falta de cobertura financeira a esses serviços de alta complexidade e custo considerável.

O anestesiologista Ronaldo Fixina chegou a manifestar denso desabafo recente, tendo o Blog Carlos Santos como uma tribuna, relatando esse drama (veja AQUI).

Em várias postagens ao longo desse período, nossa página deu voz à aflição de  milhares de pessoas, ouviu contraditórios e cobrou providências urgentes.

Veja AQUI, por exemplo, a postagem Nota de esclarecimento sobre a Oncologia de Mossoró. E AQUIVîtimas de câncer enfrentam “loteria da vida”.

Mas a luta pela vida não para por aqui, com essa notícia sobre o HWR.

Tem mais estresse e dificuldades nesse enredo.

Voltaremos ao tema.

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terça-feira - 23/12/2014 - 18:32h
Mossoró

Prefeitura atende à Justiça para pagar Hospital Wilson Rosado

A Prefeitura de Mossoró negociou meios para desbloqueio de suas contas bancárias.

Pactuou com a Justiça, o atendimento a despacho do desembargador Cláudio Santos, que no início deste mês (veja AQUI) determinou essa medida para cobertura de dívida de mais de R$ 2,4 milhões da municipalidade com o Hospital Wilson Rosado (HWR).

Despacho do desembargador Cláudio Santos estabeleceu pagamento do débito em três parcelas iguais, sendo a primeira “de imediato”.

As restantes em 15 e 30 dias.

A municipalidade, diante do bloqueio, negociou o atendimento à decisão judicial, especificando o fundo para tal fim nas da tas especificadas.

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quinta-feira - 11/12/2014 - 15:22h
Mossoró

Prefeitura terá contas bloqueadas se não pagar dívida à hospital

A Prefeitura de Mossoró dispõe de poucas horas para cumprir, “na marra”, outra obrigação que teima em desconsiderar. Caso contrário, terá suas contas bancárias bloqueadas.

Trata-se de uma dívida superior a R$ 2,4 milhões com o Hospital Wilson Rosado (HWR).

Despacho do desembargador Cláudio Santos estabelece pagamento do débito em três parcelas iguais, sendo a primeira “de imediato”.

As restantes em 15 e 30 dias.

A municipalidade já foi notificada.

Vire-se.

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segunda-feira - 08/12/2014 - 04:03h
Wilson Rosado

Hospital aguarda decisão sobre dívida de Prefeitura

O Hospital Wilson Rosado (HWR) tenta há meses receber soma milionária devida pela Prefeitura de Mossoró.

A via judicial passou a ser o último caminho à solução.

Aguarda-se ansiosamente por despacho judicial.

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segunda-feira - 24/11/2014 - 05:24h
"A Lista de Schindler"

Nota de esclarecimento sobre a Oncologia de Mossoró

"Para tratar um paciente é preciso matar dois", afirma o médico Thiago Carlos Rego sobre Mossoró

O oncologista clínico Thiago Rego escreve ao Blog, relatando a situação da Oncologia em Mossoró. Segundo assevera, o tratamento dado a esse serviço que envolve vidas, tem deixado um rastro de mortes. Afirma: “Para tratar um paciente é preciso matar dois”.

Reclama que apesar de habilitação para tratamento do câncer, o Hospital Wilson Rosado (HWR) não consegue realizar os procedimentos, por falta de autorização do Município.

Leia o relato abaixo.

Carlos Santos,

O Hospital Wilson Rosado foi habilitado em oncologia pela portaria 689 no dia 7 de agosto de 2014 para atendimento de pacientes pelo SUS.

De acordo com a portaria fomos credenciados pelos municípios do RN em 2013 na Resolução CIB nº 1.043/13-CIB/RN, de 27 de dezembro de 2013; e habilitados pela Ministério da Saúde na portaria 741/2005 no dia 7 de agosto de 2014. Atualmente estamos credenciados e habilitados na portaria 741/2005 igual ao Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) e a Liga Norte-riograndense Contra o Câncer (LNC), porém a secretária de Saúde de Mossoró não quer assinar o convênio com o hospital.

"Seleção" feita em Mossoró, relata o oncologista Thiago Rego, causa muitas mortes (Foto: ilustrativa)

Já se passaram 4 meses desde a publicação da portaria.

Para evitar que pacientes aguardem por cirurgias e percam a chance de cura oferecemos cirurgiões oncológicos e anestesistas sem plus para os Municipios que participaram da reunião onde estavam presentes todos os secretários de saúde do estado (Resolução CIB nº 1.043/13-CIB/RN, de 27 de dezembro de 2013 ).

Apesar de credenciados e habilitados igual aos outros serviços e oferecer cirurgiões oncológicos e anestesistas sem plus não podemos funcionar.

O COHM cobra um PLUS de 150% sobre a cirurgia e os anestesistas 100 % sobre a tabela plus. O serviço está em greve há 4 meses. A Liga cobra um plus de 175 % sobre a tabela plus e os anestesistas tabela de convênio. O serviço está funcionando.

Apesar da Prefeitura de Mossoró receber 294 mil reais no Fundo Municipal desde setembro para tratamento de oncologia para mais de 64 municípios do Oeste, até o momento não foi assinado o convênio com o HWR.

Perguntei para a secretária de Saúde (Leodise Cruz) por que estavam demorando para fazer o contrato. Ela disse que teríamos que passar por nova auditoria para adequação á portaria 140. O artigo 46 da portaria 140 estabelece o prazo até 23 de fevereiro de 2015 para adequação de todos os hospitais à nova portaria da oncologia, porém apesar de credenciado e habilitado na portaria 741 /2005 igual aos outros Hospitais, não podemos atender os pacientes.

O atraso não é justificado. Fomos o primeiro hospital do RN a solicitar adequação a portaria 140 e o parecer da auditoria foi favorável, estabelecendo o prazo até 23 de fevereiro para que apresentássemos as pendências. Entreguei as pendências na segunda-feira e até o momento o convênio não foi assinado.

Quando encaminho meus pacientes para regulação de Mossoró para autorização de quimioterapia e cirurgia, eles não autorizam.

A regulação encaminha os pacientes para o COHM que está em greve ou para Liga de Natal onde os pacientes enfrentam uma fila de espera muito grande.

A portaria 140 estabelece um serviço para cada 500 mil habitantes. O RN tem 3.408.510 pelo IBGE . A Rrede de oncologia do Estado definiu que seriam cinco serviços em Natal e dois em Mossoró conforme artigo 30 da portaria 140.

Os secretários de saúde dos municípios das regionais de saúde de Mossoró, Assu e Pau dos ferros solicitaram uma posição da secretária de Mossoró na última reunião da CIB. Até o momento foram depositados 900 mil reais no municipio de Mossoró para tratamento de pacientes com câncer no Hospital Wilson Rosado e alguns pacientes morreram.

Os secretários precisam tomar uma posição sobre o plus porque os pacientes com câncer do estado vivem uma loteria da vida. Para tratar um paciente é preciso matar dois. Uma verdadeira Lista de Schindler.

Exemplo: Se vem 300 mil por mês para oncologia e cobro um plus de 175%, só consigo tratar metade dos pacientes a outra metade tem que esperar para o mês que vem. Porem o câncer não espera. Não sei de quem é a culpa mas os pacientes das regiões de Mossoró, Assu e Pau dos Ferros que esperaram desde de agosto para tratamento não têm mais chance de cura.

Links uteis para que secretários não cometam erros que possam matar pacientes com câncer. //bvsms.saude.gov.br/…/pu…/colec_progestores_livro9.pdf //bvsms.saude.gov.br/…/sas/2014/prt0140_27_02_2014.html

Thiago Carlos Gonçalves Rego – médico oncologista clinico

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terça-feira - 23/09/2014 - 21:12h
Mossoró

Saúde terá discussão ampliada nesta quarta-feira

Acontece nesta quarta-feira (24), na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), no bairro Nova Betânia, a reunião ampliada para discussão sobre os problemas enfrentados pela saúde pública em Mossoró, convocada por entidades médicas e hospitais. O encontro está previsto para começar às 19h30.

Na reunião, serão debatidos nove temas, tais como: assistência obstétrica totalmente precária e redução “impossível” de leitos para assistência de gravidez de baixo risco;  fechamento de UTI adulta e neonatal; impossibilidade de realização de cirurgias oncológicas; ausência de plantonistas da Ortopedia/Traumatologia no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

E ainda: eormes dificuldades para realização de exames de média e alta complexidade;  extensas filas (mais de 700) de espera por procedimentos cirúrgicos de pequena, média e alta complexidade (cirurgias ortopédicas, gerais, ginecológicas, oncológicas); transferência de pacientes para atendimento em Russas, Natal e Alexandria.

Por fim,o encontro médico debaterá ainda a falta de equivalência remuneratória aos profissionais da saúde com co-participação do Estado e Município (já existente em Natal há muito tempo); e o fechamento de oito unidades hospitalares na cidade.

Crises

Para os idealizadores do evento, a saúde pública de Mossoró passa por várias crises em 10 anos.

“A assistência médica especializada está sendo sepultada e a falta de entendimento entre os gestores municipal e estadual – já solucionada na capital do Estado – aliada a indiferença da população, ratifica a nossa preocupação e reforça a necessidade de atuação com responsabilidade, equilíbrio e respeito a todas as partes”, diz a organização em nota oficial.

O encontro será realizado pela Associação Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (APAMIM), Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM), Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), Clínica de Cirurgia de Mossoró, Grupo de Oftalmologia de Mossoró, Grupo de Ortopedia e Traumatologia de Mossoró, Grupo de Pediatria de Mossoró, Hospital Wilson Rosado (HWR) e Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia de Mossoró.

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Categoria(s): Política / Saúde
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