domingo - 24/05/2020 - 16:28h
Covid-19

Estado paga 1ª parcela para manter hospital de campanha

O valor de R$ 633 mil que o governo estadual deveria creditar para a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), no último dia 20 (quarta-feira), o fez na sexta-feira (22). É a primeira parcela de um total de três, em igual valor.

O Blog Carlos Santos mostrou em primeira mão a situação delicada do Hospital São Luiz (veja AQUI) sofria por falta dos recursos.

São Luiz é hospital de campanha administrado por Larizza Queiroz da Apamim (Foto: arquivo)

O São Luiz é hospital de campanha gerido pela Apamim, como resultado de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) desencadeado pelo juiz federal Orlan Donato, promotor estadual Rodrigo Pessoa e outras pessoas e instituições públicas, para dotar Mossoró e região de uma estrutura emergencial de atendimento a vítimas da Covid-19.

Débito ainda aberto

Apesar do crédito, o Governo do RN ainda deve R$ 183 mil à mesma Apamim. Essa instituição sob intervenção federal desde setembro de 2014, destinou esses recursos para apressar a abertura de 10 leitos de UTI no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), esperando ser ressarcida.

Sua gestora, a bioquímica Larizza Queiroz, foi uma das pessoas que articularam o TAC capaz de aglutinar a Prefeitura de Mossoró e Governo do Estado no apoio ao funcionamento do São Luiz como hospital de campanha, tendo ainda o Ministério Público do RN (MPRN), Ministério Público Federal (MPF/RN) e Ministério Público do Trabalho (MPT) como signatários na Justiça Federal.

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Categoria(s): Saúde
sexta-feira - 22/05/2020 - 14:20h
Educação

Comissão apoia aulas remotas na rede municipal de ensino

Comissão discutiu assunto hoje (Foto: Edilberto Barros)

Em videoconferência, hoje (22), a Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (CECEL) da Câmara Municipal de Mossoró conheceu detalhes das aulas remotas na rede municipal.

Os vereadores Professor Francisco Carlos (PP) e Petras Vinícius (DEM), membros da CECEL e participantes da reunião, aprovaram o novo formato.

“Foi uma excelente oportunidade para conhecermos melhor esse sistema online, absolutamente necessário na atual pandemia de Covid-19”, diz Francisco Carlos, presidente da Cecel.

“Não existe outro formato que não remoto. Até porque o Ministério da Educação impede atividades presenciais”, completa Petras, vice-presidente.

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A secretária de Educação, Magali Delfino, admite o desafio de inclusão de parcela dos alunos na Web. Sobretudo na zona rural, onde há maior dificuldade de conexão.

“Solicitamos às operadoras de Internet desbloqueio do sinal das comunidades onde há escolas. Próxima semana, faremos conferência online com professores para avaliar a situação”, informa.

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  • San Valle Rodape GIF
sexta-feira - 22/05/2020 - 07:54h
Atendimento

Ozaniel Mesquita teme contaminação por Covid-19 em UPA

Mesquita: conhecimento de causa (Foto: arquivo)

Técnico em enfermagem e vinculado ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da Prefeitura Municipal de Mossoró, o vereador Ozaniel Mesquita (DEM) demonstra preocupação com a utilização da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Belo Horizonte para atendimento a pacientes com a Covid-19 e atendimentos de rotina para outras patologias.

“Os atendimentos da UPA do BH deveriam ser para pacientes exclusivamente com suspeita ou constatação de Covid-19”, pondera Mesquita, que está no serviço público municipal há 23 anos.

“Os paciente que não estão infectados, sendo atendido no mesmo local para socorro de pessoas com Covid-19, é um risco muito grande de infecção”, alerta.

Leia também: Hospital de Campanha do município tem 11 pessoas internadas com a Covid-19.

Para Ozaniel Mesquita, a escolha da UPA do BH foi inadequada para se instalar o hospital de campanha municipal, havendo várias outras opções para sua montagem.

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Categoria(s): Política / Saúde
quinta-feira - 21/05/2020 - 08:48h
Pandemia

Prefeitura alonga restrições e promete fiscalização punições

A Prefeitura de Mossoró publicou nessa quarta-feira (20) dois novos decretos que tratam sobre as medidas de enfrentamento ao coronavírus.

O Decreto 5.675 prorroga os efeitos do 5.631 e estende o fechamento do comércio não essencial, consideradas as exceções, até o dia 04 de junho.

Lojas abertas, mas com exigências sanitárias (Foto ilustrativa)

Já o Decreto 5.676 estabelece sanções para as empresas que descumprirem as medidas de prevenção regulamentadas em determinações anteriores.

O comércio não essencial deve permanecer fechado até o dia 04 de junho, com as exceções já elencadas em decretos publicados pelo Município. De acordo com o documento editado hoje, o estabelecimento que funcionar descumprindo as determinações pode sofrer multa de R$ 3 mil reais e interdição das atividades.

O Decreto 5.676 ainda inclui sanções para funcionamento do comércio e serviços considerados essenciais sem as medidas de prevenção.

O estabelecimento que não fornecer equipamentos de proteção individual, máscara e álcool 70º INMP aos empregados, colaboradores ou clientes pode pagar multa de R$ 1.500,00, acrescida de R$ 200,00 por cada funcionário ou colaborador, presente no local, sem o devido equipamento. Se permitir a entrada de cliente ao estabelecimento sem usar máscara pode ser penalizado em multa de R$ 1.500,00 mais R$ 100,00 por cada cliente sem máscara.

O documento estabelece ainda a sanção para o local que funcionar em capacidade de pessoas maior do que a quantidade permitida: multa de R$ 1.500,00, acrescida de R$ 100,00 por cada pessoa excedente.

Também é obrigatório divulgar a quantidade máxima de pessoas permitida no local. Em caso de descumprimento a multa é de R$ 1.000,00.
Para casos de reincidência, poderá ser aplicado o dobro da multa e ainda a suspensão da licença de funcionamento.

A Prefeitura informa ainda que vai intensificar a fiscalização nos locais de maior movimentação, visando o cumprimento das medidas. As sanções previstas no Decreto 5.676 entram em vigor na segunda-feira, 25.

Com informações da PMM.

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  • Art&C - PMM - Abril de 2026
quarta-feira - 20/05/2020 - 18:48h
Covid-19

Governo Fátima não faz repasse e deixa em risco pacientes

TAC feito para garantir funcionamento de hospital de campanha em Mossoró é quebrado pelo Estado

O governo estadual teria que creditar primeira parcela de três depósitos de R$ 633 mil nesta quarta-feira (20), em favor da Associação de Proteção e Assistência, à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), gestora do Hospital São Luiz (hospital de campanha de Mossoró). A transferência não foi feita.

O montante decorre de compromisso assumido pela gestão Fátima Bezerra (PT), na formalização do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que permitiu a contratação do Hospital São Luiz (privado) para uso na assistência a pacientes com Covid-19.

Até fim da tarde de hoje, hospital tinha 20 leitos de UTI lotados e 16 pacientes em leitos de UCI (Foto: BCS)

O não compromisso do governo Fátima Bezerra poderá levar o São Luiz ao colapso por falta de insumos básicos, num momento de alta na demanda de pacientes e crescente registro de óbitos em Mossoró e região, em decorrência  desse novo vírus.

Um detalhe apavorante: já existem pacientes em fila de espera em Mossoró para um leito de UTI.

Compras de medicamentos e insumos

Outro agravante é que o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), gerido pela Apamim, também sofre porque utilizou algo em torno de R$ 183 mil para agilizar abertura de leitos no Hospital Reigonal Tarcísio Maia (HRTM).

O Blog Carlos Santos coletou de duas fontes credenciadas, que só para utilização no São Luiz, a Apamim – administrada por junta interventora federal – adquiriu mais de 600 mil em medicamentos, além de outras compras que passariam de R$ 280 mil.

O TAC foi desencadeado em articulação do titular da 8ª Vara da Justiça Federal em Mossoró, juiz Orlan Donato Rocha. Com ele, a intervenção direta do promotor Rodrigo Pessoa do Ministério Público do RN (MPRN), além de procuradores do Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público Federal (MPF/RN) e bioquímica Larizza Queiroz, interventora da Apamim. A partir daí, Prefeitura de Mossoró e Governo do RN foram envolvidos e pactuaram acordo que resultou no TAC.

Dificuldades para fechar TAC

A direção do Hospital São Luiz estava relutante em participar do entendimento, por não confiar em município e estado – com razão. Só com o envolvimento direto do magistrado, promotores e procuradores, além de Larizza Queiroz, é que houve avanço e fechamento dos termos, com compromissos assumidos pelas partes envolvidas (veja AQUI).

A municipalidade já fez repasse de 594 mil, depósito único, como especificado no TAC.

Falta o Governo Fátima Bezerra fazer sua parte, como signatário desse meio alternativo criado para dar celeridade às providências de amparo às vítimas da Covid-19. Se essa iniciativa não tivesse sido tomada, é provável que uma grande tragédia estivesse em andamento, por falta de ação ágil e eficaz dos poderes públicos que deveriam enfrentar a pandemia.

Novos leitos podem não ser abertos

Até fim da tarde de hoje, o hospital tinha seus 20 primeiros leitos de UTI lotados. Dos 30 na Unidade de Cuidados Intermediários (UCI), 16 estavam ocupados.

O teto de leitos no São Luiz será de 35 para UTI e 65 de UCI, totalizando 100 leitos. Começou a funcionar como hospital de campanha no último dia 1º (veja AQUI).

Houve anúncio pelo secretário adjunto da Saúde Pública (SESAP/RN), Petrônio Spinelli, de que seriam abertos mais 10 leitos na próxima sexta-feira (22). Com esse impasse financeiro, a Apamim deve recuar.

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O outro lado

Nota de Esclarecimento – A Sesap só recebeu a nota fiscal da Apamin hoje (20/05/20). O documento foi encaminhado por email, mas para ser pago é necessário pelo menos 24 h para ser atestado, visto e finalmente pago. O Governo do Estado está ciente da necessidade de pagamento em data fixa e vai cumpri-lo. Mas você sabe como é burocracia.

Nem sei qual o intuito desse vazamento porque a gente não tinha como fazer o pagamento hoje sem a nota fiscal em mãos. Eu nem vou mandar nota oficial porque não há interesse nenhum de termos qualquer conflito com a Apamin. Muito ao contrário, a gente só tem a agradecer.

Guia Dantas – Secretária de Comunicação do RN.

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quarta-feira - 20/05/2020 - 09:52h
Insalubridade

Outra vez, na pressão, prefeita anuncia benefício à Saúde

Daquele jeito de sempre, na pressão externa, a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) retrocedeu e anunciou nessa terça-feira (19): irá conceder à insalubridade máxima (40%) aos servidores da Saúde que trabalham nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s) e Serviço de Assistência Móvel de Urgência (SAMU).

Vozes da oposição como o vereador Ozaniel Mesquita (DEM), o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) e mobilização de trabalhadores que atuam nessas estruturas de saúde fizeram a prefeita rever posição.

Mesmo com o anúncio, o Sindiserpum resolveu manter para a manhã desta quarta-feira (20) protesto em frente à UPA do Belo Horizonte, onde um anexo também funciona como hospital de campanha municipal contra a Covid-19.

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Categoria(s): Política
  • Art&C - PMM - Abril de 2026
terça-feira - 19/05/2020 - 15:10h
Pandemia

Bombeiros Civis podem e devem ser aproveitados

Dezenas de Bombeiros Civis com atuação em Mossoró poderiam estar sendo aproveitados pela Prefeitura Municipal de Mossoró em atividades ligadas às suas especificações técnicas, voltadas para prevenção e combate à Covid-19.

Estão prontos para agir na prevenção e fiscalização.

Em vários municípios do RN e país eles estão tendo pleno aproveitamento. Em Mossoró, parece que a prioridade é segurar verbas já transferidas pelo Governo Federal, para auxílio contra a pandemia.

Recursos não têm faltado.

Se esperam o pior, então está tudo favorável mesmo.

Dentro do ‘planejado.’

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
domingo - 17/05/2020 - 21:22h
Mossoró

Agentes de Saúde e de Endemias aguardam reajuste de piso

Agentes: promessas, promessas (Foto ilustrativa)

O Sindicato Intermunicipal dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE) diligencia para levar a Prefeitura Municipal de Mossoró a cumprir compromissos salariais com as categorias. Assinala que gestão Rosalba Ciarlini (PP) não pagou retroativo do piso salarial de janeiro deste ano.

O reajuste do piso salarial nacional foi aprovado pela Lei Federal nº 13.708/2018. A vigência é a partir de janeiro de 2019 e escalonado para pagamento em 3 anos (2019/2020/2021).

A Prefeitura Municipal de Mossoró aprovou a Lei Municipal nº 152/2019 reajustando o piso e escalonando para esse período. Porém esse ano a prefeitura não efetuou o pagamento do piso devidamente corrigido, só o fazendo a partir do mês de fevereiro.

Promessas

O retroativo referente ao mês de janeiro chegou a ser anunciado pela prefeitura através de publicação no site do município, prometido para o mês de março, o que não aconteceu.

O sindicato narra que procurou a administração municipal para tratar do assunto. Foi informado que haveria correção em abril. Um erro de lançamento teria provocado o atraso, justificou-se.

A entidade pode judicializar o caso, se não houver cobertura do compromisso, haja vista que as categorias seguem cumprindo compromissos de trabalho normalmente.

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  • Art&C - PMM - Abril de 2026
sábado - 16/05/2020 - 09:22h
Prefeitura de Mossoró

Terceirizados convivem com pandemia, falta de salário e fome

A via crucis de centenas de trabalhadores que prestam serviços à Prefeitura Municipal de Mossoró segue sem alterações. Mas com um agravante: a pandemia provocada pela Covid-19 os torna ainda mais vulneráveis e em quadro de abandono maior. Pelo menos 770 deles estão passando necessidades básicas.

Veja abaixo o quadro de atrasos salariais e outros direitos, envolvendo terceirizadas e terceirizados do município:

Athos Assessoria e Serviços Terceirizados – deve a 170 empregados que atuam na Secretaria de Assistência Social os meses de março e abril, além de dois meses de vale-alimentação.

A mesma terceirizada tem 200 trabalhadores vinculados à pasta da Saúde que não receberam abril, além de esperarem um vale-alimentação até hoje.

Seus empregados que prestam serviço à Secretaria da Educação, num total de 200 pessoas, também não viram a cor do salário de abril. Precisam também receber dois meses de vale-alimentação.

Estratégica Serviços e Representações – Deve a 200 terceirizados que trabalham na Secretaria de Administração o mês de abril. Quitou março na quinta-feira (14), mas segue sem previsão de cobrir dois meses de vale-alimentação.

Fome, contaminação e milhões em contratos

Aldeíza de Sousa, dirigente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio, Conservação, Higienização e Limpeza do Rio Grande do Norte (SINDLIMP/RN), diz não entender como há anos terceirizadas ligadas à gestão mossoroense funcionam de forma impune.

“Não cumprem o dever básico de pagar salários e garantir alimentação a seus colaboradores e seguem ganhando contratos, recebendo mais e mais dinheiro. Nós temos gente passando fome, gente sem condições de trabalho para estar se proteger até de contaminação”, queixa-se.

Caso que comprova o que ela denuncia o Blog Carlos Santos publicou dia passado – Terceirizada ganha mais um contrato sem licitação -, numa referência à Athos Assessoria e Serviços Terceirizados. Ano passado recebeu mais de 10 milhões de reais, fechou 2019 com mais um contrato de quase 17 milhões de reais e este ano já emplacou outros, inclusive alguns sem precisar participar de licitação.

E o problema não é novo. Leia também: Quase 900  terceirizados vivem sem salários e sãoignorados.

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Categoria(s): Administração Pública / Gerais
sexta-feira - 15/05/2020 - 14:26h
Que maravilha!

Terceirizada ganha mais um contrato com dispensa de licitação

Mais contratação de mão de obra terceirizada à Prefeitura Municipal de Mossoró. ‘Coincidentemente’, a beneficiada é uma empresa campeã de atrasos salariais de seus empregados. Novamente, com “dispensa de licitação”.

Mais de R$ 848 mil sem licitação agora (Reprodução: BCS)

O Jornal Oficial do Município (JOM), edição 561 de 8 de maio, documenta outro acerto oficial da gestão Rosalba Ciarlini (PP) com a Athos Assessoria e Serviços Terceirizados.

Dessa feita, o montante com nova dispensa de licitação “em caráter emergencial” envolve a soma de R$ 848.263,04 (Oitocentos e quarenta e oito mil, duzentos e sessenta e três reais e quatro centavos).

O contrato é de apenas três meses, entre 27 de março (passado) e 26 de maio (próximo) – veja AQUI.

Março “gordo”

Athos no JOM de 4 de Março de 2020, 551b, tem mais de 800 mil por um ano para contratação de mão de obra (Reprodução: BCS)

Em março deste ano, a mesma empresa já teve mais dois contratos especiais – veja AQUI. Foi um março “gordo”. A soma chegou a R$ 1.269,252,21 (Um milhão, duzentos e sessenta e nove mil, duzentos e cinquenta e dois reais e vinte e um centavos)

No Jornal Oficial do Município (JOM) do dia 4 de março, edição 551b (veja AQUI), é publicado Extrato do Contrato nº 25/2020, no valor de R$ 845.120,69 (Oitocentos e quarenta e cinco mil, cento e vinte mil e sessenta e nove centavos).

Mais dispensa de licitação

Já no JOM do dia 6, edição 552, portanto dois dias depois do anterior (veja AQUI), a Athos ganha outra ‘bolada’ em novo contrato.

Dessa feita, de R$ 424.131,52 (Quatrocentos e vinte e quatro mil, cento e vinte e um mil e cinquenta e dois centavos) foram assegurados por contrato de apenas 30 dias, com dispensa de licitação.

O Termo Autorizativo de Dispensa e Contrato de nº 9/2020, compreende o período de 28 de fevereiro a 28 de março deste ano.

JOM de 6 de Março de 2020, mais de 424 mil por um mês com dispensa de licitação (Reprodução: BCS)

Começo de ano beleza

Comecinho de 2020 já tinha sido de notícias excepcionais para a Athos.

Segundo o Jornal Oficial do Município (JOM), edição 543b, de quarta-feira (8 de janeiro), mas liberada na quinta-feira (9), ela tinha garantia de prioridade no recebimento de R$ 667.153,14 da municipalidade, com “autorização de quebra de ordem cronológica de pagamento” da nota fiscal “73″, referente a serviço prestado em outubro do ano passado (veja AQUIAQUI).

E assim foi feito. Que maravilha!

Um 2019 supimpa

Antes mesmo de terminar 2019, conseguiu uma grande vitória na relação de negócios com o município. Publicação do Jornal oficial do Município (JOM), edição  541, 20/12/2019, publicou que a empresa originária de Fortaleza (CE) – veja AQUI, acertara outro contrato com a PMM – no valor de R$ 16.959,996,00 – veja AQUI.

Empresa fechou 2019 com mais de R$ 16 milhões garantidos (Reprodução: BCS)

Em 2019, ela recebeu mais de R$ 10 milhões por atividade terceirizada para a Prefeitura Municipal de Mossoró (veja AQUI). Essa terceirizada não tem do que se queixar. Reclamações mesmo de seus empregados, que vivem situação de penúria (muitos sustentados por favores e doações).

Mais de R$ 10 milhões entraram na conta da Athos em 2019, um ano maravilhoso (Reprodução: BCS)

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Categoria(s): Administração Pública
  • Art&C - PMM - Abril de 2026
quinta-feira - 14/05/2020 - 09:12h
Lockdown

Sindsaúde vai pedir na Justiça bloqueio total em Mossoró

Morais: ação como em Natal (Foto: reprodução)

O coordenador regional de Mossoró do Sindicato dos Trabalhadores na Saúde Pública do RN (SINDSAÚDE/RN), João Morais, avisou nesta manhã de quinta-feira (14), em entrevista a Rádio Difusora de Mossoró, que a entidade vai pedir judicialmente a decretação de “lockdown” (confinamento total) em Mossoró.

Ação nesse sentido já foi pedido em relação à Prefeitura do Natal e Governo do RN, pelo Sindsaúde estadual.

Segundo ele, essa medida se faz imprescindível em face do avanço da pandemia da Covid-19, sendo uma forma de tentar reduzir o impacto da doença sobre o sistema de saúde pública.

– Nós servidores da Saúde estamos trabalhando no limite, sem condições mínimas de segurança. É pensando no cidadão e no trabalhador da Saúde que vamos entrar também afirmou Morais em entrevista ao repórter Pádua Júnior, no programa Super Manhã Difusora, apresentado por Haroldo Jácome.

Nota do Blog – É muito pouco provável que a Justiça despache favoravelmente ao pleito do Sindsaúde. Aguardemos.

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Categoria(s): Política / Saúde
quarta-feira - 13/05/2020 - 21:16h
Ouvido ao chão

Supersalários na Saúde vão expor escândalo infame

Supersalários da Saúde de Mossoró podem criar enormes embaraços para a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Pelo o que pode ser visto, mesmo num sobrevoo dos números, é um escândalo infame.

Os favorecidos são conhecidos e seus parentes, também.

O agrado segue critérios que estão longe de justificativas laborais.

Vamos aguardar os acontecimentos.

Ouvido ao chão como bom índio Sioux, Apache, Cherokee, Navajo, Comanche ou Cheyenne!

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Categoria(s): Só Pra Contrariar
  • Art&C - PMM - Abril de 2026
segunda-feira - 11/05/2020 - 20:20h
Faz-de-conta

Prefeitura simula retomada de obra e volta a abandonar praça

A reportagem-denúncia do Blog Carlos Santos veiculada na sexta-feira (8), que mostrou uma obra da gestão Rosalba Ciarlini (PP) há quase dois anos sem ser entregue, além de ter sobrepreço de 62,94% sobre valor original, tem outro capítulo com situação até hilariante. Na verdade, é algo que reforça tudo que foi mostrado: descaso e desfaçatez com dinheiro público.

A matéria especial sob o título Rosalba faz reforma há quase dois anos e valores sobem 62,94% detalhou que a Praça Celso da Costa Rêgo no Conjunto Liberdade II, Alto de Sumaré, tinha custo orçado em R$ R$ 95.701,95 e saltou para R$ 159.921,29 sem que, mesmo assim, seja concluída. Foi iniciada em agosto de 2018 – ano eleitoral.

Na sexta-feira (8) operário retirava mato, mas hoje ninguém apareceu e só ficaram marcas do começo do serviço (Fotos: BCS)

Antes mesmo da denúncia ir ao ar, aparecerem dois trabalhadores no local, que passaram parte do expediente no dia 4, segunda-feira da semana passada, lixando o alambrado metálico. Eles apareceram na praça horas depois que o Blog pediu explicações à prefeitura sobre a paralisação, seu custo e o fato de ter ocorrido contratação de uma segunda empresa para concluir os trabalhos.

Ninguém mais trabalhando

Durante vários meses a praça – que está bastante deteriorada – não teve uma pessoa sequer trabalhando. Já na sexta, quando foi publicada a reportagem, apareceu um trabalhador na tarefa de serviço de limpeza do denso matagal na praça. Mas parou por aí a ‘retomada da obra’.

Nesta segunda-feira (11), mais uma vez voltamos à praça pela manhã e tarde. Não havia ninguém cuidando do alambrado nem limpando o matagal, As fotos reveladas (veja nesta postagem) são de alguns locais com mato ressecado e terra remexida, dando sinais de uma tarefa que foi iniciada e abandonada. Ou seja, resumo da própria ‘realização’ da prefeita.

Obra sem conclusão há quase dois anos sofre deterioração e alto custo sem nada ser apurado (Foto: BCS)

A empresa ‘responsável’ e vencedora da nova licitação com valor agora 62,94% maior é a V.M Construções e Serviços Ltda.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
sexta-feira - 08/05/2020 - 19:00h
Praça sem fim

Rosalba faz reforma há quase 2 anos e valores sobem 62,94%

Caso envolve duas empresas, duas licitações, paralisações, falta de fiscalização e lutas eleitoreiras

Entre incontáveis pequenas obras paralisadas ou sequer iniciadas, a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) tem um caso clássico a ser contado. O enredo mistura desleixo, falta de compromisso com o dinheiro público (ou má-fé) e desdém com órgãos fiscalizadores (se é que existem). No conjunto Liberdade II, bairro Alto do Sumaré, tem a Praça Celso da Costa Rêgo, criada pela Lei 1459 de 9 de outubro de 2000. Ela é um exemplo de como a prefeita que “adora Mossoró” trata na realidade os mossoroenses e a coisa pública.

Rosalba anunciou em plena campanha eleitoral estadual de 2018, em que seu filho Kadu Ciarlini (PP) era candidato a vice-governador de Carlos Eduardo Alves (PDT), reforma que custaria R$ 95.701,95 (noventa e cinco mil, setecentos e hum reais e noventa e cinco centavos). Estaria pronta em seis meses. 

“Vamos recuperar a quadra, colocando um novo alambrado, fixar as traves, também vamos recuperar os brinquedos e colocar uma academia de saúde, que foi uma solicitação da comunidade”, falou a prefeita no dia 6 de setembro de 2018 (veja AQUI), em postagem reproduzida em várias páginas na Internet, como propaganda subliminar em favor da chapa Carlos-Kadu.

Hoje, sexta-feira, 8 de maio de 2020, quase dois anos depois, o trabalho não foi finalizado e se aproxima outra eleição, agora a campanha municipal em que ela é pré-candidata à reeleição.

O empreendimento já está na segunda empresa contratada e segue paralisado (ou quase, como mostraremos adiante).

O novo valor a ser gasto na obra da praça corresponde mais de 60% do valor inicial (62,94%). Atinge o montante de R$ 159.921,29 (Cento e cinquenta e nove mil, novecentos e vinte e hum reais e vinte e nove centavos). A primeira empresa contratada, Solar Construção, Serviços e Locação Ltda-ME, já havia recebido R$ 19.734,00 (dezenove mil, setecentos e trinta e quatro reais) pelos serviços. Foi substituída pela V.M Construções e Serviços Ltda. em outra licitação.

E, se não houver nenhum aditivo, a praça que deveria ser tão somente reformada e restaurada sairá por R$ 179.695,68. (Cento e setenta e nove mil, seiscentos e noventa e cinco reais e sessenta e oito centavos).

Isso significa um custo de 87,8% a mais em relação ao valor inicialmente contratado. Nem mesmo o mercado negro da cocaína oferece vantagens tão próspera no negócio de submundo, como essa modalidade de relação com o dinheiro alheio, ou seja, público, operacionalizado por Rosalba e sua trupe. “Ela fez, ela faz, ela sabe fazer”, já dizia o slogan de sua campanha eleitoral em 2016. Pelo visto, não era propaganda enganosa – vista sob outro ângulo.

Labirinto dificulta informações

O agravante, é o labirinto formal e técnico que existe, praticamente intransponível, quando se busca informação em edições do Jornal Oficial do Município (JOM) e Portal da Transparência. Para o Blog Carlos Santos chegar a dados basilares e, encadeá-los, foram semanas de pesquisa em processos licitatórios, portarias, contratações e pagamentos.

Recorremos a especialistas contábeis e do direito, além de servidores municipais (em off). Formamos uma força-tarefa auxiliar que levantou documentos e seguiu o rastro desse e de outros contratos de obras em situações muito parecidas. Há muita nebulosidade naquilo que deveria ser claro, explícito e insofismável, porque público.

Praça está na segunda licitação, segunda empresa, quase dois anos, mais dinheiro e abandonada (Foto: BCS)

É impossível a um leigo e quase impossível a um especialista, concluir o levantamento. Nesse ínterim, não faltou inclusive o fato de que durante vários dias, páginas do JOM e do Portal da Transparência estiveram fora do ar.

Os fatos apurados

Procedimento licitatório, na modalidade concorrência, registrado sob o nº 07/2018, da Secretaria de Infraestrutura de Mossoró, cujo objetivo era a realização das obras de restauração e manutenção de algumas praças, entre elas a Celso da Costa Rêgo, teve Aviso de Licitação publicado no dia 22 de maio de 2018, com data prevista para realização no dia 26 de junho de 2018.

Após essa data, há uma ausência de publicação de qualquer Termo de Homologação e Adjudicação. O portal da Transparência informa o suposto resultado e informa a data da publicação no dia 10 de agosto de 2018, porém, nessa data não houve qualquer publicação desse ato administrativo.

Rosalba visita obras de restauração da Praça Celso da Costa Rêgo em 6 de setembro de 2018, durante campanha em prol do filho Kadu Ciarlini. Esse ano tem mais (Foto: PMM)

A publicação do(s) Extrato do Contrato(s), também é omitida pela Prefeitura de Mossoró, não constando durante o ano de 2018 qualquer veiculação nesse sentido.

Contrato (?)

Na edição do JOM de 04 de setembro de 2018 foi publicada uma portaria designando Gestor e Fiscal de Contrato para o contrato 245/2018. Em 17 de setembro de 2018 foi divulgada a Portaria Interna nº 035, designando servidores para atuarem como Gestor e o Fiscal de Contrato para a Licitação de Reforma da Praça, referentes à mesma licitação e ao contrato 245/2018.

Ressalte-se, que apesar de portaria designando os servidores para exercerem a fiscalização, não se localiza qualquer publicação referente ao contrato em si.

Quanto a pagamentos, a empresa Solar Construções recebeu no ano de 2019 o valor de R$ 19.734,39 (Dezenove mil, setecentos e trinta e quatro reais e trinta e nove centavos), referente a um empenho do dia 28 de agosto de 2018.

Solar recebeu no ano de 2019 o valor de R$ 19.734,39, empenho do dia 28 de agosto de 2018

Causa ainda mais estranheza que a gestão de Rosalba tenha lançado uma nova licitação na Edição 539C, do JOM, de 12 dezembro de 2019, na modalidade de Tomada de Preço, registrada sob o número 10/2019. O novo contrato é de 11 de fevereiro deste ano.

Foi publicado na edição 549A do JOM, do dia 19 de fevereiro último.

Ou seja, outra vez, o erário despeja recursos para a reforma e restauração da Praça Celso da Costa Rêgo, em mais um ano eleitoral, o segundo em sequência em que Rosalba Ciarlini é prefeita e, dessa feita, com aspiração direta. Uma praça sem fim, que parece servir para alimentar e retroalimentar uma máquina político-eleitoral que nunca para e sempre pede mais e mais dinheiro – alheio.

O novo valor a ser gasto na obra da praça corresponde a mais de 60% do montante inicial com a empresa anterior

A vencedora da licitação foi a empresa V.M Construções e Serviços. São mais de R$ 159 mil para fazer a reforma e restauração de um equipamento social esquecido na periferia de Mossoró.

Outro ponto injustificável, é que a apuração de quebra de contrato pela empresa solar só foi instalada após mais de 6 meses do prazo de conclusão das obras, que era de 180 dias. O contrato havia sido celebrado em 13 de agosto de 2018, vale lembrar, conforme informado nas portarias.

O outro lado

O Blog Carlos Santos pediu à Comunicação Social da Prefeitura Municipal de Mossoró esclarecimentos  sobre a não conclusão da obra após quase dois anos. Solicitou ainda justificativa para troca de empresas e elevações tão consideráveis nos valores, e o porquê das páginas do JOM e Portal da Transparência estarem fora do ar.

Resposta do município às nossas indagações é superficial e não atende a tantas interrogações

No mesmo dia, segunda-feira (4), recebemos por e-mail versão oficial sobre os contratos em questão. Horas antes, já faláramos com a jornalista Nathália Rebouças da equipe de Comunicação Social, que informara sobre pane no sistema do JOM/Portal da Transparência. Justificou que técnicos estavam averiguando o porquê, à sua reativação, o que aconteceu mais de 24 horas depois.

Na nota, se apresenta explicação de necessidade do distrato com a primeira empresa (a Solar) que não teria cumprido com as exigências contratuais. Justifica-se que houvera necessidade também de atualização de valores com a nova empresa, pelo Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (SINAPI) – em números que fogem a realidade tamanho o disparate.

Sobrepreço

Mas na verdade, é ignorado na nota que houve mais uma licitação. E não se localiza nada relativo a distrato em relação à Solar. Pelo visto, a administração pegou atalho de outra licitação com alto sobrepreço de 62,94% em relação à primeira.

Tem mais: apesar da Solar ter supostamente causado prejuízo ao município por não haver concluído a obra, segue tendo prorrogação de prazo para outros contratos – como em reformas de algumas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s).

Placas de licitações da Celso da Costa Rêgo, em quase dois anos, mostram como é fácil torrar dinheiro alheio (Fotos: BCS)

Sem ninguém trabalhando nela há meses, a Praça Celso da Costa Rêgo passou a ter dois trabalhadores lixando tela metálica (alambrado) de sua quadra, horas depois que essa página contactou com a Comunicação Social da municipalidade (veja foto no fim da postagem), ou seja, na mesma segunda-feira desta semana.

A tarefa feita por eles é praticamente desfazer o que a já tinha sido feito, para fazer de novo. Em seguida, haverá reinauguração como se por trás de tudo não existisse uma longa história de deboche e gastança. E daí?

Hoje, sexta-feira (8), apareceu um operário com tarefa de fazer limpeza do mato no entorno e interior da praça. Nenhum canteiro de obras, maquinário ou mais trabalhadores no local. Mas eles aparecerão logo.

Operário solitário, hoje, limpa mato na praça (Foto: BCS)

Abandono, maquiagem, disfarces

A Celso da Costa Rêgo tem equipamentos do parque infantil em adiantada deterioração, além de vários pontos da alvenaria sem acabamento ou quebrados.

O mato invade boa parte de sua estrutura também, além de esgoto emoldurar parte de seus limites e piso.

Durante meses, também, não existia sequer uma placa de informação técnica sobre a obra. Foi afixada uma nova, com novos valores, no dia 25 de abril último. No dia 27, um trator apareceu no local fazendo limpeza de matagal em suas proximidades, dando visibilidade a para quem passa no Complexo Viário da Abolição (saída para Natal).

A placa anterior foi retirada em outubro de 2019, dias antes da Câmara Municipal de Mossoró realizar sessão ordinária dentro da 12ª edição do projeto Câmara Cidadão (veja AQUI), na Escola Municipal Paulo Cavalcante de Moura (Rua Celina Viana, n º 100). No dia anterior, a prefeitura realizou mutirão de limpeza no bairro e praça para receber vereadores, imprensa e quem mais circulasse na área (veja AQUI).

No último dia 27, trator limpou matagal próximo à praça, dando visibilidade até à nova placa colocada dias antes (Foto: BCS)

Importante lembrar, que nessa sessão do projeto Câmara Cidadã, a bancada da prefeita Rosalba impôs votação às pressas e sem maiores discussões, de autorização para município contratar empréstimo de quase R$ 150 milhões, que passam a ser investidos em novas obras. Um cheque em branco para quem já tem antecedentes de muitas situações tenebrosas no manuseio do que é público.

Depois de meses sem ninguém na 'obra', dois homens aparecem após Blog buscar informações oficiais (Foto: BCS)

* Aguarde sequência dessa reportagem especial. É muito mais do que você imagina.

Leia também: Rosalba faz ‘duas’ obras na mesma praça e mantém abandono;

Leia também: Prefeita das praças abandona símbolo de Mossoró.

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Categoria(s): Política / Reportagem Especial
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
quinta-feira - 07/05/2020 - 18:14h
Maio

Vacinação Nacional contra Influenza tem calendário definido

Devido a pandemia do Coronavírus, o Ministério da Saúde alterou o calendário de vacinação contra a Influenza.

Pessoas de outros públicos-alvo podem se dirigir a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em Mossoró para atualizar o calendário vacinal.

A municipalidade recomenda e lembra que o uso da máscara de proteção é obrigatório.

No próximo dia 11, segunda-feira, o atendimento será para crinaças de 6 meses a 6 anos de idade, grávidas, mães no pós-parto e pessoas com deficiência.

Já no dia 18, para pessoas de 55 a 59 anos de idade e professores.

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Categoria(s): Saúde
terça-feira - 05/05/2020 - 16:26h
Contribuição

Prefeita ouve ‘imprensa vil’ para tentar fazer a coisa certa

A Prefeitura de Mossoró lança campanha de propaganda anunciando iniciativas para organizar e humanizar filas à porta da Caixa Econômica Federal (CEF) para pagamento de benefícios sociais do Governo Federal (auxílio emergencial).Pede colaboração da sociedade e relata que a municipalidade está fazendo interdição de parte da Rua Coronel Gurgel, além instalar tendas e produzir sinalização horizontal que balize e ordene a circulação de pessoas até o interior da agência da CEF.

São medidas simples, porém que ainda estão longe de serem plenas ao atendimento dos desvalidos que precisam do socorro emergencial em época de pandemia. Mas é um avanço, depois de semana do mesmo problema (que não foi sanado ainda).

Petrolina é outro exemplo de iniciativa, em contraste com município de Mossoró (Reprodução BCS)

A municipalidade resolveu ouvir a “imprensa vil” (denominação cunhada por ela – veja AQUI), que através de vários endereços criticou e denunciou as aglomerações e a falta de iniciativa, além de apontar sugestões como essas tomadas.

Mais pode ser feito, como sugerimos e mostramos exemplos em outras cidades. Veja: Mossoró se aglomera e tem até ‘show’ em frente à Caixa).

O uso de forças policiais e da Guarda Civil à organização das multidões, assistência social e de informação, distribuição de água e máscaras, além de outras iniciativas, foram apresentadas. Não tem nada de genial. Basta vontade de fazer e um pingo de organização.

Exemplo de Vitória da Conquista é simples, baseado em bom senso, desejo de fazer certo (Reprodução: BCS)

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Categoria(s): Comunicação / Política
  • Art&C - PMM - Abril de 2026
segunda-feira - 04/05/2020 - 23:44h
Crime eleitoral (?)

Ministério Público pode ter mais um caso para investigar

O Ministério Público Eleitoral de Mossoró parece que começou a desfiar um novelo de situações que podem se configurar em crimes eleitorais. O ponto de partida foi denunciado há poucos dias pelo site Mossoró Hoje.

Print do site da Prefeitura de Mossoró divulgou, sem rodeios, distribuição de feira no dia 14 (Reprodução BCS)

No último dia 14 de abril, em parceria com a empresa Forte Gema, a Prefeitura Municipal de Mossoró fez distribuição de feiras a pessoas carentes do Abolição IV e adjacências, através da Secretaria de Desenvolvimento Social e Juventude, comandada por Lorena Ciarlini, filha da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

O promotor Hermínio Souza Perez Júnior entende que o assistencialismo sob o manto da solidariedade pode esconder, em verdade, a intenção de desequilibrar o pleito municipal deste ano com vantagens indevidas.

A municipalidade foi intimada a prestar esclarecimentos sobre o caso. Paralelamente é apurado em outras frentes possível relação política de proprietários da empresa com o grupo ocupante da prefeitura na atualidade.

Efeito dominó

A postagem publicada pelo Mossoró Hoje pode ter desencadeado um efeito dominó, revelando outras situações parecidas. Versão corrente aponta que noutra data e local houve distribuição de kits de higiene por tradicionais cabos eleitorais do governismo, com apoio de um grupo supermercadista local.

Por enquanto, o caso está ainda muito no campo dos primeiros sinais e versões, mas pode estar associado até mesmo à flexibilização de medidas no comércio em pleno crescimento da pandemia. Seria uma espécie de toma-lá-dá-cá, com repercussão em pacote de “bondades” para a população periférica.

O episódio é narrado como tendo ocorrido no dia 18 de abril, num prédio público no Aeroporto II, com entrega de kits de higiene pessoal e do lar, promovida por cabos eleitorais do governismo.

O que há de particularmente diferente entre um episódio e outro, é que o primeiro (as feiras no Abolição IV) chegou até mesmo a ser publicado no site da Prefeitura Municipal de Mossoró – que há alguns dias está fora do ar. Já a doação dos kits não teve igual cobertura ‘chapa branca’.

Mas em redes de WhatsApp e outras formas de propagação, o fato é narrado em áudios, textos e fotos que descrevem a ‘boa ação’ dos cabos eleitorais governistas. Pelo visto, eles não tem o que temer

Nota do Blog – Impressionante como o filme nunca muda em Mossoró.

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Categoria(s): Política
domingo - 03/05/2020 - 12:39h
Estamos trabalhando

Por favor, coloquem o Portal da Transparência no ar

Está difícil acessar o Portal da Transparência da Prefeitura Municipal de Mossoró. Segue fora do ar.

O Blog Carlos Santos precisa fazer levantamentos de alguns dados oficiais relativos a contratos de obras (que nunca são entregues) e vínculos empregatícios com engorda repentina de remuneração, mas não conseguimos.

Se algum órgão fiscalizador tentar (o que não deve ser comum), também não terá êxito.

Enfim, muito estranho, estranho demais.

Vamos aguardar que entre logo no ar.

Agora, às 12h18 deste domingo (3 de maio de 2020), não é possível acessá-lo.

P.S – 4 de Maio de 2020 – Às 9h32 minutos desta data, a jornalista Nathália Rebouças da Comunicação Social da PMM informou o seguinte:

A Prefeitura registrou o problema no final de semana, até sexta o acesso estava normal. O setor de TI já está trabalhando para regularizar, e deve corrigir ainda hoje.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
  • Art&C - PMM - Abril de 2026
sábado - 02/05/2020 - 11:32h
Vem, Covid-19

Mossoró se aglomera e tem até ‘show’ em frente à Caixa

Mossoró é um caso à parte na ‘luta’ contra o crescimento exponencial da Covid-19.

Apesar de ser uma das regiões de saúde mais preocupantes do país, com grande número de infectados e óbitos, vive flexibilização do comércio através de decreto municipal, faz vista grossa à fiscalização de normas sanitárias e não consegue organizar uma fila à porta de banco.

Na sua estrutura de saúde, a propaganda é sempre enganosa e os fatos mostram quadro caótico e à beira de tragédia.

O vídeo constante nessa postagem é deste sábado (2), à Rua Coronel Gurgel, centro da cidade. Mas ontem, inicio da noite, já existiam filas e aglomerados humanos em calçada desse banco, agência central da Caixa Econômica Federal (CEF).

Uma multidão se aglomera, se acotovela, para recebimento do “auxílio emergencial” do Governo Federal. Até apareceu um artista de rua, fazendo show para divertir a multidão. Logicamente, sem máscara.

Essa semana, a Prefeitura e a Caixa tentaram botar ordem na fila. Mas o efeito da intervenção deixa patente a incompetência.

Em outros lugares do país existem experiência exitosas, para a mesma tarefa. Veja abaixo foto do interior da Bahia, em Vitória da Conquista.

Exemplo de Vitória da Conquista é simples, baseado em bom senso, desejo de fazer certo

Várias ruas foram interditadas em torno da agência da Caixa no município baiano. Foi feita demarcação de raias para circulação e posicionamento dos beneficiários guardando distância.

Em Petrolina, Pernambuco, sistemática parecida foi adotada pela prefeitura em consórcio com a CEF. Filas eram formadas em ruas bem antecedentes ao endereço da agência, com posicionamento definido para cada uma das pessoas que faria o saque.

Petrolina é outro exemplo de iniciativa, em contraste com município de Mossoró (Reprodução BCS)

Em Mossoró

Em Mossoró, uma operação dessa natureza exigiria grande capacidade de planejamento, organização e comando. Distribuição de máscaras e água mineral, assistência preventiva com unidade médica a postos, Guarda Civil, Polícia Militar e assistentes sociais com esclarecimentos e panfletagem dariam suporte para que tudo pudesse fluir sem tumulto, sem amontoar gente e com razoável segurança sanitária.

Se a gestão municipal tentasse organizar fila com a competência que revela para dispensa de licitação e distribuir aditivos a prestadores de serviços e fornecedores, tudo estaria arrumado e resolvido. Questão de prioridade.

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Categoria(s): Administração Pública / Política / Saúde
sexta-feira - 01/05/2020 - 17:54h
Covid-19

Hospital São Luiz começa a receber os primeiros pacientes

O Hospital Sao Luiz – Hospital de Campanha em Mossoró para exclusivo atendimento a pacientes com Covid-19, por volta de 17 horas desta sexta-feira (1º) recebeu seu primeiro paciente.

Um veículo do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (SAMU), com o médico Dixon Fradik, fez transferência de paciente que estava provisoriamente no Hospital Maternidade Almeida Castro  (HMAC).

Outros serão transportados de Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s), onde estão também de forma emergencial e em face de falhas na montagem de estruturas da municipalidade e governo estadual.

O Hospital de Campanha no São Luiz começa com 10 de UTI e 15 de enfermaria.

Quando tiver 90% ocupados, será agilizada a abertura de mais 10 leitos de UTI e 15 de enfermaria, até chegar – a 35 UTIs e 65 leitos de enfermaria.

Leia tambémMossoró já vive saturação para atender pacientes com Covid-19.

A gestão do Hospital São Luiz nesse período de enfrentamento à Covid-19 é da bioquímica e interventora do HMAC, Larizza Queiroz, como resultado de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado por representantes da Justiça Federal, Ministério Público do RN (MPRN), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público Federal (MPF), além de Prefeitura Municipal de Mossoró e Governo do RN.

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Categoria(s): Saúde
  • Art&C - PMM - Abril de 2026
quinta-feira - 30/04/2020 - 19:18h
Prevenção

Prefeitura estica até 31 de maio suspensão de aulas e eventos

Em novo decreto publicado hoje, 30, o 5.668, a Prefeitura de Mossoró prorroga a suspensão de aulas na Rede Municipal de Ensino, além de atividades com presença de público.

O documento estende os efeitos do artigo 4° do Decreto 5.623, de 19 de março de 2020, que determina a suspensão de aulas nas escolas e unidades de educação infantil, eventos culturais realizados nos equipamentos públicos, atividades esportivas nos parques e praças locais, além de reuniões de idosos e crianças com menos de 7 (sete) anos de idade.

O Decreto foi publicado na edição de hoje, do Jornal Oficial de Mossoró (JOM).

Com informações da Prefeitura de Mossoró.

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Categoria(s): Administração Pública / Educação / Gerais / Saúde
quinta-feira - 30/04/2020 - 17:36h
Médicos

Prefeitura de Mossoró e Estado se juntam em dívida milionária

A Prefeitura de Mossoró e o Governo do Estado empilham dívidas com profissionais médicos, em plena pandemia. Os valores somados passam de R$ 4 milhões.A Prefeitura de Mossoró deve os meses de outubro, novembro e dezembro de 2019 aos médicos das Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), Núcleo de Genecologia e Obstetrícia (NGO) e Neo Clínica SS (NEO).

Os profissionais receberam os valores referentes aos meses de 2020.

Já o Governo do Estado deve valores referente aos meses dezembro de 2019, janeiro, fevereiro, março e abril de 2020 à empresa Serviço de Assistência Médica e Ambulatorial (SAMA), CAM, NGO e à Cooperativa de Fisioterapeutas (COOPERFISIO).

Os médicos não pararam suas atividades até aqui, em face do quadro de pandemia decorrente da Covid-19, o que seria sacramentar a morte de incontáveis pacientes dessa patologia e tantas outras.

Nota do Blog – Não acredite em informação oficial de municipalidade e Estado. Duvide sempre. Quase nada do que é noticiado oficialmente pode ser levado a sério. O realismo fantástico é este. Na verdade, muito pior.

Por outro lado, de se lamentar que boa parcela desses profissionais na próxima campanha esteja integrada a mutirões de atendimentos na periferia, a serviço de seus captores e algozes. É uma espécie de Síndrome de Estocolmo Branca Coletiva (SEBC) – patologia comum ao meio, com muitas exceções – ainda bem.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
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