quinta-feira - 11/05/2017 - 17:00h
Turismo

Agentes de viagem veem Rota das Falésias e Costa Branca

Do Diário do Nordeste

Um grupo de 40 agentes de viagem participou à semana passada de uma missão técnica para conhecer equipamentos e atrações turísticas na Rota das Falésias (CE) e Polo Costa Branca (RN).

Rota das Falésias está integrada em projeto turístico do Polo Costa Branca (Foto: Diário do Nordeste)

A iniciativa partiu do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas do Ceará (Sebrae-CE), CVC Turismo e empreendedores locais. A fusão de interesses dos dois estados numa região contígua, é que proporciona essa abertura ao conhecimento de profissionais do setor turístico, às potencialidades dessa região de enormes belezas naturais.

A Rota das Falésias reúne empreendedores dos municípios de Aquiraz, Eusébio, Pindoretama, Cascavel, Beberibe, Fortim, Aracati, Icapuí no estado do Ceará.

Desde dezembro passado que se associaram a esse projeto comum os municípios de Mossoró, Tibau, Grossos, Areia Branca e Porto do Mangue na Costa Branca.

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Categoria(s): Economia
domingo - 03/02/2013 - 23:42h
João Sabino

Entusiasmo inspirador contra o medo do fracasso

Na quinta-feira (31) tive uma convivência pessoalmente enriquecedora. Fugaz, mas densa. Compromisso social/trabalho que seria apenas protocolar, transformou-se numa oportunidade de me alimentar com mais substância humana.

Foi uma experiência viva, inesperada e transbordante com o hoteleiro João Sabino.

Sabino tem o entusiasmo necessário ao sucesso (Blog do Jota Belmont)

Atendi a convite do amigo “camaradinha” Caby da Costa Lima. Fui-lhe solicito, apesar de outro compromisso àquela noite.

Vou-me ser mais claro, mesmo usando técnica atrasada do jornalismo, conhecida como “nariz de cera”. São rodeios, digamos. Vamos lá.

Sabino, professor na Universidade do Estado do RN (UERN), virou hoteleiro há mais de 22 anos, um ramo que simplesmente não conhecia. Tinha uma carreira vitoriosa na academia e um consistente escritório de assistência contábil. Pela idade e trajetória, o recomendável seria o “dolce far niente“, que é traduzido como ‘suave indolência ou o doce fazer nada’ pelos italianos.

Assim seria sua aposentadoria.

“Pernas pro ar”, numa linguagem latina, desse lado do Atlântico e abaixo da linha do Equador.

Entretanto, João Sabino fez diferente. “Eu continuo aprendendo”, exclamou à noite de quinta-feira, numa sala do seu Sabino Palace, em Mossoró, em conversa com convidados que atuam na comunicação on line e amigos.

Curvado numa cadeira, diante de interlocutores que o ouviam atentamente, ele revelava com serenidade nas palavras e gestual que continua com apetite pelo que faz. Aquela vontade juvenil, dos iniciantes e apaixonados, depois de tanto tempo fazendo a mesma coisa.

Sobre pessoas que de algum modo o atrapalharam, ele preferiu nem falar. Estão no index do esquecimento, salientou. Nem por isso deixa de acreditar “em pessoas” até hoje e investir nelas.

João é um aprendiz, meticuloso no que faz. “Antenado”, diria a geração “Y”.

Soichiro Honda

Sua rede de hoteis continua sendo uma devoção que une prazer e ofício, tudo movido por aquele mesmo interesse que o fez dar uma guinada de 180 graus em sua vida, há mais de 22 anos. O Sabino Palace é seu mimo, que passa por repaginação, reforma densa e de qualidade que ainda deve durar mais de um ano até alcançar sua plenitude.

“Eu tenho o mesmo entusiasmo hoje”, asseverou. Nem precisaria emitir essa declaração. Salta aos olhos.

Entre os especialistas do universo empresarial e do marketing, certamente João Sabino deveria ser convocado para estudos. É um “case”. Um caso de estudo.

Honda: inabalável

Entre nós ocidentais e, principalmente latinos, o empresário é uma ótima exceção. Diferente do que se testemunha cotidianamente entre os orientais, que enxergam o labor como uma religião e procuram ver tudo bem à frente do seu tempo.

A história de João Sabino, guardada as proporções e outras particularidades, remete-me a Soichiro Honda, criador da marca vitoriosa que leva seu sobrenome e virou uma legenda em duas e quatro rodas.

Esse japonês – que precisa ser conhecido pelas novas gerações – parece representado por Sabino, no seu permanente entusiasmo. A cada decepção, um flash inspirador e a vontade férrea de não parar.

Soichiro sofreu com terremotos, bombardeios, falta de crédito para seus negócios, intempéries econômicas e instabilidade política.

Nada o fez parar.

João Sabino é isso: um pouco de Soichiro.

Inspirador.

Inabalável!

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Categoria(s): Crônica / Economia
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segunda-feira - 29/08/2011 - 11:38h
Eleições 2012

PT marcha para nome próprio em Natal e Mossoró

A passagem do deputado estadual Rui Falcão (SP), presidente nacional do PT, pelo Rio Grande do Norte, no sábado (27), deixou lideranças e militância muito acesa. Animada.

Ele participou da plenária do partido, em Natal, discutindo temas como a Campanha da Reforma Política do PT e as Eleições 2012.

A plenária contou com a participação de membros de todas as coordenações dos pólos do RN, vereadores, os prefeitos do PT, dirigentes estaduais além da militância que lotou a Assembléia Legislativa neste sábado.

O partido foca possibilidade de candidaturas próprias a prefeito, nos maiores colégios eleitorais do Rio Grande do Norte. Natal e Mossoró marcham para ter candidatos do PT à prefeitura.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 20/05/2011 - 11:42h

Um oficial de justiça (amigo) em minha porta

Batendo à porta, porta,Mais uma vez tenho um oficial de justiça à minha porta. A batida ao portão, com o punho cerrado e em sequência tonitruante, não me deixa dúvida. Pergunto só para conferir mesmo:

– Quem é?

– Sou eu, Carlos Santos. É Otacílio, oficial de justiça.

Nem precisava a declaração oficial.

O “toque” de Otacílio é personalíssimo.

Tomo a liberdade, para não atrasá-lo, de sair em trajes quase sumários, com meu físico de pintassilgo resfriado, pernas de talo de coentro à mostra.

Uso apenas uma toalha contornando a cintura, dorso “atlético” à exibição, como um gladiador apolíneo, espécie de deus grego do semi-árido.

Tenho essa naturalidade, em face da frequência com que os oficiais de justiça aportam aqui em meu muquifo, sempre trazendo citações e intimações da patota que está no poder e, que, não é do ramo.

Pelo menos do ramo de governar, que se diga.

Suas manoplas têm outras habilidades.

Bem, mas voltemos ao ponto central desta prosa.

Surpreendi-me. Nem intimação nem citação.

O amigo Otacílio, de manhã ainda cedo, pede desculpas pelo suposto incômodo. Quer apenas uma informação sobre outra pessoa a ser citada judicialmente. Oriento-lhe, ajudo-o. E, lógico, coloco-me sempre à disposição para esse ou outro fim ao meu alcance.

Como jurisdicionado, até cobro tratamento diferenciado, pois me considero o melhor por essas plagas, sem nunca me esconder ou colocar qualquer embaraço ao prosseguimento processual, desde a simples citação.

Dessa vez, na pressa não deu para oferecer pelo menos um copo com água ao Otacílio. Mais não posso. A geladeira parece um chafariz: só tem água.

Fica para uma próxima.

– Volte sempre – intimo ao me despedir.

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Categoria(s): Crônica
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